Plantar Árvores é mais rentável do que investir dinheiro na Poupança!

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Pode ter sido pela curiosidade em saber como isso é possível ou simplesmente pelo interesse em plantar árvores, mas se você clicou nesta matéria é porque ficou interessado nessa questão que envolve 2 produtos distintos: árvores e poupança.

Bem, a nossa ideia com este artigo é compartilhar uma informação que foi divulgada na Revista Dinheiro Rural nos últimos dias e sugere a seguinte pergunta: “Quanto renderia 3 mil reais aplicados em uma caderneta de poupança durante 13 anos”?

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Conforme as novas regras da poupança, que foram implementadas pelo Governo Federal, esse valor investido nesse período daria um acumulo de patrimônio de 5,4 mil reais.

Mas, a matéria sugere que: “se esse mesmo valor fosse investido em árvores nobres (como mogno africano, teca, seringueiras, acácia ou eucalipto) poderia ter um rendimento bem maior – e o valor chegaria a 13 mil reais”.

A justificativa é óbvia – a poupança está rendendo 6% e as árvores poderiam render até 13%.

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“Um hectare de eucalipto, em uma conta simples, se transformaria em 36 mil reais após os 13 anos, 6 vezes mais do que a poupança tradicional”, conforme a revista.

Márcio Lopes da Silva é da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, e cedeu uma entrevista a revista, explicando que o cultivo da madeira como poupança é uma atividade rentável no país.

“Olhar uma árvore como poupança é um dado novo setor e uma tendência crescente”, avaliou.

Em se tratando de plantio de árvores, não somos especialistas no assunto, portanto, vamos deixar essa parte para que você estude por conta própria – conheça os tipos de árvores, as formas de plantio, as rentabilidades… Se achar viável, invista.

Por outro lado, entendemos tudo sobre a poupança – e podemos garantir que esse realmente não é um investimento rentável. Confira como funciona a caderneta e quais as outras opções de investimentos financeiros para aplicar dinheiro!

Caderneta da Poupança – Como Funciona

A poupança é o investimento mais tradicional do Brasil – criada no século 19, ela tinha o objetivo de proteger o dinheiro contra a inflação e garantir o poder de compra.

É uma aplicação muito simples e que não tem impostos ou taxas. Por outro lado, o retorno é um dos mais baixos do mercado, ainda mais se comparada com outras opções da renda fixa.

O rendimento da poupança é que precisa ser estudado com cautela. Ele depende do valor da Selic, que é a taxa básica de juros do país.

Na nova regra, tudo funciona assim:

1 – Quando a Selic está acima de 8,5%, o rendimento da poupança fica limitado a 6,17% ao ano mais a variação de uma TR (Taxa Referencial).

2 – Quando a taxa é menor do que 8,5%, a correção anual fica limitada a um percentual fixo, que equivale a 70% da Selic, mais a taxa referencial, que é calculada pelo Banco Central.

Se a Selic está em 7,5% ao ano, vale a 2ª opção.

Ainda que a rentabilidade seja uma das menores praticada no mercado, existem alguns raros casos que ela torna-se viável – como para pessoas que tem pouquíssimo dinheiro para investir ou para quem está pretendo criar um fundo de emergência.

Aplicações Financeiras alternativas a poupança – quais as melhores

Se você não faz parte das opções listadas acima e tem algum dinheiro para investir ou tem um plano no longo prazo, pode começar a considerar as opções mais rentáveis.

Para não alongar o assunto, separamos as 3 principais. Confira, brevemente, como funciona cada uma delas.

Para todos os casos, leve em conta que você terá que analisar muitos fatores importantes: como o valor para aplicação, aportes mensais, tempo de investimento, entre outros.

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

É um título bancário. Acontece quando você empresta seu dinheiro ao banco e recebe um juros por isso. Os CDBs podem ser atrelados a uma taxa, como o CDI.

E tem segurança do FGC (Fundo Garantidor do Crédito), que garante valores para até 250 mil reais, caso o banco quebre.

Na teoria, a segurança é a mesma da poupança, só que o rendimento costuma ser bem melhor.

Letras de Crédito (LCI ou LCA)

Funciona de forma parecida com o CDB, só que tem a vantagem de ser isento do imposto de renda. Do lado negativo, essa opção necessita de uma aplicação inicial um pouco maior, a partir dos 20 mil reais.

Tesouro Direto

Diferente das outras opções citadas anteriormente, o Tesouro é do Governo Federal – e não do banco.

Logo, há a garantia do Tesouro Nacional e não do FGC.

O Tesouro Direto tem sido chamado de nova poupança por alguns motivos: a facilidade em investir e o fato de ser democrático – na qual as pessoas podem começar a aplicar a partir de 30 reais.

Dentro do Tesouro existem dois tipos de rentabilidade. Um é o prefixado, que o investidor já fica sabendo quanto terá de dinheiro ao final do período de aplicação. E outro é o pós-fixado, que fica atrelado a taxas como a Selic.

Ainda que tenha vários tipos de rentabilidade, os títulos listados aqui são da Renda Fixa, ou seja, considerados conservadores, de baixo risco.

Plantar Árvores é mais rentável do que investir dinheiro na Poupança!
Reprodução: Google

Ganhar Dinheiro com Investimentos Financeiros

Quando o assunto é poupar dinheiro, as pessoas ficam assustadas. Daí, se surge a ideia de investir dinheiro, a dificuldade em lidar com o tema aumenta ainda mais.

Mas, na prática tudo funciona de forma muito simples: quanto mais dinheiro você poupa e mais investe, mais patrimônio acumulado você terá. E você não precisa ter muito dinheiro para começar a fazer isso.

Leve em conta que pode começar poupando apenas 10% do seu salário.

Vamos supor que você esteja na fase jovem da vida… Então, decide poupar 10% do salário, o que dá em torno de 200 reais mensais no nosso exemplo.

Se poupar esse valor, em um bom investimento financeiro, por 40 anos… Você poderia ter uma aposentadoria milionária! Sim, poderia chegar aos 65 anos com mais de 1 milhão de reais na conta.

Isso não é mágica, não é dinheiro fácil, nem nada disso. Estamos falando em ter controle financeiro e o hábito de investir.

Comece a pensar nisso a partir de hoje, sua vida pode mudar para sempre!

Fundos de Investimentos: rendimento superior à poupança

Um fundo de investimento é uma aplicação financeira formada por um grupo de investidores também chamados de cotistas – é a boa e velha ideia do condomínio. O fundo é um condomínio de casas enquanto que as casas são investidores.

Assim, com o dinheiro total dos cotistas é possível alocar os ativos em ativos do mercado financeiro.

O detalhe é que ninguém fará isso se não receber algo em troca – “pelo serviço prestado”. Então, cobram-se as famosas Taxas de Administração.

Depois, ao fim do investimento, os lucros é dividido proporcionalmente aos investidores – sendo que quem tem maior porcentagem receberá mais, obviamente.

“A estratégia do fundo consiste na alocação majoritária do portfólio em títulos de emissões bancárias e debêntures de alta liquidez e baixo risco de crédito privado”, diz a AZ Quest, que tem apostado em fundos com prazo superiores ao CDI.

Existem vários tipos de fundos de investimentos, que variam conforme suas características. Eles podem estar alocados, por exemplo, em fundos da Renda Variável, aí então terá maior rentabilidade, porém, com maior risco. Podem ainda ser de Renda Fixa ou Multimercado.

Cada fundo tem suas próprias regras e estratégias, por isso, torna-se necessário pesquisar individualmente cada um.

Além dessa taxa de administração, também há a cobrança da taxa de custódia, que é a empresa responsável pelos aspectos operacionais e legais do fundo, zelando pelo bom funcionamento do regulamento, controlando o risco, calculando as cotas, transmitindo informações aos órgãos públicos.

Com informações do DinheiroRural, G1 e 1News

 

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