15 detalhes para organizar as finanças pessoais mesmo ganhando pouco

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Você não precisa parar de beber café para ficar rico – e nem precisa deixar de se divertir para conseguir alcançar objetivos financeiros maiores. Mas, conseguir controlar as finanças pessoais pode fazer toda a diferença na sua vida pessoal.

Se o seu gasto com o café for reduzido em 3 reais ao dia, por exemplo, você pode ter uma economia anual de mais de 1 mil reais. No caso do lazer, se você optar por opções gratuitas, esse patrimônio acumulado será maior ainda.

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Isso tudo tem a ver como o que é chamado de minimalismo – calma! Esse não é um termo do mercado financeiro, mas você pode aprender sobre ele. Minimalismo é conseguir se atentar aos pequenos detalhes – e isso pode ser feito com o dinheiro também.

Portanto, neste artigo vamos falar sobre minimalismo e sobre tudo – logo, você vai aprender como controlar as finanças pessoais a partir dos pequenos detalhes… Bora?

1 – Saiba sua real situação financeira

Para organizar as finanças pessoais é preciso ter equilíbrio. Para isso, o essencial é saber qual é a sua real situação – faça uma análise sincera e coloque tudo no papel: quanto você ganha e quanto gasta.

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Confira itens como: você é devedor, tem dinheiro investido, consegue poupar, tem muitas compras parceladas?

2 – Gaste menos do que você ganha

Esse é um hábito muito simples, mas essencial para quem vai organizar as finanças pessoais.

Você nunca vai conseguir ter uma vida financeira estável se gastar mais dinheiro do que recebe – administre esses dois itens (entradas e saídas) para conseguir o equilíbrio.

Uma saída é aumentar a renda, mas outra, bem mais fácil, é diminuir os gastos.

3 – Elimine os gastos desnecessários

Fazer exercícios em casa é bem mais barato do que pagar a anuidade de uma academia, certo? E aqueles objetos que você não usa mais… Será que não podem ser vendidos ou trocados? Tudo isso são pequenas situações que podem te ajudar financeiramente.

Além disso, despesas também podem ser cortadas ou diminuídas – a recomendação é reavaliar os planos e pacotes todos os meses. Isso é simples, mas essencial.

4 – Avalie suas compras

Gastar menos tem a ver com a vida financeira equilibrada – e para isso é necessário avaliar as compras. Isso não quer dizer que nunca mais você vai poder comprar algo, mas é preciso ver a frequência com que você faz isso.

Cuidar do instinto consumista é muito complicado porque o impulso acontece por vários motivos e ainda é impulsionado pelas técnicas de marketing usadas pelas empresas.

Controle a emoção, pense no seu bolso e busque apenas o que é vital para a sua vida.

Pesquise os preços antes de comprar qualquer coisa – isso é essencial. A internet tem um número incontável de sites e lojas online que permitem as compras.

5 – Opte pelos pagamentos à vista

Organizar as finanças tem a ver com pagar à vista – por que os parcelamentos são dívidas, lembra? Então, se você não tem o dinheiro para comprar agora, espere até acumular o necessário – essa é uma recomendação de ouro.

O uso do cartão de crédito, por exemplo, nunca é aconselhável – apenas em casos emergenciais. Lembre-se que ele é um crédito, ou seja, um dinheiro que você ainda não recebeu – por isso, não deveria comprometê-lo.

6 – Crie um registro de gastos mensais

A ideia do registro de gastos é criar um orçamento financeiro que torne possível analisar todas as receitas e as despesas do mês – a partir disso, você corrige os erros e continua investindo nos acertos.

Essa é a base para um estudo mais minucioso e é essencial para quem quer organizar as finanças pessoais.

7 – Quite as suas dívidas financeiras

Quitar as dívidas tem que ser sempre uma prioridade para que os juros não corroem simultaneamente os seus recursos financeiros.

Por isso, além de anotar os gastos e listar tudo, você também deve organizar seus débitos e se possível somar tudo em um só, que tenha juros menores.

Os parcelamentos (compras a longo prazo) também são como dívidas e por isso nunca devem passar o teto de 30% do salário – da renda líquida mensal.

Também é ideal que você evite assumir novas dívidas – fuja das compras parceladas e evite os financiamentos longos.

https://youtu.be/mjgTFj_4MjM

8 – Crie uma reserva de financeira de emergência

Ter um fundo para emergências é essencial para não passar apertos caso algo aconteça – como os imprevistos com a saúde, com o trabalho ou com o carro, por exemplo.

Se você não tem dívidas, essa deve ser a sua 1ª prioridade e isso deve acontecer com investimentos financeiros com liquidez diária (invista ao menos 15% da sua renda).

Já quanto à quantia acumulada, o ideal é juntar o equivalente a 6 meses de salários – isso te ajuda a economizar dinheiro e te ajuda a evitar cair em tentações.

9 – Crie objetivos financeiros para destinar seu dinheiro

Depois de pagar as dívidas e criar uma reserva de emergência, junte dinheiro para atingir seus objetivos financeiros. Isso tem a ver com organizar as finanças pessoais porque vai te fazer não gastar dinheiro a toa ou sem necessidade.

Faça uma revisão de todo seu dinheiro e se planeje para atingir suas metas.

10 – Tenha muito planejamento financeiro

O planejamento tem a ver com o controle financeiro pessoal… Para ter tranquilidade na hora de gerenciar as finanças pessoais, comece por criar metas e definir os valores poupados.

Se planejar é saber quanto é possível gastar com cada categoria, como os itens domésticos, o lazer, a educação, o carro, entre outros.

O planejamento, por exemplo, tem a ver com uma viagem programada – que tem custos. Quanto você pode poupar por mês, por quanto tempo e qual é a sua viagem? Faça planos.

11 – Implante mudanças no seu dia a dia

Análise os seus gastos e veja onde é possível cortar ou diminuir. Você pode reduzir em vários itens e com vários serviços – o segredo é mudar hábitos e estar disposto para isso.

Economizar energia elétrica e água, por exemplo, é um bom começo e fundamental para a sustentabilidade do planeta.

12 – Pague suas contas em dia

Esse é um dos hábitos que devem ser criados justamente porque te ajuda a eliminar o pagamento de juros ou taxas extras.

A grande questão é ter organização das contas e pagar tudo antes da data do vencimento – sistematize seu salário e organize suas finanças de forma simples.

13 – Faça um pagamento a si mesmo

Isso tem a ver com o fato de você investir dinheiro.

Os especialistas recomendam que toda pessoa deve ter uma reserva financeira ou investir dinheiro para aumentar o patrimônio – e fazer isso tem a ver com os investimentos financeiros.

O problema é que normalmente as pessoas deixam isso para o fim do mês – que é quando não sobra dinheiro. O ideal é fazer o contrário – se pagar logo no começo.

14 – Aumente os seus ganhos – tenha uma renda extra

“Apensar ganhar mais não aumentará a sua renda porque é o estilo de vida e as despesas que vão mandar”, diz um artigo do Business Insider.

Dessa forma, o ideal é diversificar os fluxos de renda através de um 2º trabalho em tempo parcial ou criando oportunidades de investimento.

15 – Pense em uma aposentadoria confortável

Independente da sua idade, você pode ter uma aposentadoria confortável sem ter que depender do governo – isso te ajuda a organizar as finanças pessoais porque te fará não precisar pedir empréstimos ou pagar juros.

“Infelizmente, quanto mais tarde você começar, mais você vai ter de poupar no final da vida. Mas quanto mais cedo você iniciar sua poupança, poderá manter a aplicação ou até diminuí-la ao longo dos anos”.

Por que organizar as finanças pessoais é importante?

Esses atos minimalistas é uma forma de investir seu tempo e seu dinheiro da forma certa.

Uma das vantagens é a diminuição do estresse financeiro, que diminui também as dívidas. O hábito financeiro de estar sempre atento ao dinheiro te faz ter uma perspectiva melhor do valor das coisas e dos seus próprios gastos.

Até sua saúde emocional pode ser beneficiada – já que a maior parte das compras tem a ver com a ansiedade das pessoas, que atuam no cérebro e gera transtornos.

Organizar as finanças pessoais é como conseguir prever os imprevistos e estar preparado para eles. Você começa a considerar o que realmente importa para a sua vida e passa a tomar decisões mais inteligentes para atingir os seus desejos de vida.

Se você quer comprar a casa própria, trocar de carro ou fazer uma faculdade começar sendo minimalista é uma boa indicação para o seu preparo financeiro.

Como organizar as finanças pessoais pode te fazer ficar rico?

Muitas pessoas acreditam que para ficar rico é preciso ter muito dinheiro ou muita sorte. Mas não… Claro que você pode até ter uma boa herança de família, ser um empreendedor de sucesso, casar-se com uma pessoa rica ou ainda ganhar na loteria.

Mas isso não é ganhar dinheiro com eficiência e Inteligência.

Uma pessoa pode muito bem ficar rica apenas controlando suas finanças pessoais – e investindo dinheiro periodicamente nas opções certas.

Isso é o que os especialistas gostam de chamar de “educação financeira”.

Se você seguir os passos ditos acima, é muito provável que ao longo do tempo você estará rico mesmo que ganhe pouco dinheiro todos os meses.

Outro ponto principal é conseguir gerir bem os recursos investidos, buscando uma melhor rentabilidade financeira – no começo, deixar tudo no piloto automático é uma boa, mas depois não. Se você adquirir conhecimento, você pode optar por opções mais rentáveis.

O importante, porém, é começar! Saia da sua zona de conforto, quite as dividas e comece a se pagar todos os meses alguma quantia – nem que seja apenas 10% do seu salário.

15 detalhes para organizar as finanças pessoais mesmo ganhando pouco
Reprodução: Google

O seu Comportamento é que fará a sua Riqueza

Estamos no final do artigo já, pessoal. Mas, não podemos terminar sem antes falar da importância do seu comportamento frente ao seu sucesso financeiro! Isso porque notamos que muitas pessoas justificam tais fracassos culpando os pais ou a educação que tiveram.

A justificativa maior é que: “O meu pai fazia isso, por isso, eu faço também”.

O que temos para comentar sobre isso é que… Os tempos mudaram. E nem tudo o que era certo fazer, é o certo a se fazer hoje!

Vamos te dar um exemplo muito simples: há algum tempo atrás, construir vários imóveis para depois alugar era sinônimo de riqueza e de pessoa bem-sucedida! Assim, a pessoa poderia viver apenas com a renda daquele negócio.

Hoje, não é assim! Hoje, basta notar, temos uma grande oferta de imóveis pelo Brasil todo. E, somado à isso, uma oscilação de preços, de valores, de opções, de concorrentes, de inquilinos.

O que, no fim das contas, nos gera um grande problema. A resposta é curta e grossa: hoje, investir em imóveis não é um bom negócio.

Sobre esse assunto, fizemos nessa semana uma matéria completa. Simulamos, inclusive, valores reais! Supomos um valor e, em cima dele, fizemos uma conta para mostrar o quanto você pode lucrar no mercado financeiro e o quanto vai lucrar se comprar imóveis.

Para você ter uma ideia: no investimento financeiro, você pode faturar 1 milhão de reais em apenas 10 anos, coisa que, infelizmente, não ocorrerá no caso do imóvel.

Agora, voltando ao assunto dos pais, precisamos ter a consciência que já somos adultos e lidamos com as nossas próprias características, tanto físicas quanto psíquicas!

Mas, o que importa mesmo é que temos uma caixa de ferramentas para trabalhar!

E, essa caixa é sua. E só sua, então, nada muda se ficarmos apenas colocando a culpa em outras pessoas.

Precisamos refletir e detectar os problemas. Depois, buscar as melhores soluções, que vão estar dentro dessa caixa de ferramentas.

Sendo humanos, temos a grande vantagem de poder mudar os nossos hábitos e obter, com isso, melhores resultados.

Até é compreensível que joguemos a culpa na nossa cultura, afinal, quem viveu ao longo dos anos de 1950 a 1990 sabe muito que passamos por um período de inflação, na qual era preferível consumir a poupar.

No entanto, a partir de 1994, com o Plano Real, os preços ficaram estáveis e as condições econômicas melhoraram. O resultado foi a expansão do crédito e o aumento do consumo.

A partir de então, não há mais motivos, ao menos culturais, para não poupar dinheiro. Mesmo porque, quando o assunto é consumo, além da enxurrada de propagandas e publicidades que recebemos, ainda tem o alto valor dos impostos do governo.

E as taxas bancárias? Bem, a época do consumo exacerbado já passou, não tenham dúvidas. Em suma, o importante é economizar dinheiro.

Aplicativos para organizar as finanças pessoais

“Sempre ajuda ter uma forma de fazer um diagnóstico das suas despesas. A decisão da compra está ligada ao comportamento mais emocional do que planejado ou organizado”, diz Miguel Daoud.

Separamos alguns dos novos aplicativos que foram criados para organizar as finanças pessoais.

Moni

Nesse aplicativo é possível adicionar ganhos e gastos e fazer o monitoramento do saldo final em uma lista – um dos recursos é personalizar uma escala em cores.

Não há recursos visuais, como gráficos e nem a possibilidade de categorizar os gastos por tipo.

Pelo lado positivo, o aplicativo permite escrever observações sobre cada item que representa despesas – isso ajuda para que a saída não seja esquecida mais tarde.

Toshi Finanças

O 1º passo para o planejamento é escolher um valor e o período – é isso que diz a Toshi.

Conforme os gastos cadastrados todos os dias, o aplicativo mostra o quanto ainda é possível gastar até que termine o período programado para que se atinja a meta.

Você pode adicionar lembretes para inserir as despesas, podendo escolher, inclusive, o melhor horário para receber tais alertas – é como criar tags para dividir os gastos.

Finance

O aplicativo organiza as despesas em categorias e as dispõe um gráfico que permite observar o dinheiro conforme o orçamento.

Ele também lança receitas, monitoramento com o saldo das contas.

O programa também permite cadastrar as despesas futuras, como as compras parceladas – para que se tenha uma previsão das contas a pagar.

Checkbook

O usuário cadastra os gastos em categorias e as informações se formam em gráficos.

É possível registrar transferências bancárias e inclui-las na conta final.

Just Money

Os gastos são cadastrados categoricamente – é possível acompanhar a diferença entre o que sai e o que entra em um gráfico.

As estatísticas ajudam na hora de visualizar as opções mensais e anuais.

Controle de Despesas

O aplicativo permite que os usuários cadastrem os seus ganhos e os seus gastos em categorias.

Também é possível gerar gráficos que separam as despesas por tipos de gastos, para que sejam visualizados na tela do celular ou salvos como arquivo de Excel.

A versão gratuita tem limites mensais.

Mobills

Para usar o aplicativo, os usuários têm que fazer cadastro e colocar o seu orçamento mensal.

Também há a opção de alertas e categorias. Também tem como visualizar o status atual do orçamento planejado.

Minhas Finanças

O orçamento é cadastrado de acordo com a categoria e registrado em um calendário.

O usuário pode ver as despesas mensais em um gráfico. Há a opção de notificação com antecedência sobre os gastos próximos do vencimento.

O usuário também pode cadastrar os parcelamentos.

Minhas Economias

O aplicativo também exige o cadastramento – onde torna possível publicar receitas e despesas. Há gráficos, categorias, relação de entrada e saída, o saldo final também é exibido.

Gastos Diários

O usuário registra ganhos e despesas em categorias.

Um dos recursos é a possibilidade de programas os gastos fixos.

As despesas registradas são somadas e o aplicativo calcula o saldo final.

Há a versão paga, também.

15 detalhes para organizar as finanças pessoais mesmo ganhando pouco
Reprodução: Google

 

Bônus – organizar as finanças da empresa – como?

Administrar as finanças da empresa é muito parecido com o que fazemos na vida pessoal – mas há diferenças.

“Quando essa responsabilidade se junta às demais, como a gestão da produção e de funcionários, surge o risco de não dar a atenção necessária a determinados fatores, como dívidas ou necessidade de investimento, o que pode colocar o negócio em risco”.

A afirmação é de Reinaldo Domingos.

Ele listou algumas dicas para colocar a empresa em ordem, leia!

Educação Financeira

“Mantenha as finanças pessoais em dia porque quem não sabe controlar as próprias contas não vai conseguir administrar o caixa da empresa”.

Pró-labore

“Determine o valor do pró-labore (que é a remuneração do sócio ou do gerente) e não faça retiradas extras do caixa na empresa. Nunca misture suas finanças pessoais com as finanças do negócio”.

Demonstrativo de resultados

“Tenha bem estruturado o demonstrativo de resultados para acompanhar a situação financeira e saber quais são as possibilidades do empreendimento. Dessa forma, é possível planejar os investimentos no negócio sem afetar as contas do dia a dia”.

Conceitos

“Saiba qual a diferença entre faturamento, lucro, despesas e investimentos. Faturamento é o total arrecado pela empresa ao longo de um determinado período”.

“Lucro é o saldo positivo do negocio após o desconto de todos os gastos. Despesas são todos os gastos relacionados à manutenção da atividade do negócio”.

“Investimento é o dinheiro que será aplicado para maximizar os lucros da empresa em determinado período”.

Termos Técnicos

“Esteja familiarizado com os termos técnicos, como capital de giro e o ponto de equilíbrio. Capital de giro é o recurso disponível para sustentar as operações da empresa e o ponto de equilíbrio é o momento em que as receitas da empresa são iguais as despesas”.

Riscos

“Entenda que, muitas vezes, é necessário assumir riscos para chegar ao sucesso, mas e preciso fazer isso com consciência, analisando todos os cenários possíveis para se precaver contra possíveis ameaças”.

Dívidas

“No caso de dívidas, verifique se o seu negócio está dando lucro e qual será sua capacidade para pagar elas. Se a companhia está no vermelho, estabeleça prioridades, considerando o custo de cada dívida”.

Orçamento

“Aprenda que uma dívida pode levar a outra, portanto, é importante fazer um orçamento minucioso, saber exatamente quanto se deve, analisar a capacidade de pagamento e sempre tentar uma renegociação”.

Custos

“Procure reduzir os custos improdutivos, ou seja, aqueles que não se revertem em ganhos ao negócio ou ao cliente, e o desperdício. As vezes, pequenas mudanças geram grandes resultados”.

Com informações da organize, guiabolso, g1 e infomoney

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