Compensa vender um bem para quitar dívidas bancárias? 

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Hoje o assunto é muito importante para as famílias brasileiras, especialmente após um período de crise – que parece estar no fim. O que fazer para quitar dívidas bancárias, será que existem acordos, compensa vender bens? Confira tudo isso!

De começo, vamos falar especialmente sobre o cheque especial.

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Ele é uma dívida, acredite!

E se você entrou em algum cheque especial, quer dizer que você tem algum desequilíbrio financeiro. Ou é por que aconteceu algum imprevisto, alguma coisa que não estava nos planos.

O mais importante é chegar ao resultado: você acabou sendo obrigado a usar um crédito inconveniente.

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Outro ponto a ser analisado antes de refletirmos é que você, provavelmente, tem algum bem quitado, como uma moto ou um carro.

E você deve estar se perguntando: será que vale a pena usar esse bem para quitar dívidas bancárias?

Primeira reflexão, então: vendê-lo é necessário? Não, não é necessário.

Você pode ir com o documento do seu carro quitado a um banco (e nem precisaria estar quitado) e solicitar um refinanciamento.

Agora sim o assunto começou a ficar bom, vamos lá…

O que é um refinanciamento?

É um empréstimo na qual se usa algum bem (como um automóvel) como garantia.

Você, basicamente, vai alienar o seu automóvel ao banco.

E só os bancos permitem fazer esse tipo de financiamento.

A ideia central é conseguir um empréstimo com taxa bem mais baixa do que o cheque especial.

E, como você tem uma segurança, pode conseguir também juros bem menores do que o empréstimo pessoal que muitas pessoas fariam para liquidar o especial.

Na Prática, você não precisa se desfazer do carro, mas pode usá-lo de forma eficiente.

Essa é uma das dicas de como quitar dívidas com os bancos.

Agora, vamos entender uma coisa: se você com o automóvel quitado e acabou entrando no cheque especial é porque o seu estilo de vida, incluindo a escolha do automóvel, não coube no seu orçamento nos últimos meses!

Estamos certo em fazer esse pensamento, né?

Talvez (e só talvez) vender esse carro e comprar outro de preço menor, que pode ser mais antigo ou mais simples, vai permitir a você tem um custo de vida menor.

É uma questão lógica: carros menores têm menor custo de seguro, menor consumo de combustível, menor manutenção, etc.

Aí, com o custo de vida menor, você não só liquida o seu problema, como cria um ambiente bem mais favorável e de mais flexibilidade para não entrar novamente no cheque especial.

Provavelmente, se a situação de desequilíbrio é uma situação mais ou menos crônica, o ideal é reduzir o padrão de vida e a troca do automóvel é uma excelente recomendação nesse sentido.

Como fazer um refinanciamento bancário?

“Priorizar os pagamentos de acordo com suas necessidades é uma boa dica, considerando que normalmente as dívidas mais caras, como cheque especial e rotativo do cartão de crédito, possuem uma maior taxa de juros”, diz Raphael Salmi, que é gerente de recuperação de Crédito da Serasa Experian.

“E, quanto antes pagar este tipo de dívida, melhor”, completa.

Pensando nisso, separamos um passo a passo breve, confira!

O Crédito

O consumidor precisa verificar as condições do crédito – incluindo os juros, as multas e a inadimplência.

Para sair do vermelho é preciso saber a real situação: coloque no papel o que você está devendo, se há tempo para pagá-las ou não.

Mesmo os pequenos débitos precisam ser diagnosticados.

Exclusão Automática

O nome do consumidor deverá ser excluído dos cadastros de inadimplentes, no máximo por 5 dias após o pagamento da conta ou a renegociação da dívida.

Para isso, não é preciso contratar empresas para fazer esse serviço de limpeza de nome.

Pagamento Antecipado

Quando renegocia a dívida, os juros futuros embutidos devem ser descontados. Os órgãos de defesa do consumidor podem fazer cálculo desse desconto.

Orçamento Financeiro Pessoal

Tenha uma noção exata do seu orçamento financeiro e dedique um tempo para traçar um plano exato para quitar as pendências.

Liste tudo: salário, aluguel, dinheiro, entre outros. Coloque também as despesas fixas, como condomínio, contas de água e de luz, etc.

Com as informações, tenha a possibilidade de descobrir onde é possível cortar os gastos para quitar as dívidas e sair do vermelho.

A Negociação

O consumidor precisa procurar o credor e negociar a dívida. Se tiver uma boa proposta, ele pode aceitar. Em caso contrário, vale oferecer uma contraproposta.

Priorize as dívidas mais altas

As dívidas do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito têm os juros mais caros do mercado e, por isso, precisam ser eliminadas primeiro.

Isso ajuda a evitar o famoso efeito bola de neve.

Uma dívida de 2 mil reais pode chegar a 10 mil reais em poucos meses – aja rápido.

Fuja dos Parcelamentos no Futuro

Como é sabido não se deve errar novamente os mesmos erros, portanto, a partir de agora evite os parcelamentos muito longos.

Quando as parcelas se acumulam o impacto das finanças é consideravelmente grande.

O melhor hábito é juntar dinheiro para comprar algo ou, pelo menos, dar uma boa entrada.

A ação na Justiça

Se você não conseguiu negociar a dívida com o cartão de crédito, por exemplo, uma saída é entrar com uma ação na justiça:

Ação Revisional de Contrato, para que os juros cobrados sejam revistos.

É possível conseguir um acordo amigável, mas alguns clientes tem que entrar na justiça, mesmo que isso demore mais tempo para ser solucionado.

Nesse caso, a ajuda de um advogado é imprescindível.

Quitas as dívidas bancárias… O que é importante saber!

Você não conseguiu adequar sua vida ao orçamento financeiro.

Daí, as contas surgiram e os débitos se tornaram cada vez maior.

Com o tempo, criou-se o efeito bola de neve. Agora você está desesperado – o que fazer para conseguir quitar dívidas com bancos?

Essa é uma breve historinha muito (mas muito mesmo) comum na vida de vários brasileiros.

Conforme estimativas mais de 59 milhões de brasileiros estão endividados, seja com o SPC BrasilSerasa Experian, com instituições financeiras ou com os bancos.

Mas, o pior é que com a falta de educação financeira, além de conseguir adquirir vários débitos, essas pessoas não sabem o que fazer para conseguir quitar dívidas bancárias.

É por isso que este artigo foi criado: para auxiliarmos pessoas endividadas a sair dessa situação de forma simples e sem que tenham que recorrer a formas ilegais de ganhar dinheiro.

Portanto, leia com bastante atenção e aprenda o que nenhuma escola foi capaz de te ensinar: você tem que controlar o seu dinheiro para que ele não o controle.

Só assim você vai conseguir quitar dívidas, ganhar dinheiro e ter uma vida próspera.

Está preparado para ter esse choque de realidade? Leia cada um dos tópicos abaixo e se torne uma pessoa melhor, ao menos em termos financeiros!

O que temos que pensar sobre o endividamento?

Sempre que falamos em dívidas, porém, é importante estudar uma questão simples, básica e primordial: qual é a origem desses débitos?

Porque não adiantarmos falarmos em soluções se esse erro vai ser persistente e voltar a acontecer no curto espaço de tempo.

Entenda que quitar dívidas é possível, só que para isso valer a pena, as novas dívidas não podem aparecer – o erro tem que servir para o aprendizado.

Um fato importante que está comprovado em pesquisas é que a maioria dos problemas financeiros surge pela falta de conhecimento sobre o dinheiro (falta de educação financeira).

Então, vamos há uma pergunta: quanto você precisa para pagar as necessidades de sobrevivência, como moradia, transporte, alimentação e higiene?

Quanto isso vai representar em todo o seu orçamento financeiro pessoal?

E o que você faz com o restante?

Em geral, usamos para tais gastos apenas 2/3 de todo salário, sendo que o restante (1/3) acaba sendo gasto de forma automática e sem precedentes.

Precisamos considerar esse valor para usar da melhor forma possível e evitar situações urgentes – como a necessidade de quitar as dívidas.

E como fazer isso é que é a grande questão a ser analisada.

Comece por saber quanto você ganha de verdade, controle quanto você gasta com itens que poderia ser cortado e se prepare para os possíveis imprevistos que podem acontecer no futuro.

Essa é uma realidade financeira adequada para todas as pessoas do mundo.

Se a gente não assumir esses compromissos, você já sabe: dívidas e mais dívidas!

quitar dívidas bancárias

Mais sobre quitar dívidas bancárias

Bom, está aí a resposta para a pergunta do início do artigo (compensa vender um bem para quitar dívidas bancárias?), mas, como o assunto é bom, vamos continuar.

Nós selecionamos mais alguns tópicos, que também são dúvidas de nossos leitores, para falar sobre o mesmo assunto (quitar dívidas bancárias).

Os tópicos que seguem são os seguintes:

  • Acabar com as dívidas é uma escolha?
  • Por que acabar com as dívidas?
  • As dívidas são problemas reais?
  • Como quitar dívidas bancárias – passo a passo!
  • Canal do Youtube ensina a quitar as dívidas – conheça.

Leia cada um deles com bastante atenção – isso é importante para você entender como uma dívida, por menor que seja, pode influenciar na sua vida de forma negativa.

Acabar com a dívida é uma escolha?

A primeira questão a ser entendida é a responsabilidade que um devedor assume.

Quando você solicita crédito, você não é obrigado a pagar por esse crédito.

É isso mesmo que você entendeu: quem pede dinheiro no banco não é obrigado a pagar essa sua dívida.

A responsabilidade em uma operação de crédito está para quem concede o dinheiro, ou seja, o financiador, a financeira, o banco, o parente que emprestou o dinheiro e a pessoa responsável por fazer a avaliação.

Assim, a avaliação é feita da seguinte forma: alguém vai observar e analisar se aquele credor tem condição e honestidade para honrar com o compromisso.

Isso tem a ver com a relação de crédito, é uma relação de confiança.

Por isso, que está devendo não deve ser considerado um criminoso ou alguém que falta com a sociedade.

O problema de ficar com dívidas em haver

Porém, mesmo não sendo um criminoso ou alguém em falta com a sociedade, a pessoa que não honra seus compromissos, não vai conseguir assumir novas dívidas no futuro.

Esse é o principal problema de não honrar com as dívidas.

E é algo que tem que ser de vontade das pessoas.

Por mais que existam possibilidades de deixar isso de lado, não costuma valer a pena.

Aliás, vamos criar mais um subtópico importante aqui…

Dívidas bancárias caducam?

Essa é uma duvida muito comum também na vida de muitas pessoas.

E aí, será que as dívidas bancárias caducam?

Algumas pessoas dizem que após 5 anos de dívidas, a pessoa fica com nome limpo novamente (como se nada tivesse acontecido).

Mas, sejamos sinceros: isso não existe, não é verdade!

Na prática, quando você tem que assumir a responsabilidade de pagar uma dívida e já não tem como vender aquilo que você comprou que resultou nessa dívida, você tem que agir sobre outros itens do seu orçamento.

O fato é que a dívida não caduca e a solução, portanto é: você se desfazer de alguma coisa para criar o caixa necessário e honrar a dívida.

Por quê?

Porque antes você não fez isso e usou recursos que não eram seus, eram de terceiros (bancos, financeiras) e acabou se dando mal. Então, agora, faça diferente.

A melhor recomendação é: ou vender um automóvel e trocar por um mais barato ou vender algum eletrodoméstico, se desfazer de coisas.

Também tem a opção de trabalhar horas extras, ou seja, fazer aquele esforço adicional que precisa ser feito para que você tenha o caixa necessário para liquidar a sua dívida!

Você pode perder o seu bem físico, seu carro; mas, note que o compromisso é a sua dúvida, pelo qual você será cobrado eternamente.

E, além disso, você perderá oportunidades de obter outras formas de crédito ou pagará muito mais caro por outras formas de crédito por ter um histórico de não honrar com os compromissos assumidos.

Basicamente, comprou alguma coisa, não conseguiu pagar essa coisa não existe mais, outras coisas serão vendidas para que o compromisso seja atendido.

Por que acabar com as dívidas?

Se você tem alguma dívida, fique calmo porque você não é o único! No Brasil, hoje são mais de 60 milhões de endividados…

Para todos eles, a indicação é uma só: acertar o débito. Isso é possível a partir de uma negociação.

Essa negociação de dívida é importante e pode ser benéfica para os devedores e os consumidores – no fim, todos saem ganhando!

Tudo começa quando a empresa se dispõe a conhecer as razões do cliente que está em atraso – isso abre uma brecha para uma negociação que tem a ideia de viabilizar o crédito.

Listamos alguns pontos que provam a essa atitude pode mudar a sua vida!

Evita novos prejuízos

Quando não há negociação, os negócios tendem a ficar cada vez mais baixos. E os prejuízos tendem a aumentar, criando novas dívidas, novos prejuízos.

É preciso entender que toda dívida gera juros negativos, ou seja, o devedor fica pagando juros a ponto de nunca conseguir terminar esse débito – ao menos, é o que parece.

O único que ganha com isso é o banco ou quem emprestou o dinheiro para o devedor.

Com a dívida, o consumidor perde, não tenha dúvidas. E um dos primeiros resultados negativos é o nome negativo nos órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa.

Do outro lado, a empresa perde porque não recebe o valor emprestado.

O cuidado é essencial porque quando a dívida vai para a esfera judicial, os gastos tornam-se ainda maiores, com possíveis perdas materiais.

Abri um leque de novas oportunidades

Ao conseguir negociar dívidas, a empresa oferece mais chances ao cliente, que pode ficar fidelizado a instituição por mais tempo e conseguir novos créditos ou serviços.

Uma negociação bem sucedida traz resultados diretos e imediatos.

Ao conseguir quitar os seus débitos, o consumidor traz ao mercado uma nova imagem, que transmite a mensagem de crédito e de possíveis relacionamentos com outras empresas.

Quais cuidados ao renegociar uma dívida?

Ione Amorim é economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Ela diz que por não haver regulamentação que trate especialmente do assunto, as políticas de renegociação ficam por conta dos bancos, que abusam de tais documentos e regras.

Portanto, é preciso muito alerta para que o consumidor não caia em armadilhas e piore sua situação financeira na hora de quitar as parcelas.

As cobranças arbitrárias são as questões mais reclamadas:

“Há abusividade. Os bancos estão impondo regras sem levar em consideração as rendas dos clientes e os valores que já foram pagos”, diz Ione.

“Eles incluem dívidas que estão sendo quitadas e ainda induzem as pessoas que estão em dia, mas com dificuldades em fazer o pagamento, a atrasar e pagar mais juros, pois as instituições só fazem a renegociação em caso de alguma inadimplência”, ponderou.

A opinião é compartilhada por Miguel Ribeiro, que é da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

O especialista diz que o consumidor só tem que fazer o acordo se as condições forem benéficas para ele.

“Se verificar que a prestação vai ficar acima da capacidade de pagamento, o ideal é recusar e fazer uma contraproposta. Ninguém é obrigado a aceitar nada – nem consumidor nem o banco”, conta.

Com as atuais fases críticas da economia, os bancos tem aceitado ceder um pouco mais com a finalidade de receber parte do dinheiro.

As dívidas são problemas reais

Muita gente acha que os problemas de suas vidas são as dívidas, mas dívidas não deveria ser um problema.

Dívidas são uma dádiva, na verdade.

Nada melhor que contar com dinheiro dos outros quando acaba o seu.

Ter dívidas significa que você está contando com o dinheiro de alguém para manter um padrão de vida que não caberia somente em seu bolso.

Então, teoricamente, é algo positivo.

O problema começa acontecer quando as dívidas não são pagáveis ou quando elas são impagáveis e não cabem no orçamento.

Que é o que acontece quando eles são contraídas por falta de planejamento ou quando elas fogem do controle…

Aquelas contas criam efeito bola de neve e quitar dívidas bancárias torna-se um obsessão, um infortúnio, um grande problema.

Dívidas ou crédito sempre serão positivos quando, primeiro, estão construindo renda.

Como assim?

Eu posso contrair uma dívida para comprar um equipamento que eu vou usar no meu trabalho, para comprar um veículo que vai me levar para um trabalho que me dê um salário, que vai permitir montar um negócio…

Quando estou criando renda com a dívida que é contraída, eu estou agregando valor à minha vida.

Então, aquele custo de dívida se paga com a renda que vem a mais.

Outra opção é quando a dívida preserva algum tipo de planejamento.

Entenda…

Digamos que eu esteja poupando dinheiro regularmente para a faculdade do meu filho, para o intercâmbio, para um projeto futuro, para minha aposentadoria, para não deixar de contribuir regularmente com um projeto que é muito importante…

Aconteceu um imprevisto, eu recorro ou ao cheque especial, ao empréstimo, em recurso que me ajude a manter o equilíbrio.

É ruim? É mais caro.

O quanto você gasta com esse crédito, o quanto você paga de juros, é o custo da falha que você cometeu no seu planejamento.

Então, não se deve evitar determinante qualquer tipo de dívida.

O importante é ter a consciência do porquê você está recorrendo à ela.

Quando essa dívida acontece por falha no planejamento, quando ela custa caro (empréstimo pessoal, cheque especial), é importante reagir rapidamente.

Você não deve conviver com a sua dívida.

E como se faz?

No caso, uma opção que eu tenho, se eu me vejo no vermelho, se acontecer um imprevisto e de repente eu vejo que está faltando recurso na conta, eu vou tentar vender alguma coisa que eu tenho em casa.

Já falamos disso, né.

Vou entrar num desses mercados virtuais, mercado de segunda mão, para me desfazer de algo que eu tenha que possa virar dinheiro e quitar minha dívida.

Ou vou tentar substituir essa dívida por outra mais inteligente.

Uma dívida por outra?

Então, eu posso conviver com cheque especial, conviver com empréstimo por alguns dias, mas eu vejo que algo é recorrente, eu posso, de repente, financiar o meu veículo

Ou eu posso tomar o empréstimo um pouco mais organizado, disciplinado, com prestações que caibam no meu bolso, para que eu elimine essa dívida mais cara e tenha prestações futuras melhor no meu orçamento.

Você pega um novo empréstimo por outro. Sim, isso existe.

É o refinanciamento, do qual já falamos acima.

O importante é entender que o custo do crédito é o custo ou da falta de planejamento ou o custo da oportunidade que eu estou dando de ter algo melhor na minha vida.

Se você usa com inteligência os recursos, as alternativas que você tem de crédito, dívidas serão sempre uma alavanca para aumentar sua riqueza e viver melhor.

Então, com aquela loucura de não contrair dívida alguma, de sempre poupar ou não contrair nenhum tipo de obrigação.

Se você tem um bom planejamento financeiro, você gasta bem o seu dinheiro, você consome bem, você tem bons planos para o futuro.

Imprevistos sempre vão acontecer.

É para os imprevistos que o crédito pode ser muito útil e pode ajudar a sua vida.

Utilizadas com inteligências, dívidas sempre serão uma alavanca para você possa aumentar sua riqueza e viver melhor.

Então se você tem um planejamento financeiro, para que você gaste bem o seu dinheiro, se você tem planos para o futuro, aconteceu um imprevisto, conte com recursos de terceiros para manter seu equilíbrio.

Tenha consciência dessa dívida e livre-se dela o quanto antes ou substitua por algo melhor.

Como quitar dívidas bancárias – passo a passo!

A ideia aqui é bastante simples: sintetizar tudo que foi dito neste artigo.

Confira cada um dos itens e memorize-os – eles são importantes para você conseguir quitar dívidas com os bancos ou qualquer outro credor.

Anotar tudo

Esse é um hábito que precisa ser criado a partir de hoje.

As pessoas não costumam anotar os gastos simplesmente porque acham que vão se lembrar de todos eles no final do mês, mas isso realmente não acontece.

Ninguém tem uma memória infalível assim.

É só a partir disso que será possível reconhecer quanto é possível economizar e para onde está indo o dinheiro.

Lembre-se: uma vida financeira equilibrada é tudo que você precisa em 2018.

Se você não sabe o quanto gasta e o quanto ganha, vai ser muito difícil encontrar formas de quitar dívidas.

Uma ideia é usar a técnica dos envelopes, já citada aqui no blog, ou usar aplicativos de celular ou ainda as planilhas de excel de gatos mensais.

Essas técnicas ajudam durante a organização das finanças durante toda a vida.

Poupar dinheiro

Poupar dinheiro é outro hábito que tem a ver com quitar as dívidas.

Oras, se você for fazer um empréstimo para quitar as dívidas que tem juros maiores, ainda assim terá que ter dinheiro para pagar essas novas parcelas, não é?

Então, você tem que poupar dinheiro para isso.

Entenda que mesmo quando estamos endividados precisamos poupar dinheiro.

A dica é criar uma meta para essa poupança – neste ano, vou poupar 5 mil reais. É um bom valor para quem está começando.

Portanto, todos os meses, você deposita 500 reais na sua poupança e pronto, a mágica está feita.

Com uma reserva lá, sua vida fica mais dinâmica e os débitos deixam de existir.

Negociar as compras

Outro passo é sobre negociar as compras para quaisquer produtos que sejam – do sorvete no restaurante à máquina de lavar na loja do shopping.

Entenda que tudo é negociável.

Isso tem a ver, por exemplo, com a forma de pagamento.

Se você conseguiu poupar dinheiro durante algum tempo vai ter mais chance de comprar itens indispensáveis por valores mais justos (os descontos chegam a ultrapassar os 20%, em alguns casos).

Isso tem a ver com não apenas quitar dívidas, mas evitar as futuras dívidas. Lembra que falamos disso no início do texto?

Então, é o seguinte: se você se endividou porque usou muito o limite do cartão de crédito, agora, a regra é evitar esse uso.

Opte por outras formas de pagamento, como o pagamento a vista (esse é o melhor de todos, vale dizer).

Observe que ainda que você precise de algum produto, quem tem que vender é a loja e você não tem que se “arreganhar” para conseguir efetuar a transação.

Tenha dinheiro e mãos e consiga negociar todas as suas NECESSÁRIAS compras.

Exponha seu objetivo

Muitas pessoas optam por não compartilhar com outras os seus objetivos, mas isso é um erro.

A orientação dos analistas e psicólogos é compartilhar os ideias com as pessoas de confiança e isso vai te ajudar a conseguir chegar mais facilmente ao seu objetivo.

Se o seu objetivo é quitar dívidas, então, informa a esposa, os filhos, os pais.

Com certeza, além de tudo, eles vão colaborar com você e começar a remar na mesma direção que você.

Pesquisas indicam que a falta de diálogo é o que mais causa problemas em uma família. Isso tem a ver com o dinheiro também.

Não tenha vergonha de se expor e compartilhar ideias.

Nunca deixe de aprender

Dedique uma parte do seu dia a aprender algo novo. Especialmente sobre as finanças.

O aprendizado é o que pode nos levar ao sucesso.

Como falamos: se o seu cartão te fez juntar muitas dívidas, então, pare de usar. Se o seu limite cobra muito juros, não use. Comece a fazer coisas que realmente te beneficiem e nada mais.

Quer ver um assunto muito polêmico? Emprestar dinheiro para parentes!

Se você tem esse hábito, saiba que dificilmente vai conseguir se livrar das dívidas.

É sério isso. Vários estudos já provaram que muitas vezes os endividados estão nessa situação porque emprestaram dinheiro (ou cartão de crédito) para amigos e parentes.

Logo, se isso não te faz bem, não compartilhe dessa ideia. Você é livre para fazer suas escolhas!

Canal do Youtube ensina a quitar as dívidas – conheça

O problema ainda sobre com um problema que vai muito além da Crise Financeira – a falta de Educação Financeira.

As pessoas não seguem uma cartilha recomendada para quando começam a ganhar o primeiro salário – quando ganham muito, gastam muito e quando ganham pouco, acabam entrando em dívidas.

O assunto, por sinal, ainda é tabu para muitas pessoas, mulheres, famílias, jovens.

Dificilmente fala-se sobre dinheiro em rodas de conversas, mesas de bar, encontro de amigos. Isso é um erro fatal.

Na contramão, os bancos são as empresas que mais lucram todos os anos. A poupança é o investimento mais tradicional e mais usado.

Os títulos de capitalização têm grandes apostadores. O cartão de crédito é uma das formas de pagamento mais usadas.

Obviamente, é possível concluir que a falta de educação financeira gera um comportamento incorreto nos brasileiros e, não a toa, hoje são mais de 60 milhões de endividados por aqui.

Com este cenário em vista, Robinson Trovó criou uma escola de educação financeira – A Trovó Academy.

Trovó Academy no Youtube

Trovó Academy é uma instituição educacional que tem o foco voltado para o mercado financeiro– a ideia é chegar ao aprendizado de assuntos como dinheiro, finanças e investimentos financeiros que é tão raro hoje em dia.

No Youtube, o canal tem quase 30 mil inscritos que assistem vídeos periódicos sobre a educação financeira e a importância de buscar conhecimento sobre o assunto.

Com informações do Youtube

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