Quitar dívidas – será que sempre vale a pena?

Hoje vamos falar sobre atitudes para se colocar em prática para evitar imprevistos. Afinal, viver no vermelho é uma rotina muito ruim, mas comum para 2 pessoas em cada 3 brasileiros. O assunto também tem a ver com quitar dívidas.

Infelizmente, esse comportamento é visto como normal e comum, mas não deveria ser.

Se você perguntar para uma família por que ela fechou o mês no vermelho, muito provavelmente ela dirá que o motivo foram os gastos excessivos no carnaval.

  • Se a pergunta for feita em janeiro, ela dirá que é culpa do natal/réveillon.
  • Se perguntar em março, dirá que é culpa do carnaval.
  • Se for em maio, a culpa é da páscoa.
  • Em junho, será o dia das mães.
  • Se for em agosto, as férias.
  • E assim por diante.

Sempre vai haver um motivo, uma festa, uma comemoração que vai justificar aquela situação.

Ah, e quanto não for festas, será algum imprevisto, como: doenças, remédios, a televisão queimou, o celular quebrou, os alimentos aumentaram…

Só que na real, essas desculpas são usadas para explicar as falhas no orçamento financeiro familiar.

E costumam ser sempre justificadas da mesma forma: o tal do imprevisto.

E antes de entender como quitar dívidas, precisamos entender por que as aceitamos de forma tão passiva e “inconsciente”.

Pergunte-se:

  • Será que essa culpa é mesmo dos imprevistos que acontecem?
  • Por acaso, você já não sabia da existência do carnaval?
  • Você não sabia que gastaria com ovos de Páscoa?
  • Que os preços aumentariam acima da inflação?
  • Isso tudo não acontece todos os anos?

Aliás, você jura, de pés juntos, que não tinha intenção de comprar algum presente para a sua mãe ou para seu companheiro (a)?

Vamos ser ousados em dizer que, no fim das contas, você já sabia que compraria algo para essas pessoas tão especiais.

O planejamento financeiro

Sempre que começa o ano, você já tem condições de ter plena consciência de todos os feriados e celebrações dos próximos meses.

E isso é importante porque te dá uma chance única de planejar os gastos para evitar ficar no vermelho.

Se você consegue não ficar no vermelho, não terá que se preocupar em encontrar formas de quitar dívidas no futuro, né.

Com um pouquinho de organização, é possível conseguir se programar para lidar com os verdadeiros imprevistos do dia a dia.

Se você estudar um pouco, conseguirá entender o que aconteceu com o seu dinheiro no ano anterior, nos mesmos períodos deste ano.

  • Você gastou muito no natal e no ano novo?
  • Perdeu o limite financeiro na páscoa?
  • Ficou sem dinheiro durante o ano?
  • Viajou sem ter algum dinheiro?

A partir dessa análise simples, você conseguir fazer um orçamento doméstico simples.

E isso, basicamente, é relacionar os gastos com os quais você se compromete.

Depois, você pode somá-los e, se houver espaço, decidir por novos gastos ou investimentos financeiros.

É pura matemática e você não deveria falhar.

Só que no geral, você falha.

E falha muito.

Por isso, o mínimo que todas as famílias devem fazer é planejar o orçamento doméstico com base nos gastos do ano anterior.

Essa é uma regra de ouro!

E nisso, você pode incluir os gastos com imprevistos.

E, lógico, os gastos pontuais que acontecem em determinados eventos.

Afinal, gastos fora do padrão sempre acontecem – com todo mundo.

Aliás, pensando bem, só não acontecem quando se vive uma vida muito burocrática e sem margens para novas experiências e sem convívio social ou sem flexibilidade para ajustar os planos de última hora.

O que não deve ser o seu caso, né.

Gastos imprevistos são comuns…

Os gastos imprevistos sempre acontecem, eles têm que acontecer.

Só que nem por isso você tem que ficar endividado – porque quitar dívidas é muito mais difícil do que preveni-las.

E isso não é só em relação a coisas negativas, como a sua saúde ou a de algum ente querido.

Mas, também em relação a coisas positivas, como o convite de um amigo para um casamento ou pagamento de uma atração não planejada nas férias.

Por isso, passe a considerar os imprevistos, contar com eles porque eles devem acontecer – agora ou mais tardiamente.

Na real, a nossa equipe toda espera que eles aconteçam para você.

Pois, uma vida interessante é repleta de novidades, de situações desconhecidas, que sempre resultarão em um gasto não previsto.

Outra dica: poupe mais, compre menos a prazo e construa mais reservas para emergências (porque elas vão acontecer, obviamente).

E não se preocupe: se você não tiver nenhuma emergência, pode usar parte dessas reservas para celebrar com a família e com os amigos.

Já dizia o ditado: “antes sobrar do que faltar”.

Bem, essa era uma das dicas sobre a importância de se considerar os imprevistos.

Agora, na outra parte do texto, vamos falar sobre como quebrar o ciclo de dívidas, como evita-las e, claro, como quitar dívidas.

Continue lendo…

O que temos que pensar sobre o endividamento?

Sempre que falamos em dívidas, porém, é importante estudar uma questão simples, básica e primordial: qual é a origem desses débitos?

Porque não adiantarmos falarmos em soluções se esse erro vai ser persistente e voltar a acontecer no curto espaço de tempo.

Entenda que quitar dívidas é possível, só que para isso valer a pena, as novas dívidas não podem aparecer – o erro tem que servir para o aprendizado.

Um fato importante que está comprovado em pesquisas é que a maioria dos problemas financeiros surge pela falta de conhecimento sobre o dinheiro (falta de educação financeira).

Então, vamos há uma pergunta: quanto você precisa para pagar as necessidades de sobrevivência, como moradia, transporte, alimentação e higiene?

Quanto isso vai representar em todo o seu orçamento financeiro pessoal?

E o que você faz com o restante?

Em geral, usamos para tais gastos apenas 2/3 de todo salário, sendo que o restante (1/3) acaba sendo gasto de forma automática e sem precedentes.

Precisamos considerar esse valor para usar da melhor forma possível e evitar situações urgentes – como a necessidade de quitar as dívidas.

E como fazer isso é que é a grande questão a ser analisada.

Comece por saber quanto você ganha de verdade, controle quanto você gasta com itens que poderia ser cortado e se prepare para os possíveis imprevistos que podem acontecer no futuro.

Essa é uma realidade financeira adequada para todas as pessoas do mundo.

Se a gente não assumir esses compromissos, você já sabe: dívidas e mais dívidas!

Quitar dívidas

Como quebrar o ciclo das dívidas

Isso é importante para você não começar o ano cheio de dívidas.

Afinal, esse é um dos problemas mais comuns com relação ao consumo.

E tem a ver com a concentração de compras no final de ano (natal e réveillon).

Ao longo de 12 meses, as famílias fazem compras parceladas e acumulam dívidas, o que impede qualquer alternativa para enfrentar imprevistos.

– já te mostramos ai importância de se considerar dívidas, né.

Aí, com tantas compras parcelas, chega o 13º salário e, em vez de guardarem o dinheiro para pagar impostos e os grandes compromissos de janeiro, as pessoas compram ainda mais.

Logo, deixar de poupar dinheiro também é um erro que vai dificultar seu processo de quitar dívidas no futuro.

É essencial sempre se lembrar de contas como:

  • As matrículas das escolas das crianças,
  • O material escolar,
  • Os impostos do carro,
  • Os impostos da casa,
  • Os reajustes das contas domésticas.

E aí, sabe qual é o resultado de tudo isso?

Quando chega o mês de janeiro, essa família não tem dinheiro para custear os gastos necessários, que deveriam ser pagos a vista.

E, mais uma vez, volta a parcelar tudo, repetindo todo o comportamento dos anos anteriores: de consumo excessivo.

Novamente: os pequenos imprevistos irão se acumular ao longo do ano e as dividas se acumularão também se você não souber ter reservas de emergência.

Essa é a contribuição que a maioria das pessoas dá ao chamado Custo Brasil.

É o efeito cascata, que afeta a qualidade de vida de todos os brasileiros.

E há uma piora nisso tudo, especialmente como consequência:

  • Da imensa carga tributária,
  • Da incompetência governamental,
  • Do lucro inflado dos empresários,
  • Dos altos juros bancários,
  • Da falta de infraestrutura.

Mas, lembre-se que tudo começou com o seu do consumo mal planejado.

O consumo excessivo…

Esse é o consumo que gera inadimplentes e famílias que não tem dinheiro para comprar devido a necessidade de pagar juros.

Muitas famílias concentram suas compras em uma única data do ano e deixam o comércio às moscas nos outros 11 meses, pagando aluguel de lojas que não se pagam.

Passar o ano pagando dívidas à espera do 13º salário não é uma escolha sensata.

Obviamente, para não fazer mais dívidas, o ideal é baixar a qualidade (e a quantidade) do nosso consumo diário, semanal, mensal, anual.

Isso é visto em muitos exemplos que são demonstrados a cada dia que passa.

Pessoas que compram:

  • Casas que não podem ser bem decoradas,
  • Carros que não podem ser usados nos fins de semana,
  • Smartphones sem os aplicativos que realmente são necessários.

É a cultura de pagar caro pelo hardware sem pensar nos gastos necessários com o software.

Se você entender um pouco de tecnologia vai rir dessa frase acima. Haha

Bom, tudo isso gera uma cadeia produtiva que vende menos.

O crédito que deveria ser usado para fomentar um negócio é solicitado para cobrir falhas de planejamento das famílias.

Ao invés de perguntar onde investir, as pessoas perguntam: como quitar dívidas.

Como as vendas são menores, lojistas e distribuidores precisam trabalhar com margens de lucro maiores sobre suas vendas para cobrir risco de seus negócios.

E esse é um ciclo que se vicia.

O que só impacta ainda mais nos preços.

A dica você já sabe, né: compre menos a prazo, compre em quantidades menores todos os meses e dilua o custo da cadeia produtiva, mantendo suas contas longe dos juros das dívidas.

O consumo consciente é o caminho para um menor custo na economia, que certamente retornará para você em um consumo mais barato.

E você, já fez seu planejamento financeiro para 2018?

Vale a pena fazer dívidas para investir em uma franquia?

Essa é uma questão para você que está pensando em abrir um negócio próprio.

Se você estiver preparado para começar um negócio já terá uma resposta a essa questão.

Se você pede ou não dinheiro emprestado, mostra que você não está preparado adequadamente para iniciar essa franquia.

Isso porque a partir do momento que você conta com recurso no banco, por exemplo, financiando o início a sua franquia, você coloca esse empréstimo e financiamento no seu planejamento.

E é isso que mostra o quanto você vai faturar, o quanto você vai ter de custo, quanto terá de despesa financeira para devolver esse valor emprestado ao banco.

É o quanto você vai ter de lucro nesse período depois de pagar todos os custos do negócio.

É esse planejamento que vai lhe dizer para você se é viável ou não tomar esse dinheiro emprestado.

Normalmente, o que deve se considerar ao tomar recursos emprestados a preço acessível e se você está começando um negócio que gera renda.

E saber se sem tomar esse recurso emprestado você não tem um negócio com uma boa fonte de renda.

Uma vez que na sua análise o que você vai ter na vida do negócio de 12 meses é viável e pague o seu pró labore, você deve sim tomar esse dinheiro emprestado.

Nem sempre dívidas são problemas…

Nesse caso, as dívidas não são necessariamente dívidas e sim investimentos a serem pagos no longo prazo.

Você não tem que pensar como quitar dívidas e sim como ter ROI (retorno sobre investimento).

As dívidas não são problemas.

As dívidas quando bem escolhidas, quando bem trabalhadas, podem ser usadas para começar um negócio.

Elas podem sim ser uma alternativa interessante para tomar viável aquilo que você não tem na sua vida hoje.

Então, você toma um recurso emprestado, inicia um negócio com o resultado do negócio e você paga a dívida.

Daqui alguns meses, você estará com uma situação nova na sua vida, uma situação rentável, uma situação que vai alterar o futuro da sua família.

Essa é uma dívida que faz sentido. E não aquela dívida que te leva para o buraco.

Então, não evite dívidas, mas faça análises sempre.

Existem financiamentos muito mais vantajosos do que simples empréstimos.

Ao jogar essas possibilidades em uma planilha do excel, você vai saber escolher aquela dívida que a mais interessante para você iniciar uma fase nova da sua vida.

E empréstimos altos para expandir o negócio?

Para todos aqueles que têm um bom projeto ou um bom negócio em mãos, que certamente tem a oportunidade ou a necessidade de se expandir, resta saber o que é empréstimo alto.

Se essa pergunta não for feita, você não investe e aí vem a concorrência e ocupa  seu lugar.

Ao mesmo tempo, ela é fundamental para saber se o empréstimo é viável ou não.

A orientação é sobre o custo do endividamento.

Ou sobre o custo de capital.

Especialmente sobre quando ele é tomado junto a banco ou  junto a outros investidores: quando é caro e quando não é?

Existem duas análises a serem feitas aqui:

  1. Análise mercadológica,
  2. Estudo financeiro.

1 – Análise mercadológica

O marketing!

Que é a questão de justamente se você não ocupa esse espaço, então, o seu concorrente vai ocupar.

Esse concorrente ficando muito mais forte que você pode até vir anular o seu negócio, inviabilizar sua ideia e você vir a falência.

Em alguns aspectos, dá para avaliar se é lucrativo ou não.

E empatando o custo de capital…

  • Será que dá para conseguir expandir a atividade com o tempo?
  • Para depois recuperar esse investimento ou esse custo?
  • E, por fim, conseguir gerar lucros?

Esse é o estudo mercadológico.

2 – Estudo financeiro

Existe o estudo financeiro também.

Que é você avaliar e fazer a chamada “análise de investimento”:

Você vai captar o recurso e vai pagar esse empréstimo ao longo de um tempo.

Vai ter outros custos que é o custo de usar parte do seu recurso para comprar equipamentos, para pagar salários, para manter esse espaço novo.

E todo esse custo vai ser comparado com o novo faturamento gerado por essa nova atividade, por essa expansão na sua atividade.

Se esse projeto se paga, ele deve ir adiante.

Isso é análise de investimento.

Empréstimos altos…

Não, necessariamente, existem juros caros ou baratos.

Se você, empreendedor, fez a pesquisa de mercado, pesquisou diferentes bancos, pesquisou uma cooperativa de crédito, pesquisou todas as ações que você tinha e encontrou essa como sendo a mais viável, ela deve ser levada adiante.

Isso tem a ver também com a opção mais barata, mais adequada para a sua situação.

E se essa opção mais barata se paga e ainda gera lucros a partir de certo tempo.

Porque, como já falamos, esses empréstimos são investimentos e não, necessariamente, dívidas.

Você não tem que quitar dívidas e sim pagar investimentos.

É assim que se monta um negócio próprio.

Porque mesmo que nesse primeiro momento você não esteja lucrando, você está criando a base necessária para, dentro de alguns meses, estar com um faturamento bem maior.

E com um lucro bem maior também.

Com um serviço prestado para o seu cliente muito mais completo.

Então, a recomendação é que você siga adiante partindo desse pressuposto.

Uma ressalva importante

Nós temos sempre que, ao projetar os números dos nossos negócios, considerar cenários previsíveis, cenários muito otimistas.

Vamos supor que a economia se expanda, que o número de clientes aumente muito em função dos novos serviços.

Mas, também os cenários pessimistas.

Vamos supor que a sua expansão não dê certo e que esse negócio se torne inviável depois de certo tempo.

Seu planejamento tem que considerar que o cenário pessimista tenha que ser um cenário suportável pela empresa.

Ela tem que ser resistente às tempestades e turbulências, como gostam de falar os analistas.

Se o projeto não der certo, você tem que saber dar um passo atrás e aí um bom controle financeiro vai ajudar a detectar isso e saber a hora de retirar o time de campo.

Dito isso, se você conseguiu o recurso para expandir a sua atividade, com isso cobriu os custos e ainda teve alguma sobra para você, siga adiante.

Porque é assim que se faz a expansão de qualquer negócio, e nesse caso, o nome que se usa não é endividamento.

O que você está fazendo é alavancagem do seu negócio!

Ou seja, você está usando recursos de terceiros como uma alavanca para aumentar a sua capacidade de entregar resultados para o seu cliente.

Quitar dívidas

Dívidas para renda extra na aposentadoria

Esse é outro ponto importante que tem a ver com dívidas e com uma dúvida muito comum nas pessoas que leem o blog:

Será que vale a pena fazer dívidas para ter uma aposentadoria melhor?

A questão é a seguinte: vamos supor que você possa se aposentar hoje com o valor de 2,5 mil reais mensais e não precisar desembolsar nenhum real.

Ou, você pode também, pagar os 80 mil reais e passar a receber o salário integral de 3,5 mil reais.

E agora, qual a melhor opção?

Estamos falando nesse caso de 80 mil reais.

Esse valor aplicado na poupança ou em um dos investimentos em renda fixa, dificilmente conseguiria algum ganho da ordem de 1% ao mês.

Então, 80 mil talvez sejam algo que consiga um rendimento de 800 reais por mês.

Em um cálculo feito na internet, com números do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), um investimento de 80 mil reais geraria 1 mil reais a mais por mês – conforme orientação de um leitor.

Nesse caso, trata- se de uma solução inteligente e interessante.

Daí valeria a pena tirar esse dinheiro do investimento rendendo menos e transferir ao INSS para ganhar mais.

E isso mesmo considerando que pela regra atual do INSS quem recebe um salário mínimo têm certa correção pela inflação anual.

Então, quem recebe acima do mínimo tem uma correção menor.

Fazer dívidas…

Agora tem uma questão adicional que é colocada aqui:

“Nós não temos essa quantia de 80 mil reais”.

Essa é uma questão importante!

Se os seus parentes estiveram dispostos a ajudar com esses 80 mil reais, que estejam dispostos a receber mensalmente um pagamento, aí pode compensar.

E mesmo porque isso irá se diluir ao longo do tempo essa dívida que está criando.

Fiz uma conta aqui:

80 mil reais parcelado sem juros, com uma prestação de 1 mil reais para devolver o empréstimo, você precisaria de oito anos e meio de pagamento de mil reais por mês para quitar essa dívida.

Isso sem contar qualquer tipo de deficiência que de repente não está considerando que.

Isso porque a renda do INSS vai ter algum tipo de desconto, por exemplo, com o imposto de renda. Mas, vamos desconsiderar por um momento.

Enfim, ao contrair uma dívida, que será 8 anos e meio ou mais de desconforto com parentes ou quem ajudou para viver uma situação equivalente à que já se teria hoje com 2,5 mil reais líquidos…

E sendo que dos 3,5 mil reais ganhos, 1 mil reais iriam para quitar a dívida.

Ou seja, não valeria a pena, né.

Logo, não vale a pena contrair uma dívida para simplesmente no longuíssimo prazo depois de 8 anos e meio ou 9 ter algum tipo de compensação adicional.

É melhor que se corra atrás de algum tipo de solução, algum tipo de formação de poupança com base no que se ganha hoje.

Então, com base num negócio novo, com base numa atividade,  que você compra um terreno, constrói ao longo do tempo, você faz uma renda com base em uma renda complementar de um trabalho.

Quitas as dívidas bancárias… O que é importante saber!

Você não conseguiu adequar sua vida ao orçamento financeiro.

Daí, as contas surgiram e os débitos se tornaram cada vez maior.

Com o tempo, criou-se o efeito bola de neve. Agora você está desesperado – o que fazer para conseguir quitar dívidas com bancos?

Essa é uma breve historinha muito (mas muito mesmo) comum na vida de vários brasileiros.

Conforme estimativas mais de 59 milhões de brasileiros estão endividados, seja com o SPC BrasilSerasa Experian, com instituições financeiras ou com os bancos.

Mas, o pior é que com a falta de educação financeira, além de conseguir adquirir vários débitos, essas pessoas não sabem o que fazer para conseguir quitar dívidas bancárias.

É por isso que este artigo foi criado: para auxiliarmos pessoas endividadas a sair dessa situação de forma simples e sem que tenham que recorrer a formas ilegais de ganhar dinheiro.

Portanto, leia com bastante atenção e aprenda o que nenhuma escola foi capaz de te ensinar: você tem que controlar o seu dinheiro para que ele não o controle.

Só assim você vai conseguir quitar dívidas, ganhar dinheiro e ter uma vida próspera.

Está preparado para ter esse choque de realidade? Leia cada um dos tópicos abaixo e se torne uma pessoa melhor, ao menos em termos financeiros!

Como quitar dívidas bancárias – passo a passo!

A ideia aqui é bastante simples: sintetizar tudo que foi dito neste artigo.

Confira cada um dos itens e memorize-os – eles são importantes para você conseguir quitar dívidas com os bancos ou qualquer outro credor.

Anotar tudo

Esse é um hábito que precisa ser criado a partir de hoje.

As pessoas não costumam anotar os gastos simplesmente porque acham que vão se lembrar de todos eles no final do mês, mas isso realmente não acontece.

Ninguém tem uma memória infalível assim.

É só a partir disso que será possível reconhecer quanto é possível economizar e para onde está indo o dinheiro.

Lembre-se: uma vida financeira equilibrada é tudo que você precisa em 2018.

Se você não sabe o quanto gasta e o quanto ganha, vai ser muito difícil encontrar formas de quitar dívidas.

Uma ideia é usar a técnica dos envelopes, já citada aqui no blog, ou usar aplicativos de celular ou ainda as planilhas de excel de gatos mensais.

Essas técnicas ajudam durante a organização das finanças durante toda a vida.

Poupar dinheiro

Poupar dinheiro é outro hábito que tem a ver com quitar as dívidas.

Oras, se você for fazer um empréstimo para quitar as dívidas que tem juros maiores, ainda assim terá que ter dinheiro para pagar essas novas parcelas, não é?

Então, você tem que poupar dinheiro para isso.

Entenda que mesmo quando estamos endividados precisamos poupar dinheiro.

A dica é criar uma meta para essa poupança – neste ano, vou poupar 5 mil reais. É um bom valor para quem está começando.

Portanto, todos os meses, você deposita 500 reais na sua poupança e pronto, a mágica está feita.

Com uma reserva lá, sua vida fica mais dinâmica e os débitos deixam de existir.

Negociar as compras

Outro passo é sobre negociar as compras para quaisquer produtos que sejam – do sorvete no restaurante à máquina de lavar na loja do shopping.

Entenda que tudo é negociável.

Isso tem a ver, por exemplo, com a forma de pagamento.

Se você conseguiu poupar dinheiro durante algum tempo vai ter mais chance de comprar itens indispensáveis por valores mais justos (os descontos chegam a ultrapassar os 20%, em alguns casos).

Isso tem a ver com não apenas quitar dívidas, mas evitar as futuras dívidas. Lembra que falamos disso no início do texto?

Então, é o seguinte: se você se endividou porque usou muito o limite do cartão de crédito, agora, a regra é evitar esse uso.

Opte por outras formas de pagamento, como o pagamento a vista (esse é o melhor de todos, vale dizer).

Observe que ainda que você precise de algum produto, quem tem que vender é a loja e você não tem que se “arreganhar” para conseguir efetuar a transação.

Tenha dinheiro e mãos e consiga negociar todas as suas NECESSÁRIAS compras.

Exponha seu objetivo

Muitas pessoas optam por não compartilhar com outras os seus objetivos, mas isso é um erro.

A orientação dos analistas e psicólogos é compartilhar os ideias com as pessoas de confiança e isso vai te ajudar a conseguir chegar mais facilmente ao seu objetivo.

Se o seu objetivo é quitar dívidas, então, informa a esposa, os filhos, os pais.

Com certeza, além de tudo, eles vão colaborar com você e começar a remar na mesma direção que você.

Pesquisas indicam que a falta de diálogo é o que mais causa problemas em uma família. Isso tem a ver com o dinheiro também.

Não tenha vergonha de se expor e compartilhar ideias.

Nunca deixe de aprender

Dedique uma parte do seu dia a aprender algo novo. Especialmente sobre as finanças.

O aprendizado é o que pode nos levar ao sucesso.

Como falamos: se o seu cartão te fez juntar muitas dívidas, então, pare de usar.

Se o seu limite cobra muito juros, não use.

Comece a fazer coisas que realmente te beneficiem e nada mais.

Quer ver um assunto muito polêmico? Emprestar dinheiro para parentes!

Se você tem esse hábito, saiba que dificilmente vai conseguir se livrar das dívidas.

É sério isso.

Vários estudos já provaram que muitas vezes os endividados estão nessa situação porque emprestaram dinheiro (ou cartão de crédito) para amigos e parentes.

Logo, se isso não te faz bem, não compartilhe dessa ideia.

Você é livre para fazer suas escolhas!

Canal do Youtube ensina a quitar as dívidas – conheça

O problema ainda sobre com um problema que vai muito além da Crise Financeira – a falta de Educação Financeira.

As pessoas não seguem uma cartilha recomendada para quando começam a ganhar o primeiro salário – quando ganham muito, gastam muito e quando ganham pouco, acabam entrando em dívidas.

O assunto, por sinal, ainda é tabu para muitas pessoas, mulheres, famílias, jovens.

Dificilmente fala-se sobre dinheiro em rodas de conversas, mesas de bar, encontro de amigos. Isso é um erro fatal.

Na contramão, os bancos são as empresas que mais lucram todos os anos. A poupança é o investimento mais tradicional e mais usado.

Os títulos de capitalização têm grandes apostadores. O cartão de crédito é uma das formas de pagamento mais usadas.

Obviamente, é possível concluir que a falta de educação financeira gera um comportamento incorreto nos brasileiros e, não a toa, hoje são mais de 60 milhões de endividados por aqui.

Com este cenário em vista, Robinson Trovó criou uma escola de educação financeira – A Trovó Academy.

Trovó Academy no Youtube

Trovó Academy é uma instituição educacional que tem o foco voltado para o mercado financeiro.

A ideia é chegar ao aprendizado de assuntos como dinheiro, finanças e investimentos financeiros que é tão raro hoje em dia.

No Youtube, o canal tem quase 30 mil inscritos que assistem vídeos periódicos sobre a educação financeira e a importância de buscar conhecimento sobre o assunto.

Por que acabar com as dívidas?

Se você tem alguma dívida, fique calmo porque você não é o único! No Brasil, hoje são mais de 60 milhões de endividados…

Para todos eles, a indicação é uma só: acertar o débito. Isso é possível a partir de uma negociação.

Essa negociação de dívida é importante e pode ser benéfica para os devedores e os consumidores – no fim, todos saem ganhando!

Tudo começa quando a empresa se dispõe a conhecer as razões do cliente que está em atraso – isso abre uma brecha para uma negociação que tem a ideia de viabilizar o crédito.

Listamos alguns pontos que provam a essa atitude pode mudar a sua vida!

Evita novos prejuízos

Quando não há negociação, os negócios tendem a ficar cada vez mais baixos. E os prejuízos tendem a aumentar, criando novas dívidas, novos prejuízos.

É preciso entender que toda dívida gera juros negativos, ou seja, o devedor fica pagando juros a ponto de nunca conseguir terminar esse débito – ao menos, é o que parece.

O único que ganha com isso é o banco ou quem emprestou o dinheiro para o devedor.

Com a dívida, o consumidor perde, não tenha dúvidas. E um dos primeiros resultados negativos é o nome negativo nos órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa.

Do outro lado, a empresa perde porque não recebe o valor emprestado.

O cuidado é essencial porque quando a dívida vai para a esfera judicial, os gastos tornam-se ainda maiores, com possíveis perdas materiais.

Abri um leque de novas oportunidades

Ao conseguir negociar dívidas, a empresa oferece mais chances ao cliente, que pode ficar fidelizado a instituição por mais tempo e conseguir novos créditos ou serviços.

Uma negociação bem sucedida traz resultados diretos e imediatos.

Ao conseguir quitar os seus débitos, o consumidor traz ao mercado uma nova imagem, que transmite a mensagem de crédito e de possíveis relacionamentos com outras empresas.

Quais cuidados ao renegociar uma dívida?

Ione Amorim é economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Ela diz que por não haver regulamentação que trate especialmente do assunto, as políticas de renegociação ficam por conta dos bancos, que abusam de tais documentos e regras.

Portanto, é preciso muito alerta para que o consumidor não caia em armadilhas e piore sua situação financeira na hora de quitar as parcelas.

As cobranças arbitrárias são as questões mais reclamadas:

“Há abusividade. Os bancos estão impondo regras sem levar em consideração as rendas dos clientes e os valores que já foram pagos”, diz Ione.

“Eles incluem dívidas que estão sendo quitadas e ainda induzem as pessoas que estão em dia, mas com dificuldades em fazer o pagamento, a atrasar e pagar mais juros, pois as instituições só fazem a renegociação em caso de alguma inadimplência”, ponderou.

A opinião é compartilhada por Miguel Ribeiro, que é da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

O especialista diz que o consumidor só tem que fazer o acordo se as condições forem benéficas para ele.

“Se verificar que a prestação vai ficar acima da capacidade de pagamento, o ideal é recusar e fazer uma contraproposta. Ninguém é obrigado a aceitar nada – nem consumidor nem o banco”, conta.

Com as atuais fases críticas da economia, os bancos tem aceitado ceder um pouco mais com a finalidade de receber parte do dinheiro.

Com informações do Youtube