A verdade sobre os concursos públicos [não abra se você tem estômago fraco]

Bem, se você entrou nessa página é porque acha que consegue aguentar ler o que estará escritos nas linhas abaixo. Então, vamos ao que interessa, conheça a verdade sobre os concursos públicos.

Hoje o assunto é simples, é sobre um problema que afeta muitas pessoas que trabalham no funcionalismo público, nas carreiras militares.

Porque ao contrário do que parece, muitas vezes isso pode arruinar a vida desses trabalhadores e existe um motivo único e verdadeiro para isso: a falsa estabilidade financeira.

Se ela é falsa é porque não existe, sacou?

Existem muitos brasileiros que dedicam parte do tempo que tem disponível para se aplicarem nos estudos para concursos públicos.

E fazem isso de olho no conforto e na segurança que um cargo no governo pode trazer para o seu dia a dia.

Claro que essa lógica faz sentido: os servidores públicos, em geral, tem uma vantagem rara em relação a seus concorrentes no mercado de trabalho: eles dificilmente são demitidos.

Isso quer dizer que poderão ter um emprego para a vida toda!

Mas, diga: onde isso é vantagem?

Além disso, em teoria, os servidores públicos têm todo um controle de gastos feitos por seus empregadores.

Eles recebem todos os benefícios que o trabalhador tem direito no Brasil, como:

  • Férias,
  • 13º Salário,
  • Plano de Saúde.

Além disso, diferentemente da maioria dos brasileiros, eles não precisam ter grande preocupação com a aposentadoria.

Isso porque a maioria as carreiras públicas garante uma aposentadoria com renda muito próxima do salário principal, já descontados os ganhos extras.

Ufa… Essa introdução ficou maior do que esperávamos, mas vamos em frente que agora que o assunto começa a ficar interessante por aqui.

A renda segura dos concursos públicos

Só que apesar de todas essas notórias vantagens em relação ao trabalhador comum, os servidores públicos, muitas vezes, caem na armadilha da renda segura.

E afrouxam a disciplina sobre os gastos que têm, deixando de zelar pelo orçamento financeiro.

E esse é justamente o lado negativo da estabilidade dos servidores públicos.

Essa é a verdade sobre os concursos públicos: os funcionários públicos acham que não tem de se preocupar com aposentadoria.

Veja, se você já viu uma situação parecida com essa, é provável que sim:

– O servidor público que mantém uma rotina de gasto equilibrada resolve se comprometer com gastos que fogem um pouco do seu orçamento.

– Para isso ele resolve a recorrer a empréstimos financeiros [o que é uma verdadeira roubada, né].

– Até aí tudo bem, o problema é que esse servidor negligência a adequação dos seus gastos do próximo mês, considerando a dívida que fez anteriormente.

– Assim, surgem novos empréstimos e com novos empréstimos, surgem também novos juros a serem pagos aos grandes bancos.

– De repente, o servidor que já teve uma rotina de regrada, passou a não conseguir mais honrar os seus compromissos regulares transformando tudo em uma bola de neve.

– E passa a ficar se conformando com a contratação de empréstimos cada vez mais frequentes para quitar os outros empréstimos [mais antigos].

– Isso sem poder contar com os ganhos extras [as horas a mais de trabalho como acontece com trabalhadores autônomos e os profissionais liberais].

– Por fim, essa pessoa vê o buraco crescer e se vê diante do maior erro financeiro de quem tem renda estável: achar que não deveria se preocupar com os gastos de hoje ou com a aposentadoria de amanhã.

Isso não vale somente para funcionários públicos, mas para qualquer pessoa que tenha estabilidade financeira [ou acha que tem].

A conclusão desse tópico é que: quanto mais conhecido de certa forma sua renda mais importante é criar as mesmas condições para o seu orçamento.

Visão de quem entende e conhece o dinheiro

O melhor conselho para todos os funcionários públicos é: antecipe os seus problemas e, com isso, faça uma boa distribuição dos seus gastos ao longo do ano.

Outra ideia muito verdadeira é ter boas reservas de emergências, fazer planos e saber que você vai ter que aumentar seus gastos no futuro [a velhice exige isso].

Portanto, monte a sua estratégia previdenciária para complementar a sua aposentadoria de servidor [que não é tão alta quanto você acha].

Se é verdade que quem tem o privilégio de uma renda estável tem  garantia de mais segurança durante a vida, é também verdade que seus cuidados devem ser tão ou mais intensos específicos do que o de profissionais da iniciativa privada.

É sempre preciso ajustá-los à sua situação financeira particular!

Sobre tudo isso que falamos e para elencar ainda mais essa verdade sobre concursos públicos que contamos aqui, selecionamos alguns pontos que foram discutidos por William Douglas, que é juiz federal há mais de 10 anos.

Ficar rico sendo um funcionário público

“Para decidir o seu rumo, é preciso analisar as vantagens e desvantagens de cada alternativa. O ideal mesmo é fazer um quadro com quatro colunas anotando os pontos positivos e negativos de cada uma das rotas possíveis”.

Emprego dos sonhos

William diz que é preciso entender que o Concurso Público não é o queridinho dos brasileiros por ser considerado o emprego dos sonhos e sim por ter benefícios como altos salários e a tal falada estabilidade profissional.

“Devo mencionar que conheço várias pessoas que não estão no emprego ou no cargo de seus sonhos, mas que estão muito felizes”.

“Como? Aprenderam a estar lá para colher algum benefício necessário, como dinheiro ou estabilidade… E a encontrar prazer e alegria em outros oásis: família, lazer, hobbies, estudo”.

Assim, o trabalhador vai precisar encontrar um sentido e alegria na atividade que sustenta.

“Isso é possível se ela parar pensar: para que serve o que eu faço”?

“A quem estou servindo, ajudando? Tornar a vida de alguém melhor, ajudar, são atividades gratificantes”, ele diz.

“Se você aprender a fazer o seu serviço bem e a ter satisfação de sair dele ao final de cada dia tendo cumprido seu dever, encontrará alegria mesmo em atividades que não sejam as mais maravilhosas do mundo”.

Tempo perdido

Para o especialista, há de se considerar também que algumas pessoas abdicam vantagens imediatas para lançar melhores sementes para o amanhã.

“É tolice, por exemplo, sentir-se um desempregado enquanto se estuda, já que esse tempo não é ‘inútil’, não é gasto, mas um investimento a médio e longo prazo”.

“Nesse período é preciso organizar-se, ralar, quebrar pedras, economizar nas contas, mas jamais considerar um tempo perdido”.

Portanto, William diz que se o estudante tem a meta de estudar para concurso público é preciso o fazer, mesmo que isso aconteça em paralelo com outras questões, como a profissional, pessoal, etc.

Estabilidade profissional

William Douglas nos leva a pensar também sobre a estabilidade profissional – até que ponto ela é importante frente aos desafios da vida e ao bem-estar pessoal?

“Estou em um dos cargos mais desejados pelas pessoas, com muito prestígio, boa remuneração, etc. Sou Juiz Federal”.

“Também já exerci vários outros cargos considerados de elite e ‘objetos de desejo’. Por isso, por conhecer vários profissionais em cargos perfeitos, posso afirmar que é um mito”, ele comenta.

“Conheço bons promotores de justiça e defensores públicos, que eram felizes nessa instituição e foram infelizes na magistratura, que não era sua vocação”.

“Conheço juízes infelizes e auxiliares de serviços gerais alegres. Não existe tal coisa, como o cargo perfeito. Em todos eles existem coisas boas e más, vantagens e desvantagens”, diz.

Altos salários ou simplesmente ficar rico

O último ponto proposto por William Douglas é sobre o fato de Ficar Rico em um Concurso Público. Ele diz que isso pode acontecer tanto na vida pública quanto na privada.

“As pessoas se iludem achando que terão um ‘vidão’ quando ganharem tanto ou quanto”, ele afirma e completa:

“O ideal é que as pessoas aprendam a viver com os rendimentos que têm. Mesmo que você passe em um concurso e comece a ganhar mais, o ideal é que utilize o excedente para fazer algum investimento financeiro”, afirma.

verdade sobre os concursos públicos

O trabalho na vida das pessoas

Entenda que não estamos querendo nos tornar os critérios do sistema capitalista, não é isso.

Mas, de fato, entendemos que você pode fazer diferente na sua vida, independente se é funcionário público ou privado, você pode escolher o que será do seu futuro.

Ao menos em termos financeiros.

A vida é muito rara para você viver o resto da sua vida apertando parafusos, como fazia Chaplin, em Tempos Modernos.

De alguma forma, você vai precisar ganhar dinheiro, ser um bom funcionário e dedicar tempo a isso.

Só que a maneira como você conduz o seu recurso é que pode fazer toda a diferença na sua vida.

Quer ver uma coisa:

  • Quanto você consegue poupar todos os meses?
  • Qual o seu maior sonho a ser realizado?
  • O que você tem feito para ganhar mais?

Responda essas perguntas e diga, por fim, o que você tem feito para ser uma pessoa melhor e mais rica?

Sobre esse assunto, o que você precisa saber é que o dinheiro não é tudo, mas ele tem o seu valor. Veja isso no tópico abaixo.

O trabalho não vai enriquecer você

Esse tópico é complementar ao que foi dito acima e vale, também, para todo tipo de funcionário, não apenas o público.

O assunto central deste artigo é que você precisa entender que tem a obrigação de cuidar melhor do seu dinheiro.

E você tem que tirar da cabeça que tem trabalhar para enriquecer!

Você já parou para refletir sobre:

  • O motivo que leva a empresa em que você trabalha a pagar o seu salário?
  • O seu papel e o de seus colegas no dia a dia da empresa?

A maioria dos assalariados nunca parou para pensar sobre esse assunto.

E por isso passa a maior parte do tempo dedicando suor, inteligência, experiência, networking para gerar riqueza aos patrões.

“Quem trabalha muito não tem tempo para ficar rico”, dizem por aí.

Acha isso injusto?

Na verdade, essa realidade é a essência do capitalismo [sistema que faz parte do nosso dia a dia].

Se você tem riqueza, convida outras pessoas que não tem riqueza para ajudar a multiplicar o seu capital, dando em troca a elas uma pequena parte dessa riqueza, traduzida na forma de salário.

Isso é capitalismo.

Isso é algo que todo trabalhador precisa ter em mente para que no dia em que sua carreira se esgotar, tenha capital suficiente para viver de renda.

Ou melhor, ainda, investir em um negócio próprio que gere oportunidades para outros tantos trabalhadores sem capital.

Como ficar rico?

O problema é que somente uma minoria das pessoas faz isso.

No geral, o trabalhador entra em um emprego e se torna dependentes dos salários para pagar suas contas mensais.

Gasta tanto quanto ou mais do que ganha.

De modo geral, ele não poupa e se aposenta com padrão de vida muito mais baixo do que era mantido nos tempos de bonança.

Além disso, o tempo dedicado para a obtenção de recursos para os patrões rouba o tempo que o trabalhador poderia dedicar à família, à saúde, as relações e até mesmo aos estudos.

E isso sim poderia fazer seu trabalho evoluir e aumentar sua possibilidade de riqueza.

Por essa lógica em vez de renda, é admissível que muitas pessoas [às vezes por inocência ou falta de escolha] fazem do salário como uma indenização.

E na verdade, não tem nada errado com isso.

Um caminho que só pode ser mudado a partir do momento em que você passa a construir um patrimônio que gere lucros.

As pessoas precisam de emprego para conseguir recursos, mas ao mesmo tempo precisam criar projetos de longo prazo que envolvam acumulação de parte dos ganhos.

Isso é importante para que um dia possam abandonar o emprego e dedicar seu tempo para o crescimento da própria riqueza, seja por investimentos financeiros ou na abertura do próprio negócio.

Entender os ganhos dos investimentos como renda e o salário como indenização é a forma como pensam as pessoas que enriquecem.

Então se você quer realmente enriquecer não trabalhe pelo dinheiro: deixe que ele trabalhe para você.

Continue lendo…

Nessa parte de todo artigo falamos muito pouco sobre entender o conceito do dinheiro e dos investimentos financeiros, mas ele é importante para quem quer ficar rico.

Por isso, separamos uma parte final do artigo que vamos destinar a esse fim.

Se você acha que dar o devido valor ao seu dinheiro é importante, assim como entender a verdade dos concursos públicos, continue lendo.

Entenda que não é porque se trata de um curso que queremos que você leia, mesmo porque é uma obra gratuita e isso é raro em um mundo tão capitalista.

Independente das suas escolhas, nunca deixa de aprender mais a cada, de buscar conhecimento e de se tornar uma pessoa melhor.

Curso de finanças pessoais épico

O segredo do mundo é o conhecimento. Logo, se você quer ter sucesso em qualquer área da sua vida, deve estudar.

No mercado financeiro, isso pode ser feito através dos cursos de finanças.

Mas, será que existe algum curso recomendado?

Aliás, como escolher o melhor curso de finanças da atualidade?

Sim, existem formas de encontrar um bom curso para estudar o mercado financeiro. E a escolha errada pode te fazer perder dinheiro.

A nossa recomendação é: não deixe de estudar… Mas faça isso com fontes confiáveis.

A melhor forma de provar uma afirmação é com a prática. Então, vamos ser bastante objetivos a partir de agora!

Considere que estamos falando de Robinson Trovó.

Ele é conhecedor do mercado financeiro por tê-lo estudado por muito tempo e com muitos cursos sobre finanças.

Dessa forma, ele largou a faculdade que tinha e entrou no mercado do dinheiro. Perdeu todo seu investimento e continuou estudando ainda mais.

Depois, tornou-se um dos poucos brasileiros a somar 1 milhão de reais quando ainda tinha menos de 30 anos.

Trovó, após conseguir êxito nesse mercado, criou um curso a partir dos seus erros e dos seus acertos.

E por que dá certo?

Logo, por que deu certo?

Porque ele errou muito antes de aprender a se portar na bolsa de valores.

Agora, isso responde esse tópico: a base usada para a criação desse curso de finanças é justamente o seu empenho e a sua experiência no mercado financeiro.

Ele não criou algo a partir do que ele achava, mas sim com as informações que ele colheu durante a empreitada do seu primeiro milhão de reais.

Isso faz sentido para você?

Curso de Finanças Risco Zero nos Investimentos tem a ver com a história de um homem que estudou o mercado e atuou nele. A parte disso, criou uma metodologia de estudos.

Aqui, não há segredos! Você vai poder aprender com quem já viveu “dentro dos gramados”.

Se um rei te ensinasse a investir dinheiro, será que esse ensinamento seria condizente com a sua realidade?

Possivelmente, ele falaria até de castelos e camelos…

Coisas que podem estar distantes do seu mundo atual.

Para quem não conhece a história do Trovó, vamos contar brevemente – observe as tamanhas semelhanças que ele tem com você!

Robinson Trovó

Robinson Trovó não herdou dinheiro da família e nunca ganhou dinheiro algum na loteria do governo federal.

Também não encontrou o gênio da lâmpada mágica e nem foi inventor de uma grande bugiganga que lhe rendesse alguma fortuna.

Ah, se você pensa que ele se casou com uma mulher rica… Está equivocado!

Como a maior parte de nós, brasileiros, ele estudou muito para “se tornar alguém na vida” – mas, como muito de nós também, ele fracassou.

Ao chegar ao mercado de trabalho, Trovó se deparou com uma dura realidade – um esgotamento de vagas e uma concorrência desleal de opções de trabalho.

Abandonou a profissão para estudar finanças.

E, posteriormente, vendeu o carro para investir dinheiro na bolsa de valores!

Repare bem na história desse cara…

Você consegue ver alguma semelhança coma sua realidade?

Isso é importante porque mostra que ele também tinha uma vida “normal”.

Como todo brasileiro, lutou por uma vida digna. Estudou muito, pesquisou, enfrentou o mercado de trabalho.

A única diferença é que ele teve ousadia para buscar conhecimento no mercado financeiro – e se deu bem com isso!

Ousadia e alegria

Você pode ter o mesmo fim, se quiser.

E pode começar a mudar de vida a partir de hoje, com o curso do Trovó.

Essa é uma ótima chance de aprender sobre esse mercado tão desconhecido e ao mesmo tempo tão promissor!

Você já sabe quase tudo que precisa para aceitar um curso de finanças que realmente valha a pena. Mas resta um ponto, muito importante!

Se você já dedicar um tempo para o estudo, precisa saber se há chances reais de aplicar aqueles conhecimentos na prática.

Nós já falamos sobre o autor, a metodologia, a base e porque tudo isso tende a dar certo para você também.

Oras, se uma pessoa que é como você conseguiu ganhar dinheiro na bolsa de valores, fica lógico que o curso de finanças oferecido por ele vai gerar ótimos resultados para você também, não é?

Ainda que essa afirmação faça todo sentido, as pessoas costumam exigir um pouco mais para ter “segurança” na hora de começar a estudar o mercado.

E só uma forma de mostrar e comprovar isso – com as histórias reais!

Será que alguém fez o curso e conseguiu ganhar dinheiro também? Se você tiver essa resposta vai ficar um pouco mais confiante, não é?

Bem, como pensamos em tudo antes de escrever este artigo, saiba que temos essa resposta também!

Curso do Trovó vale a pena?

Separamos alguns relatos, em vídeos, dos alunos da Trovó Academy (curso de finanças do Trovó), que provam que estudar o mercado financeiro dá certo.

São comentários e analises de pessoas que iniciaram seus cursos há algum tempo ou recentemente, mas que já estão colhendo bons frutos financeiros.

Com informações do Youtube