Como turbinar os investimentos financeiros de forma segura? Descubra nesse guia prático

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Com a variação negativa da taxa de juros básica da economia (Selic), muito tem se falado e se pesquisa sobre como turbinar os investimentos financeiros. Você também está pensando nisso? Então, saiba que você encontrará a resposta nesse guia prático.

A ideia da criação do conteúdo é muito simples. Tudo partiu de quando observamos que tem muitos investidores que são mais conservadores e possuem quase a totalidade da carteira focada na renda fixa. Isso é bom por um lado, mas não garante altos rendimentos.

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Então, a gente deixou a pergunta no ar: será que dá para turbinar os investimentos financeiros sem ter que arriscar demais? Sim, com certeza. E buscando as melhores informações, a gente montou esse guia prático. Leia na ordem e veja como isso é mais simples do que parece.

Os objetivos financeiros

A primeira coisa é você saber que deve sim ter objetivos traçados porque isso vai facilitar e ser muito importante na hora de comprar ativos ou de fazer escolhas sobre os produtos que existem no mercado financeiro atual.

Então, se você já tem um carro próprio, já tem a casa própria, já tem a reserva financeira, considere que ainda assim é preciso ter metas. Por exemplo: viver de renda, se aposentar com muito dinheiro, se tornar financeiramente independente do governo, etc.

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O perfil financeiro

A próxima etapa importante é saber o seu perfil financeiro. Mas, saiba que um erro de muita gente é ficar preso à “conservador” ou “arrojado”. Na verdade, saber o perfil e saber até quanto você pode perder ou arriscar do seu patrimônio, por exemplo.

Você pode ser alguém que esteja pensando lá na aposentadoria e queira algo que siga a inflação. Mas, ao mesmo tempo, pode ter, também, uma parte do investimento em ações, pensando em aumentar os ganhos no futuro. Uma coisa não impede a outra.

A composição da carteira

Uma 3ª dica é sobre a composição da carteira de ativos. Se você é conservador, tudo bem. Você pode aplicar tudo o que tem na renda fixa, sem problemas. Mas, não fique preso à um único ativo. A composição da carteira é importante para turbinar os investimentos financeiros.

Por exemplo, dentro da renda fixa, nós temos o Tesouro, o CDB, a LCI, a LCA, a CRI, a CRA, as debêntures, as letras de câmbio, as letras financeiras. Obviamente, o Tesouro é o mais garantido, mas o que paga menos. O ideal é diversificar.

A rentabilidade do ativo

Seguindo o nosso guia, mais um passo é você pensar na rentabilidade do ativo. Por exemplo, no caso do Tesouro, a regra é a mesma para todos. Mas, um CDB pode ter rendimentos que variam de 90% a 170% do CDI. Entenda que isso é uma variação muito grande.

Se você gosta de CDBs, ótimo. Mas, considere que você pode buscar os melhores rendimentos que eles possuem no mercado. A dica, para esse caso, é você pensar em CDBs de bancos menores, que costumam pagar mais. E os de tempo mais longo, também.

Os tipos de produtos

Para turbinar os investimentos financeiros sem correr riscos, você também deve conhecer os mais variados tipos de aplicações que existem no mercado. É claro que os conservadores são menos arriscados. Mas, ter uma carteira balanceada pode garantir segurança a você, também.

Por exemplo, há fundos de crédito privado que podem ser bem melhores do que uma simples renda fixa – e manter a segurança do investimento. Há ainda os fundos de Long & Short, que são pensados em objetivos de curto ou longo prazo. E assim por diante.

O dinheiro rendendo

Esse poderia até ter sido o primeiro tópico, mas deixamos para o fim porque é importante você saber que o dinheiro parado (e não rendendo) pode ser o maior erro. Mesmo que você tenha um CDB que pague menos, ele será melhor do que deixar o dinheiro em casa.

A mesma ideia vale para quem ainda deixa o dinheiro na poupança, que está praticamente parado. A poupança hoje em dia paga muito pouco e apesar de ser segura e de simples acesso, ela é bem ruim em termos de rendimento. Isso pode atrasar a sua chegada ao objetivo.

A escolha da corretora

Agora sim, para terminar as dicas para quem quer aumentar as chances de ganho com aplicações, temos o tópico para falar que investir pelo banco sempre será menos rentável do que investir pela corretora. Justamente porque a corretora dá mais alternativas.

E é muito fácil entender isso: o banco sempre vai oferecer os produtos que ele tem no mercado. Já a corretora oferece os produtos totais, dos bancos, das financeiras, das empresas. Ou seja, o leque de opções é maior e isso é uma vantagem e tanto, viu.

Bônus – nunca deixe de estudar

Esse bônus é muito simples e objetivo. O fato de o mercado ser muito competitivo e variável faz com que todo investidor deva estudar sempre. Assim sendo, é um erro você aplicar em um ativo e esquecer da vida. O mesmo vale para quando for comprar uma ação.

É claro que pensar no longo prazo é sim uma escolha inteligente que pode ser feita. Porém, estudar (tanto o mercado como os investimentos e as possibilidades) é o que vai sempre te manter ativo com o seu dinheiro e as suas escolhas.

O mais legal de tudo é que hoje em dia você pode fazer isso de vários modos, desde os jornais impressos que ainda resistem até mesmo os blogs de especialistas, os cursos gratuitos, os livros de finanças e por aí vai.

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