Mais de 62% das famílias brasileiras estão endividadas. Saiba quais são os 7 principais motivos

Mais de 62% das famílias brasileiras estão endividadas. Saiba quais são os 7 principais motivos

O assunto da Educação Financeira – ou a falta de investimentos nela – é assunto comumente falado aqui no Blog. Segundo uma pesquisa global sobre o tema, a S&P Ratings Services Global Financial Literacy Survey, aproximadamente 3,4 bilhões de pessoas têm nível baixo nível de educação financeira. Ao todo foram entrevistados mais de 150 mil…

3 coisas que são dívidas e ninguém considera

3 coisas que são dívidas e ninguém considera

 

Hoje vamos falar sobre 3 coisas que são dívidas e ninguém as consideram como tal.

1 – Financiamento de Casa

É dívida ou não é dívida?

O critério de dívida é o seguinte: dívida é quando você caminha para a pobreza. E você caminha para a pobreza quando paga juros. Você paga juros, normalmente, quando faz um empréstimo.

SAIBA COMO FUNCIONA A POBREZA.

Então, podemos concluir que o financiamento de uma casa é um pagamento de empréstimo, que gera juros para você, então, sim, é uma dívida.

Fato diferente de quando você faz um investimento, que você recebe juros. É quando você está caminhando para a riqueza.

Ah, oras oras, você ainda tem medo de investir ou não faz ideia por onde começar? Bem, nesse caso, você tem uma ótima opção: ler esse texto que publiquei mostrando de onde vem esse medo de investir.

Voltando ao assunto da sua nova habitação, vamos imaginar que você queira me dizer: “Mas, quando eu terminar de pagar a minha casa, ela estará super valorizada”.

A resposta é: não, não e não!

Essa valorização que você diz, acontecerá daqui a três décadas. E eu estou falando do agora: você está pagando juros? Então você tem uma dívida e não um investimento.

“Mas a casa é minha”, você pode querer retrucar.

E eu lhes digo: não! A casa só será sua quando você terminar de pagá-la. Se em 30 anos, você não conseguir pagar, a casa não será sua! Enquanto isso, ela é do banco.

Você vai querer me perguntar o seguinte:

“Trovó, então o que compensa mais: financiar uma casa ou viver pagando mensalidades de aluguel”?

Esse é um assunto ótimo, mas que reservamos para o próximo vídeo. Porém, vou adiantar o seguinte: se os juros que você recebe do seu investimento for suficiente para pagar o aluguel, então, a resposta é: compensa pagar o aluguel.

Por quê?

Eu não estou utilizando o meu capital para pagar o aluguel! Eu estou utilizando os juros que rendeu desse capital para pagar o aluguel. Isso faz toda diferença.

“Mas, a única opção que tenho é financiar uma casa”, você afirma.

Bom, nesse caso eu tenho uma regrinha de ouro para vocês: saiba qual é o valor da casa que você pode financiar!

Como fazer isso?

Segue um exemplo: você recebe um salário mensal de 3 mil reais. Ok?

Você vai pegar esses 3 mil reais e multiplicar por 12 meses, o que vai dar em 36 mil reais por ano.

Esse é o seu salário anual, que quando multiplicado por 3, resulta em 100 mil reais, aproximadamente.

Esse é o resultado. 100 mil reais é o valor máximo para você financiar uma casa, se for acima disso, você vai caminhar para a pobreza e entrar em ruína financeira.

Falando de ruína financeira, eu selecionei um texto muito bom para você com as melhores dicas para você não entrar em estado de falência.

3 comportamentos que podem te levar à falência”.

Vai chegar uma hora que seu orçamento ficará muito apertado com o valor da parcela e isso vai te comprometer.

Ah, e antes que eu me esqueça, saiba que “Mesmo ganhando pouco não significa que você seja pobre”. Dúvida? Leia esse post.

2 – Financiamento de Carro

Ficou fácil: Você está pagando juros ou recebendo juros?

Então, você já pode considerar esse financiamento como uma dívida.

Por sinal, eu gravei um vídeo mostrando como perder 28 mil reais em 5 anos. Porque é exatamente isso que você perderá, se financiar um carro 2009, como usei de exemplo. Veja agora esse vídeo.

“Como eu vou comprar um carro à vista”?

Saiba que é possível. E vamos falar disso em uma próxima oportunidade!

3 – Fatura mínima do cartão de crédito

Esse é o grande vilão.

E já vou avisando: seu cartão de crédito não é salário! E nem complemento do salário. Ele é como a kriptonita do superman: terrível, destruidora.

O cartão de crédito pode até facilitar a sua vida e parcelar as suas compras, mas olhem só: pagando a parcela mínima, você está pagando juros.

Você está falando assim para o banco: “Eu quero pagar juros!”.

Saibam que o cartão de crédito é legal sim, mas só quando você quita o valor integral porque aí você não paga juros!

E por que é bom? Porque você pode comprar parcelado e ganhar milhas, além de outras bonificações.

Temos vários vídeos explicando tudo isso – Cartão de Crédito: Ter ou não Ter – mas vou adiantar a regra para você saber se está caminhando para pobreza ou para riqueza. É a seguinte:

Se você está pagando juros, você está enriquecendo alguém e se está enriquecendo alguém, você está caminhando para a pobreza. Se o objetivo é enriquecer você próprio, você tem que receber juros.

A partir de agora, então, vamos focar no jeito certo: com estratégias corretas e agindo com a razão para você ficar buscar equilíbrio financeiro.

Aproveite e veja nosso vídeo sobre Controle Financeiro Simples e Eficaz.

Se você gostou desse vídeo quer aprender um pouco mais se inscreva gratuitamente no nosso curso Risco Zero de Investimentos.

Um abraço e até o próximo vídeo.

Cartão de Crédito – Ter ou não ter

Cartão de Crédito – Ter ou não ter

 

Hoje nós vamos descobrir se o cartão de crédito é realmente amigo ou inimigo.

Falar sobre o Cartão de Crédito é falar, instantaneamente, na facilidade de uso que ele proporciona e, sucessivamente, no alto poder de compra que ele transmite. Sim, ele nos dá poder e autonomia. Ele nos dá facilidades!

Afinal, Mesmo Ganhando pouco não significa que você seja Pobre!

Hoje em dia, com esse tipo de cartão, você pode comprar em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer momento, situação ou país e, inclusive, através da internet. E na internet é assim: com um clique, você compra.

  1. Caso tenha guardado o cartão, mas não sabe onde e ainda tem o número dele, você compra também.
  2. Precisa abastecer o carro, mas hoje é dia de pagamento e os bancos estão lotados? “Passa no crédito”, você diz ao frentista.
  3. Quer fazer uma compra parcelada? O cartão de crédito te dá essa autonomia, sem precisar correr no banco para buscar folhas de cheques.

Mas todas essas situações acima, bem como todas as compras parceladas, devem ser feitas com controle. Vamos falar disso mais adiante.

Quanto às lojas físicas, praticamente todas, como farmácias e restaurantes, possuem as maquininhas que aceitam esse tipo de cartão. E com isso, você não precisa andar com dinheiro na carteira ou na bolsa. Essa é a maior facilidade.

E, caso alguém roube seus pertences, basta você ligar na operadora e bloquear o cartão. Está tudo resolvido.

Outra vantagem do cartão de crédito é o acúmulo de milhas. As milhas são importantes para quem viaja muito ou para quem quer viajar muito. Funciona mais ou menos assim:

Em cada passagem aérea que você compra com seu cartão de crédito é disponibilidade uma quantidade de milha. Essa milha se duplica e gera outra igual em uma conta adjacente. Com o tempo, as somas dessas milhas podem gerar um novo bilhete para você. Assim, você ganha uma passagem aérea. Ou então, pode obter descontos, da mesma forma.

Então, se você compra muitas passagens aéreas, aí sim, o acumulo de milhas é super importante e, de uma forma ou outra, você tem benefícios.

Mas, é claro, não é porque você pode acumular milha que vai usar o cartão de crédito toda hora. Ele tem que ser apenas uma consequência do que você tem planejado.

Em resumo, listamos três, dos principais pontos positivos. São eles:

  1. A facilidade do poder de compra,
  2. O acúmulo de milhas e
  3. As comprar facilitadas pela internet.

Esses pontos realmente tornam o cartão de crédito o nosso amigo, o nosso herói.

Mas saibam vocês que esse mesmo cartão de crédito é uma das principais causas de dívidas do nosso país. São 59 milhões de brasileiros que estão endividados por comprar por impulso, devido, obviamente, à facilidade do uso do cartão de crédito.

Eis, então, que surgem os problemas. O contraponto dos pontos positivos. É quando o cartão de crédito vira inimigo. Um vilão.

E tudo começa com os juros abusivos e absurdamente altos. Vejam só o que eu tenho ouvido constantemente:

“Trovó, eu gasto aproximadamente R$ 1 mil por mês no cartão de crédito e isso não pesa muito para mim porque eu pago a fatura mínima, que, via de regra, é 15% do valor da fatura”.

Não faça isso!

Quando você paga a fatura mínima me lembro daquela isca que é usada durante a pesca, que você joga a linha para atrair o peixe.

A fatura mínima é exatamente isso porque você está dizendo o seguinte para o seu banco: “Eu quero pagar juros”.

É como financiar um automóvel. Fizemos até uma simulação com um financiamento real, já viram? 3 Motivos para “Pixar Fora” de Financiamento de Carro.

Mas você quer mesmo pagar juros? É claro que não!

Por que isso acontece? Porque o pagamento da parcela mínima é um financiamento da sua dívida. Se você gastou R$ 1 mil no mês e vai pagar só R$ 100, os outros R$ 900 será financiado pelo banco.

E cada vez que você paga a parcela mínima, o valor financiado aumento e o juros também. Consequentemente você paga mais e mais e mais e mais.

Então, a dica é: se for para usar o cartão de crédito, quite a fatura integral.

Se você não tem condição de quitar, você está tendo um descontrole financeiro, que é quando você não tem noção do quanto está gastando. Em outras palavras, você está gastando mais do que ganha e logo vai ficar endividado.  

Você voltou a fazer dívidas? Isto não é brincadeira!

Temos, na contramão, outros três pontos, agora, negativos:

  1. Os juros abusivos cobrados pelos bancos,
  2. A armadilha da fatura mínima e
  3. A perda de controle financeiro.
É por isso que 59 milhões de brasileiros estão em endividados.

Afinal, como visto aqui, nem tudo são flores. Mas, olhem só, se você tiver controle sobre as suas finanças não há problemas. Você pode fazer as compras normalmente usando o seu belo cartão de crédito, desde que tenha controle.

Mas e, então, Trovó, voltando ao questionamento inicial do texto:

É melhor ter ou não ter cartão de crédito, eis a questão?

Essa dúvida eu vou deixar para vocês responderem. Respondam aqui embaixo, nos comentários. Eu quero saber a sua opinião.

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7 lições que o futebol pode nos ensinar sobre finanças

7 lições que o futebol pode nos ensinar sobre finanças

Olá pessoal, hoje vamos falar sobre futebol e investimentos.

E vocês, senhoritas, não fiquem tristes se não entenderem nada de futebol, pois, em breve, faremos um texto especial para vocês, provavelmente, ligado ao tema “moda”.  

Mas, hoje, vamos mostrar aos meninos como o futebol pode nos ensinar sobre finanças. Leia abaixo as “7 lições que o futebol pode nos ensinar sobre finanças”.

1 – Dívida gera maus resultados

Provavelmente vocês já perceberam que quando um time está endividado, a primeira consequência é o atraso de salários dos jogadores.

E, sucessivamente, quando isso acontece, os jogadores entram em campo fazendo “corpo mole”. Ele passa a não se importar mais com o resultado final do jogo, afinal, ele quer receber o que é de direito dele: o salário.

O resultado, óbvio, é que a campanha do time vai ser prejudicada.

Na vida pessoal acontece a mesma coisa: a dívida é prejudicial. Se você tem dívida, provavelmente, seu emocional será afetado. E entre as consequências está um casamento mal resolvido.

Um exemplo disso que podemos citar é um dado fornecido recentemente por uma consultora de relacionamentos: 90% dos divórcios são ocasionados por causa de problemas financeiros. Que depois gera vício, comportamento agressivo e muitos outros problemas.

Então, lembre-se: ter dívida nunca é bom!

3 Comportamentos que Podem te Levar a Falência

2 – A vitória é construída jogo a jogo

No futebol sabemos que para ganharmos um campeonato não é preciso ganhar todos os jogos. Na média, para chegar ao título, é preciso de, aproximadamente, 75% de aproveitamento. Ou seja, isso significa que você pode ter 25% de perda.

No mercado financeiro acontece uma previsão idêntica: você não vai acertar todas as operações em todo o tempo. Se alguém disser o contrário, estará mentindo.

Você, com certeza, terá perdas. Mas, o importante é o contexto todo, a soma de perdas deve ser menor que a soma de vitórias para, no final, você chegar ao pódio e aumentar o seu patrimônio.

3 – É preciso ter disciplina ao longo prazo

Suponha que você seja o presidente de um time e decida desmanchar a equipe toda. É claro que você não vai contratar “pernas de pau”, porque isso não lhe trará bons resultados.

E você tem que ir contratando aos poucos. Convoca um técnico e inicia a montagem do elenco. Mas, qual é a probabilidade de você ser campeão no próximo campeonato? Pouca. Pode até acontecer, mas o mais provável é que você precise de entrosamento entre os seus jogadores.

Você vai precisar de tempo para criar uma estratégia e conhecer os pontos fortes e fracos de cada jogador. Com o tempo, paciência e disciplina, você vai conseguir ser um campeão do torneio.

Investir é a mesma coisa. Você não vai ficar rico da noite para o dia. Isso não existe. É o trabalho da formiguinha, que começa aos poucos.

Quebrando Mitos que Bloqueiam Você de Investir seu Dinheiro

Tem um ditado que diz “uma árvore precisa de, mais ou menos, 100 mil litros de água para que ela possa viver a vida toda. Mas, se você colocar toda essa água de uma vez, ela morrerá afogada e a semente não germinará”.

Então, tenham paciência!

4 – O conhecimento comanda a prática

De que adianta você ter jogadores super talentosos, se não tiver uma boa estratégia para a equipe? No mercado financeiro também é preciso criar estratégia. E aplicar na hora certa.

Umas das estratégias mais importantes é o controle de risco, ou seja, é a pergunta que você deve fazer toda vez à um profissional de investimento: “quanto eu posso perder se tudo der errado?”. Depois de respondido, aí sim, você deve continuar: “Então, quanto posso ganhar se tudo der certo”.  

Nesse caso, o controle de risco é muito mais importante do que o próprio aumento de patrimônio.

5 – Saber reclamar gera resultado

Há tempos os times de futebol estão reclamando da tabela. Em outras palavras, é possível dizer que o número de jogos está altíssimo, um absurdo. Com isso, jogadores se lesionam mais vezes do que estávamos acostumados a ver.

Os gastos com viagens também geram revolta no futebol.

No mercado financeiro também funciona assim. Você tem razão quando acha que o serviço não está bom ou que o seu assessor não tem feito um bom trabalho.

Mas você nunca deve reclamar por reclamar e sair dizendo palavras exacerbadas. É preciso argumentar com a instituição e provar que o serviço por ela disponibilizado não está legal.

Assim, haverá uma melhoria.

6 – Paciência é a chave

Muitas pessoas entram no mercado financeiro e querem enriquecer rapidamente, da noite para o dia. E você deve estar se perguntando: “mas isso não pode acontecer?”. Pode, infelizmente pode. Mas é algo parecido com o fato de alguém ganhar na loteria, é o menos provável.

O mais provável é que você quebre a cara. Então, é preciso ir devagar, evoluir aos poucos.

Quer um exemplo do futebol? A seleção da Alemanha foi campeã em 2014, mas a equipe dela vem sendo montada há 10 anos. Com um planejamento que tinha como meta vencer o campeonato de 2014.

Eles se deram bem e nós fomos a vítima, não é?

E, olhem só, o tópico 7 tem tudo a ver com a goleada que levamos: 7 x 1.

7 – Diversificar táticas

Um time de futebol tem uma estratégia pré-definida que, normalmente, depende do adversário. É preciso ter uma estratégia especifica quando o outro time tem uma defesa muito sólida, por exemplo. Então, você opta por avançar o jogo pelas laterais.

Se o adversário tem um meio de campo truncado, você treina seu time para fazer bons lançamentos. Ou seja, cada jogo é um jogo.

Assim como em um campeonato com tantos times e diversidades, o mercado financeiro também muda em todo momento. E você tem que estar apto a acompanhar essas mudanças.

Conheça os Tipos de Renda Fixa?

Se a estratégia que você está utilizando hoje não está mais gerando bons resultados, procure entender o que está acontecendo e adapte o seu elenco.

Então, é isso, o futebol tem tudo a ver com investimentos.

Importante: Agora, anotem aí, se vocês gostaram desse texto e querem aprender mais sobre investimentos, clique no banner ou cadastre seu e-mail e se inscrevam no nosso curso “Risco Zero de Investimentos”. Aproveitem, porque o curso é gratuito!

Está com a corda no pescoço? Respire, não se desespere e saia da dívida!

Está com a corda no pescoço? Respire, não se desespere e saia da dívida!

 

Olá pessoal, aqui é o Trovó!

Enfim chegou o grande dia, o dia que todo mundo quer saber, sobre a aula que mais de 40 milhões de brasileiros estão nesta situação. Este seria um exemplo prático de como sair de uma dívida.

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Se você está entrando pela primeira vez no nosso canal, tem um link aqui para lhe direcionar ao primeiro vídeo desta sequencia.

Muito bem gente… Temos uma situação que se enquadra em mais de 70% da nossa população.

Um salário de R$2.800,00 com um aluguel de R$800,00; gastos gerais por volta de R$2.200,00 e uma dívida acumulada de R$5.200,00. O juros pagos ao mês é por volta de 6% ou 70% ao ano. Se ficar do jeito que está e não fizer nada, em um ano, você dobra a sua dívida.

Além de dobrar a dívida, vai bater o desespero, vai afetar o seu relacionamento e tende a aumentar algum tipo de vício.

Hoje a maioria da população recebe um salário, como eu disse pra vocês num vídeo e artigo anterior. Na faixa entre R$2.800,00 a R$8.000,00 mais de 50% da população recebe isso.

O problema não é receber. O problema é não deixar ficar nessa situação de dívida. Aqui existe um deficit. Lembra da regrinha da pessoa que está caminhando para riqueza ou para pobreza?

Se está caminhando para a pobreza, então está faltando dinheiro. Essas pessoas pagam um juros absurdo, por isso que a dívida dobra em um ano. Como é que eu saio desta situação?

O primeiro passo é não se desesperar.

O Segundo é aplicar a Regrinha de Ouro: Qual é a regrinha de Ouro, mesmo?

70% vai para os gastos mensais, 20% vai pagar a dívida e 10% para investimento.

“Poxa Trovó, como é que eu vou investir se eu estou endividado?”
A disciplina começa aqui e vou provar para vocês, que mesmo estando endividado, você consegue investir, e em um ano, pagar a dívida e ainda sobrar dinheiro.

Vamos lá então… Agora vou mostrar como deveria ser aplicado a regrinha do 70% 20% 10%.

O salário dele não tem como melhorar e dificilmente, isso depende dele. Se o contrato de aluguel estiver para expirar, é melhor procurar um aluguel um pouco mais barato, se não estiver para expirar… “Nossa Trovó vai vencer somente daqui um ano…”
Tudo bem, não tem problema mantenha o aluguel.

Onde está o problema desta pessoa aqui?
Nos gastos gerais ela está gastando demais.
Pela regra dos 70%, considerando inclusive o aluguel, o máximo que ela poderia gastar é R$1.960,00. Como já gastou R$800,00 de aluguel, sobra R$1.160,00.

Como é que você reduz de R$2.200,00 para R$1.160,00?
O primeiro ponto é ter controle, você deve controlar, você deve saber o que você gasta.

Primeiros cortes. Tem como reduzir o aluguel? Sim? Não?
Você não precisa morar de baixo da ponte para pagar suas dívidas.

Que gastos você vai cortar?
Almoço e Jantar no final de semana, cinema.. E isso por um ano. É um sacrifício, mas não é pra vida toda. Um ano só.

Vou te provar que se você não fizer isso, a sua dívida vai dobrar, vai para mais de R$10.000,00, e ainda você vai se desesperar.

O que você deve cortar?
Vai cortar a internet, TV A cabo, comer fora, academia (começa a caminhar, faz apoio de solo em casa mesmo). Vá cortando até chegar ao valor de R$1.160,00.

Basicamente o que você vai pagar com este valor, será plano de saúde, alimentação E combustível. Não vai fugir muito disso. Você precisa fazer a conta fechar. Não tem outro jeito, você precisa gastar R$1.160,00 ou reduzir o aluguel.

É possível? Sim, já cansei de ver pessoas neste exemplo de dívidas e rapidamente conseguiam adotar este planejamento, basta virar a chave para este conceito.

Então, seus gastos vão cair para R$1.160,00, somando o aluguel, vai dar os R$1.960,00.
Agora que vem a sacada…

Você vai reservar 20% do que você ganha para pagar dívida que seria R$560,00. O que acontece, via de regra?
As pessoas quando estão nesta situação de dívidas, tem várias dívidas.

O que é preciso fazer?
Você terá que negociar as dívidas, de preferencia consolidar a dívidas.

O que é consolidar?
Você vai pegar todas as dívidas e colocar em uma só. Basicamente você vai descobrir qual das suas dívidas cobra o maior juros e vai tentar consolidar.

Como você vai fazer isto?
Você conversará com todas instituições, fará um novo empréstimo e quitará as outras dividas.

Quando você fizer um empréstimo e fizer essa negociação quando for consolidar a dívida, você vai se surpreender, pois estará mostrando para instituição financeira que você está super endividado, mas que está disposto a pagar.

E você deixa claro que poderá pagar por mês R$560,00. Que você estará se comprometendo em quitar a dívida. A sua dívida que era R$5.200,00 deixará de existir em seu planejamento. Você fará um novo empréstimo e quitará o que devia com aquela instituição e consolidará tudo. A partir de agora você vai pagar uma parcela, pois você ainda não tem habilidade de fazer controle financeiro.

“Qual é a vantagem, Trovó, de trocar uma dívida por outra?”

Várias vantagens: A primeira, você vai ter somente uma prestação para pagar.

A segunda… Na dívida anterior você paga 70% ao ano, depois da dívida consolidada você vai pagar 34% ao ano. Então o que acontece você pagando R$560,00 por mês em 12 meses mesmo você pagando R$7.000,00? Então aumentou em R$2000,00 sua dívida? Você pagou juros?

Pagou! Ninguém vai lhe emprestar dinheiro de graça.

Mas você está pagando uma parcela que cabe no seu bolso, e a partir daqui parou a sangria, você parou de fechar o mês no vermelho. Em exatos 12 meses, mesmo você pagando R$7000,00 de dívidas, você conseguiu quitar sua dívida. Consolidando sua dívida e fazendo a regrinha do 70% 20% e 10% .

Sem o planejamento você dobra a dívida, agora com o mesmo salário e o mesmo valor do aluguel.

E com a Regrinha apenas controlando, você vai quitar a dívida no ano. E detalhe…

“Trovó, estou endividado posso investir?”

Claro que pode. 10% do que você ganha foi para investimento, ou seja, R$280,00 do seu salário mesmo você estando endividado. Você investe e recebe aqui na média 10% ao ano.

Se você multiplicar 12 vezes os R$280,00 vai dar por volta de R$3.000,00 e alguma coisa 10% ao ano de juros. Praticamente conseguiu aumentar R$3.700,00.

Depois de um ano, você pagou a dívida e ainda tem R$3700,00 no caixa. E o que vai acontecer a partir do segundo ano? Você não terá que pagar os R$580,00 pois a dívida já estará paga.

E você pode literalmente transferir para investimento o valor que pagava na dívida e começar a investir . Com tudo isso, você criou disciplina financeira.

O que é a dica de hoje?
Mesmo ganhando R$2.800,00 você consegue quitar a dívida em um ano e ainda guardar dinheiro. E a partir do segundo ano com a disciplina que você conseguiu, vai começar a investir muito mais, e começar a parar de pagar juros e começar a receber juros.

Então. não se desespere.

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Um abraço.