O passo-a-passo para investir na Renda Fixa dos Fundos DI e as 3 Melhores Vantagens

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Os Fundos DI são uma excelente alternativa para os investidores que tem o dinheiro investido em CDBs (Certificado de Depósito Bancário) com liquidez diária, já que a maioria dos bancos não oferecem pagamentos perto do 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Entenda que liquidez diária significa que o investidor pode resgatar o seu capital a qualquer momento sem prejudicar a taxa de retorno.

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Aliás, nas próximas semanas teremos um artigo explicando todos os detalhes sobre o CDB, mas, enquanto isso não acontece, vamos resumi-lo como um título de dívida de uma empresa financeira, ou seja, um título privado emitido pelos bancos e vendido aos clientes para captação de recursos.

Os Fundos DI têm sido usados em diversas ocasiões, mas principalmente em casos onde o trabalhador é demitido do emprego. Isso porque se cria um “colchão de segurança” que varia entre 6 meses e 1 ano de gastos, sendo ele uma aplicação de baixo risco, que pode ser resgatada à qualquer momento.

No decorrer do texto, vamos falar em qual caso esse fundo pode ser bem aplicado, o que é aconselhável pelos especialistas. Mas antes, vamos entender um pouco mais sobre os fundos de investimentos, de forma geral.

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Fundos de Investimentos

Os Fundos de Investimentos são a aplicação financeira mais importante para os bancos e, não à toa, até o fim de setembro desse ano a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) registrou mais de 14,8 mil fundos e mais de 9 milhões de investidores, individuais e institucionais.

Reprodução: Google
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Outra notícia muito recente foi a nova classificação desses produtos, que começou a valer a partir de outubro. E, com isso, hoje existem 46 tipos diferentes de fundos, sendo que eles se dividem da seguinte forma:

  • 16 Rendas Fixas (Onde encontra-se os Fundos DI)
  • 12 de Ações
  • 11 Multimercados

Tal como o Tesouro Direto, do qual já falamos muito aqui no Blog, os Fundos de Investimentos são populares e oferecem vantagens para quem não conhece do assunto, mas quer investir dinheiro de forma segura.

Fundos DI são aplicações financeiras que podem trazer benefícios para todo perfil de carteiras de investimentos. É o mais básico dos investimentos e, oficialmente, deixou a essa nomenclatura em outubro de 2015, quando entrou em vigor a nova classificação de fundos de investimento, determinado pela Anbima. Para tanto, o fundamento continua sendo o mesmo.

Entenda a nova classificação dos fundos de investimentos

A nova classificação é recente e mudou totalmente os nomes dos tipos de carteiras de mercado, o que dificultou a comparação com as médias das estratégias, já que os bancos ainda não atualizaram seus dados.

Para facilitar, a própria Anbima lançou um levantamento que mostrar para onde devem migrar os fundos atuais de acordo com as informações fornecidas pelos gestores. O resultado foi que a maioria – quase 90% – do patrimônio dos fundos DI migrou para a Renda Fixa Duração Baixa Grau de Investimento. Já os outros 10% foram para Renda Fixa Duração Baixa Soberano.

A nova classificação, mesmo que ainda cause muito reboliço para os investidores, vai permitir determinar o melhor perfil da aplicação, segundo a Anbima. Por exemplo, os Soberanos poderão ter apenas papéis do governo.

Atenção Especial: o investidor precisa prestar a atenção com a Receita para o prazo dos fundos, já que as carteiras que não tiverem prazo mínimo não dão direito às alíquotas do Imposto de Renda. Os valores e as porcentagens das alíquotas estão no decorrer do texto, acompanhe.

O que significa Fundos DI

Esse investimento é chamado, por muitos, de “o arroz com feijão” dos investimentos, é considerado uma das alternativas mais populares comercializadas pelos bancos e corretoras de todo país. O valor do capital inicial pode ser de, pelo menos, 50 reais. Um valor muito próximo ao do Tesouro Direto, considerado o investimento mais democrático do país.

É empresário e tem o ideal empreendedor de crescer cada dia mais? Saiba como poupar dinheiro de forma segura para os futuros gastos – tais como férias, 13º salário e acertos de contas – através do Tesouro Direto.

Reprodução: Google
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Fundos DI, ou Fundos de Renda Fixa Referenciados DI, são fundos que devem investir no mínimo 95% do seu patrimônio em Títulos Públicos (conhecidos também como Títulos do Tesouro) atrelados ao CDI, uma taxa que caminha muito próxima à Selic. Os outros 5% podem ser investidos em títulos com as mesmas regras dos Fundos de Curto Prazo.

Em poucas palavras, os Fundos DI rendem algo próximo à taxa básica de juros da economia brasileira. Por isso, é muito indicado para quem tem interesse em investir seu dinheiro no curto prazo, já que é considerada uma opção conservadora e boa para acompanhar as variações dos juros nacionais.

A recomendação é que os Fundos DI estejam sempre nas Carteiras Recomendadas, ou seja, onde há dinheiro de liquidez imediata. Essas carteiras são divulgadas mensalmente (ou semanalmente) pelas corretoras com a finalidade de incentivar a compra e venda de ações.

Taxas dos Fundos DIs

Ao todo são 3 taxas principais cobradas pelos Fundos DI: Taxa de Administração, Imposto de Renda e IOF. E aqui, vale muito a atenção, já que, na opinião da maioria dos especialistas, esse tipo de investimento vale a pena quando comparado os valores dos juros com as taxas, já que, em muitos casos, elas são altas.

Inclusive, para ficar um pouco mais clara essa explicação, no final do texto fizemos uma simulação para você saber em quais momentos os Fundos DI é mais vantajoso do que a poupança e em quais não são. Leia até o final.

A taxa de administração é cobrada pelo gestor para administrar os recursos e é descontada diariamente, independente do fundo. Em casos específicos, o gestor pode ainda cobrar um prêmio pelo desempenho, na conhecida taxa de performance.

Come-Cotas: É uma espécie de adiantamento do Imposto de Renda. 2 vezes ao ano, normalmente em maio e novembro, 15% do IR é incidido sobre o rendimento do período, que é deduzido do seu investimento na forma de cotas. Ao resgatar a aplicação, o investidor pagará apenas a diferença entre o que ele deve e o que já pagou no come-cotas.

O nome “Come-Cotas” é derivante do fato de que quando o investidor paga imposto sobre os juros, ele perde uma quantidade de cotas do fundo adquiridas na hora da aplicação. A dica então, é: Faça uma Simulação antes de começar o investimento em Fundos DI.

Outra taxa importante, que não pode ser deixada de lado é o Imposto de Renda. A tabela para ele segue a mesma linha dos outros investimentos, veja:

  • Até 180 dias, alíquota de 22,5%
  • De 181 a 360 dias, alíquota de 20%
  • De 361 a 720 dias, alíquota de 17,5%
  • A partir de 720 dias, alíquota de 15%.

O IOF também é cobrado, mas só quando o investimento é realizado por um período menor do que 30 dias.

Vantagens dos Fundos DI:

Quando os investidores optam pelos Fundos DI, depois de analisarem todas as taxas, eles se motivam, geralmente, pelas seguintes vantagens:

  1. Rendem muito próximo do CDI,
  2. Possuem baixíssimo risco,
  3. Tem liquidez diária.

A desvantagem é que a maioria dos Fundos DI investem em Títulos do Tesouro Nacional do tipo LFT, que rendem 100% da Selic. Vale lembrar que esse investimento tem custos. Por isso, os Fundos DI dificilmente vão ultrapassar os 100% do CDI e os poucos que conseguem essa façanha são aqueles que conseguem fazer bom uso dos 5% restantes, que podem ser investidos fora dos títulos Selic.

Renda Fixa e Aposentadoria

Já pensou em garantir a aposentadoria investindo seu dinheiro agora? Pois é, essa tem sido a dica de vários analistas financeiros nos dias atuais. O motivo seria a Reforma na Previdência e também a não satisfação dos aposentados com o valor repassado pelo INSS.

Se você não quer ficar dependente desse retorno governamental, pode aumentar seu salário para os anos futuros.

Reprodução: Google
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E quando o assunto é aposentadoria, o mais indicado é a renda fixa. São diversas opções, tais como o IPCA de longo vencimento do Tesouro Direto, que tem um poder de compra ao longo prazo e você definir o resgate com a idade que deseja parar de trabalhar.

Veja como aplicar o dinheiro nesse investimento.

E, para você não pensar que estamos falando pelos cotovelos, saibam vocês que a Goldman Sachs, um grupo financeiro multinacional sediado em Nova Iorque, recomendou o Brasil nas Rendas Fixas para 2017.

Segundo o banco, há 4 explicações óbvias:

  1. Fortalecimento das contas externas,
  2. Inflação em trajetória de declínio,
  3. Carry Trade
  4. Perspectivas de crescimento

Leia na íntegra: Goldman recomenda Brasil nas Rendas Fixas.

Como Investir em Fundos DI

Desmitificando o mercado que muita gente julga conhecer, investir dinheiro não é nada complicado. Para exemplificar isso e falando diretamente dos Fundos DI, fizemos 3 passos para você investir seu dinheiro em Fundos DI.

1 – Opte por um fundo que seja coerente com seus objetivos

Se você vai fazer uma viagem daqui um ano ou quer comprar um carro mais novo… Não importa qual seja o seu objetivo, mas você precisa ter um em mente. O investimento, nesse caso, pode ser considerado um veículo muito rápido para te levar até o seu objetivo.

2 – Busque informações sobre os procedimentos que a instituição determinou para realizar as aplicações

É aqui que entra o planejamento financeiro já que você precisa estar atento ao seu objetivo, se é para longo prazo ou curto, por exemplo. É preciso lembrar que o fundo é apenas um meio para você alcançar o seu objetivo.

3 – Envie os documentos pessoais e o cadastro para a abertura da conta corrente

É preciso criar uma conta em algum banco para transferir o dinheiro. Caso você ainda não tenha, faça isso. E saiba que também existem fundos de investimentos em corretoras e não apenas nos bancos.

Saiba como escolher a melhor corretora de investimentos.

Quando Investir em Fundos DI

Quando você tem pouco capital para iniciar um investimento (um valor médio de 1 mil reais) e, ao mesmo tempo, gostaria de deixar toda a responsabilidade nas mãos de um gestor da aplicação, já que não tem prazo de investimento. Essa é a dica de quando você deve investir em Fundos DI.

Isso porque eles aplicam majoritariamente em investimentos de renda fixa que acompanham as variações da taxa DI.

Onde Investir: Fundos DI, Poupança ou outra Renda Fixa?

Reprodução: Google
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Ao contrário dos CDBs e da poupança, os Fundos DI não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que devolve até 250 mil reais no caso de falência.

É muito melhor. Já que esse fundo tem o patrimônio, juridicamente, separado do patrimônio do banco. Ou seja, se o banco quebrar, o dinheiro que você investiu estará em um fundo da instituição que estará protegido.

Leia Também: em Ranking das 10 empresas que mais valorizaram no ano, 6 são bancos.

Supondo que a Selic esteja em 14,25% ao ano, os Fundos DI são mais atraentes que a poupança, mesmo que tenha cobrança de IR e taxa de administração. A exceção vale quando o investidor do Fundo DI paga uma taxa de administração maior do que 2%.

Vamos ter uma tabela comparativa entre os fundos e a poupança no final do artigo.

Os CDBs são mais vantajosos, por exemplo, quando são emitidos por instituições menores. No entanto, normalmente, a aplicação mínima é de 5 mil reais.

Quanto vou receber de juros na Renda Fixa?

Já comparado à LCIs e Tesouro direto, os Fundos DI podem sair perdendo por ter uma rentabilidade menor causada pelos cortes periódicos, o Come-Cotas. As alíquotas são diferentes: 20% para fundos de curto prazo (até 1 ano) e 15% para os de longo prazo.

A LCI, tão bem como a LCA, tem investimentos iniciais mais altos, a partir de 30 mil reais.

Como escolher a melhor renda fixa?

Antes de terminar esse tópico temos um exemplo, na prática. Vamos usar os seguintes ingredientes: uma taxa Selic atual de 14,25%; uma projeção de inflação de 9,8% e um capital inicial de 10 mil reais. Agora, vamos ver o rendimento ao longo de um ano desses números na poupança e nos fundos DI.

1 – Poupança

  • Rendimento: 8,73%
  • Valor Acumulado: 10.873 mil reais

2 – Fundo com Taxa de 0,5% ao ano

  • Rendimento: 10,73%
  • Valor Acumulado: 11.072 mil reais

3 – Fundo com Taxa de 1% ao ano

  • Rendimento: 10,31%
  • Valor Acumulado: 11.030 mil reais

4 – Fundo com Taxa de 2% ao ano

  • Rendimento: 9,48%
  • Valor Acumulado: 10.947 mil reais

5 – Fundo com taxa de 3% ao ano

  • Rendimento: 8,62%
  • Valor Acumulado: 10. 862 mil reais

Conclusões – O que podemos concluir com a simulação acima é que:

I – Fundo com Taxa de 3% ao ano não é mais vantajosa do que a poupança e também não vence a inflação

II – Fundo com taxa de 2% ao ano é mais vantajosa que a poupança, porém não vence a inflação

III – Fundos com taxas de 0,5 e 1% ao ano são mais vantajosas do que a poupança e vencem a inflação.

Por isso, é preciso estudar, pesquisa e planejar! O mesmo fundo apenas com taxas diferentes, pode fazer você aumentar de patrimônio ou descapitalizar. Agora, se você quer investir com segurança e RISCO ZERO, faça um curso online e gratuito. E, assim, não multiplique o seu dinheiro investido.

Efeito Trump

Como visto, a taxa Selic é super mega blaster importante nos Fundos DI. E, você pode estar pensando: “Com a eleição do republicano Donaldo Trump, algo vai mudar nesse investimento”? A resposta é: possivelmente sim.

Os juros para este ano, conforme os contratos futuros de DI para janeiro de 2017 se aproximam de 13,75% ao ano, o que indica que o Comitê de Polótica Monetária vai reduzir os juros básicos.

Diante da instabilidade causada pelo novo presidente americano, os bancos já começaram a rever suas estimativas para a taxa Selic, que era de um corte de 0,5% até o fim do ano. O Itaú, por exemplo, já mudou esse corte para 0,25 ponto.

Agora, para 2017, a projeção da Selic é de 10%. E o contrato DI futuro para janeiro de 2018, fechou 12,36%. Para 2021, a taxa supera 12% ao ano.

Veja as 3 notícias sobre Donaldo Trump que mais “bombaram” no Blog do Trovó nessa semana:

Bolsa de Valores

Como visto acima, aplicar em Fundos DI, assim como CDB e LCI, que são rendas fixas é considerado investimento conservador, com baixo risco. No entanto, vale lembrar que a maior rentabilidade para os investimentos está na compra/venda de ações da Bolsa de Valores.

No entanto, não importante onde você está desde que você esteja atrás de conhecimento e técnica. É possível ter uma rentabilidade maior nas Rendas Fixas do que em Ações? Sim. Fato comprovado no noticiário do fim de setembro:

“Líder em rentabilidade no acumulado do ano, com ganhos de 35%, a Bovespa registrou alta de 0,8%, mas abaixo dos rendimentos médios dos fundos de renda fixa puros e fundos DI que entregaram rentabilidade entre 1% e 1,2%”.

4 Dicas de Como Funciona a Bolsa de Valores e 2 Maneiras de Ganhar Dinheiro investindo nela

Informação que é continuada, conforme tudo que falamos durante esse artigo: “Os melhores resultados ficaram com os fundos de Renda Fixa, cujo rendimento é determinado por títulos com juros pré-fixados. […] Já os fundos DI seguem taxas das instituições financeiras e tem um índice muito próximo da Selic. Essa opção pode perder rentabilidade, mas sofre menos com a volatilidade”.

E, para fins de informação, fizemos uma lista do acumulado do ano, até o último dia de setembro desse ano, vejam:

  • Bolsa de Valores – Alta de 34,61%
  • Fundos Renda Fixa puros – Alta de 10,65%
  • Fundos DI – Alta de 10,53%
  • Títulos indexados ao IPCA – Alta de 10,44%
  • CDBs – Alta de 10,15%
  • Poupança – Alta de 6,18%
  • IPCA – Avanço de 5,63%
  • Dólar – Queda de 17,73%

Veja também quais são as 10 ações de empresas americanas mais negociadas no Brasil

A avaliação das empresas norte-americanas que foram mais negociadas na Bolsa de valores no Brasil nos últimos meses, também são as mais lucrativas na terra do Tio Sam, porém, é bom entender que o fato de dessas empresas atualmente estar configurando a relação das empresas que mais obtiveram lucros, antes de mergulhar de cabeça é preciso analisar pontos importantes como o preço por ação entre outros dados pertinentes ao investimento.

  1. Apple – AAPL34 – Volume médio negociado ao dia – R$ 752 Mil
  2. Microsoft – MSFT34 – Volume médio negociado ao dia – R$ 642 Mil
  3. Walt Disney – DISB34 – Volume médio negociado ao dia – R$ 592 Mil
  4. Time Warner – TWXB34 – Volume médio negociado ao dia – R$ 570 Mil
  5. Home Depot – HOME34 – Volume médio negociado ao dia – R$ 533 Mil
  6. Johnson & Johnson – JNJB34 – Volume médio negociado ao dia – R$ 513 Mil
  7. Visa – VISA34 – Volume médio negociado ao dia – R$ 490 Mil
  8. Procter & Gamble – PGC034 – Volume médio negociado ao dia – R$ 470 Mil
  9. Comcast – CMCS34 – Volume médio negociado ao dia – R$ 461 Mil
  10. Nike – NIKE34 – Volume médio negociado ao dia – R$ 427 Mil.

Viver de Juros

Nesse artigo já falamos de tudo: CDB, Tesouro Direto, Fundos DI e ações. E, sinceramente, nos dias atuais mesmo com as diferenças de vantagens entre eles, o importante é que você invista o seu dinheiro. Cai fora da poupança e saiba que guardar o dinheiro embaixo do colchão não é uma boa opção.

O Brasil possui mais de 60 milhões de endividados, fato causado principalmente pelo uso indiscriminado do Cartão de Crédito e do Cheque Especial.  E dívida, gera dívida.

Para sair desse redemoinho, você precisa investir o seu dinheiro. O que é investir dinheiro? É receber juros! Simples! Ao invés de ficar pagando juros, você começa a receber. Veja o vídeo abaixo e saiba os 7 passos para receber juros.

Como mostrado no vídeo, para conseguir muito dinheiro, você precisa seguir alguns passos e ter um bom planejamentos. Aliás, seguir alguns passos não é tão difícil, se você escolher os passos certos.

Por exemplo, já observou quais as semelhanças entre os grandes investidores globais? Sabe o que eles sempre fazem e o que nunca fazem? E os erros mais cometidos no mercado financeiro, você já ouviu falar quais são eles? Por fim, como estamos no final do ano, provavelmente você vai ter uma ganha extra, seja das férias ou 13º salário não é? Já sabe o que fazer com ele?

As respostas para todas essas perguntas estão em um único artigo, que publicamos essa semana. Leia e fique dentro do que há de melhor no mercado de finanças.

Da Redação

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