Trovó Academy sai no G1 e comenta a primeira queda da Taxa Selic em 4 anos

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O Trovó Academy saiu no G1, portal de notícias da Rede Globo na última quinta-feira (20). A matéria escrita pela jornalista Karina Trevizan foi publicada no caderno de Economia, com o tema “Seu Dinheiro” e o título “Mudança para consumidor após corte da Selic é pequena, dizem analistas”.

Robinson Trovó cedeu a entrevista ao portal de notícias para falar de uma mudança na economia do país: a primeira queda da Taxa Selic em 4 anos!

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Como já comentado aqui no Blog, a Taxa Selic, também conhecida como taxa básica de juros da economia, é a média de juros que o governo brasileiro paga por empréstimos tomados dos bancos.

Apesar de aparentar ser uma queda pequena – de 14,25 para 14% ao ano -, a mudança “obriga” os bancos a emprestar mais o dinheiro ao consumidor, para, assim, conseguir um lucro maior, devido ao fato de ter menos dinheiro disponível.

Em resumo é: quanto menor é a Taxa Selic, mais barato fica o crédito que os bancos oferecem aos consumidores.

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Fuja dos Empréstimos dos Bancos

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Mas, nem tudo são flores: na mão do consumidor a economia não será tão abrangente.

Com esse gancho, o portal G1 aproveitou para simular a compra de uma televisão à prazo. E o consultor Trovó explicou que quando há um corte ou aumento na Selic, ocorrem outros ajustes comuns no mercado financeiro que impactam diretamente o consumidor.

Entre esses ajustes estão a taxa do Cartão de Crédito, do Cheque Especial, Empréstimo Pessoal e Juros de Comércio.

Voltando ao exemplo, ele contou que antes da baixa da Selic, o consumidor pagaria 14,75 reais de juros por mês em uma TV de 3 mil reais, divida em 12 parcelas. Agora, com a mudança, os juros caem para 14,70 reais, ou seja, uma economia de apenas 0,05 centavos.

Isso acontece porque quando o Banco Central reduz a Selic, a queda demora a chegar até o consumidor, já que os bancos também cobram, em forma de juros, os impostos, inadimplências, custos e lucros. A diferença entre o que o banco paga ao tomar um empréstimo e o que ele cobra ao conceder um empréstimo é chamado de “spread bancário”.

A grande dica de Trovó, apontada na reportagem, foi a de que o consumidor nunca deve financiar mais do que 50% do valor de um imóvel ou carro porque, quanto maior o número de anos do financiamento, mais juros ele pagará.

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Outro assunto debatido na matéria, na qual Trovó tem experiência é sobre os investimentos, em destaque às Rendas Fixas, que são atreladas à CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que caminha junto à taxa Selic.

Ele afirmou que com a poupança rendendo 6,5% ao ano, os investimentos, mesmos os atrelados à Selic, são mais compensadores.

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Na prática, Trovó explica, se antes o rendimento bruto da Renda Fixa era de 7.837,25 reais, agora, com a mudança da Selic, o valor foi para 7,7 mil reais. “Ou seja, a diferença é pouquíssima, por isso não vale a pena deixar o investimento”, ela afirma.

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