Simulador do Tesouro Direito – Qual o melhor título para a queda de juros?

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O Tesouro Direto está com um simulador que permite que o investidor calcule em quanto tempo conseguirá ter uma meta financeira aplicando dinheiro em títulos públicos.

Além disso, o programa compara o retorno oferecido com o de alternativas populares na renda fixa.

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O simulador do Tesouro está disponível no link.

Ele é indicado para quem já tem conhecimento sobre as diferenças entre os títulos quanto para quem não faz ideia de como começar a investir dinheiro neste tipo de papéis.

Na tela inicial, o investidor responde se conhece o investimento ou se quer apenas simular. Se quiser entender mais sobre eles, ele será questionado sobre qual o objetivo financeiro e por quanto tempo pretende deixar o dinheiro aplicado.

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O usuário também pode dizer como quer receber os juros, se a cada seis meses ou se no final do período – a partir disso, o título mais adequado para o seu perfil é indicado.

Você pode também calcular a rentabilidade e para isso basta clicar em simular.

Aí você escolhe um título, com prazos e informações especificas (sendo prefixado ou pós-fixado), além da remuneração dos juros.

Quando clica em simular, ele precisa indicar quanto quer investir e o valor que quer resgatar no futuro. No último caso, o poupador ainda precisa informar se vai aplicar o dinheiro uma única vez ou se fará aportes mensais.

A seguir, a ferramenta gratuita compara os ganhos dos títulos públicos com o de aplicações de renda fixa, como os CDBs (Certificado de Depósitos Bancários) e as Letras de Crédito, além da poupança e dos fundos de investimentos conservadores.

O lançamento do simulador foi bastante comentado no mercado financeiro e entre os analistas. Ele faz parte de uma campanha que quer atrair mais investidores para o Tesouro Direto.

Sobre o Tesouro Direto

O Tesouro Direto oferece papéis da dívida pública federal que podem ser comprados pelo investidor direto do governo. O investidor opta pelos títulos que quer comprar e vender quando quiser – o governo garante a recompra.

O investidor precisa se cadastrar em instituições que sejam autorizadas e recebem a senha para a área restrita, de onde são feitas as operações. No próprio site há preços e as taxas dos títulos.

Algumas corretoras de valores têm sistemas integrados ao Tesouro Direto e, nesses casos, as compras podem ser feitas no site delas.

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O Tesouro é uma opção de aplicação barata, sendo que é possível comprar uma fração de 0,01 do título, ou seja, 1% do valor de um título, desde que seja respeitado o limite de 30 reais a 1 milhão de reais por mês.

A negociação no Tesouro Direto funciona entre as 9h30 as 18 horas dos dias úteis. O importante é entender que o Tesouro Nacional garante a recompra dos títulos.

O único risco considerável no Tesouro é o de mercado, que é quando os títulos oscilam diariamente e você pode perder dinheiro se vender a um preço abaixo do que comprou. Por isso, é tão importante conhecer cada um dos títulos e garantir a rentabilidade.

Qual o melhor papel do Tesouro Direto na queda da Selic

Para saber qual é o papel mais indicado, precisamos conhecê-los.

Existem 3 tipos de títulos públicos negociados no Tesouro: indexados a inflação, prefixados e indexados a Selic. Confira as características de cada um.

Tesouro IPCA+

Eles têm esse nome para facilitar o entendimento dos compradores.

Quando opta por esse título, o investidor tem uma promessa de rentabilidade (que é uma renda fixa) somada a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A parte fixa significa uma remuneração real, ou seja, que ficará acima do custo de vida das famílias.

O título IPCA+ é indicado para o longo prazo, que fica acima de 5 anos. Ele vale a pena para quem busca proteção para as altas da inflação durante o investimento. Porém, é importante considerar que o imposto de renda é pago e recai também sobre a inflação.

Na prática, a proteção contra a inflação funciona, mas não é perfeita – quanto maior for a taxa nominal e quanto mais perto da inflação tiver, menor será a taxa real líquida.

Tesouro Prefixado

Nesse caso, não há garantia real.

A rentabilidade acontece no momento da compra, assim, se a inflação aumenta ou está em alta, o ganho real fica acima da inflação e pode não existir. Nesse caso, a rentabilidade é nominal.

O título prefixado do Tesouro é indicado para quem tem objetivos e prazos bem definidos e para quem acredita que a inflação não vai aumentar ou continuará baixa até o vencimento.

Tesouro Selic

Essa opção de título está atrelada a taxa de juros de referência da economia, a Selic.

Logo, se a taxa sobe, a rentabilidade aumenta. Quando cai, o rendimento cai junto.

O título é considerado o título público mais conservador e indicado para você que não tem uma destinação certa e nem um tempo exato para recuperar o seu dinheiro.

Nesse caso, a venda antecipada não representa uma perda relevante de juros para obrigar o cidadão a ter que esperar até o vencimento do papel.

Título Público mais indicado para a queda da Selic?

Diante do exposto, vale a pena analisar bem os pré-fixados, esperando uma taxa de rendimento maior do que o rendimento dos juros pós-fixados futuros.

O que precisa pensar é que não há garantias de que a Selic continuará caindo ou não, portanto, o ideal é evitar títulos prefixados de médio ou longo prazo, a menos que a rentabilidade definida na compra seja suficiente para chegar ao objetivo.

Há outro ponto importante – a rentabilidade real dos investimentos.

A rentabilidade real é importante pois garante que seu dinheiro será remunerado acima do custo de vida mantendo o poder aquisitivo.

Por fim, o importante é o investidor não deixar de refletir sobre qual o objetivo financeiro que está buscando, só a partir disso será possível dizer qual o melhor título do Tesouro Direto.

Seu resgate será no curto, médio ou longo prazo?

Se você não pode esperar até o vencimento do título, vale a pena pensar no Tesouro Selic. Se puder esperar a trajetória da Selic na queda, o prefixado torna-se a melhor opção. Depois, considere ter uma reserva de valores para os imprevistos.

Os Principais Títulos do Tesouro Direto

Esse também é um tópico bastante resumido, mas é para você ter uma ideia do tanto de opções que há no Tesouro Direto, principalmente se pensado nos prazos de investimentos: curto, médio ou longo.

Tesouro Prefixado (antigo LTN) 

É quando o investidor vai receber o valor acrescido da rentabilidade na data de vencimento. Se resgatar antes, pode ter um preço variado negativamente.

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (antigo NTN-F) 

É indicada como renda complementar porque a cada 6 meses a categoria faz o pagamento de juros ao investidor, como uma antecipação da rentabilidade final.

Tesouro Selic (antigo LFT) 

É pós-fixados e muito contratado por quem busca realizar lucros com alta taxa de juros e sempre mantendo o poder de compra.

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (antigo NTN-B)

Oferece rentabilidade acima da inflação porque é composta por uma taxa de juros prefixada e pela variação da inflação IPCA. Com isso, há a garantia de uma rentabilidade total do título sempre acima da inflação.

Tesouro IPCA+ (antigo NTN-B) 

Tem vencimento mais longo, por isso, é super indicado para quem está pensando na aposentadoria ou na faculdade dos filhos, por exemplo. Também tem rentabilidade acima da inflação.

Já falamos aqui algumas vezes, mas vale repetir: o ideal é ter uma reserva de emergência, depois que já estiver com um bom valor para investir, vale pensar na diversificação dos investimentos, mesmo dentro do Tesouro Direto.

É aí que o dinheiro começa a trabalhar por você, vias de fato.

O Tesouro Direto em 2017

O programa do Governo Federal foi criado em 2002 e em 2017, exatamente no mês de julho, alcançou a marca inédita de 1,5 milhão de pessoas cadastradas, conforme o Tesouro Nacional.

No 7º mês do ano, a adesão foi de mais de 54 mil novos investidores, o que significa um crescimento na modalidade de mais de 73% no último ano. Agora, o número de ativos somou 520 mil no mesmo mês, o que dá um parâmetro de 62%.

Quanto aos tipos de títulos, aqueles que estão vinculados à taxa básica de juros da economia, Selic, foram os mais investidos, representando 43% do volume total do Tesouro.

Depois, ficam os títulos indexados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), assim como o Tesouro IPCA+ e o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais. Eles somaram 37% do total de títulos negociados no período.

Já os títulos prefixados foram responsáveis por 19,7% do total.

Esse aumento significativo do interesse pelo título público tem a ver com a perda de rentabilidade da poupança e obviamente dos juros básicos da economia, que chegou ao menor nível nos últimos 4 anos.

Melhor que a Poupança

Assim, para quem busca melhor rentabilidade do que é oferecida pela poupança, o Tesouro Direto é uma boa alternativa financeira, levando em conta que o programa é interessante para objetivos no longo prazo.

O exemplo disso está a educação dos filhos pequenos ou com a ideia de ter uma previdência complementar.

O que há de se considerar é que muitas pessoas ainda tem dúvidas e medo de “enfrentar” esse novo investimento brasileiro, mesmo que ele é considerado tão democrático e seguro.

O receio e a falta de conhecimento são os principais causadores dessa falsa impressão.

Entenda que ao aplicar dinheiro em títulos públicos, o Governo Federal se torna credor em troca do pagamento do valor investido acrescido de juros.

E mesmo que o país enfrente uma gigante crise financeira, o medo de o governo não honrar com os compromissos é muito grande.

Para os especialistas, os investidores não têm com que se preocupar – a explicação está no fato de que o Tesouro Direto soma um percentual mínimo da dívida pública e, logo, não tem alto risco de calote.

Simulador do Tesouro Direito – Qual o melhor título para a queda de juros?
Reprodução: Google

Por Que Investir no Tesouro Direto?

O investimento no Tesouro Direto é uma boa opção para quem não tem muito dinheiro inicialmente para aplicar, mas que, ao mesmo tempo, busca uma opção mais rentável do que a poupança, seja para o médio ou longo prazo.

Quando se opta pelos títulos públicos, a pessoa se torna credora do Governo Federal e recebe juros por isso. Esses juros são bem melhores do que os pagos pelos bancos, na caso da poupança.

No Tesouro, assim como nos fundos de investimento, existe a cobrança do Imposto de Renda, que segue uma alíquota regressiva, onde quanto mais tempo investido o dinheiro fica, menor é a incidência. Além disso, existem outras taxas.

Mesmo assim, ele é mais vantajoso do que a poupança.

Bem rapidamente, entenda isso em números.

Investimento de 300 reais mensais na poupança renderia algo em torno de 108 mil reais na poupança.

Já no Tesouro IPCA 2035 (5,98 + inflação no período), daria algo em torno de 270 milreais. Sim, 162 mil reais A MAIS.

É bem diferente no longo prazo né? E você achando que a poupança é a melhor opção… Tsc tsc tsc.

Tesouro Direto para Guardar Dinheiro

O professor de Economia da PUC Minas, Pedro Paulo Pettersen afirma que “é necessário analisar bem os papéis”.

Depois disso, os títulos públicos se tornam ótimas opções para guardar dinheiro. “Comprar um carro, um imóvel ou até mesmo guardar dinheiro para as férias”, ele recomenda.

O especialista cita que quem quer manter a aplicação por prazo de três a nove anos e tem a prioridade de proteger o dinheiro da inflação, pode optar, por exemplo, por aqueles com vencimento em 2024, que renda inflação (IPCA) mais algo em torno de 6% ao ano.

“Isso custaria a partir de 40 reais e um lote com cinquenta unidades sairia por pouco mais de 2 mil reais”, ele diz.

Sobre os vencimentos, ele diz:

“Para comprar um veículo, o investimento deve ser médio, dependendo do valor inicial. Para comprar um imóvel ele é mais longo. No caso das férias, a pessoa deve comprar títulos que remuneram no curto prazo”, ela orienta.

Já outro especialista, Ângelo Carvalho de Souza, diz que o interessado no mercado tem que ficar atento ao tempo da retirada dos títulos, cumprindo o prazo a rigor.

“Se a pessoa comprou um título para dez anos e quiser retirar com cinco, ela vai receber o que o mercado secundário estiver pagando naquele dia”, diz o presidente do Instituto Mineiro do Mercado de Capitais (IMMC).

Tesouro Direto para Ficar Rico

Considerando que os títulos do Tesouro Direto têm rendimentos bem maiores do que a poupança é possível afirmar que é possível ficar rico no Tesouro Direto.

No exemplo citado acima vimos que em 30 anos já dá para somar 270 mil reais, o que é um bom dinheiro – mas as possibilidades vão muito além disso. O problema é que a grande parte das pessoas brasileiras não tem (um pingo de) paciência.

Para adiantar o prazo e ficar rico rapidamente, será preciso pensar em uma estratégia mais equilibrada, que não seja muito arriscada, mas que saia da zona de conforto do conservadorismo.

Tudo é uma questão de traça corretamente o seu objetivo – se quiser ficar rico apenas com os títulos públicos do Tesouro Direto, será preciso investir mais todos os mesmos, pensando na ação dos juros compostos.

Viver de Juros no Tesouro Direto

Não vamos nos atentar muito a explicar o que é o Tesouro Direto, levando em conta que você já conheça. Se não conhece, leia nosso livro gratuito que explica.

Como Investir em Renda FixaO Guia Definitivo

Assim, especificamente levamos em consideração o Tesouro IPCA+ (antigo NTN-B, Nota do Tesouro Nacional Série B).

A projeção que fizemos foi baseada no título Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais e vencimento para 2050, que no dia desses cálculos estava rendendo 5,25%. A alíquota do imposto de renda calculado foi de 15%, incidente sobre aplicações de mais de 2 anos.

A justificativa para o uso do Tesouro IPCA+ é que ele é um título público, tornando-o totalmente seguro, já que o risco de calote da dívida pública é sempre menor do que da dívida privada – bancos, instituições financeiras.

Depois, também devemos nos atentar ao fato de que esse ativo se remunera sempre acima da inflação, o que é importante para que um investimento financeiro seja vantajoso.

Na prática é assim: se o Tesouro IPCA+ 2050 com Juros Semestrais rende 5,24% acima da inflação, isso quer dizer que se no próximo ano a inflação for de 10%, então o papel vai render os 10% mais os 5,24%.

Isso é Suficiente para Viver de Juros?

O rendimento de 5,24% é semestral, obviamente, e feito em dinheiro. Isso quer dizer que se você tem 1 milhão de reais investidos nesses títulos, a cada 6 meses você receberá cerca de 22,3 mil reais, descontados o IR.

Aí, seu investimento continua lá, intacto, como título público e você pode resgatar, corrigido pela inflação, na data vencimento. Se resgatar antes do vencimento, você pode ter perda, sem que seja possível prever de imediato.

Agora sim, para conseguir viver de juros no Tesouro IPCA+ 2050 com Juros Semestrais, veja quanto é preciso ter:

Renda Mensal                  Investimento Financeiro

  • 2 mil reais                                            538.841 reais
  • 5 mil reais                                            1.347.104 reais
  • 10 mil reais                                          2.694.207 reais
  • 15 mil reais                                          4.041.311 reais

Então Ficar Rico no Tesouro Direto é mesmo Possível?

É claro que é! Ainda que leve um bom tempo.

Vamos supor que você encontre um título que te renda 11% ao ano, então, vai precisar ter uma grande quantia para investir ou esperar bastante tempo, mas possível é.

Então, o que é recomendável?

O ideal, conforme vários analistas financeiros, é fazer um aporte inicial de um valor que não seja tão baixo, apesar de o Tesouro permitir isso.

Então, periodicamente fazer novos aportes representativos. Contando ainda com aportes menores, mensais, em algo que fique em torno de 10% do salário.

https://youtu.be/tXfddhCV5mA

Prontinho: essa é a fórmula para Ficar Rico no Tesouro Direto.

Entenda, brevemente, o que é um Título Público

Quando um investidor compra um título que é emitido pelo Tesouro Nacional, ele empresta dinheiro para o Governo Federal por um tempo determinado – que é o vencimento do título.

Em troca desse empréstimo, o investidor recebe uma remuneração baseada em uma taxa de juros que vai determinar o rendimento do investimento financeiro.

Assim sendo, fica o pensamento de que é possível um possível congelamento desses investimentos. Será?

Para especialistas, a resposta é NÃO. O Tesouro Nacional não dará calotes em investidores do Tesouro Direto. E para provar isso, eles dão alguns motivos. Confira!

Por que os Investidores do Tesouro Direto não vão receber Calote

Conforme a opinião dos especialistas, listamos 3 princípios básicos e fundamentais que são prova de que os investidores não serão “caloteados” pelo Governo Federal.

Dinheiro em Caixa

Atualmente, o Tesouro Nacional tem 1 trilhão de reais em caixa, tudo destinado ao pagamento dos títulos públicos.

“Poucos governos no mundo tem um caixa tão grande”, garante José Roberto Afonso, que é pesquisador de economia aplicada do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas).

“O que está acontecendo é um problema de fluxo. O governo gasta mais que arrecada. Mas não falta dinheiro para pagar dívida contratada”, diz.

Na opinião dele, tudo se explica pelas medidas tomadas pelo governo com a finalidade de equilibrar os gastos e as receitas, onde a meta do superávit primário subiu para 159 bilhões de reais.

“O governo está cortando os gastos porque a arrecadação diminuiu. Mas esse processo não afeta os compromissos financeiros, como os títulos do Tesouro”, ele garante.

Possibilidade de Rolagem

Além disso, existe a hipótese de que o governo, se não tiver caixa para pagar determinados vencimentos da dívida pública, poderá, através do Tesouro Nacional, emitir uma nova dívida para levantar os recursos que forem solicitados.

O processo já é conhecido no mercado e recebe o nome de “Rolagem”.

“A rolagem é um procedimento normal. Mas ela tem um custo. Quando os investidores percebem que o governo está sem dinheiro, eles exigem uma taxa de juros maior para a compra dos novos títulos”, diz Mauro Calil, que é especialista em investimentos do Banco Ouroinvest.

Credibilidade do País

Outro fator importantíssimo e que não pode ser deixado de levar em conta é sobre os efeitos que um calote do governo soariam à imagem do país – péssimos.

Logo, o Governo Federal vai preferir cortar outros gatos, como aconteceu com a emissão de passaportes, do que suspender os pagamentos de seus compromissos financeiros.

“É mais fácil o governo deixar de pagar algumas contas do que dar calote na dívida pública. Pagar dívida é sempre prioridade. O título do Tesouro é, em tese, o papel de menor risco do país”, analisa Paulo Azevedo, professor de estratégia financeira do Ibmec (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais).

Com informações da UOL e da Globo

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