Está pensando em mudar os investimentos durante a crise? Cuidado

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Toda crise financeira que existe no mundo, em qualquer época, nos faz revermos diversas coisas da nossa vida, como as finanças. A pergunta de hoje é sobre mudar os investimentos durante a crise. Será que essa é uma boa ideia? Vamos estudar, refletir e conferir a resposta.

Curiosamente, independente de quando você estiver lendo esse conteúdo, saiba que estamos falando, especialmente, da crise do coronavírus, que é uma das maiores dos últimos tempos. Ela afetou o mundo todo e todas as áreas da economia.

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O impacto foi tanto que não apenas os investidores menos experientes, mas também os mais estudados começaram a pensar em mudar de ideia, de plano, de ativos. Então, nada melhor do que a gente estudar isso agora mesmo.

A renda fixa

Nesse primeiro tópico vamos estudar um pouco mais da renda fixa. Ela sempre é recomendada para todos os tipos de investidores justamente porque se tornam importantes nesses momentos de crises e de incertezas.

A renda fixa é o que vai garantir que o investidor não tenha perdas tão altas, tão impactantes ou tão cruéis. E não é porque a crise chegou que estamos falando isso. Todas as vezes, ao montar uma carteira de ativos, você deve ter uma parte em renda fixa. Isso é lei, ok?

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Na teoria, a principal vantagem desse tipo de investimento está no fato de que ela tem muito mais estabilidade do que qualquer outro ativo do mercado. Sem contar que em boa parte das vezes ainda conta com garantias, como do FGC e do governo, o que as tornam seguras.

E, agora vem a curiosidade, até mesmo os pequenos bancos, que sempre estão na lista daquelas empresas que podem entrar em falência podem contar com garantias ao investidor. Por isso, é importante você estar os ativos da renda fixa com garantias.

A reserva de emergência

Um segundo ponto importante para saber se vale a pena mudar os investimentos durante a crise é considerar a sua reserva de emergência. E essa também é uma indicação que é dada a todo novo investidor, independente de crises.

A verdade é uma só: você deve começar a pensar em variar seus ativos e sua carteira apenas quando tiver a reserva montada – ou uma boa parte dela. Se você cumpriu a lição de casa, então, provavelmente não vai estar tão apavorado agora, não é mesmo?

A ideia é simples: mantendo uma reserva, você fica mais precavido para quando incertezas e imprevistos acontecerem. Porque eles vão acontecer. Mais cedo ou mais tarde, você vai ver que o carro quebra, tem a compra do remédio, o conserto da geladeira, etc.

Logo, a regra número 2 é ter uma reserva de emergências que varia entre 6 e 24 meses do que gasto mensal de vida. Ou da sua família, obviamente. Se você sabia disso, agora também fica mais fácil tomar uma decisão.

A multiplicação do patrimônio

O último passo importante que você deveria considerar, antes mesmo de falarmos em crise, é a multiplicação do dinheiro. Ou seja, a gente viu que temos que ter ativos na renda fixa e vimos a importância da reserva. Visto isso, agora sim focamos em ganhar dinheiro.

E pode ser que nessa altura do campeonato, você tenha mais conhecimento e disposição para começar a comprar fundos multimercados ou até mesmo ações. É uma parte (que não é total) dos seus investimentos que será mais arriscada, mais arrojada.

Nesse caso, você poderá começar a pensar em variações como ouro, dólar, ações, fundos de imóveis e por aí vai. Há uma série de alternativas para essa ideia de “turbinar os investimentos”. Mas, como vimos, esse é apenas o 3ª passo, depois da renda fixa e da reserva.

Vale a pena mudar os investimentos durante a crise?

E agora vem a pergunta chave, a pergunta inicial do texto, a pergunta que não quer calar. E para responde-la, a gente deve analisar os 3 pontos que citamos acima. Porque para cada caso, a gente vai ver que há uma resposta. Ou não.

A renda fixa

No caso da renda fixa, durante essa pandemia vimos que o Brasil baixou muito a taxa Selic, o que quer dizer que os ganhos da renda fixa caíram bastante, é verdade. No entanto, lembre-se que nem sempre a renda fixa é para ganhar dinheiro, mas para manter o patrimônio positivo.

Portanto, ainda que seja um investimento não tão bom como era antes, o ideal é você não mexer nele. Afinal, ainda que sejam ganhos menores, é ele que vai te dar garantias e segurança de que o seu patrimônio não seja destruído.

A reserva de emergência

Agora, a reserva de emergência. Obviamente, você deve ter usado um investimento com alta liquidez para compor tal objetivo. Por exemplo, um CDB com liquidez diária ou até mesmo um Tesouro Selic. Obviamente, ele pode ser resgatado quando você quiser, ser perdas.

Por isso, também não é necessário que você tire essa aplicação para investir em outra. Até mesmo porque você precisa ter alta liquidez antes de ter rentabilidade.

A multiplicação

Já quando falamos em multiplicação do dinheiro, a conversa muda um pouco de cenário. Porque ainda que esses ativos possam ser pensados no longo prazo, as crises podem derrubar muito a sua rentabilidade. Agora, sem dúvidas, é hora de pensar.

Em alguns casos, quando o investidor tem dinheiro em ações de uma empresa que está sofrendo muito com a pandemia pode ser que seja boa ideia a troca. Mas, aí você tem que analisar que tipo de troca vai fazer.

Por exemplo, o que a gente vê nos investidores mais experientes é um pensamento de investir mais em empresas que podem crescer durante esses momentos. Então, é uma troca de ação por ação. Ou você pode simplesmente alterar a sua carteira, na composição.

mudar os investimentos durante a crise

Assim, você aumenta a sua renda fixa e diminui o que está exposto ao risco. No entanto, considere que a renda fixa também não está indo tão bem. Logo, tudo vai depender do seu perfil de investimento, da sua realidade atual e do tempo que tem até o objetivo final.

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