IPO: o que é, como funciona e quais as vantagens

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Hoje, vamos contar um pouco da história das IPOs e de como eles funcionam. Afinal de contas, com a virada do ano e as prospecções de novas promessas, as IPOs também movimentam o mercado acionário e efervescem os comentários de analistas.

Para tal, vamos iniciar contando um pouco sobre o funcionamento das IPOs e como eles são criados. Atentem-se:

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IPO o que é

IPO é a sigla em inglês para Initial Public Offering, que em português fica Oferta Pública Inicial e significa a abertura de ações no momento em que uma companhia abre o seu capital e passa a ser listada na Bolsa de Valores.

Assim, uma oferta primária é o mesmo que a primeira emissão de novas ações, que geralmente está atrelada ao crescimento acionário da empresa. Já a oferta secundária é o montante de ações que forma o capital social da empresa.

Reprodução: Google

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O principal motivo de abertura de ações de uma empresa é a captação de recursos. Para o mercado, as IPOs significam a saúde financeira, já que durante uma recessão essas aberturas caem e durante uma marcha, elas aumentam.

O processo costuma demorar até 12 meses e tem uma previsão de 2 milhões de reais em taxas, honorários e despesas. É comum que as empresas tenham cargos fixados durante o IPO, que são gerente de projeto, banqueiro de investimento, advogados, contadores e especialista da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Em um cronograma, acontecem alguns eventos importantes, como a montagem de um prospecto, que acontece cerca de 10 meses antes da data do lançamento do IPO, e que estão inclusos históricos de demonstrações financeiras da companhia. Depois, em seis meses, os contratos de transição de propriedade devem ser inscritos.

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Três meses antes do IPO, o conselho se reúne com a auditoria para listar a empresa na bolsa de valores, de onde vão sair as ações. E, no último mês, a companhia deposita seu prospecto junto a CVM e emite um comunicado à imprensa para vender as ações.

Além disso, apenas por ser uma empresa pública, a companhia deve pagar taxas iniciais de 1 milhão de reais por ano.

Como Funciona uma IPO

Após a abertura oficial, a companhia deixa de pertencer à um único dono e passa a ser também dos acionistas. É simples e pode ser exemplificada como uma pizza, que é cortada em partes. A empresa também será dividida, só que em ações e acionistas, que agora, também serão proprietários.

No Brasil, essa divisão faz com que a companhia se torna uma S.A., ou seja, uma Sociedade Anônima, na qual os investidores podem comprar quantidades de ações e efetivamente tomar decisões dentro da companhia.

Grandes companhias de capital aberto têm conselhos de acionistas, que são formados pelos maiores investidores, e que tem papel fundamental na tomada de decisões da empresa, tais como a indicação de um executivo ou de políticas. Já as empresas menores optam por não dar esse poder aos acionistas.

Anualmente, as empresas distribuem os lucros para os acionistas de acordo com a participação deles no capital. Para grandes investidores, isso significa negócios milionários e foi assim, por exemplo, que Warren Buffett, fez sua fortuna.

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Para fins de conhecimento: é normal que, quando uma empresa faz uma IPO, o primeiro dono fique com uma grande parte das ações, tornando-se sócio majoritário. A exemplo, está Mark Zuckerberg, dono do facebook, que detém 30% de todas as ações da empresa.

Vantagens e desvantagens das IPOs

Para a empresa, são duas as principais vantagens: lucro para os proprietários e atração de melhores profissionais. No primeiro caso, os donos da companhia vão poder tirar proveito do seu trabalho e assim, eles vendem uma grande porcentagem de ações e faturam milhões com a oferta pública.

No outro caso, o IPO permite que as empresas atraiam melhores profissionais com a opção de receberam ações, sendo que elas podem pagar um salário menor aos primeiros executivos com a promessa de que eles tenham um retorno substancial na abertura do capital.

Para os investidores, a principal vantagem é a possiblidade de lucrar, já que elas podem disparar de valor quando forem vendidas pela primeira vez no mercado de ações, mostrando grande lucro à quem aplicar o dinheiro.

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Quanto às desvantagens, para a empresa, uma das principais é a burocracia da documentação, como já dito no início do artigo. Para tal, é preciso contratar um banco de investimento para auxiliar com a papelada e complexidade do processo, que é bastante caro.

Além disso, os proprietários ficam presos às ações, já que esse valor não fica “à mercê” da companhia. Com isso, mesmo que os donos fiquem com o dinheiro, eles ficam impossibilitados de vendê-las por anos. É preciso atenção nesse caso. Outro fator importante é que os proprietários, normalmente, perdem o controle dos seus próprios negócios, já que é preciso “investir” tempo nas ações.

Por fim, mas não menos importante, a empresa pública terá que enfrentar apurações e regulamentos mais intensos, supervisionados também pelos acionistas, o que fará com que os detalhes da empresa sejam públicos, o que pode acabar por fornecer informações valiosas aos concorrentes.

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Para toda e qualquer empresa, é preciso ter equilíbrio na abertura de uma IPO. Isso porque a empresa terá um referencial de mercado, mas, se as ações não forem bem, os negócios podem cair. No fim das contas, o preço das ações acaba sendo parte importante do próprio marketing dela.

Bookbuilding: como funciona?

Acontece quando uma empresa ao invés de fixar um preço, estabelece condições básicas de lançamento e, assim, quem se interessar na aquisição enviam suas ofertas, de forma sigilosa, para a corretora. Atenção: há prazos há serem cumpridos para a realização dos pedidos.

Nesse pedido, os investidores estabelecem um preço máximo que aceitam pagar pelo ativo, assim, a corretora dá em troca uma margem de garantia, para assegurar ao investidor que possua recursos para a compra, caso o pedido seja atendido.

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O preço definido e o rateio são apurados após a análise das ofertas, o que deve sempre levar em conta os preços e respectivas quantidades ofertadas pelos investidores. Ou seja, em poucas palavras, bookbuilding é a construção de livros, ou de ofertas, no caso de ações.

Histórico das IPOs

2007 foi o ano recorde das empresas listadas na Bovespa. Ao todo, foram 64 companhias, sendo que apenas 42 continuam sendo listadas até hoje. Dessas, 3 estão em recuperação judicial e 25 caíram, desde a abertura.

“Muitos investidores que compraram ações de 2007 a 2010, quando havia uma euforia, ficaram machucados. Por isso, não vejo uma onda de aberturas de capital, mas de operações bastante selecionadas”, diz Patrice Etlin, do fundo Advent.

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O último IPO realizado na Bovespa foi em 2015, quando a Par Corretora (PARC3) entrou no mercado. Em 2014 também apenas uma companhia fez a IPO, a Ouro Fino (OFSA3).

Já entre as vencedoras de maior rentabilidade entre os IPO nacionais dos últimos 10 anos, está a Totvs (TOTS3), que teve valorização de 219% acima do Ibovespa desde sua estreia em 2006. Em segundo lugar está a Odontoprev (ODPV3), com rentabilidade de 181,02%.

Como estão os IPOs na atualidade?

No Brasil principalmente, com a crise econômica e política, as IPOs estiveram sumidas com uma média de 1 por ano. E tantas outras simplesmente adiaram a abertura de capital e esperar por um cenário mais favorável.

A marca José Cuervo foi uma das que fizeram isso recentemente. A maior fabricante de tequila do mundo adiou a oferta após entrar em contato com os investidores e ter uma ideia da demanda. A ideia da destilaria era vender até US$ 1 bilhão.

Porém, entretanto, todavia… Os analistas estão vendo uma luz no fim do túnel. Aliás, estão vendo luz no próximo ano. 2017 promete ser um ano de abertura de ofertas públicas, meus caros! Comentários informais dizem que o governo pretende usar esse meio para aliviar o próprio caixa.

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Foi, de fato, após o impeachment de Dilma Rousseff que os empresários aproveitaram para desengavetar alguns projetos de investimentos e começaram a buscar recursos na Bolsa de Valores. Ao todo, segundo informações da Revista Exame, já são mais de 20 companhias que estão com pretensões de IPOs para os próximos anos, sendo que mais da metade são empresas de capital fechado e devem estrear na bolsa.

O que a Bovespa pensa sobre isso

Em agosto desse ano, diante da expectativa da confiança dos investidores, o diretor presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, afirmou que: “Há uma confiança de que o ajuste fiscal virá e criará novas bases de crescimento da economia”.

Pinto disse isso logo após a IRB Brasil RE deixar a oferta para 2017, por decisão dos acionistas, que preferiram esperar melhores condições do mercado.

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“Precisamos das reformas [disse em elogio à equipe econômica formada por Temer] para consolidar a retomada de confiança dos investidores estrangeiros”, disse, frisando a percepção de que o mercado terá uma grande alavanca para o crescimento.

Na ocasião, também foi alvo de notícias a internacionalização da BM&FBovespa, que conversava com as bolsas da Argentina e do Peru para concluir o projeto pela América Latina. Para Pinto, a meta é alcançar a participação minoritária em cinco bolsas da região. Sabendo ainda que a Bovespa já adquiriu fatias das bolsas colombiana, mexicana e chilena.

O Mercado Financeiro e as IPOs

Mesmo que sutis, as mudanças na economia já começam a agradar o mercado. Mesmo com juros altíssimos, a perspectiva é um pouco melhor e 2017 está sendo previsto com bons olhos pelos investidores estrangeiros, que nos últimos 10 anos, compraram mais da metade das ações das empresas da Bovespa.

Conforme informações da consultoria EPFR Global a bolsa brasileira recebeu 400 milhões de dólares de fundos estrangeiros em 2016. Já os cálculos dos bancos indicam que os países de fora investem em mercados emergentes, tal como o Brasil.

Esses números refletem, além do impeachment, a vontade das empresas de captar recursos no cenário atual, mesmo que isso ainda seja um drama. Afinal, os bancos restringiram os créditos e aumentaram os juros, e, fora isso, os títulos no exterior ficou mais arriscado em razão da volatilidade do dólar.

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Outro motivo que nos faz crer em um aumento de IPO em 2017 é o fato das empresas estarem mais endividadas na qual somam mais 1,2 trilhão de reais entre todas as companhias abertas, um valor 2 vezes maior do que em 2010. E, sabemos que as IPOs também servem para captar recursos para a quitação de dívidas.

Quanto aos bancos, eles têm uma expectativa de que as ofertas da Bovespa somem mais de 40 bilhões de reais até o fim do próximo ano. E, se o número for confirmado, será o maior desde 2010, quando foram captados 149 bilhões de reais em ofertas públicas.

Companhias começam os preparativos para IPO em 2017

Como já dito acima, são, aproximadamente 20 novas companhias que vão iniciar a oferta pública nos próximos meses. Abaixo listamos as principais, confira:

1 – XP Investimentos

A XP já está ajustando suas estrutura corporativa para fazer a oferta pública de ações em 2017, segundo informações da Exame. Os recursos serão usados para investimentos e financiamento do crescimento da companhia.

A XP tem crescido frente às concorrentes e respondeu por 10,8% do volume de ações negociadas no Brasil nos 3 primeiros trimestres de 2016.

2 – Alliar

A oferta de ações da companhia de diagnósticos por imagem foi antecipada pelo Broadcast e mostrou o registro na CVM na categoria A, que inclui a negociação de ações. O prospecto mostra que a operação será de distribuição primária e secundária.

Os recursos serão para expansão orgânica, amortização de passivos bancários e a outra parte será repassada aos sócios. Os coordenadoras da oferta são Itaú BBA, Bank of America Merrill e Santander.

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Até junho desse ano, a rede contava com 104 unidades de atendimento em 41 cidades de 10 estados nacionais.

3 – Tenda

A Tenda, unidade da Gafisa para imóveis populares, está previsto para início de 2017 e inclui venda de ações detidas pela Gafisa. Também será coordenada pelo Itaú BBA, Bank of America Merrill, além do Bradesco BBI, BB Investimento e Banco Votorantim.

A companhia será listada na Bovespa pela segunda vez, depois que saiu em 2009, justamente por ter sido incorporada à Gafisa.

Desde janeiro a empresa lançou 30 projetos que somaram mais de 968 milhões de reais, alta de 23% sobre o mesmo tempo de 2015.

4 – Unidas

A locadora de veículos pediu aval da CVM para uma IPO. A operação também é de ofertas primárias e secundárias e terá como coordenadoras o Itaú BBA, JPMorgan, Bank of Americal Merrill e Haitong.

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5 – Caixa

O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, disse que os assessores financeiros conversaram sobre uma IPO da subsidiária Caixa Seguridade. “Estamos em vias de contratar os bancos que irão trabalhar no IPO”, disse Occhi.

6 – BRQ

A BRQ já foi listada no Bovespa Mais, um segmento de acesso à bolsa de valores de São Paulo e, com isso, a companhia já está apta para ter suas ações negociadas, embora ainda não tenha previsão de oferta inicial.

“Nosso objetivo é sermos a melhor empresa brasileira de serviços de tecnologia e vemos a abertura do capital como uma etapa muito importante para a captação de recursos para a realização dos investimentos necessários”, disse Benjamin Quadros, CEO da companhia.

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7 – Movida

A locadora de veículos também registrou seu pedido na CVM com o plano de realizar uma IPO, no entanto, o prospecto ainda não traz informações sobre preços ou número de ações. A companhia pretende iniciar as ações no início de 2017 e os coordenadores são o Bradesco BBI, Morgan Stanley, BTG Pactual, Santander, BB Investimentos, Credit Suisse e XP.

8 – Decolar.com

Apesar de não fazer parte da Bovespa, é importante salientarmos a Decolar.com. O site de reservas de viagem está seguindo adiante com os planos da IPO na bolsa Nasdaq no próximo ano. É empresa é considerada um unicórnio, termo dado referente à empresas de capital fechado da área de tecnologia e que tem valor de mercado acima de 1 bilhão de dólares.

9 – JBS

A JBS noticiou que tem interesse em realizar uma oferta pública inicial da subsidiária JBS Food International na Bolsa de Nova York (NYSE). A companhia esperar concluir o processo no começo do próximo ano e deve ter como presidente do conselho Wesley Batista.

Curiosidade sobre IPO

O melhor desempenhou anual de IPO é de uma empresa de engenharia civil de Hong Kong, a Luen Wong Group Holdings, disparou cerca de 6.700% em seis meses. A empresa registrou vendas de US$ 41 milhões em 2015 e lucro de US$ 1,1 milhão em projetos de construção de estradas e esgotos.

Aprenda como comprar ações na Bolsa BM&F Bovespa em 3 passos

Mas hoje o nosso foco são as ações, e, a principio, é válido saber que cada ação equivale à uma parcela de uma companhia. Assim sendo, o patrimônio total dessa empresa é dividida entre os vários investidores. Quanto mais ações você tiver, maior é a sua parcela, maior é sua representação como sócio.

No Brasil, a compra e venda de ações acontece na BM&FBovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). Essas negociações são feitas por meio das corretoras habilitas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As 15 Principais Bolsas de Valores do Mundo.

Lembretes: não há valores exatos para serem investidos e comprar ações. Mas, se for para começar com valores baixos, é indicado começar investindo em fundos, já que os custos não serão tão altos. Vamos falar mais sobre os tipos de investimentos abaixo.

Agora, vamos entender um pouco sobre a Bolsa de Valores: em resumo, é um mercado online de negociação de ações e produtos. Foi criada com o intuito de arrecadar recursos para as próprias empresas. Hoje, quem tem participação nessas empresas, recebe parte dos lucros da mesma, já a empresa capta dinheiro à um preço mais baixo do que se fizesse um empréstimo bancário, por exemplo.

Para entrar no mercado de ações, você precisa escolher uma Operadora de Valores: normalmente, Bancos ou Corretoras de Valores.

Ela será sua intermediária e responsável pelos seus investimentos. Depois, durante as transações, seu contato será feito com analistas dessa corretora.

E você também pode investir pela internet, através do Home Broker, uma ferramenta que informa as cotações das ações, ordens de compra e venda de ações. Aqui, é importante estar atento á palavras como Ativo, Quantidade, Preço e Validade.

Os custos para investir na bolsa de valores são: a corretagem – quando você compra e venda ações – e a taxa de custódia – valor cobrado mensalmente pela corretora para guardar suas ações. Você também vai precisar pagar a tributação do Imposto de Renda, que normalmente é de 15% sobre o ganho de capital de ações.

* A isenção do IR ocorre apenas para vendas de até 20 mil reais no mês.

Caso tenham interesse em saber mais detalhadamente como o Mercado Financeiro de Ações é o melhor investimento, acessem esse link.

O que é a Bolsa de Valores?

Segundo informações da BM&F Bovespa, existem 6 principais vantagens de investir em ações. São elas:

  • Não é preciso muito dinheiro para começar;
  • Você receberá dividendos periodicamente – Conheça as Ações que vão Pagar mais Altos Dividendos em 2016,
  • Potencial de boa rentabilidade no longo prazo;
  • Você pode comprar ou vender suas ações no momento em que quiser;
  • É possível alugar suas ações fazendo um empréstimo de ativos e ganhar um rendimento extra;
  • O Imposto de Renda (IR) sobre os rendimentos é cobrado apenas na saída do investimento e se o resgate for maior do que R$20 mil.

Um exemplo prático que pode facilitar as vantagens de investir na bolsa é a comparação entre um imóvel físico e um Fundo de Investimento Imobiliário.

Veja só: no imóvel físico o investidor precisa se preocupar com as escrituras, certidões, ITBI, reformas, cobrança, entre outros. Além disso, a liquidez também é comprometida e dificilmente é possível vender o imóvel em 2 ou 3 dias. E, quando ocorre a venda, é preciso pagar ao corretor uma porcentagem de 6%.

Como funciona na Bolsa de Valores… bem, no Fundo de Investimento Mobiliário é muito mais simples. Toda transação pode ser feita via internet, com uma negociação online. Sem burocracias, é possível comprar ou vender as cotas em algumas horas. Ah, e quando realizadas essas transações, a tarifa é de apenas 0,5% de corretagem, ou seja, 12 vezes que a taxa do imóvel físico. E o melhor de tudo: é possível vender e comprar apenas uma fração do imóvel, através justamente das cotas.

Bom, se você não gosta de investir no setor imobiliário, eu tenho outros exemplos, também reais, como a criação de bois. É só clicar no link.

16 ações que mais valorizaram na Bolsa de Valores e 8 companhias que estarão fora do mercado

Uma pesquisa feita pela Economatica mostrou quais as companhias que tiveram seus papéis com ganhos, surpreendentemente, maiores do que 100% em 2016. Ao todo foram 16 ações, das quais a primeira delas é a Magazine Luiza, que teve alta de mais de 500% e uma movimentação anual de 7,47 milhões de reais em média diariamente.

Em recente notícia, já falamos sobre a recomendação do Magazine Luiza. Relembre!

Veja a lista completa das 16 companhias que valorizaram mais de 100% neste ano:

  1. Magazine Luiza (MGLU3) – 499,43%
  2. Eletrobras ON (ELET6) 287,85%
  3. Sanepar (SAPR4) 253,92%
  4. Via Varejo (VVAR11) 213,54%
  5. Bradespar (BRAP4) 189,22%
  6. Gerdau Metalurgia (GOAU4) 176,23%
  7. Usiminas (USIM5) 159,19%
  8. CSN (CSNA3) 148,75%
  9. Eletrobras PN (ELET6) 141,09%
  10. Ser Educação (SEER3) 139,86%
  11. Copasa (CSMG3) 132,5%
  12. Fleury (FLRY3) 132,13%
  13. Gerdau PN (GGBR4) 122,52%
  14. Vale (VALE5) 118,71%
  15. Petrobras (PETR4) 112,54%
  16. Gerdau ON (GGBR4) 112,01%

Por outro lado, algumas empresas também devem deixar de ter ações negociadas na Bolsa, veja quais são elas:

  1. Brinquedos Estrela
  2. Unipar Carbocloro
  3. Banco Indusval
  4. Indústria de Azulejos Bahia
  5. Prumo Logística
  6. Banco Paraná
  7. Dommo Empreendimentos Imobiliários
  8. Jereissati Telecom

Com informações da Exame e Bloomerang

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