Previdência privada ou Tesouro Direto para a aposentadoria? 5 Comparações

Pensar na aposentadoria tem a ver com guardar dinheiro para o futuro. Durante a vida trabalhada, se você economiza alguns reais, pode acumular patrimônio a ponto de se aposentar antecipadamente ou de ter mais recursos para viver o resto da vida.

Não é preciso muito para saber disso. Basta encontrar um simulador de investimentos na internet e provar o que estamos falando.

Ó, nós mesmos fizemos isso para você. Quer ver?

  • Considere então um investimento mensal pequeno (de APENAS 100 REAIS).
  • Agora pense em uma aplicação com rendimento médio-baixo (de 1% ao mês).
  • Por fim, pense apenas no longo prazo (daqui há 10, 20 ou 30 anos).
  • O que você acha que aconteceria nesse tempo?

Sim, é claro seu dinheiro se transformaria em algo muito maior.

Para você ter uma ideia, considerando os tópicos acima, em 10 anos de investimentos, você teria investido 12 mil reais. O rendimento seria quase que dobrado (11 mil reais). E no fim do tempo, você teria um patrimônio acumulado de 23 mil reais. Interessante, não?

Você juntou 12 mil reais em 10 anos e agora tem 23 mil reais… Bastante coisa, cara.

Mas, vamos supor que você seja mais ousado e quer ganhar mais dinheiro para se aposentar melhor… Afinal, com 23 mil reais só daria para trocar de carro e nada mais.

Então vai, o que podemos mudar? O tempo. Então, você continua com o mesmo investimento e os mesmos 100 reais investidos mensalmente. Tá bom?

Agora, vamos trabalhar com 20 anos.

Em 20 anos, você teria investido 24 mil reais. O seu rendimento seria de o triplo praticamente – 74 mil reais. Assim, o patrimônio acumulado é de 98 mil reais. Uhhhhh, quase 100 mil reais!

Você “gastou” 24 mil reais e agora tem 100 mil reais. Isso já é bem mais interessante, não é? Daria para comprar um bom carro ou, sei lá, quitar o financiamento da casa e ainda fazer uma viagem internacional, né.

Mas, vamos fazer outra simulação. Vamos pensar que você é jovem ainda tenha tempo de juntar dinheiro por 3 décadas, sim 30 anos. Se você tem até 35 anos, pode fazer isso e sabe muito bem disso.

Então vai, 30 anos de investimentos, o que aconteceria?

Em 30 anos investindo 100 reais por mês, você teria pago ao investimento algo como 36 mil reais. Os juros seriam de algo 10 vezes maior quase: 313 mil reais. Uoooo! Quanto dinheiro você ganhou sem fazer praticamente nada, ein!

E o patrimônio acumulado? Se segura na cadeira aí… 349 mil reais!

Com esse dinheiro, o que você faria? Daria para comprar uma casa, mano!

Mas aí é você quem escolhe…

Eu diria que uma pessoa inteligente investiria esse dinheiro e ficaria só com os juros, o que poderia servir como uma aposentadoria complementar, o que acha? Dessa forma o dinheiro nunca acaba porque você só está usando os juros… Sacou?

Como juntar dinheiro para a aposentadoria?

Portanto, não resta dúvida de que juntar dinheiro para aposentadoria tem a ver com investir dinheiro – só dessa forma você consegue trabalhar com os juros compostos.

Os juros compostos multiplicam, triplica, aumenta em 10 vezes o seu dinheiro. Esse é a grande sacada das pessoas ricas. Sim, elas realmente sabem fazer dinheiro. Quanto mais você aplica, mais você tem, acredite!

Repare que em todos os momentos do texto até aqui nós falamos em investir 100 reais mensais. Então, preste MUITA ATENÇÃO porque isso realmente é importante.

Você acha que investir 100 reais todos os meses durante um ano (acumulado de 1,2 mil reais) é o mesmo que investir 1,2 mil reais ao final de um ano? Entendeu a pergunta?

Por exemplo – ao invés de investir 100 reais por mês, vamos supor que você queira investir o valor total (1,2 mil reais) de uma vez só… Então, será que isso vale a pena? Afinal, é o mesmo valor, não é?

Então, calma! Aqui é o pulo do gato. O valor é o mesmo sim… Mas os resultados não serão!

Nós estamos falando em juros compostos, my friend! Juros compostos! Os juros compostos trabalham com o tempo… Sacou? Então, se você investe 100 reais todos os meses, ao final de 1 ano, você terá mais do que 1,2 mil reais.

Na prática, você teria 1.268,25 reais se usarmos os índices acima. Esses 68,25 reais é o dinheiro que você ganhou no período e que você não vai ganhar se aplicar tudo de uma só vez. Tá bom?

O ideal é aplicar sempre, mesmo que pouco, mas sempre! Essa constância e regularidade é que vai te fazer verdadeiramente independente – sem ficar preso às rédeas do governo, tá?

Pense nisso.

Bom, o assunto era falar do Tesouro Direto e da Previdência, mas acabamos nos empolgando nesse começo de texto, enfim, vamos ao que interessa!

Previdência Privada ou Tesouro Direto?

Fernando Meibak é especialista no assunto e diz que a melhor maneira de poupar dinheiro para o futuro é adquirindo títulos do Tesouro Nacional, por ser o investimento de menor risco da economia atual.

“Se capaz de aplicar pequenos valores mensais não é empecilho para você investir no Tesouro direto, sistema de compra de títulos públicos que aceita valores a partir de 30 reais”.

Ele também fala do baixo custo porque nos planos de previdência privada, as taxas cobradas são altas, além de serem somadas a taxa de carregamento, de administração e outras.

“O que afeta a rentabilidade do investimento no longo prazo e geralmente torna este produto menos vantajoso do que aplicações feitas pelo programa”.

No Tesouro Direto, vale lembrar a taxa cobrada é de 0,30% ao ano – sobre o valor dos títulos pela custódia dos valores. Também há um valor por cada negociação feita, mas as corretoras nem costumam cobrar isso.

Para o especialista, a recomendação é o Tesouro IPCA+, que paga uma taxa de juro prefixada mais a inflação (conforme variação no período).

Sobre Aposentar-se Confortavelmente

A aposentadoria é marcada por ser uma transição da passagem da vida para uma nova fase, ainda que muitas pessoas optem por continuar trabalhando ou conseguem antecipar tal período. No entanto, sempre vai haver mudanças.

Ao que diz respeito à isso, podemos falar, inicialmente, do estilo de vida, que vai depender, irremediavelmente, das escolhas financeiras que fizermos hoje. Se não juntarmos nenhum dinheiro, obviamente, ficaremos na dependência de tudo que vem do poder público.

E, como sabemos, nem sempre podemos contar com ele.

O foco deste artigo é mostrar como é possível ter um plano de aposentadoria que seja confortável e seguro, a fim de que o trabalhador consiga aproveitar a vida da melhor forma e sem ficar dependente do governo ou de outras instituições financeiras.

Por que pensar na aposentadoria é importante

Quando o assunto é a aposentadoria, os brasileiros podem se dividir em muitos grupos:

– Têm aqueles que trabalham com Carteira de Trabalho e acham que estão seguros com o INSS, só que aí, logo, lembram-se das grandes mudanças que estão acontecendo no atual governo, o que deixa um mundo inteiro de incertezas.

– Tem os trabalhadores informais que recolhem o Imposto do Governo e estão praticamente na mesma situação: vendo o atual cenário e se assustando com o futuro.

– Tem aqueles um pouco mais informais, que não recolhem o imposto e tentam fazer o que dá para poupar dinheiro e jogar na poupança, com medo do futuro e com as incertezas se no mês que vem terão trabalho.

– Tem aqueles que estão prestes à se aposentar, tem os já aposentados que ainda continuam trabalhando, tem o que não fazem ideia de quanto vão se aposentar e aqueles que estão contando os minutos.

Enfim, as situações são as mais diversas. E, para todos, pensar na aposentadoria é algo que dá frio na barriga.

Sim, até para aqueles que estão em parceria com o INSS, aliás, vai dizer que você nunca viu algum caso de alguma pessoa que pagou o teto do INSS durante toda a vida e na hora de se aposentar conseguir somar apenas 3 salários mínimos? São muitos casos como esses…

5 comparações entre o Tesouro Direto e a Previdência Privada

Separamos 5 comparações para mostrar as vantagens e desvantagens dessas 2 formas de aplicar dinheiro pensando no longo prazo, confira!

1 – Rendimento

Nem há muito que falar… O rendimento do tesouro é bem melhor.

Isso acontece porque as taxas de administração das previdências são altas, sempre acima de 0,5%… Enquanto no tesouro é apenas 0,3%.

Os pequenos investidores são os que mais sofrem com as taxas altas. Imagine um deposito de 100 reais… Essa pequena porcentagem faz muita diferença, sim.

Além disso, os títulos públicos têm rendimentos atrelados a Selic (juros), ao IPCA (inflação) ou ser prefixado. Já na previdência privada, o rendimento é variável porque aplica em juros, câmbio e bolsa – o que dificulta a comparação, além de tudo.

2 – Tributos

A alíquota do imposto de renda acontece de forma regressiva e incide sobre os rendimentos.

No caso da previdência, a diferença é que ela pode ser feita de duas formas: a regressiva ou a progressiva.

Na prática, funciona assim: no VGBL o imposto é sobre os rendimentos e no PGBL é sobre o valor total acumulado. Não há vantagens ou desvantagens, tudo vai depender de como o investidor faz a sua declaração do IR.

3 – Sucessão

Essa talvez seja o único ponto no qual a previdência leva vantagem sobre o tesouro.

Quando o segurado morre, a sucessão é dos beneficiários e isso não entra em inventário. No caso dos títulos públicos não há esse benefício.

4 – Portabilidade

Não que isso seja uma vantagem, mas na previdência privada é possível fazer a portabilidade para outras aplicações – para outros fundos sem que se perca o prazo relativo do IR.

Isso tem acontecido de forma constante quando os investidores percebem que o rendimento da previdência não é dos melhores.

No caso do tesouro, não há essa portabilidade, mesmo porque ela nunca tornou-se necessária.

5 – Formas de Investir

Os dois têm formas diferentes de investir dinheiro.

No caso do tesouro, tudo é preciso ser feito pelo site da Bovespa. Só que aí basta ter uma corretora de valores, um banco ou mesmo uma instituição financeira.

Até o Nubank tem feito investimentos n tesouro.

No caso da previdência, ela pode ser conseguida em bancos e instituições financeiras. Algumas empresas optam por fazer isso de forma automática – neste caso, é preciso analisar com cuidado: os custos, rendimentos, valores.

O que saber na Hora de Investir no Tesouro Direto

Tesouro Direto é o investimento mais seguro, porém, nem sempre o mais rentável. Ele é apenas mais uma opção dentre todos os outros do mercado.

Normalmente, pelos grandes investidores, é usado para diversificar investimentos, lembrando que é um investimento seguro e menos volátil do que o mercado de ações, por exemplo.

Se comparamos, por exemplo, existem alguns CDBs que pagam mais de 100% do CDI, em bancos, então, esses podem ser mais interessantes. Claro que o banco não é tão seguro quanto o governo, mas o FGC garante uma aplicação de até 250 mil reais, em caso de falência.

Então, o que podemos mostrar é que todo investimento tem os prós e os contras, taxas, rentabilidades, volatilidade, entre outros aspectos. E, com tanta opção, o ideal é você pesquisar aquele que melhor se encaixa ao seu perfil e a sua necessidade atual.

Abaixo, vamos citar os tipos de aplicações no tesouro direto, mas antes, para você se localizar, veja alguns exemplos:

Tesouro Selic 

Éum papel que rende o equivalente à taxa de juros da economia, logo, é indicado para os conservadores e em momento que não há expectativa de alta de juros.

Tesouro IPCA + (NTN-B) 

É ideal para a aposentadoria já que possuem vencimentos longos (2035 ou 2050), onde o investidor pode casar a data com a aposentadoria.

Tesouro Prefixado LTN

É interessante quando os juros estão altos. E os com cupom semestral pagam os juros a cada semestre e, por isso, são indicados para quem planejar viver da renda desses papéis

Previdência privada ou Tesouro Direto para a aposentadoria? 5 Comparações

Reprodução: Google

Tipos de Títulos no Tesouro Direto

Com datas de vencimento e taxas de remunerações diferentes, que variam de momento em momento, os títulos do tesouro direto são variados. E, atualmente, a maior parte das pessoas investem nas opções de investimentos à longo prazo, pensando, principalmente na aposentadoria. Entenda o porquê e veja todos os tipos de opções.

LFT (Letras Financeiras do Tesouro)

São títulos pós-fixados que são remunerados pela Taxa Selic, assim, possui alta liquidez. O investidor recebe juros e uma remuneração principal.

A conta do rendimento é fácil de ser feita, basta consultar a taxa Selic atual.

LTN (Letras do Tesouro Nacional)

São pré-fixados, ou seja, já tem um valor fixo para quando o resgate for feito, na data do vencimento. Eles costumam render pouco mais do que as LFT, mas isso não acontece necessariamente. Tudo vai depender do atual momento da economia, logo, dos juros Selic.

NFN-F (Notas do Tesouro Nacional, série F)

São pré-fixados assim como as LTN, porém tem pagamentos de juros semestrais, chamados de cupons.

NTNB (Notas do Tesouro Nacional, série B)

São títulos atrelados à inflação, corrigidos pelo IPCA e acrescidos de uma remuneração pré-fixada. É uma opção para quem quer proteção contra a inflação.

NTN-B Principal

Não tem pagamentos semestrais e paga tudo que foi acumulado no vencimento. Esse é ideal para quem tem objetivos à longo prazo.

Outras opções de investimentos financeiros para a aposentadoria

Por ser um objetivo de longo prazo, a aposentadoria aceita praticamente todos os tipos de aplicações financeiras, desde a renda fixa até a variável.

Selecionamos algumas delas, com exceção do Tesouro Direto e da Previdência Privada, ambas já citadas neste artigo. Considere que estamos apenas citando e não dizendo qual é a melhor, ok?

Poupança

É uma aplicação cujos recursos financeiros podem ajudar qualquer setor, a ser escolhido pelo banco.

A principal vantagem é que não há uma aplicação mínima para investir e basta ter uma conta em um banco que a mágica acontece rapidamente. O resgate também é simples e a garantia é feita pelo FGC, para valores até 250 mil reais.

Além disso, não há a incidência do imposto de renda.

O lado ruim é que a vantagem é super baixa, uma das menores do mercado financeiro.

Debêntures

São papéis emitidos pelas empresas para financiar investimentos, geralmente, da construção civil.

Para atrair os investidores, a rentabilidade costuma ser alta (acima da poupança e do tesouro, por exemplo). Além disso, é muito aconselhável para a aposentadoria porque tem prazos longos.

A desvantagem, porém, é o fato de que o investidor fica “impossibilitado” de vender antes do vencimento – perdendo o que é chamado de liquidez.

O custo tem a ver com o imposto de renda e segue a tabela regressiva. Mas, todas as debêntures que são de infraestrutura tem a isenção do IR – o que maximiza o rendimento.

Imóveis

São casas, apartamentos, terrenos, empreendimentos… Comprados com o objetivo do lucro – ganhar dinheiro.

A vantagem é que é um patrimônio líquido e sólido – o que aparenta dar segurança ao investidor. Mas, a desvantagem pode acontecer na hora da venda e com as desvalorizações dos valores, inclusive, do aluguel.

O aluguel, inclusive, costuma ter rendimento igual da poupança (0,5%).

Além disso, os custos são altos porque envolvem taxas de cartórios, juros dos bancos (em caso de financiamentos), Imposto de Renda e outros.

CDB (Certificado de Depósito Bancário)

São títulos emitidos pelos bancos e tem rentabilidade maior do que a da poupança. Também tem a garantia do FGC e costuma ser fácil de vender – sendo que o próprio banco faz a compra.

A desvantagem, porém, é quando há o risco de calote (mas que é mitigado pelo FGC). E, com o cenário de queda de juros, o rendimento pode ficar abaixo do esperado, sendo recomendado apenas os ativos para o longo prazo, acima de 5 anos.

Há a incidência do imposto de renda.

LCI (Letra de Crédito Imobiliário) ou LCA (Letra de Crédito do Agronegócio)

São títulos emitidos pelos bancos e que tem lastro no crédito imobiliário e rural. A rentabilidade é alta se comparado com os ativos citados e a garantia também é do FGC.

A rentabilidade cai em cenário de queda de juros, o que é uma desvantagem. E, além disso, os valores iniciais costumam ser altos, a partir de 20 mil reais para começar a investir.

É isento de imposto de renda.

Fundos de Renda Fixa

São títulos públicos e de empresas, mesclados.

A vantagem é que o investidor não precisa fazer a escolha individualmente, já que um gestor do fundo faz toda a gestão. Além disso, há a facilidade para vender o título e os prazos não são um problema.

Por outro lado, as taxas de administração costumam ser elevadas e isso pode corroer os ganhos do investidor. Além do mais, não há garantias do FGC. E há incidência do IR.

Fundos de Ações

São fundos que compram ações de empresas na bolsa de valores.

Eles também têm um gestor ativo que fazem a carteira render mais através do estudo dos índices de referência do mercado – logo, o investidor não tem tarefas mais difíceis a não ser optar pelo fundo.

Do lado ruim, a renda variável não permite ter uma renda fixa, portanto, pode haver perdas.

Em se tratando de aposentadoria, os especialistas comentam que quanto mais perto desse prazo o investidor está, menos exposto ao risco ele deve ficar. Essa é uma dica.

Nos fundos de ações há o imposto de renda sobre o ganho, além da taxa de administração, de performance, de entrada e de saída.

Fundos Imobiliários

São fundos que compram imóveis e terrenos.

É uma forma de investir no mercado imobiliário – e é muito mais barato do que comprar um imóvel. Alguns desses fundos pagam rendimentos mensais.

O lado negativo é que as cotas são negociadas na Bolsa de Valores, logo, podem variar também, como toda renda variável. O ideal é ter uma carteira que diversifique o risco.

O imposto de renda é sobre o ganho também.

Fundos Multimercados

São opções que investem tanto na renda fixa quanto na variável, incluindo, as moedas.

Isso ajuda no investidor a diversificar seus investimentos e pode ter boas rentabilidades – maior do que as opções conservadoras.

A desvantagem é que pode oscilar entre ganho e perda – e não é indicada, portanto, para quem não tem sangue frio, como se diz. Além disso, há taxas de desempenho e administração elevadas do que outros fundos.

Há a incidência do imposto de renda e taxas.

Ações

São parte do capital das empresas e são negociadas na bolsa de valores.

Elas podem render mais do que os fundos de ações, conforme o papel e as perspectivas da economia no país.

A desvantagem é que podem variar e ter dificuldades na hora da venda. Tem custo de operação de compra e venda e do imposto de renda também, além da corretagem.

O que saber sobre a renda fixa?

Ainda tem dúvidas sobre esses títulos? Confira nosso guia completo da Renda Fixa ou Aprenda a Investir sem Riscos no Mercado de Ações!

Na Renda Fixa, você até pode sofrer alguma oscilação, mas, além de ser baixa, ela mantém o seu investimento fixo, ou seja, você não corre o risco de perder tudo!

São investimentos ditos como Conservadores, exatamente como a poupança, só que BEM mais vantajosos. Bom, eles são mais vantajosos por vários motivos: maiores rentabilidades, também tem liquidez diária, entre outros.

E, antes que você pergunte, também não precisa ter muito dinheiro para começar a investir nessas Rendas. Algumas têm aplicações altas, como a LCI, que pode ser, dependendo do banco, de 30 mil reais.

Mas outras, como o Tesouro Direto, pode ser de 30 reais. Se você está planejando sacar o dinheiro daqui à 10 anos, o seu investimento será um, e se for daqui 30 anos, o melhor será outra. São várias opções que se adequam ao seu objetivo.

Objetivo! Lembra que falamos disso no começo do texto? Então, aqui na Renda Fixa, você vai precisar ter esse objetivo e não importa qual ele seja, porque sempre vai haver uma boa opção para ele.

A Troca do Carro, Faculdade dos Filhos ou uma Viagem. São opções diferentes, mas todas cabem nas Rendas Fixas.

Depois que ler, deixe aqui o seu comentário e nos conte como esse ebook te ajudou a se tornar um investidor de sucesso!

Com informações da Folha, Exame, Empiricus