O patrimônio do Richard Rytenband fica em uma carteira muito arriscada

O nome pode parecer estranho para você. Mas, saiba que ele é economista, professor, comunicador, empreendedor e palestrante. Ele acompanha a oscilação da bolsa por influência do pai. Talvez por isso, o patrimônio do Richard Rytenband fica em uma carteira agressiva.

Atualmente, ele é conhecido por ser o CEO da Convex Research, uma empresa de análise econômica e financeira. Ela tem como principal portfólio o relatório da Cripto Fragility Model e da Visa Ações. Porém, o texto de hoje é para falar do Richard.

A ideia da carteira arriscada tem a ver com o fato de que ele investe 50% de todo seu patrimônio em negócios reais. Ou seja, ele tem como objetivo gerar negócios em vários setores, como na educação, na tecnologia, em eventos, etc.

Por isso, parece não haver dúvidas de que, para ele, uma forma de garantir um futuro tranquilo e rico é justamente atuando no empreendedorismo. Ah, por curiosidade, saiba que a lista dos homens mais ricos do mundo, conforme anúncio da Forbes, é de empreendedores.

A carteira de investimentos do Richard

Para saber mais sobre a gestão do patrimônio do Richard Rytenband, a primeira coisa é a gente identificar os ativos que ele tem na carteira. Inclusive, isso não é curiosidade para ninguém. Afinal, o Richard falou disso em uma entrevista que está no Youtube.

Bom, a montagem da carteira dele é simples: 50% vai para o empreendedorismo, isso dá metade do todo, né. Depois, vem 25% em ações, o que consome a 2ª maior parte. Em seguida, temos 10% para renda fixa e outros 10% para imóveis ou FIIs. E 5% para ouro e criptomoedas.

Inclusive, se você não acha que essa é uma carteira variada, saiba que o Rytenband, esnoba disso: “eu sou o meu próprio fundo multimercado”. Uma curiosidade vem das ações: 1% de todas é para a área de seguros. E tem ainda as opções de venda em índices como do S&P500.

Já do lado da renda fixa, saiba que o mega investidor tem títulos do Tesouro apenas na carteira. Só que dentro do Tesouro, Richard faz uma espécie de especulação. A gente vai falar disso no próximo ponto.

A especulação do Tesouro

O patrimônio do Richard Rytenband tem 10% de destino para o Tesouro Direto. Assim, ele comenta que também faz especulação sobre esses títulos públicos. Ou seja, quando ele acha que a Selic está no topo, ele compra o Tesouro Prefixado.

patrimônio do Richard Rytenband

No entanto, quando acha que ela terá um ciclo de queda, então, ele começa a vender os títulos prefixados, à medida em que vão se valorizando. Se você não conhecia ainda, saiba que isso tem até nome: efeito gangorra. E a explicação é simples:

  • Quando a Selic cai o Tesouro Prefixado sobre. Quando a Selic sobre, o Prefixado cai.

Ah, e para terminar essa especulação, quando ele acha que a Selic chegou ao menor valor, então, ele compra os títulos do Tesouro Selic, para que ela acompanhe a possível subida da Selic. Mas, atenção: isso é uma especulação, ok?

E essa mesma estratégia ele usa para os títulos do Tesouro IPCA+, que é para o longo prazo. A ideia é que ele é mais sensível ao mercado. Assim, o efeito gangorra pode gerar mais oportunidade de compra.

O que mais saber dos investimentos do Richard?

Bem, como falamos acima, o patrimônio do Richard Rytenband é dividido entre empreendedorismo e investimentos. De todo modo, isso foi falado em uma entrevista ao canal do Primo Rico, do Thiago Nigro. Sendo assim, a gente encontrou o vídeo, veja abaixo:

O vídeo tem menos de 20 minutos e foi assistido milhares de vezes. A publicação é de 2018 e fecha um ciclo de entrevistas com personalidades financeiras que o canal fez. Inclusive, ao citar as criptomoedas preferidas, ele fala sobre Bitcoin e Ethereum, por exemplo.

Curiosamente, o mais legal é ver os comentários. Lá, as pessoas comentam sobre o sucesso nas “especulações” feita por Richard. Veja apenas um dos comentários: “Richard acertou absolutamente tudo para esse ano. Imóveis, ouro. Tudo”.

Onde investem outros educadores financeiros?

Para terminar o texto, a gente tem aqui uma curiosidade. Aliás, não é bem uma curiosidade. Mas, sim um tópico extra, uma espécie de bônus. Saiba que durante os últimos dias, a gente fez uma série de artigos citando os investimentos de educadores financeiros famosos.

Por exemplo, a gente mostrou onde as figuras ligadas ao BTG Pactual investem, como é o caso da Mirna Borges e do André Bona. Depois, falamos também sobre a carteira da famosa Nathalia Arcuri e da sua concorrente número 1, a Júlia Mendonça.

Ainda citamos as carteiras do Felipe Miranda, que é da Empiricus e do Bruno Perini, que é um ex-militar que se tornou milionário nos investimentos. E também tivemos um material da Maiara Xavier, que tem carteira arrojada e do Rafael Seabra, que é mais moderado.

Todas as matérias estão no nosso site e foram as últimas publicadas antes do texto que você leu agora.