Trump crítica loja de departamentos americana e… Companhia ganha US$ 450 milhões em valor de mercado!

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“Minha filha Ivanka recebeu um tratamento tão injusto da @Nordstrom. Ela é uma grande pessoa, sempre me estimulando para fazer o correto! Terrível”. Esse foi o tweet que o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou no Twitter. A crítica à empresa poderia gerar um desconforto para a loja de departamento americana…

Sim, poderia. Porque não foi, de fato, o que aconteceu. O tiro no próprio pé aconteceu após a companhia ganhar quase 450 milhões de dólares em valor de mercado. Os papéis da companhia acumularam alta de 9,6% e foram listados e comercializados na Bolsa de Nova York na casa dos 46 dólares. Atualmente, o valor de mercado da Nordstrom é de 8,22 bilhões de dólares.

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Assessora de Trump se complica

O caso sobre a retirada da filha de Trump da loja continuou. Os republicanos se posicionaram contra Kellyanne Conway, assessora do presidente, que, em entrevista à Fox News, sugeriu ao público que comprasse os produtos de Ivanka Trump. Agora, ela pode ser processada pelos órgãos de ética do governo.

“É realmente uma linha linda. Eu mesmo tenho várias peças. Vou fazer propaganda gratuita: vão hoje mesmo e comprem seus produtos, podem encontra-los online”, ela disse.

Trump crítica loja de departamentos americana e... Companhia ganha US$ 450 milhões em valor de mercado!
Reprodução: Google

O OGE (Escritório de Ética do Governo) não se pronunciou sobre o caso, mas disse, via Twitter, que recebeu um volume extraordinário de telefonemas e e-mails em resposta ao evento. O volume foi tão grande que derrubou o site por várias horas.

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“Conway foi aconselhada a respeito desse assunto, é só o que há a dizer”, disse o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer.

Para o deputado republicano Jason Chaffetz, presidente da Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes, a propaganda de Kellyanne foi “além do limite”. “É uma violação da regra”, disse ele.

Donald Trump Presidente: Bom ou Ruim para os Investidores Brasileiros?

“As informações que chegavam era que a Hillary venceria as eleições. O que aconteceu é que todos os agentes econômicos começaram a olhar Hillary como presidente. O mercado já tinha perspectiva de qual seria a agenda econômica, quem seriam as pessoas do governo”, comentou o economista da RIC Consultores, Marcel Caparoz. Continue Lendo… 

Trump e o Twitter

Donald Trump tem um ponto fraco: o twitter. O presidente americano é obcecado por popularidade, conforme afirma o jornal americano New York Times. As publicações dele mencionam capas de grandes revistas, escritórios e do orgulho que ele tem por ter sido escolhido a personalidade de 2016 pela revista Time.

“Ele encontrou um meio que garante reconhecimento em cada fração de segundo e cujo alcance é medido em tempo real. Ele cria ratings para cada frase que você escrever”, disse o jornal.

O histórico de Trump no Twitter mostra uma avalanche do poder do presidente nessa rede. Em 2011, quando publicou seus primeiros tuítes, ele já escrevia que devia estar no início de algo bem maior. Mas, foi com “críticas” que Trump se deu melhor. “Obama é o pior presidente da história dos EUA”, “Líder incompetente”, “Fraco” e “Terrível” foram demonstrações nada amistosas contra o antigo presidente, Barack Obama.

“Um trabalho muito ruim como governador da Califórnia e um ainda pior no The Apprentice”, disse ele, no Twitter, sobre o papel de Arnold Schwarzenegger.

Trump crítica loja de departamentos americana e... Companhia ganha US$ 450 milhões em valor de mercado!
Reprodução: Google

O New York Times finaliza as informações sobre o presidente dizendo que “Para o cara que dá total importância para as aparências, o Twitter fornece o verniz do apelo populista sem o incômodo de que se tenha que responder por isso”.

Ilha Trump está à venda por 8,75 milhões de dólares (8,2 milhões de euros)

Essa é outra notícia que está dando o que falar no noticiário mundial. A ilha fica no arquipélago das Ilhas San Juan, que pertencem ao estado de Washington e tem 11,7 hectares. A propriedade, que tem o nome do presidente, não é dele, de fato. Aliás, não há relações diretas entre eles.

Mas é exatamente isso que deu o que falar. No entanto, o Washington Post declarou que: “não há ligação entre a família Trump e a ilha”. “Ora o avô de Donald Trump chegou aos EUA em 1885. Logo, a ilha já existia antes dos familiares de Trump chegar á Washington”.

A ilha será vendida com uma mansão de cerca de 650 m² e que foi construída em 2000. Com 6 quartos, 5 casas de banho, uma estufa e uma adega. Tem terreno para heliporto e é autossustentável na produção de energia e água.

Veja um histórico de 5 notícias que publicamos sobre o “reinado” de Donald Trump!

  1. Como ficam as empresas e os investimentos dos brasileiros após a posse de Donald Trump? O índice industrial Dow Jones caiu 0,14% e o Nasdaq também ficou negativo em 0,4%, já o S&P 500 teve queda de 0,27%. Isso aconteceu após Donald Trump retirar os EUA da Parceria Transpacífico (TPP), um acordo que até então era feito com mais 11 economias da região Ásia-Pacífico. Leia Mais!
  2. Good Trump? Um dos mercados mais rentáveis do país desfaz metade de seus investimentos em ações! O Fundo Verde, o maior multimercados do Brasil e um dos maiores e mais rentáveis do país, avaliou que o rali dos mercados acionários após a vitória de Donald Trump, em novembro, indica que os investidores escolheram olhar apenas o lado bom do futuro presidente dos Estados Unidos, escondendo debaixo do tapete os riscos que ele representa. Leia Mais!
  3. Trump: Banqueiro do Goldman Sachs fará parte do Conselho Econômico e Lockheed Martin perde 4% em ações! Donald Trump, o presidente eleito dos Estados Unidos, enquanto não assume o cargo de forma oficial, segue definindo os nomes que vão compor sua equipe de profissionais no próximo ano. Desta vez, Trump anunciou o número dois do banco Goldman Sachs, Gary Cohn, para dirigir o Conselho Nacional Econômico da Casa Branca. Leia Mais. 
  4. Efeito Trump faz o Ibovespa registrar o pior novembro do século: veja as 10 ações que mais caíram! O Índice Bovespa encerrou o mês com queda de 4,65%, resultante direta da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, que pegou o mercado – e o mundo – de surpresa. Essa é a primeira queda desde maio, que chegou ao patamar de 58 mil pontos, frente à máxima de 65 mil pontos. Leia Mais. 
  5. Efeito Trump: Renda Fixa perde US$ 1,5 trilhão, 10 empresas valorizam na Bovespa e 4 Bolsas da Europa em queda! O acontecimento que mais gerou comentários nos últimos dias foi, sem dúvidas, a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. Uma das consequências foi que o Ibovespa chegou a cair 3% na terça feira do dia 9. (Lembre-se que mesmo com a queda, as Ações da Petrobrás foram bem avaliadas pelas corretoras). Leia Mais. 

Com informações da Exame

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