As 7 Melhores Dicas para Viver de Juros com Pouco Dinheiro

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Conquistar a independência financeira não é tão complicado como dizem por aí – porém, todo mundo que tem esse sonho sente dificuldade por não conseguir sair da zona de conforto e acabam deixando o medo atrapalhar a busca pela realização pessoa e financeira.

Após toda essa introdução, você já notou que investir dinheiro é preciso para assegurar um futuro tranquilo, não é verdade?

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Se você ainda tem falta de conhecimento sobre esse assunto, não entre no mercado financeiro sem antes saber o mínimo dele.

Antes de começar a investir dinheiro e tempo nas aplicações financeiras em busca de mais qualidade de vida, vale a pena considerar algumas observações comentadas e ensinadas por quem já conseguiu chegar à esse patamar.

Separamos as melhores delas, confira agora.

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1 – Poupar Dinheiro

É extremamente importante saber poupar dinheiro todos os meses, nem que seja mínimo. Nunca se esqueça que estamos trabalhando com juros compostos, portanto, quanto antes iniciar os investimentos, mais rapidamente o retorno virá.

Em um primeiro momento, evitar gastos desnecessários é uma medida imediata e simples de ser feito.

Posterior a isso, haverá a necessidade de se pensar em formas de ganhar dinheiro extra e vender objetos em desuso, por exemplo, sempre visando a independência financeira.

2 – Pensar no Longo Prazo

Para todas as pessoas que buscam o sonho de viver de juros o resto da vida, o mais recomendável é, a partir de já, pensar no longo prazo em relação à tudo que for comprado, financiado, parcelado – o que é poupado hoje vai virar um bom dinheiro amanhã.

Reconheça.

3 – Controlar os Gastos

Aqui no blog, por diversas vezes, já falamos sobre uma técnica de controlar os gastos através da técnica dos envelopes, que é recomendável para todas as pessoas – por ser fácil e simples.

Se você não a conhece, clique aqui.

Mas, se você é uma pessoa mais tecnológica, que gosta de usar aparelhos eletrônicos, então, pode ser que preferi programas de celular, os famosos aplicativos. E aí, está tudo bem, desde que esse controle seja feito de forma assertiva.

É com esse controle que você saberá para onde está indo o dinheiro, ou seja, com o que você está usando e para quais fins – a regra é que a renda sempre seja maior do que os gastos.

4 – Criar Metas e Objetivos

Quando se tem um objetivo financeiro em vista, tudo fica mais fácil de acontecer.

Estude a possibilidade de ter uma lista e traçar o planejamento de forma física, no papel, para que cada passo seja observado.

O consumo imediato nunca será a melhor opção, mesmo que a principio lhe cause satisfação – mas aí você pensa: esse não é meu objetivo maior.

5 – Reserva Financeira

Uma das suas metas é ter uma reserva de dinheiro que te permita sobreviver por um curto período de tempo, que varia entre 6 e 12 meses – considerando algumas situações trágicas, como perder o emprego e ficar a mercê de uma doença grave.

Por mais simples que aparenta ser, essa fase da vida é muito importante, de modo que você não sofra com as contas vencendo, a fim de não deixar as dívidas se acumularem – falaremos disso adiante.

Nesse caso, a dica é cortar as despesas e controlar os gastos, de maneira geral, como você já sabe. O ideal, para assim fazer, é gastar o mínimo de dinheiro possível e deixar o cartão de crédito guardado à 7 chaves, para que seu uso seja totalmente limitado.

6 – Quite as Dívidas

Somar dívidas sobre dívidas cria o efeito bola de neve, o qual cria-se uma situação extremamente complicada de sair. Portanto, para quem já possui dívidas, a dica é assumir esse compromisso de quitar as dívidas – o quanto antes!

Estender o prazo de pagamento desses financiamentos, empréstimos e compras parceladas por muito tempo pode ser prejudicial, considerando as taxas de juros, que aumentam exponencialmente a cada dia. (No Brasil, essas taxas são as mais altas do mundo).

Para conseguir acompanhar essa fase da vida, considere também dar importância aos extratos bancários, controlando melhor os gastos. A construção de um plano financeiro, aliado ao orçamento pessoal é essencial para se chegar ao objetivo de viver de juros.

Pague suas dívidas. E, quanto estiver sem débitos, comece a investir fervorosamente. Isso resulta em um ganho substancial de dinheiro, com ótimos rendimentos.

7 – Fazer o Dinheiro Trabalhar

liberdade financeira tem a ver com fazer o dinheiro trabalhar a seu favor, por isso, falamos sempre em investimentos financeiros.

Você poderia ganhar dinheiro de várias outras formas, como abrindo o próprio negócio ou vendendo alguns produtos que tenha feito artesanalmente… Mas isso envolveria a venda de serviço ou produtos. No mercado financeiro, basta conhecimento e nada mais.

Além disso, esse, sem sombra de dúvidas, é o jeito mais fácil.

Imagine ganhar dinheiro com a locação de imóveis. Isso seria possível? Claro que sim. Tanto é que foi assim por muito e muito tempo. Mas veja!

Atualmente, isso daria um trabalho danado – teria que passar pela imobiliária, pensar no tempo até encontrar um inquilino e fazer reformas anualmente, sem se esquecer dos impostos.

É um tanto quanto trabalhoso e, a se pensar, dependeria bravamente de como o mercado estaria se comportando.

No mercado financeiro, é muito mais simplificado. Até mesmo para aqueles que não tem tempo, que podem optar pelos fundos de investimentos, que tem gestores que fazem o trabalho de encontrar os melhores produtos, por exemplo.

A cada mudança, precisa-se de tempo. Portanto, paciência é a palavra chave para quem quer viver de juros. Comemore cada resultado positivo que tiver e reconheça os pontos que ainda pode melhorar – o seu futuro só depende de você.

As 7 Melhores Dicas para Viver de Juros com Pouco Dinheiro
Reprodução: Google

Tipos de Títulos de Renda Fixa

Como existem muitas informações sobre os Títulos de Renda Fixa, acabamos deixando de falar sobre os Tipos de Renda Fixa. Mas, vamos corrigir esse erro agora mesmo.

Já citamos até aqui muitas opções – como CDB, Letras de Crédito e Tesouro Direto – mas, pode ser que você ainda não os conheça, então, vamos apresentar.

Considere ainda que esses são os mais “famosos”, porém, existem muitas outras opções.

CDB (Certificado de Depósito Bancário)

É um título privado emitido por bancos para a concessão de crédito. Quando você compra um CDB, você empresta dinheiro ao banco e recebe juros por isso.

LCI (Letra de Crédito Imobiliário)

É um título privado emitido por instituições financeiras e é lastreada em créditos imobiliários, garantidos por hipotecas ou alienação fiduciária. Quando você compra um título de LCI, você empresa dinheiro às instituições e recebe juros por isso.

LCA (Letra de Crédito do Agronegócio)

É um título privado também de instituições financeiras, atrelado à operações do agronegócio. Quando você compra uma LCA, você empresta dinheiro e recebe juros por isso.

LC (Letra de Câmbio)

É um título de crédito privado emitido por instituições financeiras. Ele é lastreado para contratos de financiamento para pessoas físicas e jurídicas, mas nada tem a ver com a compra ou venda de moeda estrangeira. Quando você compra uma LC, você empresta dinheiro e recebe juros por isso.

Debêntures

É um título emitido por empresas com a finalidade de financiar projetos e operações. Quando você compra debêntures, você empresta dinheiro à empresa e recebe juros por isso.

Tesouro Direto

É um título emitido pelo Tesouro Nacional, do Governo Federal, para captar dinheiro para financiar gastos ou rolar dívidas. Quando você compra títulos do Tesouro, você empresta dinheiro ao governo e recebe juros por isso.

Saiba Tudo sobre a Renda Fixa: Como Investir em Renda Fixa: O Guia Definitivo

Onde os Milionários Estão Investindo Dinheiro atualmente?

Pode parecer incrível, mas os milionários estão investindo dinheiro na previdência privada e nos fundos multimercados, que foram consideradas as aplicações financeiras favoritas dos milionários no primeiro semestre do ano.

A pesquisa foi feita pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), que mostrou também que os recursos aplicados avançaram em 17 e 13%, respectivamente.

Outros destaques foram os FIDCs (Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios), com alta de 38%. Seguido dos títulos públicos (7%) e a renda variável (4%).

Da Redação

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