5 Dicas Essenciais para quem quer Sair das Dívidas ainda em 2017

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Imagine só a situação: de um lado, o grande problema da crise econômica; de outro, todas as táticas de neuromarketing usadas para vender produtos a preços imperdíveis. Se você é um brasileiro, com certeza, tem passado por essa situação nos últimos dias, não é verdade?

O resultado parece ser mais óbvio do que se imagina: mais de 60 milhões de brasileiros endividados.

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Calma que para esse caos, há uma ótima alternativa: a educação financeira.

“Educação financeira é uma grande oportunidade de mudança de vida para qualquer pessoa. Ela te dá as ferramentas para realizar os sonhos. O que se percebe hoje é uma grande desesperança. Quando a gente mostra que é possível traçar metas e o caminho, isso revoluciona”.

Pode ser que você já tenha ouvido falar desse termo, mas é provável também que muito pouco saiba sobre ele. Em resumo, esse tipo de educação dá base para expressões como “manter os gastos dentro do orçamento financeiro” e “levar em conta os impactos do consumo impulsivo”.

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“A manipulação do marketing hoje, com a ajuda da neurociência, fala diretamente ao inconsciente. Essa profissionalização do varejo faz do consumidor uma presa fácil. O primeiro passo é tomar consciência dessa manipulação.”, disse a psicóloga Rita Martins, que é professora da Faculdade Hélio Alonso (Facha), especializada em marketing e comportamento do consumidor.

“Depois, entender a diferença entre desejo e necessidade, e estabelecer prioridades. O exercício da cidadania, de fato, se dá quando o consumidor consegue exercer no mercado um controle de qualidade”, completou.

A especialista conta sobre vários relatos que têm recebido acerca da compra por impulso, que costumam aparecer com frequência nas pesquisas feitas com consumidores das classes B e C.

“São muitas facilidades e estímulos para compras, em uma sociedade cada dia mais doente e sem preparo para consumir”, disse Graziela Fortunato, que é professora da Escola de Negócios da PUC-Rio.

“E estudos provam que angústia e tristeza levam a consumir o dobro. As pessoas dividem em dez vezes, veem o valor da parcela em relação ao do produto e se esquecem de que há muitas outras prestações para pagar”, continuou Fortunato.

Com todos esses números e informações, fica difícil saber por onde começar para entrar de vez em uma vida sem dívidas. Portanto, fizemos uma lista com 5 dicas essenciais, confira!

1 – Cartão de Crédito

Ele tem forte influência nas compras por impulso e responde por, pelo menos, metade dos pedidos de renegociação de dívida, conforme informações do Ministério da Justiça, que apurou os números com apoio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

“O cartão de crédito é sempre um problema. Primeiro a pessoa não consegue quitar e paga o mínimo, depois não consegue pagar o mínimo, entra no rotativo e já está feito. Não por acaso, mudaram as regras do rotativo agora”, defende Daniele Cardoso, coordenadora do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), que reúne dados dos Procons.

“O consumidor precisa ser resgatado antes que fique inadimplente”.

Guia Completo sobre as Novas Regras do Cartão de Crédito: Quando Usar e Como Economizar Dinheiro!

“As medidas apresentadas são resultado do diálogo entre o sistema financeiro e o Governo Federal e surgem em um momento oportuno, quando o país se prepara para entrar em um novo ciclo de crescimento”, afirmou o presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli.

Essa é a síntese da nova regra do Cartão de Crédito.

“O Banco do Brasil acredita que elas vão contribuir efetivamente para a redução das taxas de juros do rotativo do cartão de crédito, a partir do aprimoramento da regulação e dos instrumentos de oferta de crédito”, disse o executivo.

“A medida permitirá ao consumidor controlar melhor o orçamento doméstico e a comprometer menos parte da renda mensal com parcelas”, disse a Associação Brasileira das Empresas de Cartões (Abecs), em nota.

“A nova regra estimula a queda dos juros dos cartões de crédito para níveis mais compatíveis com as taxas cobradas no parcelamento da fatura. As empresas de cartão de crédito estudam internamente mudanças no sistema de crédito rotativo desde março de 2016”, continua a nota.

Os Juros do Cartão de Crédito Brasileiro

Há tempos estamos falando que os Juros do Cartão de Crédito brasileiro é o mais alto do mundo! Do Mundo! Conforme a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa média do cartão chegou à 459% em novembro passado.

O que isso quer dizer? Que na prática, quem financiava 1 mil reais no cartão poderia pagar mais de 5,5 mil reais no final de 12 meses!

Os Juros do Rotativo do cartão de crédito são cobrados quando o consumidor não paga o valor total da fatura e sim, apenas, o valor mínimo. Esse valor mínimo representa 15% da fatura total e o restante é financiado para os meses seguintes. Tal procedimento recebe o nome de Crédito Rotativo.

A Grande Mudança: O rotativo só poderá ser feito por um mês, ou seja, 30 dias, conforme comunicado do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Continue Lendo e descubra como Com a Nova Regra, as despejas com os Juros podem cair até 70%.

2 – Informação Acessível

Atualmente, a falta de educação financeira não é justificada pelo número de informação acessível que temos no mercado.

Se você faz parte do grupo dos mais jovens, com certeza vai preferir os vídeos online, as vídeo-aulas gratuitas e os e-books objetivos. Para isso, basta analisar bem esse blog, no qual está inserido este artigo que você está lendo. Temos todas as opções aqui.

Mas, se você não gosta desse dinamismo, também há a possibilidade de encontrar livros sobre o mundo do dinheiro. Para se ter uma ideia da qualidade desses livros, encontramos uma lista com 8 indicações, feitas pelo site Business Insider, confira cada um deles.

I – Pense e Enriqueça (Napoleon Hill) – É um trabalho do jornalista que pesquisou mais de 500 milionários durante mais de 2 décadas antes de lançar a obra,, em 1937. Ele conta o “segredo” para a construção da riqueza em 13 princípios e revela também as causas do fracasso.

II – Pai Rico, Pai Pobre (Robert Kiyosaki) – O autor é um multimilionário que conta a sua história no livro, incluindo fatos sobre seu pai e amigos. A filosofia ajudou investidores como Daymond John, do “Shark Tank”.

III – O Homem Mais Rico da Babilônia (George S. Clason) – É um estudo simplificado sobre finanças pessoais, com passos para ficar rico através de histórias que aconteceram na Babilônia. Especialistas afirmam que “são conceitos simples, mas altamente eficazes”.

IV – Ferramenta dos Titãs: As táticas rotinas e hábitos de bilionários, ícones e artistas de classe mundial (Timothy Ferriss) – O livro é cheio de segredos para o sucesso, contado em conversas com especialistas.

V – O Milionário Automatizado: Um Plano Poderoso e um Passo Para Ficar Rico (David Bach) – É a narração da história de um casal americano da classe média que conseguiu manter duas casas sem dívidas, colocando os dois filhos na faculdade e se aposentar aos 55 anos com mais de 1 milhão de dólares na conta.

VI – Como os Ricos Pensam (Steve Siebold) – O autor passou 30 anos entrevistando mais de 1,2 mil milionários e bilionários para descobrir o que eles fazem que dá tão certo.

VII – O Poder das Mulheres no Trabalho (Sallie Krawcheck) – A executiva de Wall Street diz que o poder de investir é o maior segredo para ficar rico. Na obra ela explora os mitos do dinheiro, principalmente, para as mulheres.

VIII – O Pequeno Livro do Investimento no Senso Comum (John C. Bogle) – Investir. Essa também é a palavra-chave conforme esse livro. Endossado por Warren Buffett, o livro é de rápido leitura e tem estratégias de investimentos inteligentes.

5 Dicas Essenciais para quem quer Sair das Dívidas ainda em 2017
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Veja 10 livros indicados por Warren Buffett

I – O investidor inteligente, Benjamin Graham

Esse livro do investidor de Wall Street foi essencialmente muito importante para Buffett, já que lhe conferiu uma base intelectual para entender o mercado de investimentos.

II – Security Analysis, Benjamin Graham e David Dodd

Esse também foi um livro importante no processo da formação financeira e serviu até mesmo como mapa de investimentos, no qual ele tem usado como base nas últimas 6 décadas.

III – extraordinários – não siga o rumo da multidão, Philip Fisher – Ações comuns, lucros

O livro do investidor e especialista em investimentos de empresas inovadoras, mostra uma visão diferente de Graham, já citado acima. Mas, também tem papel fundamental nos estudos de Buffett.

IV – Stress Test: reflections on financial crises, Tim Gethner

O livro traz relatos de primeira-mão da maior crise financeira depois da Grande Depressão. Por vivenciar o cenário, o ex-secretário do Tesouro norte-americano, explica as difíceis decisões que teve que tomar para reparar o sistema.

V – Os ensaios de Warren Buffett: lições para investidores e administradores, Warren Buffett e Lawrence Cunningham

É o próprio ensinamento do mestre. O professor da Universidade George Washington fez a edição da obra e construiu uma narrativa coerente a partir dos relatórios do investidor bilionário.

VI – Bussiness Adventures, John Brooks

Esse é o livro favorito dele e trata-se de uma coleção de histórias de Wall Street.

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VII – The Outsiders, William Thorndike Jr.

O livro é uma excelente referência de CEOs que se destacaram na alocação de capitais.

VIII – The Clash of the cultures, John Bogle

A recomendação foi dada em 2012 e conta sobre os investimentos a longo prazo, que tem ganhado preferência de investidores em detrimento das especulações à curto prazo.

IX – Sonho grande, Cristiane Correa

É um livro nacional, brasileiríssimo e narra a história de três brasileiros que fundaram a 3G Capital, uma companhia de investimentos que se uniu a Buffett na compra da HJ Heinz em 2013.

COMO INVESTIR DINHEIRO PARA FICAR RICO EM 2017 EM 6 PASSOS

X – Where are the customers Yachts, Fred Schwed

É o livro mais engraça sobre investimentos. Assim define Buffett. E a obra conta a história de um visitante de Nova Iorque que viu diversos yachts de banqueiros e brokers e se perguntou onde estavam os clientes.

3 – Geração Y

O Banco Neon realizou um estudo para identificar os hábitos financeiros da Geração Y e mostrou que 72% dos jovens não investem. Já dentro da parte dos que investem, 58% optam pela poupança e não por um investimento que gere bons rendimentos.

A pesquisa mostrou também que 55% dos jovens não conseguem fazer sobrar dinheiro no fim do mês, 22% deles não tem conhecimento técnico sobre o assunto e 15% não tem uma solução para o planejamento financeiro inadequado.

Quando o assunto é aplicação financeira, 63% dos entrevistados dizem que trabalham com bancos tradicionais, enquanto que 14% escolhem as corretoras e apenas 8% ficam nos bancos especializados.

“Embora o jovem sonhe com grandes conquistas e acredite ser organizado financeiramente, o levantamento reflete o atual cenário da geração millenial. Eles sentem falta de soluções que os auxiliem e realmente o façam enxergar que podem tudo se tiver uma reserva financeira”, disse Pedro Conrade, CEO do Neon.

Ainda conforme o estudo, 29% afirmaram que poupariam para obter a vida financeira saudável, 18% para não se endividar, 14% para diminuir dívidas atuais e 10% para comprar algo muito desejado.

4 – Investimento Financeiro

Como visto na pesquisa acima, é comum que as pessoas optem pela poupança, mesmo que ela tenha um retorno baixo. Independente do motivo, há de se levar em conta que existem outras formas de aplicações com retornos seguros e muito mais rentáveis que precisam ser analisadas.

Com a queda de juros, obter uma rentabilidade acima de 1% ao mês é uma tarefa bem árdua, que exige do investidor muita dedicação ao buscar os melhores ativos. “Opte por fundos que tenham retornos constantes e que não tenham grandes oscilações”, diz Luiz Augusto Corrêa, assessor de investimentos na Ouro Investimentos.

Mas outra parte dos recursos tem que ser alongados em CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) com vencimentos longos ou em bancos médios, com taxas acima de 116% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Outro exemplo desse investimento é aquele que tem base na Taxa Selic.

“A Selic está reduzindo porque a inflação também está convergindo. Isso significa que apesar da taxa nominal diminuir, o juro real pode muito bem se manter no mesmo patamar. E isso é uma coisa que as pessoas simplesmente ignoram”, afirma Tamara Hernandes, da Patrimono Investimentos.

3 Aplicações Financeiras para quem (AINDA) não tem o hábito de investir

O mais importante é se organizar financeiramente, porém investir dinheiro é fundamental se você quer viver de juros. Selecionamos 3 investimentos simples que podem ser o seu ponto de partida para o enriquecimento.

I – Tesouro Selic

É considerado o investimento mais seguro do mercado na atualidade. Logo, ao comprar um título público, a partir de 30 reais, o investidor tem a segurança do Governo Federal e a remuneração é maior do que a da Poupança.

Para quem é conservador e pensa no longo prazo esse é o investimento ideal.

Nessa opção é preciso ficar atento às taxas de administração e corretagem, já que os títulos precisam ser comprados por intermediários, que são corretoras de investimentos e que podem cobrar até 2% ao ano, conforme os ganhos.

Também é preciso levar em consideração a tributação do Imposto de Renda.

II – Fundo Simples

São alternativas de baixo risco e custo reduzido focado nos pequenos investidores e foi criado para substituir o Fundos DI, extintos em 2015.

Esses fundos são indicados para os investidores que não querem abrir conta em corretora e preferem deixar toda a responsabilidade de cuidar do dinheiro nas mãos de outras pessoas, no caso, gestores.

O grande segredo é que para fazer isso, esses fundos cobram taxas de administração, que, em boa parte das vezes, são altas, o que diminui a rentabilidade do seu investimento.

Logo, é preciso se atentar à essa taxa, assim como a rentabilidade final do produto.

A regra é: se a taxa de administração for acima de 1,5%, o investimento costuma não compensar.

III – CDB (Certificado de Depósito Bancário)

É um investimento do banco, ou seja, um produto bancário. Logo, a equação é simples: você empresta dinheiro para o banco e recebe juros acrescido por isso. Esses títulos podem ser pré ou pós-fixados e, sempre, se baseia em algum indicador, como o CDI (Selic).

O que acontece no mercado é que os grandes bancos costumam cobrar taxas administrativas mais altas do que os pequenos bancos, logo, um mesmo investimento é mais compensador em um do que no outro.

O que é preciso entender é que todos os bancos (grandes ou pequenos) tem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que assegura valores de até 250 mil reais por pessoa.

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5 – Enriquecer

Agora não é há muito segredo a ser desvendado: o grande lance é poupar e investir dinheiro, deixando que o tempo faça o restante do serviço sujo. Logo, enriquecer é um processo constante, que precisa ser seguido com padronização e eficiência.

Se você quer enriquecer, não esquece desse breve passo a passo:

  • Anote as receitas e tenha uma planilha com os gastos e a fonte de renda. Nunca se esqueça de anotar também os gastos.
  • Padronize toda essa planilha e faça isso mês a mês, fazendo uma prévia e uma média do planejamento financeiro.

O sucesso financeiro vem com a disciplina de manter o orçamento financeiro. A regra é diminuir gastos e aumentar a fonte de renda. Logo, quanto mais conseguir poupar, mais juros vão render. Outra recomendação é ficar atento aos aportes mensais, como os feito com o 13º salário e férias.

Viver de Renda em 5 Passos

Para Viver de Renda, qualquer pessoa precisa investir dinheiro. Pode ser em imóveis, como mostrado no exemplo acima. No entanto, os especialistas recomenda que seja em aplicações financeiras que tenham boas rentabilidades e não gerem tanta dor de cabeça, como alugar imóveis.

O 1º passo é ter alguma receita, a partir daí, basta gastar menos do que se ganha e com o restante, investe-se em aplicações financeiras. Para tanto, é preciso observar as taxas de administração e outros gastos que vão aparecer.

Se a sua intenção é viver apenas com o rendimento dos investimentos, veja como fazer isso com esses 5 passos a seguir!

I – Ganhar Dinheiro

Como já adiantado, o 1º passo é ganhar dinheiro de alguma forma: ter uma renda financeira.

Conforme analistas, o melhor jeito de fazer isso é agregando valor aos serviços rentáveis. Logo, se você tem um negócio próprio, pense em melhorar a qualidade dos produtos e dos serviços prestados, o resultado pode ser mais clientes e maior faturamento.

Para trabalhadores assalariados, o melhor a se fazer é apostar na qualidade, ser proativo e dedicar um bom tempo à empresa, que podem vir acompanhado de bonificações.

Ao mesmo tempo, para qualquer um dos casos, vale a pena pensar em trabalhos freelancers, que são adjacentes ao compromisso habitual. Se você tem dotes culinários, invista na venda de bolos em pote; se gosta de costurar, faça alguns serviços de remendas de roupas; e assim por diante.

Claro que além de ganhar dinheiro é preciso poupar, que é o próximo passo.

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II – Poupar Dinheiro

Saber poupar dinheiro é tão importante quanto saber ganhar ele. Claro que isso só vai ser possível se você tiver um bom planejamento financeiro e for muito disciplinado. Entenda que sempre vão existir despesas desnecessárias, que podem ser cortadas. Elimine os gastos supérfluos.

Se você tem dificuldades para poupar dinheiro, reveja seus objetivos financeiros. Note que você não tem que viver de ostentação e aparências para agradar os outros e nem precisa adquirir bens dos quais não vai usufruir.

Os investimentos financeiros são as melhores alternativas para quem quer enriquecer e manter o equilíbrio das finanças.

III – Objetivos Financeiros

Rever objetivos financeiros não quer dizer que você vai precisar deixar de viver a sua vida de forma agradável. O que é preciso é se organizar e ter disciplina. Logo, esses objetivos tem que ser concisos e cuidadosos, reais e praticáveis.

Em longo período, um desses objetivos pode ser o fato de viver de renda. Para que isso aconteça tenha uma planilha de anotações e siga a risca o seu plano financeiro, sem perder o controle do dinheiro.

Agora tudo está ficando claro: ter dinheiro, poupar dinheiro e ter objetivos!

IV – Aplicação Financeira

A fórmula para enriquecer você já tem, porque foi dita acima. No entanto, falta fazer acontecer e isso tem que ser feito investindo dinheiro. Aplique seus recursos para que eles rendam lucros e se multiplique.

Mas isso não deve ser feito assim, em um piscar de olhos. Tenha sabedoria para fazer aplicações financeiras e estude a fundo todas as opções do mercado. Saiba quanto o seu dinheiro pode render durante todo o tempo que for aplicado.

Tenha uma ideia de quanto será necessário investir, de quanto tempo, com qual rentabilidade, em qual aplicação financeira… Entre tantas informações necessárias para ganhar dinheiro.

V – Conhecimento Financeiro

Engana-se quem pensa que ter conhecimento financeiro é saber tudo sobre as grandes companhias ou sobre investir em ações pelo Home Broker. Isso tudo é importante sim, no entanto, todo mundo que sabe disso precisou começar pelo mais básico.

Pesquise sobre os investimentos a curto e a longo prazo, para descobrir qual é a melhor opção para alcançar seus objetivos.

Se você busca esses conhecimentos, temos duas opções gratuitas:

  1. E-book Gratuito – Guia Definitivo sobre as Rendas Fixas
  2. Workshop Gratuito – Como Investir em Ações com Risco Zero

Sobre Investir Dinheiro para Ficar Milionário

Conforme o noticiário local, investir na Bolsa de Valores e no Tesouro Direto tem sido cada vez mais aceito pelos brasileiros. As informações são da própria BM&FBovespa.

Se antes a Bolsa era estigmatizada como algo exclusivo de pessoas com alto poder aquisitivo, agora ela vem conquistando mais adeptos a cada dia. Em 2002, por exemplo, o número de pessoas físicas em atividade somava na média de 85 mil. Agora, em 2017, o valor já chegava à 575 mil pessoas cadastradas.

Em termos numéricos, o aumento dos últimos 15 anos, portanto, equivale a quase 7 vezes.

Esse crescimento de interessados está ligado à um recorde histórico registrado em 2017, sendo que o volume financeiro médio negociado por dia na Bovespa foi de 7,19 bilhões de reais, o que corresponde ao maior já verificado pela Bolsa Brasileira até hoje.

Quanto ao Tesouro Direto, que é outra modalidade de investimento bem mais popular e mais seguro, ele superou as expectativas ao registrar 1 milhão de investidores cadastrados para adquirir títulos públicos.

Em comparação ao ano de 2015, o crescimento foi de quase 75% no período que começou em outubro.

Agora em 2017, o programa continuou surpreendendo e a emissão de novos títulos totalizaram 2,65 bilhões de dólares em março. Conforme o próprio Tesouro, esse é o maior volume já registrado na série histórica do programa.

Apenas em março, foram 72,5 mil novos investidores. E, ao todo, o programa soma mais de 1,3 milhão de participantes, com um crescimento que ultrapassa 86% no último ano.

Com informações do OGlobo, Infomoney

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