As 10 principais bolsas de valores do mundo – saiba tudo sobre elas

Explicando rapidamente: podemos comparar a Bolsa de Valores a um comércio que oferece plena segurança aos acionistas investidores! E existem, portanto, as principais bolsas de valores do mundo.

Assim também como para as empresas que abrem capital e oferecem seus títulos para compra.

Basicamente, é um mercado financeiro de compra e venda, sendo que não é como uma loja ou um shopping qualquer – é um lugar totalmente seguro e devidamente organizado para a realização das operações.

Outra coisa que é preciso deixar bem clara é sobre o lugar onde as ações ficam guardadas.

Para os mais experientes, essa é uma questão ultrapassada e muito bem definida da qual se tem conhecimento!

Porém, para quem pouco conhece ou ainda não sabe nada sobre ações, Bolsa de Valores, investimentos em ações, mercado financeiro de títulos, saber o que é feito das ações quando a Bolsa fecha, pode ser uma dúvida ou curiosidade…

Para oferecer mais informação sobre a garantia da segurança, veja que bem; as ações são negociadas por intermédio das Corretoras (operadoras) de Valores.

Mas elas não ficam, não guardam em seus cofres as ações que foram negociadas pela operadora durante todo o expediente.

Nada disso, as ações ficam sob a custódia da própria Bolsa, para assim garantir que tudo será mantido na mais alta preservação e segurança, tanto é que existe desde 1817 e não parou mais.

1 – New York Stock Exchange: NYSE – (Bolsa de Valores de Nova Iorque)

A Bolsa de Valores de Nova Iorque está localizada em Manhattan, Wall Street, Estados Unidos e é sem dúvidas a principal bolsa de valores do mundo. Atualmente, ela é administrada pela NYSE Euronext.

Para se ter uma ideia da grandiosidade, em 2014, havia mais de 2,4 mil empresas listadas nessa bolsa em um mercado que ultrapassava os 19,3 bilhões de dólares.

O principal índice da NYSE é o NYSE Composite Index, além do Dow Jones Industrial e Average.

A NYSE foi criada em 1792 e sempre trouxe as ações das maiores empresas dos Estados Unidos. A fundação, porém, é datada em 8 de março de 1817 – há mais de 200 anos.

Em 1978 o prédio da NYSE foi inscrito no Registro Nacional de Lugares Históricos do país americano.

Em 2006, juntou-se a Euronext e formou o 1º mercado de capitais pan-atlântico.

2 – Nasdaq Stock Market: NASDAQ

O acrônico significa National Association of Securities Dealers Automated Quotations – no português: Associação Nacional de Corretores de Títulos de Cotações Automáticas.

A Nasdaq fica no edifício Times Square número 4, em Nova Iorque, Estados Unidos. E tornou-se uma atração turística aos visitantes da cidade.

O fato é que esse mercado automatizado de ações tem mais de 2,8 mil empresas listadas. Por que ela não é a principal bolsa de valores do mundo? Justamente porque as empresas listadas são de pequeno e médio porte.

Logo, em 2014, o mercado de capitais era de “apenas” 6,9 bilhões de dólares.

Isso mantém a Nasdaq como um das principais bolsas de valores do mundo, ocupando o segundo mercado de ações em capitalização no mundo.

O proprietário da bolsa é o Nasdaq OMX Group.

Outra característica dessa bolsa é sobre reunir as principais empresas de tecnologia do mundo.

Historicamente, a 1ª sessão da Nasdaq aconteceu em 8 de fevereiro de 1971. Entre os anos de 1997 e 2000 houve um impulso de mais de 1,6 mil novas empresas, que gerou mais de 316 bilhões de dólares.

Na atualidade, foi capaz de transacionar mais de 6 bilhões de ações em um único dia.

3 – Tokyo Stock Exchange – (Bolsa de Valores de Tóquio)

Ela fica em Tóquio, no Japão e é considera a 3ª maior bolsa do mundo, logo, está entre as principia s bolsas de valores existentes no planeta.

Ao todo são mais de 2,2 mil empresas, que totalizou um capital de 4,5 trilhões de dólares em 2013.

A bolsa sofreu uma fusão em julho de 2012 com a Bolsa de Valores de Osaka, aprovada pela Japan Fair Trade Commission. O resultado foi a Japan Exchange Group, inaugurada em janeiro de 2013.

O principal índice é o Nikkei.

A história da Bolsa de Valores de Tóquio é bastante interessante, acompanhe alguns pontos…

Sendo uma das principais bolsas de valores do mundo, a Bolsa de Tóquio foi fundada em 15 de maio de 1878 sob a direção do Ministro de Finanças Okuma Shingenobu. As negociações começaram em 1º de junho de 1878.

Em 1943 ela foi unida à outras 10 bolsas de valores de grandes cidades japonesas, sendo reorganizada após o bombardeio de Nagasaki.

Curiosamente, a London Stock Exchange (LSE) está fazendo acordos com a Bolsa de Tóquio para desenvolver produtos de negociação e compartilhar tecnologia.

As 10 principais bolsas de valores do mundo – saiba tudo sobre elas

Reprodução: Google

4 – London Stock Exchange: LSE – (Bolsa de Valores de Londres)

Fica localizada em Londres, na Inglaterra e é a principal bolsa de valores do país e também do Reino Unido. Ela foi fundada em 1801 e conta com grandes companhias britânicas.

Sobre essa bolsa de valores não há muita informação disponível, o que se sabe é que a primeira Bolsa de Valores do país funcionou na Threadneedle Street, em 1773. Depois, a LSE se tornou a maior bolsa de valores do mundo. Isso até 1914.

O sistema foi todo computadorizado em 1986 e as galerias chegaram a ser fechadas após uma ameaça de bomba.

Hoje, os principais índices são o FTSE 100 Index, FTSE 250 Index e o FTSE 350 Index.

5 – Euronext (Bolsa de Valores dos Estados Unidos e da Europa)

Essa também é uma das principais bolsas de valores do mundo e tem uma história interessantíssima. Vamos por partes!

A NYSE Euronext é um grupo que une a Europa (com países como Bélgica, França, Holanda, Portugal, Reino Unido) aos Estados Unidos (com a bolsa NYSE).

Ela foi fundada em 22 de setembro de 2000. 2 anos depois o grupo se alargou com a entrada da BVLP e da LIFFE. E foi em 2006 que se uniu, de vez, com a NYSE.

A Euronext é o 1º mercado de bolsa de valores pan-atlântico e um dos maiores no mundo. Foi criado a partir da fusão das bolsas de Paris, Bruxelas, Amsterdã, a BVLP e a Bolsa de Londres. Além da NYSE.

Ah, a Euronext se juntou a AMEX (American Stock Exchange) também. Em uma transação que ficou em 260 milhões de dólares.

6 – Shangai Stock Exchange: SSE – (Bolsa de Valores de Xangai)

Foi fundada em 1990 e entrou em operação em 19 de dezembro do mesmo ano na China. Na verdade, não há muitas informações sobre essa bolsa de valores.

Hoje ela é governada pela China Securities Regulatory Commission (CSRC). Tudo está baseado no desenvolvimento do princípio de legislação, supervisão, regulação e padronização dos mercados asiáticos.

O principal índice da Bolsa de Xangai é o SSE 180.

7 – Hong Kong Stock Exchange – (Bolsa de Valores de Hong Kong)

Essa é a maior bolsa de valores da China, mas não há muitas informações sobre ela.

8 – Toronto Stock Exchange: TSX – (Bolsa de Valores de Toronto)

É a maior bolsa de valores do Canadá e uma das principais bolsas de valores do mundo. No segmento americano, é a 2ª maior.

Anualmente, a movimentação é de mais de 1,62 trilhão de dólares.

9 – Frankfurt Stock Exchange – (Bolsa de Valores de Frankfurt)

Em alemão, Frankfurter Wertpapierborse é a maior bolsa de valores da Alemanha e considerada uma das mais eficientes e principais bolsas do mundo. Ela fica em Frankfurt am Main, do grupo Deutsche Borse.

A capitalização no mercado equivale a 17 trilhões de dólares, ao menos conforme dados de 2015. Essa bolsa detém também 90% do volume de negócios do seu país.

O principal índice é o DAX-30, com base no Xetra.

Historicamente, a origem da bolsa aconteceu no século IX, mas parou até 1949. Portanto, a fundação conta com mais de 400 anos.

10 – Australian Securities Exchange: ASX – (Bolsa de Valores da Austrália)

É uma bolsa localizada em Sydney, na Austrália e é a maior da Oceania. Acredita-se que foi criada em 1987.

E a BM&FBovespa – Bolsa de Valores do Brasil?

A Bolsa de Valores do Brasil também está entre as principais bolsas de valores do mundo… Mas não entre as 10 primeiras colocadas.

Para inicio de conversa a BM&FBovespa não existe mais. Agora, o novo nome é B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) e ela é a principal bolsa de valores do Brasil.

Ela fica em São Paulo e surgiu da fusão da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa) com a Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (Cetip S.A.).

Com a fusão, aí sim, a B3 cresce entre as principais bolsas de valores do mundo – e passa a ocupar a 5ª posição, com um patrimônio de 13 bilhões de dólares.

Historicamente, a criação da BM&F é de 1917 e a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) é de 1890. Ambas se uniram e formaram a BM&FBovespa, em 2008. Agora, falamos em B3.

A B3 está ligada a todas as bolsas de valores do Brasil, como a BVRJ (Bolsa de Valores do Rio de Janeiro).

O indicador continua sendo o Ibovespa. Mas há outros índices bastante usados por aqui, como:

  • IBOV,
  • IBrX10,
  • IBrA,
  • ICO2,
  • ISE,
  • ITEL,
  • IEE,
  • INDX,
  • IMAT, e outros.

Veja quais são os primeiros resultados da bolsa de valores do Brasil.

Os Primeiros Resultados da B3

B3 é a Nova Bolsa de Valores do Brasil e foi formada a partir da fusão da Cetip com a BM&FBovespa. No entanto, ao que tudo indica, os primeiros resultados não foram os melhores e nem os mais apresentáveis. Separamos os principais, acompanhe!

As despesas por conta da fusão continuam impactando o resultado da B3 ao longo do tempo, porém, conforme analistas, as sinergias já começaram a ser capturadas disse o diretor de Relações com Investidores, Rogério Santana.

O executivo comentou que a meta da empresa é obter sinergias de 100 milhões de reais a partir do 3º ano da fusão.

Santana disse também que as despesas seguem em linha com o orçamento divulgado em maio ao mercado – na estimativa de 420 milhões de reais, conforme o documento demonstrativo financeiro da empresa.

Para o próximo ano, a previsão de gastos é de 20 milhões de reais.

Para piorar a situação, nos últimos dias a B3 sofreu quatro baixas de diretores, conforme noticiado pelo jornal O Estado de São Paulo.

Entre eles, Mauro Negrete, que era o Diretor Executivo de Tecnologia de Informação da Cetip; Simone Acioli, que era Diretora Executiva de Operações; e Cristina Pereira, Diretora Comercial e de Desenvolvimento de Empresas.

Além deles, Roberto Dagnoni, Vice-Presidente Executivo da Área de Financiamento da Companhia, que também deixou a companhia anteriormente.

Já em termos de Lucros, a B3 teve um lucro líquido atribuível aos acionistas de 163,315 milhões de reais no segundo trimestre do ano, ante o prejuízo de 114 milhões de reais registrado no mesmo período de 2016.

Esse é o 1º trimestre completo após o início da integração de BM&FBovespa e Cetip.

“Atualmente, nossa prioridade é integração dos negócios da BM&FBovespa e da Cetip em uma única empresa, a B3. No segundo trimestre, nós concluímos a incorporação da Cetip e avançamos em diversas frentes do processo de integração, que incluem, entre outras, relacionamento com clientes, RH e TI”, disse o documento da B3.

Receita Líquida da B3 no intervalo de abril a junho deste ano foi de 970,9 milhões de reais, aumento de 8,8% ante o observado no mesmo período do ano passado e crescimento de 3,2% ante o intervalo do período anterior.

A B3 voltou a publicar também o Ebitda, que é o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. No todo, esse valor foi para 530,2 milhões de reais no segundo trimestre do ano, o que representou uma queda de 3,6% ante o ano passado.

Acerca dos resultados e ainda falando da sinergias, Daniel Sonder, que é Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores da B3, afirmou que não há detalhes a serem acrescentados, sendo que isso será feito no final do ano.

“Esse é um processo que afeta muitas pessoas e as decisões estão em curso na empresa. No fim do ano daremos um status de como foi a sinergia em 2017”, destacou Sonder.

O executivo disse que há um time formado na B3 que está coordenando os esforços de integração. “Esse grupo está olhando 30 projetos e em um curto espaço de tempo estamos tendo muito progresso”, disse.

As 10 principais bolsas de valores do mundo – saiba tudo sobre elas

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Curiosidade – Bolsa de Valores de Lima (PERU)

De acordo com levantamento da Economatica, feito a pedido da Exame, a melhor bolsa da América Latina e que registrou o melhor desempenho em 2016 foi a BVL (Bolsa de Valores de Lima).

A Bolsa foi fundada em 1860 e logo no início, mesmo sem ter uma única ação sobre os preços nominais, conseguiu suportar uma grande crise inflacionária que gerou a depressão dos mercados.

O principal índice da bolsa peruana, desde janeiro, acumulou ganhos de mais de 57%, puxado pelo aumento do preço das commodities e da melhora de setores como o da construção. Em segundo lugar, aparece a Argentina com ganhos de quase 47%.

Entre todas as bolsas da América Latina, a Bovespa é a que ostenta o maior valor.

Se for somado o valor de mercado de todas as empresas que negociaram ações em 2016 na bolsa brasileira, a cifra chegará aos 680,9 bilhões de dólares.

O montante é praticamente o mesmo da soma do valor das companhias que negociam na bolsa mexicana, chilena e colombiana.

É no Brasil também há mais empresas negociando ações. Em 2016, 315 companhias tiveram papéis negociados, ao menos uma vez. Depois, aparece o Chile, com 187 empresas; o México, com 134; o Peru, com 108; a Argentina, com 74 e a Colômbia, com 45.

As ações europeias recuaram de uma máxima de 11 meses na quarta-feira (14), com o papel da Actelion, da Suíça, caindo após a empresa de saúde americana Johnson & Johnson (JNJB34) encerrar as discussões sobre um possível acordo com a maior empresa de biotecnologia da Europa.

A J&J disse em novembro que estava em negociações preliminares sobre uma aquisição da Actelion, então avaliada em cerca de 20 bilhões de dólares.

Fontes disseram que a Actelion estava agora em conversações com a farmacêutica francesa Sanofi para um acordo. As ações da Sanofi caíram 2,6 por cento.

O pan-europeu STOXX 600 terminou em baixa de 0,5 por cento, com os setores de saúde e de consumo entre as maiores baixas do índice. O índice FTSEurofirst 300 fechou em queda de 0,47 por cento, a 1.406 pontos.

Os investidores também aguardavam a reunião de política monetária do Federal Reserve, banco central norte-americano, em busca de sinalizações sobre a direção de curto prazo do mercado.

Os investidores esperam um aumento de 0,25 ponto percentual nos juros, e duas altas no próximo ano. Qualquer sinalização de que o Fed pode se mover mais agressivamente pode afetar vários mercados.

Confira algumas formas de investir na bolsa de valores

Antes de entrar na bolsa de valores ou se você já tem o hábito de investir na bolsa de valores, saiba que existem outras opções além da compra direta, confira!

Compra Direta de Ações 

É onde o próprio investidor escolhe as ações que vai comprar, de modo que os ganhos ou perdas não são divididos com ninguém. É um investimento que pode gerar dividendo.

Fundo de Índices (ETFs) 

Exchange Traded Funds (ETF) buscam retorno conforme índices. É indicado para quem não tem muito dinheiro para investir na bolsa de valores, já que são valores mínimos de 200 reais, por exemplo. É muito usado para diversificar investimentos.

Clube de Investimentos 

São pessoas que se unem para investir na bolsa de valorese os ganhos/perdas são divididos entre os participantes de forma proporcional. Normalmente, as corretoras de investimentos têm clubes de investimentos para indicar ao acionista.

Fundos de Investimentos 

O investidor pode comprar cotas de um fundo de ações, que, na maior parte das vezes, é administrado por uma corretora independente ou por um banco.

O que analisar na hora de comprar uma Ação

Estar bem informado é o primeiro passo para não perder dinheiro na bolsa de valores. Logo, acompanhar o mercado é fundamental. Sabe a queda de juros que tanto se fala atualmente, pois é, ela é super importante.

No que se refere à aplicar dinheiro na Bolsa de Valores, as pessoas tendem a acreditar que basta comprar ações de uma grande empresa que o lucro virá, mas não é bem assim…

Selecionamos alguns dos erros mais comuns cometidos pelos investidores iniciantes.

A maior parte das pessoas quer sair da poupança e ir direto para a Renda Variável. Mas, sinceramente, esse não é o ideal. O mais correto, conforme especialistas, é fazer uma passagem pela Renda Fixa, onde é possível analisar os custos da taxa de administração, do Imposto de Renda e a rentabilidade final do produto.

Outro erro é não levar em conta que todo investidor poderá perder dinheiro em alguns dias, mas o mais importante é levar em conta que é em alguns momentos as ações vão desvalorizar, logo, faz parte do jogo.

Por fim, é preciso analisar também os custos, que são bem diferentes da Renda Fixa, já que existem diferenças, como limites para operar e taxas de corretagem.

Além disso tudo, é fundamentalmente importante ter um planejamento comprovado e didático para mostrar se é possível começar a investir ou não.

Portanto, mesmo que você tenha o dinheiro disponível, mas não tenha conhecimento, o recomendável é buscar esse aprendizado, se não, pode por tudo a perder.

Fonte: Wikipédia