Como o McDonald se tornou a marca de fast-food mais valiosa do mundo

Ainda não há números exatos para 2017, mas em 2016 o McDonald foi considerado a marca mais valiosa do mundo dos fast-food, conforme ranking da Brand Finance, uma consultoria britânica de pesquisa.

A empresa foi avaliada em 22 bilhões de dólares e ficou na frente da Subway e Starbucks.

Para a consultoria, mesmo com a liderança no ranking, o McDonald’s enfrenta uma batalha com outras tendências do mercado, principalmente com foco voltado á alimentos saudáveis.

“Embora tenha melhorado o conteúdo nutricional dos alimentos e desenvolvido opções de menu mais saudáveis, a marca ainda luta para convencer os consumidores que mudou”.

A Origem do McDonald

A história começa com os irmãos Richard e Maurice McDonald, que revolucionaram uma pequena cidade de Arcadia, na Califórnia quando abriram uma lanchonete que vendia hambúrgueres à 10 centavos e eram servidos de minuto a minuto, embrulhados em papel. Assim, o cliente pedia o lanche ao cozinheiro.

Depois, em 1940, os irmãos transformaram a barraca de comida rápida (fast-food) em um restaurante, emplacado por um M gigante, de 7 metros que podia ser visto de qualquer ponto da cidade.

Hoje, em 2017, há cerca de 40 mil unidades franqueadas pelo McDonald’s, que alimentam cerca de 68 milhões de pessoas todos os dias em quase 120 países.

Mesmo que não vamos detalhar esse assunto polêmico, aqui vale um adendo! Ray Kroc também é conhecido na história do McDonald, o vendedor tinha 52 anos quando tornou-se representante da marca de fast-food mais valiosa do mundo nos dias atuais.

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O Facebook divulgou o seu lucro: uma alta de US$ 3,06 bilhões, o que equivale à US$ 1,04 por ação, no primeiro trimestre de 2017. Para se ter uma ideia desse volume, no mesmo período de 2016, a ação valia exatos US$ 0,60.

A receita subiu quase 50% e superou a estimativa dos analistas, conforme a FactSet. O resultado é que mais anunciantes se uniram à plataforma.

“Tivemos um bom começo de 2017”, declarou, de forma sucinta, o fundador da rede social, Mark Zuckerberg. “Continuaremos construindo ferramentas para respaldar uma comunidade sólida e global”.

O salto na receita, portanto, é um sinal de que os profissionais de marketing e publicidade estão cada vez mais aderindo ao Facebook, assim como ao Instagram, um aplicativo de compartilhamento de fotos da companhia.

Para comprovar essa informação, temos outro resultado: o Facebook é dono de 4 dos 10 apps mais baixados em 2017!

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Chipotle, o concorrente número 1 do McDonald’s

Conforme a consultoria Brand: “Marcas como a Chipotle Mexican posicionaram-se como opções mais saudáveis, mais saborosas e mais éticas”.

A Chipotle era um sonho do americano Steve Ells que, após cursar a universidade, tornou-se chef da melhor escola de gastronomia dos Estados Unidos, o Culinary Institute of America.

A ideia inovadora foi criar uma cadeia de comida mexicana que, posteriormente, tornou-se um dos maiores sucessos da história da indústria de restaurantes nos Estados Unidos.

A 1ª loja foi inaugurada em 1993, com comida fresca e preparada na hora, por preços razoáveis. Nos últimos 10 anos, o crescimento foi de cerca de 25% ao ano, a maior taxa do segmento conforme o banco Wells Fargo.

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Atualmente, a Chipotle tem quase 2 mil lojas que faturam mais de 4 bilhões de dólares.

A aposta da empresa é em usar ingredientes congelados, cortados à mão e livres de agrotóxicos. A carne, inclusive, vem de animais criados em condições humanitárias, sem antibióticos ou hormônios.

Para se ter uma ideia, o carro-chefe da empresa é o burrito: uma refeição completa enrolada em uma tortilha de trigo, com recheio de arroz, feijão, carne, alface e complementos. Em Nova York, um burrito somado à um refrigerante custa cerca de 11 dólares.

Lemann: um Milionário Brasileiro que também atua no setor alimentício

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Reprodução: Google

Jorge Paulo Lemann é o brasileiro mais rico. Fugindo dos holofotes da mídia, ele tem uma história marcada por arrojo e determinação, sendo que, ao lado dos seus sócios Marcell Telles e Beto Sucupira, ele construiu um império empresarial.

O empresário, entre outras empresas, é dono também da rede de fast food Burger King, desde 2010, com a compra de um negócio fechado por US$ 3,3 bilhões.

Depois, o trio 3G colocou o executivo brasileiro Bernardo Hees no comando da rede e o resultado foi positivo: um corte de 42% nas despesas e a tomada de uma companhia mais ágil e competitiva.

Em agosto de 2014, o Burger King comprou a rede de cafeterias canadense Tim Hortons por US$ 11,5 bilhões em uma fusão que originou o 3º maior grupo de fast-food do mundo, com 18 mil restaurantes distribuídos em 100 países.

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A lista das pessoas mais ricas do mundo começa com nomes já muito falados, como o fundador da Microsoft, o norte-americano Bill Gates, que, aos 61 anos é o homem mais rico do planeta, com uma fortuna estimada em 266 bilhões de reais. Depois, estão 2 estadunidenses: Warren Buffet, do Berkshire Hathaway e Jeff Bezos, da Amazon. Eles tem patrimônios acumulados em 232 bilhões e 223 bilhões de reais, respectivamente.

Amancio Ortega, da rede Zara é o mais rico daqueles que não nasceram nos Estados Unidos. O espanhol, aos 80 anos, acumula 218 bilhões de reais. Daí, voltando para os Estados Unidos, tem o Mark Zuckerberg, que fecha a lista dos 5 primeiros nomes que ficam no topo da lista, com patrimônio de 171 bilhões.

Em se tratando de Brasil, são 4 nomes listados. São eles:

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  1. Jorge Paulo Lemann, na 22ª posição,
  2. Joseph Safra, na 37ª posição,
  3. Marcel Herrmann Telles, na 73ª posição,
  4. Carlos Alberto Sicupira, na 96ª posição.

Conheça um pouco dos 2 primeiros colocados do Brasil:

  • Jorge Paulo Lemann tem 71 anos e é controlador da AB Inbev e da 3G Capital. Apesar de continuar sendo o melhor brasileiro, Lemann perdeu 3 posições no ranking mundial, deixando, inclusive, de fazer parte dos 20 primeiros mais ricos do mundo.
  • Joseph Safra tem 78 anos e é dono do Banco Safra. Apesar de não ser o mais rico do mundo é nomeado com o banqueiro mais rico do planeta. Quando o assunto é finanças e investimentos, o banqueiro fica atrás apenas de Warren Buffet e George Soros. Safra também é dono da J. Safra Sarasin, na Suíca, que possui operações em outros lugares do mundo, como em Nova York.

Depois, mesmo que não faça parte do top 100, existem outros milionários/bilionários brasileiros que também foram citados pela pesquisa. São eles: Eduardo Saverin (do Facebook), Ermirio Pereira de Moraes, José Roberto Marinho e irmãos (Rede Globo), Abilio dos Santos Diniz, Walter Faria, Jorge Moll Filho, Julio Bozano, Jose Luiz Cutrale, Andre Esteves, Aloysio de Faria, Alexandre Grandene Bartelle, Carlos Sanchez, Jayme Garfinkel e outros.

Com informações do elpais