Os 19 melhores fundos de investimentos de 2018

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O ano está só começando e tem muita gente que finalmente resolveu sair do armário financeiro. Ou seja, brincadeiras a parte, eles resolveram que investir é um ótimo negócio e realmente é. Confira os melhores fundos de investimentos de 2018.

Mas, antes, de forma breve, vamos entender o que é e como funciona um fundo de investimento.

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Fundos de investimentos – breve história

Analisar a história dos fundos é importante antes de selecionar os melhores fundos de investimentos de 2018!

O fundo de investimentos surgiu no século XVIII com a intenção de reunir pessoas em sociedades de investimentos.

A primeira companhia a fazer isso foi uma sociedade suíça, fundada por banqueiros genebrinos em 1849, chamada Omnium.

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Já o New York Stock Trust, de 1889, é o primeiro fundo de investimento do país norte-americano, denominado Crescinco, e foi administrado pela Companhia de Empreendimento e Adminstração IBEC.

Desde então o funcionamento foi aprimorado e as estratégias de alocação dos recursos ampliadas.

Nos dias de hoje, ao que se fala em esfera legal e tributária, o fundo é uma comunhão de recursos constituída sob a forma de condomínio, onde torna possível investir em dívidas, participações, imóveis, moedas, commodities…

Sendo que a estrutura é organizada, contando com agentes independentes e a supervisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Uma das vantagens de investir dinheiro em fundos de investimento é contar com profissionais, gestores e analistas especialistas que acompanham o mercado financeiro todos os dias, monitorando as melhores opções de acordo com os recursos investidos.

Além disso, por ser uma união de investidores, torna possível o acesso de todos os investidores, inclusive, os pequenos que tenham estratégias de todo o tipo.

Só que o grande segredo é saber escolher o fundo através da sua rentabilidade e das taxas.

Para isso, é preciso pesquisar, encontrando as melhores respostas que, muitas vezes, estão foram dos grandes bancos.

Principais tipos de fundos

Separamos os três principais tipos de fundos para você entender cada um deles: renda fixa, multimercados e ações. Confira!

Os Fundos de Investimentos em Renda Fixa

Ele é indicado para os investidores que são mais conservadores e não gostam de correr riscos.

Normalmente, são recomendados para quem ainda está acostumado apenas com a poupança.

Esse tipo de fundo aplica o dinheiro dos cotistas em ativos de renda fixa com taxas pré ou pós-fixadas.

Nas prefixadas, o investidor saber quanto vai receber ao final do vencimento do prazo do investimento.

Já na outra opção, o cálculo é feito mediante a um índice variável, que pode ser a inflação do país ou a taxa Selic.

Nos dois casos, o investimento é de baixo risco porque não há possibilidades de perda dos recursos aplicados.

O único risco é ganhar menos do que poderia em outras aplicações financeiras.

Os Fundos de Investimentos em Ações

Os fundos de ações são voltados para a aplicação na Bolsa de Valores.

Aqui há vários pontos a serem analisados.

De um lado, o risco é maior devido a oscilação do mercado e por outro, a rentabilidade também pode ser mais alta do que a da renda fixa.

De forma geral, os fundos têm como referência os índices de ações como o Ibovespa ou o IBRX-100.

Esse risco no qual falamos está ligado aos valores das ações que compõe a carteira de investimento do fundo.

Logo, se as ações perdem valor, o investidor perder parte do patrimônio também. Quando elas valorizam, o patrimônio cresce.

Com essas características, os fundos de ações são recomendados para quem não precisa do dinheiro no curto prazo.

Se a bolsa de valores cair, o investidor não tem que resgatar suas ações na baixa, mas pode esperar um novo ciclo de alta e recuperar o dinheiro.

Quem conhece esse mercado da renda variável, recomenda que os investimentos em ações sejam sempre suados como forma de preservar as reservas no médio e longo prazo.

Os Fundos de Investimentos Multimercados

Agora ficou fácil explicar essa opção de fundo de investimento.

São opções mais seguras e mais agressivas ao mesmo tempo.

Isso porque o multimercado investe em títulos da renda fixa, mas também em títulos de ações, além do câmbio e outras opções.

A recomendação desse fundo é para formar reserva de prazo mais longo e que aceitam maior volatilidade.

Por que as pessoas investem em fundos?

Ainda que muitos investidores não gostam dos fundos porque a alta taxa de administração pode correr a rentabilidade final, devemos concordar que ele tem seus próprios benefícios.

Então, considere encontrar uma opção com baixa taxa de administração.

Os Fundos de Investimentos são para todos os bolsos

Vamos começar já na prática – as LCI e LCA são ótimos investimentos só que precisam de um valor acima de 20 mil reais…

Só que nem todo mundo tem esse dinheiro para iniciar uma aplicação financeira.

Os fundos são flexíveis para os depósitos, basta avaliar as melhores opções do mercado com relação à sua demanda.

Os Fundos de Investimentos servem para várias estratégias

No Brasil existem mais de 15 mil fundos de investimentos registrados – isso prova que eles podem ser usados para vários fins, ou seja, em várias estratégias financeiras.

Eles são divididos em alguns tipos, como os já citados Fundos de Renda Fixa, Fundos Multimercados, Fundos Cambiais, Fundos de Ações.

Os Fundos de Investimentos permite ao investidor tomar o risco certo

Na poupança você vai sentir que tudo fica na mesma – sem muita rentabilidade. Já com as ações, o mercado é muito arriscado e pode ser que você não esteja preparado.

Aí, os fundos são boas opções porque eles permitem que você possa escolher “qual risco quer correr”. Eles tornam possível a diversificação de investimentos.

Na classe das rendas fixas, você continua sendo conservador. E nos fundos de ações, você se torna um pouco mais arrojado.

Você pode ter vários fundos, conforme seus objetivos financeiros.

Os Fundos de Investimentos tem profissionais que administram os recursos

O melhor exemplo para explicar um fundo de investimento e que todo mundo gosta de usar é comparar eles com os condomínios – você pode reunir o dinheiro de várias pessoas em uma única carteira, mas com vários produtos (ativos).

Os fundos precisam ser administrados por alguém e esses são os gestores, que normalmente está ligado à uma instituição financeira.

Ao menos na teoria, esses especialistas são experientes no mercado financeiro e tem habilidade para cuidar do seu dinheiro.

Os Fundos de Investimentos mantém os investidores atualizados

Os valores das cotas mudam conforme o fundo rende – se ele valoriza, os valores aumentam.

Essas informações são publicadas (ou deveriam ser) periodicamente pela instituição, conforme o investimento.

Os Fundos de Investimentos permitem aplicações online

Essa é uma facilidade da maior parte dos investimentos financeiros e não é diferente nos fundos.

Você não precisa ficar indo todos os meses até um banco para aplicar dinheiro.

Tanto os bancos quanto às corretoras de valores têm aplicativos que facilitam essa comunicação via smartphone.

Você pode comprar um título ou fazer aportes quando quiser, da onde estiver.

Os Fundos de Investimentos são fiscalizados

Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) supervisiona os fundos de investimentos.

Logo, elas verificam os gestores, as administradoras e as empresas que atuam no setor…

Verificando se elas cumprem com suas obrigações e respeita o que foi combinado com o investidor durante o contrato.

Isso dá solidez e amparo aos clientes e ao mercado.

Os Fundos de Investimentos tem garantia mesmo se a instituição falir

Cada fundo de investimento tem o seu próprio CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) e isso quer dizer que mesmo se o banco falir (ou a corretora de valores), o seu dinheiro aplicado não será perdido.

Caso isso aconteça, os cotistas se reúnem e decidem qual outra empresa vai cuidar do fundo. Simples assim.

Os Fundos de Investimentos tem Liquidez

A liquidez é o tempo que varia entre a aplicação inicial e o tempo final para resgate da aplicação.

Dessa forma, os fundos tem a facilidade de transformar os seus ativos (suas cotas) em dinheiro rapidamente. Há fundos que tem resgate imediato e outros que demoram alguns dias.

O ideal é ter uma estratégia para que você consiga manter o investimento até o prazo final, para garantir toda a rentabilidade.

Melhores fundos de investimentos 2018 - como escolher

Os melhores fundos de investimentos de 2018

A XP Investimentos, através do seu analista de fundos José Tibães, junto com o Infomoney, publicou uma notícia apontando os melhores fundos de investimentos de 2018.

Essas aplicações financeiras foram feitas com base em alguns perfis de investidores.

Outra orientação da pesquisa foi conseguir unir dois tipos de investidores: aqueles que têm pouco dinheiro para investir (1 mil reais) e aqueles que podem investir mais (25 mil reais).

Portanto, se você é um investidor jovem e busca os melhores fundos de investimentos de 2018, ler esse ranking abaixo pode ser um ótimo começo!

Perfil Conservador

Para compor esses ativos, o analista considerou um cenário de baixa taxa de juros e a volatilidade das companhas eleitorais, que devem começar em breve.

Ele também pensou em algo que diz respeito a uma renda fixa dividida entre os títulos pós-fixados (95%) e a renda fixa ligada à inflação (5%).

Confira o resultado dos melhores fundos de investimentos de 2018 para quem é conservador!

1 – AZ Quest Luce Fic FI RF CP LP (Renda Fixa de Duração Livre) – 5 mil reais

2 – CSH Income FIC FIRF CP (Renda Fixa de Duração Livre) – 5 mil reais

3 – XP Investor FI Renda Fixa Crédito Privado LP (Renda Fixa) – 10 mil reais

4 – BTG Pactual Crédito Corporativo I FIC FIRF CP (Multimercado) – 5 mil reais

5 – XP Crédito Estruturado FIC FIM CP (Multimercado) – 25 mil reais

6 – CA Indosuez Infraestrutura Incentivado CP FIC FIM (Multimercado) – 10 mil reais

7 – Valora Guardian XP FIC FIM CP (Multimercado Dinâmico) – 10 mil reais

O analista da XP comentou também sobre a importância de ter multimercados nesse momento de baixa da Selic.

Perfil Moderado

Para essas indicações, a consideração foi feita com base na alocação composta por renda fixa pós-fixada (47,5%), pré-fixada (5%), atrelada a inflação (15%), renda variável (7,5%) e multimercados (25%).

Então, alguns ativos se mantiveram, como da Indosuez, AZ Quest e XP.

Mas, a lista se estendeu com novos nomes, confira:

8 – XP Macro FIM (Multimercado Estrategista) – 10 mil reais

9 – Pimco Income FIC FIM IE (Multimercados no Exterior) – 25 mil reais

10 – Brasil Capital 30 FIC FIA (Ações Livre) – 100 mil reais

11 – FII BTG Pactual Fundos de Fundos (Imobiliário)

12 – Kondor Long Short FIM (Multimercados Long and Short) – 10 mil reais

13 – XP Long Biased 30 FIC FIM (Multimercados Multiestrategia) – 10 mil reais

14 – Schroder Liquid Alternatives (Multimercados no Exterior) – 5 mil reais

Os fundos imobiliários fora incluídos também pensando na queda da Selic.

Perfil Agressivo

Neste caso, entre os melhores fundos de investimentos de 2018, o analista preferiu por compor a carteira com renda fixa pós-fixada (10%), pré-fixada (12,5%), inflação (22,5%), variável (20%) e multimercados (35%).

Os nomes da Indosuez, Longo Biased, Brasil Capital, BTG Pactual… Mantiveram-se.

Mas outros foram adicionados:

15 – Adam XP Macro Strategy (Multimercados Macro) – 25 mil reais

16 – JPM Global Macro Opportunities FIM IE (Multimercados no Exterior) – 50 mil reais

17 – Icatu Vanguarda Pré-Fixados FIRF LP (Renda Fixa Índices) – 20 mil reais

18 – FII RBR Alpha (Imobiliário)

19 – Leblon Ações FIC FIA (Ações Livre)

As debêntures incentivadas também foram destacadas para amenizar a queda da Selic.

Bônus – Mudança na Taxa de Administração

Conforme o Projeto de Lei 3648/15, o limite da taxa de administração cobrada pelas instituições financeiras e gestoras dos fundos de investimentos deve ser de 1% ao ano sobre o saldo do patrimônio investido.

A taxa tem que ser usada para pagar os custos da gestão e da administração dos recursos.

Os defensores do projeto diz que para os fundos de ações serão descontados os saldos dos aplicadores entre 2 e 3% ao ano, garantindo ao gestor a oscilação do mercado.

“A proposição amplia a proteção ao consumidor bancário brasileiro, considerando como parte vulnerável no mercado de consumo dos serviços bancários”.

A proposta ainda está em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação, além da de Constituição, Justiça e Cidadania.

Com informações do infomoney

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