4 Vídeos para Investir Dinheiro na Renda Fixa e Ficar Rico Sem Riscos

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A Renda Fixa é considerada por quase todos os analistas como uma ótima opção para diversificar os investimentos com segurança e sabedoria. Elas normalmente são práticas, de fácil acesso e acompanham taxas da economia. Agora, se você tem dúvidas de que ela pode te fazer Ficar Rico, continue lendo…

Este texto é ainda mais aconselhável para você que tem um Perfil Conservador para Investir, mas que gostaria de ter Mais Rentabilidade do que tem na poupança.

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Renda Fixa: O que é

Os Títulos de Renda Fixa são uma espécie de Empréstimo. Só que não aquele empréstimo que você está acostumando – onde você vai até uma instituição financeira e pede uma grana a mais para financiar seus projetos ou pagar suas dívidas.

A Renda Fixa é um Empréstimo que você faz à essas instituições.

Na teoria, a regra é a mesma: se quando você pega empréstimo, você paga juros; então, quando você faz um empréstimo, você recebe juros. E é assim mesmo que funciona.

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Por isso, esse empréstimo (Renda Fixa) é considerado um investimento que tem remuneração de acordo com taxas e prazos, sendo que – como o nome diz – essas condições são preestabelecidas.

Não é difícil de entender, é?

Bom, vamos tentar deixar essa explanação ainda mais dinâmica: pensem na hipótese de que os bancos precisem de dinheiro para emprestar para seus clientes ou empresas. Até aí tudo bem? Agora, você acha que eles usam o próprio recurso para fazer isso? Claro que não.

Os bancos pegam dinheiro de investidores e pagam juros para eles. Depois, pegam esse dinheiro, emprestam aos seus clientes, e cobram juros (mais altos) para tal.

Isso explica, obviamente, porque os juros que os investidores recebem são bem menores do que aquele que os clientes pagam. Para se ter uma ideia, os juros do cartão de crédito podem chegar a assustadores 450% ao ano enquanto que um investimento simples tem rendimento de 10% ao ano.

Meio desumano isso tudo, né?

Mas, se há algo animador é que é melhor você receber juros (mesmo que pouco) do que pagar juros (principalmente porque é muito).

Ah, lembrando que até então estamos falando dos bancos, mas o Governo Federal também faz essas transações, principalmente através do Tesouro Direto – que é um investimento financeiro em Renda Fixa só que o investidor compra títulos do governo e não do banco.

Como Investir em Renda Fixa: O Guia Definitivo

A Rentabilidade dos Títulos de Renda Fixa

Quanto à rentabilidade dessa Renda Fixa, ela é dividida em três categorias: Prefixadas, Pós-Fixadas e Indexadas à Inflação. Dependendo dos seus objetivos financeiros, vale a pena escolher uma do que outra. Confira as características.

Prefixados

São aqueles títulos que o investidor conhece o valor que vai receber no resgate.

Por exemplo, se você investir 10 mil reais em um título com taxa de 13% ao ano, o seu rendimento será de 13%, ou seja, 1,3 mil – bruto. No ano seguinte, renderá os mesmos 13% e assim por diante.

Pós-Fixados

Você conhece o valor que vai receber pelo título somente quando ele vence.

A rentabilidade é atrelada à algum indicador, normalmente, o CDI – que fica próximo à Taxa Selic.

Nesse caso, a rentabilidade pode sofrer variações – para cima ou para baixo – durante o prazo do investimento. Um CDB com prazo de 2 anos e taxa de 120% do CDI pode resultar no valor investido + o rendimento.

Indexados à Inflação

É o tipo de título que tem a rentabilidade atrelada à algum índice referente à inflação, que pode ser o IPCA ou o IGPM. Logo, o rendimento é atualizado pelo índice somado à outro rendimento, já prefixado.

É uma opção que mescla os dois tipos citados acima, onde uma parte é variável e a outra é fixa.

Um exemplo é o CDB IPCA, que tem o índice da inflação indicando a parte variável + 6% que é a parte fixa, em juros reais.

4 Vídeos para Investir Dinheiro na Renda Fixa e Ficar Rico Sem Riscos
Reprodução: Google

A Segurança de se Investir Dinheiro em Renda Fixa

A Segurança é, sem dúvidas, a principal vantagem da Renda Fixa frente aos outros investimentos financeiros. Quando elas são originadas de bancos, elas são protegidas pelo FGC – Fundo Garantidor de Crédito, que assegura pagamentos de até 250 mil reais por CPF (Cadastro de Pessoa Física).

Essa segurança e o Rendimento Superior ao da Poupança é que faz dos Títulos de Renda Fixa a porta de entrada para o Mercado Financeiro. Mesmos os grandes investidores fazem uso da Renda Fixa, portanto. Ela é o Porto-Seguro do Mercado Financeiro.

“Geralmente, o CDB (Certificado de Depósito Bancário) é o primeiro passo para quem quer sair da poupança. A pessoa entende que a rentabilidade é maior. No último ano, a Renda Fixa rendeu em torno de 4% a mais do que a poupança, já líquido de Imposto de Renda”, diz Sandra Blanco, que é da Órama Investimentos.

Além do CDB existem muitas outras opções de aplicações financeiras na Renda Fixa. Cada uma tem suas características e especificadas. As Letras de Créditos, por exemplo, são isentas do Imposto de Renda. Já outras, seguem a tabela regressiva, sendo que se manter um prazo adequado, o investidor pagará apenas 15% de alíquota.

Logo, quanto maior o prazo de vencimento, menor o percentual do imposto.

Já para os Títulos Públicos, que são do Governo, o FGC não faz parte. Mas, há de se convir que o Governo Federal é mais garantido do que esse Fundo, não é? Por isso é que dizem que ambos os investimentos de Renda Fixa – públicos ou privados – são seguros.

Tipos de Títulos de Renda Fixa

Como existem muitas informações sobre os Títulos de Renda Fixa, acabamos deixando de falar sobre os Tipos de Renda Fixa. Mas, vamos corrigir esse erro agora mesmo.

Já citamos até aqui muitas opções – como CDB, Letras de Crédito e Tesouro Direto – mas, pode ser que você ainda não os conheça, então, vamos apresentar.

Considere ainda que esses são os mais “famosos”, porém, existem muitas outras opções.

CDB (Certificado de Depósito Bancário)

É um título privado emitido por bancos para a concessão de crédito. Quando você compra um CDB, você empresta dinheiro ao banco e recebe juros por isso.

LCI (Letra de Crédito Imobiliário)

É um título privado emitido por instituições financeiras e é lastreada em créditos imobiliários, garantidos por hipotecas ou alienação fiduciária. Quando você compra um título de LCI, você empresa dinheiro às instituições e recebe juros por isso.

LCA (Letra de Crédito do Agronegócio)

É um título privado também de instituições financeiras, atrelado à operações do agronegócio. Quando você compra uma LCA, você empresta dinheiro e recebe juros por isso.

LC (Letra de Câmbio)

É um título de crédito privado emitido por instituições financeiras. Ele é lastreado para contratos de financiamento para pessoas físicas e jurídicas, mas nada tem a ver com a compra ou venda de moeda estrangeira. Quando você compra uma LC, você empresta dinheiro e recebe juros por isso.

Debêntures

É um título emitido por empresas com a finalidade de financiar projetos e operações. Quando você compra debêntures, você empresta dinheiro à empresa e recebe juros por isso.

Tesouro Direto

É um título emitido pelo Tesouro Nacional, do Governo Federal, para captar dinheiro para financiar gastos ou rolar dívidas. Quando você compra títulos do Tesouro, você empresta dinheiro ao governo e recebe juros por isso.

Com a Queda da Selic… Como Ficam os Títulos da Renda Fixa

Com a queda da Selic, muitas pessoas têm se assustado com seus investimentos em Renda Fixa. Mas, sinceramente, isso não deveria acontecer. Vamos explicar por que.

A Taxa Básica de Juros da Economia chegou à 10,25% ao ano, mas deve terminar 2017 em 8,5%, conforme analistas. Isso quer dizer que Investir Dinheiro em Renda Fixa continua sendo garantia de Boa Rentabilidade.

O cenário é importante sim para qualquer aplicação financeira, mas no médio e longo prazo, a Renda Fixa sempre vai ser o investimento mais seguro do país – dependendo das outras medidas que o Banco Central adotar.

De forma sintetizada, a Queda da Inflação garante Ganho Real para o Investidor.

“Os cortes da Selic impactam sobre os investimentos, sem dúvida. Mas, quando comparamos com o resto do mundo, o Brasil continua com um juro alto, mesmo com as quedas recentes. Portanto, continua rendendo bem pelos próximos meses”, garantiu Sandro Baroni, gerente de preços e índices da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Para se ter uma noção mais geral sobre os juros cobrados aqui no Brasil, vamos citar um ranking mundial elaborado pela Infinity Asset Management, que diz que o nosso país está atrás da Rússia, apenas. Em Abril, o Brasil ocupava o 1º lugar.

“Os russos promoveram um corte de juros mais modesto, combinado a uma inflação menor, por isso as posições foram invertidas. Mas vamos continuar atraentes por um bom tempo”, diz a gestora da Infinity, Jason Vieira.

“Conforme a economia recupera-se e ainda há rendimento, abre-se um ciclo positivo para os investidores, que continuarão olhando para o nosso mercado”.

Para Baroni, tende-se a imaginar que os investidores ficaram insatisfeitos com os seus rendimentos vão buscar aplicações financeiras mais arriscadas com o tempo – vamos falar disso nos próximos tópicos.

“Uma opção seria apostar em títulos de prazo maior, como os CDBs, LCIs ou Debêntures. Quem assume o risco, pode manter a rentabilidade em alta. Mas quem optar por manter seus investimentos baseados em juros, não sairá perdendo tanto assim”, diz.

Para ele, a solução mais inteligente é investir uma parte do dinheiro em cada modalidade de investimento, o que potencializa os ganhos – é a chamada diversificação de investimentos.

“Os juros continuarão caindo, mas não irão despencar. É importante analisar que um corte não significa uma taxa efetivamente baixa, conforme temos visto. O Banco Central cortou e, mesmo assim, o número continua elevado. Ou seja, há um bom rendimento. A situação pode levar a percepção de retorno menor”, diz.

4 Passos para Investir Dinheiro e Ficar Rico

Caio Copetti é assessor de investimentos e comentou sobre a Renda Fixa em artigo publicado na internet – “a modalidade é preferida do brasileiro quando se trata de investimentos no mercado financeiro, tendo em vista que torna possível aproveitar as elevadas taxas de juros do Brasil”.

Sendo assim, ele listou 4 passo para aproveitar as melhores oportunidades.

1 – Perfil de Investidor

O primeiro passo antes de escolher um produto, conforme o especialista, é saber qual o objetivo com que aquele recurso será usado – em termos de tempo de aplicação, riscos e rentabilidade.

É importante levar em conta que as aplicações de períodos mais longos resultam em taxas melhores, sendo que as aplicações com menor carência oferecem retornos menos significativos.

2 – Esqueça a Poupança

Nos últimos anos, a poupança perdeu para a inflação, logo, os preços amentam mais do que o seu dinheiro se valoriza. No fim das contas, de forma bastante literal, você perde dinheiro.

Assim, para não ser atingido por essa perda, o especialista recomenda procurar outras opções de investimentos financeiros na Renda Fixa, como os Títulos Públicos, os Fundos de Investimentos e os Ativos de Crédito Privado.

“Papéis que possuem características diferentes para que sejam oferecidos de acordo com o objetivo de cada investidor”.

3 – Crédito Privado

O especialista considera ainda como opção emprestar o dinheiro para uma empresa, desde que seja dentro de ativos da Renda Fixa.

Ele afirma que em 2017 foram 80 novas captações, somando um volume superior a 33 bilhões de reais.

Para isso, existe o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), o CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e as Debêntures. Esse meio tem captação mais barata e uma taxa mais atrativa, ele diz.

“Esse meio oferece retorno que pode alcançar duas vezes a poupança, mantendo a isenção de imposto de renda, flexibilidade e liquidez nos ativos, uma vez que existe a possibilidade de venda para outros investidores antes mesmo do vencimento”.

4 – Compare antes de Investir Dinheiro

É como comparar várias marcas e modelos de carros – deveríamos ter o costume de comparar nossos investimentos e seus distribuidores.

“Por se tratar do seu próprio dinheiro e muito provavelmente de um relacionamento duradouro com a instituição que você escolher, faça suas comparações e escolha a melhora casa para aplicar seu capital conforme seu perfil”.

Conclusão do Especialista

“Para o segundo semestre de 2017, com a taxa básica de juros caindo, ela continuará alta se comparada com as taxas de outros países emergentes. Somando essa dado com a instabilidade política, vemos que o momento é de cautela, ou seja, aplicações seguras e de longo prazo podem ser uma ótima opção”.

12 Opções de Aplicações Financeiras de Renda Fixa para o 2º Semestre de 2017

Os Títulos de Emissão Bancária podem pagar valores representativos. Assim, a XP Investimentos listou alguns que pagam 118% do CDI ou taxas em torno de 7% acima do IPCA.

A XP ainda falou que os investidores da Renda Fixa permanecem atentos ao IPCA e isso surpreende positivamente devido as influências internas e externas. Em julho, o índice oficial de inflação registrou o primeiro resultado negativo para um mês, desde 2006.

Os títulos sugeridos pela XP são:

  1. CDB Pan Liquidez Diária (100% do CDI),
  2. CRI Direcional (CDI -0,1%),
  3. CDB Fibra Pré 2,5 anos (10,4%),
  4. Debêntures Incentivada VLIM 11 (IPCA+ 4,31%),
  5. CDB Pan 3 anos (117,5 CDI),
  6. CRA Guarani (98% CDI),
  7. CDB BMG IPCA 3 Anos (IPCA + 7%),
  8. Debênture Incentivada SNTI 23 (IPCA+ 6,04%),
  9. CDB Fibra 5 Anos (118% CDI),
  10. FIDC Óleo e Gas (102% CDI),
  11. CDB Fibra Pré 5 Anos (11,9%),
  12. CRA Raízen 2016 (IPCA+ 4,57%).

Com a Queda da Selic, vale a pena investir dinheiro na Bolsa de Valores

Conforme um levantamento da Economatica, o Brasil é um dos países dos juros mais altos do mundo – historicamente… Isso nos leva a pensar sobre o fato de valer a pena ou não investir dinheiro na bolsa de valores em época de crises e de que queda de juros, como tem acontecido?

Conforme os dados da consultora, apenas 8 das 154 ações mais líquidas da B3 (que leva em conta apenas papéis com volume financeiro superior a 1 milhão em 2017) tiveram desempenho superior ao CDI nos últimos 36 meses.

Assim, a ação com maior patrimônio acima do CDI no período foi a Magnesita (MAGG3), única das 8 que não faz parte da carteira teórica do Ibovespa. Em 3 anos, ela subiu 234,59% e registrou banhos de 646,69% em relação ao CDI.

Para fechar a lista dos TOP 5, estão os papéis da Raia Drogasil (RADL3), B3 (BVMF3), Lojas Renner (LREN3), MRV Engenharia (MRVE3) e Sabesp (SBSP3). No período todo, esses papéis acumularam valorização de 186,4%, 118,39%, 101,55% e 93,88% respectivamente.

No período, o CDI registrou alta de 36,28% enquanto que o Ibovespa subiu 24,02% no mesmo período.

10 Passos para Aprender a Investir Dinheiro com a Queda da Selic

Os especialistas dizem que existem boas opções de renda fixa com a queda da Selic, porém, é preciso se preparar porque esse cenário tende a mudar nos próximos anos, o que pode proporcionar um risco maior para encontrar os melhores rendimentos.

1 – Relação entre Juros e Inflação

Se os juros caem, a inflação segue a mesma linha.

Portanto, quando for escolher uma aplicação financeira, não veja apenas os juros pagos e sim a expectativa da inflação para os próximos anos. Isso é possível de ser feito calculando a taxa real de juros e descontando o efeito da inflação.

2 – Rendimentos Menores

Não espere mais do que 12% ao ano em aplicações prefixadas. Um investimento que prometa 11% ao ano nos próximos anos é uma ótima opção de escolha. “Os rendimentos estão magros”, dizem os especialistas.

3 – Investir por Mais Tempo

Se você pode optar por investir por mais tempo, ou seja, no longo prazo, pode ganhar mais dinheiro. Claro que para tanto, você não poderá sacar nada no meio do caminho.

O Tesouro Selic é um exemplo clássico disso, já que oferece boa rentabilidade, com risco muito baixo e excelente liquidez, pois permite sacar o dinheiro de um dia para o outro.

“Quem puder abrir mão da liquidez e investir parte do patrimônio por quatro ou cinco anos vai encontrar papéis com rentabilidade superior ao Tesouro Selic, e com risco muito baixo também”, diz Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos.

4 – CDBs dos Bancos Menores

O próprio Ricardo Zeno diz que os CDBs dos bancos médios podem pagar 118% do CDI, desde que não seja resgatado em menos de 4 anos. Já o valor mínimo para aplicação é de 5 mil reais.

O ideal é buscar um CDB que pague, no mínimo, 100% do CDI para superar o rendimento do Tesouro Selic. Em termos comparativos, os bancos grandes, os CDBs estão em torno de 84% do CDI e a maioria não oferece liquidez diária.

A dica final para os CDBs é que os investimentos não passem de 250 mil reais, que é o valor coberto pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

5 – CDB para Dinheiro Rápido

O CDB também é indicado para quem quer investir em questões de meses, ou seja, investimentos curtos.

“Para quem precisa de liquidez diária, há CDBs específicos, que pagam entre 100% e 102% do CDI. Essa taxa é ligeiramente superior ao Tesouro Selic. Além disso, o Tesouro Direto apresenta custos, como custódia (0,3% ao ano) e corretagem (que varia de Zero a 0,5% ao ano), que tiram rendimento de aplicações mais curtas. Já os CDBs não têm custos extras para aplicar”.

6 – Impostos

Nos dois investimentos citados acima – Tesouro Direto e CDB – o investidor está sujeito a uma alíquota de Imposto de Renda de 22,5% para saques feitos menos de seis meses após a aplicação.

Quando for comparada à poupança, essas aplicações ainda rendem mais, mesmo depois de descontado o IR pela alíquota mais alta, diz Zeno.

O rendimento tem que ser de, no mínimo, 8% para uma aplicação com IR de 22,5% superar o rendimento da poupança, que é isenta de IR.

7 – Correr Riscos

Opinião comum entre os especialistas é que correr riscos pode te fazer ganhar mais dinheiro. Principalmente, se pensarmos em curtos períodos de tempo.

“Hoje, ainda é possível encontrar aplicações de renda fixa, com risco muito baixo, que pagam um juro real”, diz Illan Besen, da BR Advisors.

8 – Dinheiro nas mãos dos Profissionais

Com um cenário de muitos riscos, as pessoas têm que se informar melhor e conhecer a fundo os diversos tipos de aplicação, tais como as ações, debêntures, contratos de juros futuros e ativos cambiais.

Logo, se você não entende muito sobre os investimentos ou se não tem tempo para acompanhar o rendimento das suas aplicações, é recomendável buscar fundos ou consultorias, conforme o seu patrimônio disponível para aplicações financeiras.

“Uma coisa é tomar uma aspirina para aliviar uma dor de cabeça simples. Outra é tratar de uma infecção. Você vai precisar da ajuda de um médico para receitar o antibiótico certo. A renda variável exige um acompanhamento constante. Você precisa ficar em cima, monitorando os papéis e as notícias. Se você não tem tempo para isso, pode correr um risco ainda maior”, diz Besen.

9 – Fundos Multimercados e de Ações

“É importante ler o prospecto e saber em que determinado fundo investe. Analise o histórico de rentabilidade. Pesquise quais são as expectativas para os ativos investidos pelo fundo. Veja se aquele gestor possui boas qualificações. E fique atento também à taxa de administração”, afirma Besen.

Para ele, os fundos multimercados e de ações cobram, em média, a taxa de administração de 2% ao ano e os investimentos mínimos são de 10 mil reais.

Vale pensar também no acompanhamento de índices, como o Ibovespa, Energia ou buscar papéis de companhias que paguem bons dividendos, que sejam elevados e com regularidade.

10 – Quando Vai Precisar do Dinheiro

“Quem puder abrir mão da liquidez por mais tempo, sempre vai conseguir rendimentos melhores”, diz Ricardo Zeno, da AZ. No cenário de riscos, o especialista diz que não adianta pensar apenas em ganhos.

Com informações do G1, Exame e Istoé

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