10 Passos para Aprender a Investir Dinheiro com a Queda da Selic

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Com a queda da Selic, a Taxa Básica de Juros da Economia, muitas perguntas começam a ser feitas e uma delas é: compensar ficar ou sair da poupança?

Antes de responder essa pergunta é preciso entender que se a Selic está caindo, a inflação está começando a entrar nos eixos, logo, mesmo com uma rentabilidade nominal mais baixa, os investimentos devem continuar se beneficiando desse cenário.

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Isso acontece porque a rentabilidade real, que fica acima da inflação, tende a ficar maior.

Ainda antes de chegarmos aos finalmentes, vale lembrar a Nova Regra da Poupança:

  • Se Selic Meta > 8,5% ao ano, a rentabilidade é TR + 0,5% ao mês.
  • Se Selic Meta <= 8,5% ao ano, a rentabilidade é TR + 70% da Selic Meta.

Outro ponto importante para saber é que a Taxa Referencial (TR) é um valor baixo, sempre inferior à 2% e que é calculada com base na média dos CDBs e RDBs prefixados, que são produtos oferecidos pelos bancos.

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O que é a Taxa Referencial?

Logo, a Taxa Referencial foi criada no Plano Collor II e tinha como objetivo ser uma taxa básica referencial dos juros que seriam praticados em um determinado mês.

Assim, essa taxa não iria refletir a inflação do mês anterior, já que naquela época havia um grande descontrole de preços. Um mal que assolava a economia do país.

Para se ter uma ideia, nos anos 90, um produto que começou o ano custando 100 reais poderia chegar ao final dele com um valor acima de 1,7 mil reais.

Isso tudo fazia parte de um ciclo vicioso: os preços subiam, os salários também. Aí, os preços subiam e os salários precisavam subir também. Em uma constante infinita.

Os cálculos da Taxa Referencial sofreram algumas alterações desde a criação e, nos dias atuais, ela é calculada a partir da remuneração mensal média dos Certificados e Recibos de Depósitos Bancários, com o prazo variável de 30 e 35 dias e emitidos pelas 30 maiores instituições financeiras do Brasil.

  • No final do artigo teremos os 10 Passos para Aprender a Investir Dinheiro com a Queda da Selic.

Bom, vamos à resposta objetiva:

Permanecer na poupança é um bom comportamento. NEM MESMO COM A QUEDA DA SELIC. Se você ainda tem alguma dúvida, basta analisar o mercado entre os anos de 2012 e 2013, quando a Selic estava em baixa e, mesmo assim, ela ficou acima da inflação e, logicamente, da poupança.

Para você compreender um pouco mais (e de forma simples) essa questão da Selic e da Poupança, vamos separamos alguns tópicos. Confira cada um deles!

Primeiro, entenda por que todo mundo está ANIMADINHO com a poupança

A Caderneta da Poupança está favorável para quem tem um dinheiro que sobrou e quer guarda-lo sem ter que fazer muitas contas. Mas, não se iluda. Esse favorável quer dizer que esses juros estão melhorando o rendimento da poupança, mas ele ainda continua sendo um péssimo investimento.

Veja alguns números, que tem deixado algumas pessoas animadas.

A poupança teve ganho real de 4,37%, descontando a inflação, conforme a Economatica. A taxa de retorno é a maior desde 2006, quando atingiu 5,1% na mesma base de comparação.

Com base em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), o IPCA, o índice que mede a inflação oficial do país, ficou em 0,31% em maio, o que gerou uma variação de 3,6% em 12 meses. Assim, a rentabilidade mensal no mês foi positiva, em 0,27%, o que confirma a tendência.

“A poupança neste momento é bastante atraente em relação à inflação. É uma aplicação comum, pois permite investimentos automáticos. E agora, ela se torna extremamente interessante porque deixou de ser negativa ao que era há um ano, quando perdia para a inflação”, explicou Gilberto Braga, professor de Finanças do Ibmec e da Fundação D. Cabral.

  • Você tem dinheiro na poupança? Descubra como investir melhor, mais fácil para obter mais resultados no Final deste Artigo!

“A outra vantagem é a facilidade de investir qualquer valor, pois não existe mínimo.”

E a notícia ruim é que, com isso, os brasileiros começaram a apostar, de novo, todas as fichas na poupança. Após 5 meses, o número de depósitos voltaram a ser maiores do que o de saques. Conforme o Banco Central, foram depositados 292,6 milhões de reais.

Para 2017, melhor é Tesouro Direto ou Poupança?

Mas, visto as definições, sabemos que no começo o Tesouro não era vantajoso… Mas, e agora? Agora é! É muito mais vantajoso do que a poupança.

Sim, ele ainda tem a cobrança da administração e tem também o Imposto de Renda, que segue tabela regressiva. Mas, mesmo assim, é mais vantajoso porque a poupança tem uma nova regra e perde poder. Perde, as vezes, rentabilidade para a inflação.

Bom, para tentar explicar isso da forma mais didática possível, vamos novamente separar os 2 casos, entenda!

Tesouro Direto: Nos dias atuais existem 5 títulos públicos no mercado financeiro, com modelos pré-fixados, pós-fixados e híbridos. Assim, alguns variam conforme o índice IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Final Amplo), à Taxa Selic. Então, dentro dos títulos disponíveis há a rentabilidade da soma desse indexador mais a taxa de juros adicional.

Poupança: No caso da poupança, o rendimento é feito pela composição da Taxa Referencial com a parcela adicional de 0,5% ao mês, o que, no último ano, equivaleu à 6,17% ao ano.

Essa nova regra, como é conhecida, é de 2012, onde o Governo Federal promoveu uma alteração conforme a Taxa Selic, na qual, quando ela fosse inferior à 8,5% ao ano, então, a remuneração Referencial seria de 70% da Selic mensal.

Logo, a rentabilidade a poupança, mesmo sendo de renda fixa, teria um valor variável e quando a economia representasse uma inflação elevada, então, o rendimento significaria, com certeza, uma perda de poder de compra do investidor.

Tesouro Direto é mais vantajoso. Mas e os custos, as taxas, aplicações e segurança?

  • Bem, na poupança, sabe-se que não há mínimo para o investimento.
  • E a liquidez é diária, ou seja, a rentabilidade é calculada mês a mês e conforme a data de aniversário do investimento.
  • E não há cobrança de Impostos, nem de Renda e nem de IOF (Operações Financeiras).
  • Além disso, a poupança conta a segurança do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que, por sua vez, garante um valor máximo de 250 mil reais.

Bem, tudo zero a zero na poupança, não é?

Mas e quanto ao Tesouro Direto?

  • Bom, vamos começar pelo inverso. No Tesouro a garantia não é do FGC e sim do próprio governo, já que o tesouro nacional é garantido pelo governo federal.
  • No Tesouro há cobrança do Imposto de Renda em tabela regressiva e IOF para aplicações menores do que 30 dias. Além dos custos da taxa de administração e custódia, que são cobradas mensalmente. A 1ª vai depender da Corretora e a outra é de 0,30% e vai para a Bovespa.
  • A Liquidez do Tesouro é variável, conforme o título investido. Mas, no geral, há uma data para o resgate. Tanto é que os títulos têm os nomes seguidos por um ano, que significa quando ele poderá ser resgatado. Então, o investidor pode perder dinheiro quando opta por retirar o dinheiro antes do prazo.
  • Já a aplicação mínimo é de 30 reais, conforme título.

Sobre sair da Poupança e ir para uma LCI (Letra de Crédito Imobiliário)

Já sabemos que a caderneta da poupança não tem o melhor rendimento para os investimentos financeiros. Logo, se você busca rentabilidade, ela não parece ser a pedida ideal. No entanto, para saber qual é a melhor aplicação a se fazer, você precisa levar em conta alguns pontos:

1 – Reserva Financeira: Se tem uma Reserva de Emergência suficiente para cobrir gastos mensais por, pelo menos, 6 meses,

2 – Objetivos Financeiros: Se tem projetos para o uso do dinheiro, os tais objetivos financeiros, para curto, médio e longo prazo. Ou seja, se tem ideia do que fará com o dinheiro em 1 ano, 3 anos e 10 anos.

3 – Perfil Investidor: Se já sabe o que é prioridade na hora de escolher um investimento financeiro, pensando nos custos, período e rentabilidade.

Qual é o seu Perfil Para Investir?

Essa semana bombou na internet um teste que a Trovó Academy desenvolveu para descobrir qual é o seu perfil para investir: você é devedor, acomodado, poupador ou investidor?

Quer saber qual que é o seu perfil de verdade? Então, vou colocar o teste aqui para vocês!

Levando em conta essas questões, recomenda-se usar aplicações financeiras que sigam o CDI para a Reserva de Emergência e que tenha liquidez diária. Quando o valor começar a ser superior a 10 mil reais, vale a pena pensar em um Fundo que tenha baixa taxa de Administração.

O QUE É BAIXA TAXA DE ADMINISTRAÇÃO? Algo que não ultrapasse 1%, de forma geral. Já que se for maior que isso, seu rendimento será diminuído, sobretudo após a incidência do Imposto de Renda.

A partir de então, se você tem algo maior do que 20 mil reais, a melhor opção é sim a LCI (Letra de Crédito Imobiliário).

Esse investimento é interessante para curto e médio prazo principalmente por ser isento do Imposto de Renda. Normalmente, são investimentos de 2 anos. Só que para ser vantajoso precisa ter rendimento acima de 100% do CDI.

O que é importante pensar na hora de investir em LCI?

Antes de aplicar dinheiro nesse tipo de investimento, é importante conhecer algumas características especificas do produto, como os prazos de carência, prazos de emissão, classificação do risco de crédito, entre outras.

As LCIs tem a garantia do Fundo Garantidor de Crédito, assim, caso o banco emissor sofra uma intervenção do Banco Central, você receber seu valor aplicado em torno de 6 meses a partir dessa intervenção, só que sem o respectivo rendimento.

Já se o banco quebrar, você tem a garantia de 250 mil reais, que deve receber em até 120 dias.

Para os especialistas, a LCI é uma ótima alternativa para o curto prazo, porém é preciso ponderar os bancos emissores e os riscos.

Por fim, se você tem mais do que 20 mil reais, vale a pena pensar na diversificação do investimento, ou seja, não colocar todos os ovos na mesma cesta.

Sobre sair da Poupança e ir para um CDB (Certificado de Depósito Bancário)

O CDB é usado por muitas pessoas para Reserva Emergencial, como visto no tópico acima, ainda mais se ele contar com uma rentabilidade de 100% do CDI e liquidez diária.

O CDB é um título emitido pelo banco que querem capitalizar suas atividades de créditos. Quando o investidor opta por esse investimento, ele aposta no cálculo do CDI, logo, normalmente, tem rendimento melhor do que teria na poupança.

No mercado, é possível encontrar 3 tipos de CDBs: o prefixado, o pós-fixado e aqueles híbridos, que pagam juros e mais o índice de inflação, normalmente o IPCA (Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo). Nesse primeiro caso, o investidor combina, previamente, uma taxa com a instituição financeira, que deve obedecer até a validade do título.

Já o segundo caso, é o mais comum e, até o final do texto, vamos falar com mais ênfase sobre ele. O CDB pós-fixado terá a rentabilidade baseada em uma taxa de referência (TR), normalmente, o CDI. Atualmente, as remunerações pagas sobre o CDI variam de 70 à 125% e isso é muito perigoso. Continue Lendo que vamos falar sobre isso nos próximos tópicos.

Por fim, o 3º tipo é o CDB que segue o índice de inflação, com uma taxa de juros prefixada. Se optar por essa opção, o investidor precisará ficar atento às variações dos índices diante dos diversos cenários.

Sobre sair da Poupança e ir para um Título Prefixado do Tesouro Direto

Esse tipo de título trava uma rentabilidade anual e isso faz com que, mesmo quando a inflação caia, a rentabilidade continue no mesmo patamar. Ao contrário daqueles que variam conforme os indicadores.

Porém, o risco de optar por este investimento é que a inflação pode chegar próxima a esse valor ou mesmo ultrapassa-lo. Aí, você começa a perder dinheiro.

Imagine que temos um Tesouro Direto Prefixado á 11% ao ano. Então, se uma hora a inflação bater 10,67%, como aconteceu em 2015, a rentabilidade de 11% será insignificante. Logo, o investidor perde poder de compra.

Aí, outra breve análise sugere que esses títulos já precifica uma grande e rápida queda dos juros, o que pode não se concretizar.

Aqui, sobre esse título prefixado, não há muitas recomendações, sendo que a única é a de que é preciso analisar, com muito cuidado, o risco-retorno.

Sobre sair da Poupança e ir para a Renda Variável

Na verdade, isso não é recomendado, ao menos, se você já tem muito conhecimento sobre o Mercado de Ações. A dica é sempre passar antes pelas Rendas Fixas para entender como funciona o mercado financeiro de forma geral, como os bancos agem, como ganhar dinheiro.

Mas, há indicações como se for para investir aos poucos, vale pensar em FIIs e Ações, que recebem rendimentos e dividendos. Logo, o investidor não precisa ficar se preocupando com a hora certa de investir, já que tudo é feito de forma automática.

Mas, esse assunto é indicado para os experientes, portanto, se você está investindo em ações, saiba como fazer com Risco Zero.

10 Passos para Aprender a Investir Dinheiro com a Queda da Selic

Os especialistas dizem que existem boas opções de renda fixa com a queda da Selic, porém, é preciso se preparar porque esse cenário tende a mudar nos próximos anos, o que pode proporcionar um risco maior para encontrar os melhores rendimentos.

1 – Relação entre Juros e Inflação

Se os juros caem, a inflação segue a mesma linha.

Portanto, quando for escolher uma aplicação financeira, não veja apenas os juros pagos e sim a expectativa da inflação para os próximos anos. Isso é possível de ser feito calculando a taxa real de juros e descontando o efeito da inflação.

2 – Rendimentos Menores

Não espere mais do que 12% ao ano em aplicações prefixadas. Um investimento que prometa 11% ao ano nos próximos anos é uma ótima opção de escolha. “Os rendimentos estão magros”, dizem os especialistas.

3 – Investir por Mais Tempo

Se você pode optar por investir por mais tempo, ou seja, no longo prazo, pode ganhar mais dinheiro. Claro que para tanto, você não poderá sacar nada no meio do caminho.

O Tesouro Selic é um exemplo clássico disso, já que oferece boa rentabilidade, com risco muito baixo e excelente liquidez, pois permite sacar o dinheiro de um dia para o outro.

“Quem puder abrir mão da liquidez e investir parte do patrimônio por quatro ou cinco anos vai encontrar papéis com rentabilidade superior ao Tesouro Selic, e com risco muito baixo também”, diz Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos.

4 – CDBs dos Bancos Menores

O próprio Ricardo Zeno diz que os CDBs dos bancos médios podem pagar 118% do CDI, desde que não seja resgatado em menos de 4 anos. Já o valor mínimo para aplicação é de 5 mil reais.

O ideal é buscar um CDB que pague, no mínimo, 100% do CDI para superar o rendimento do Tesouro Selic. Em termos comparativos, os bancos grandes, os CDBs estão em torno de 84% do CDI e a maioria não oferece liquidez diária.

A dica final para os CDBs é que os investimentos não passem de 250 mil reais, que é o valor coberto pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

5 – CDB para Dinheiro Rápido

O CDB também é indicado para quem quer investir em questões de meses, ou seja, investimentos curtos.

“Para quem precisa de liquidez diária, há CDBs específicos, que pagam entre 100% e 102% do CDI. Essa taxa é ligeiramente superior ao Tesouro Selic. Além disso, o Tesouro Direto apresenta custos, como custódia (0,3% ao ano) e corretagem (que varia de Zero a 0,5% ao ano), que tiram rendimento de aplicações mais curtas. Já os CDBs não têm custos extras para aplicar”.

6 – Impostos

Nos dois investimentos citados acima – Tesouro Direto e CDB – o investidor está sujeito a uma alíquota de Imposto de Renda de 22,5% para saques feitos menos de seis meses após a aplicação.

Quando for comparada à poupança, essas aplicações ainda rendem mais, mesmo depois de descontado o IR pela alíquota mais alta, diz Zeno.

O rendimento tem que ser de, no mínimo, 8% para uma aplicação com IR de 22,5% superar o rendimento da poupança, que é isenta de IR.

7 – Correr Riscos

Opinião comum entre os especialistas é que correr riscos pode te fazer ganhar mais dinheiro. Principalmente, se pensarmos em curtos períodos de tempo.

“Hoje, ainda é possível encontrar aplicações de renda fixa, com risco muito baixo, que pagam um juro real”, diz Illan Besen, da BR Advisors.

8 – Dinheiro nas mãos dos Profissionais

Com um cenário de muitos riscos, as pessoas têm que se informar melhor e conhecer a fundo os diversos tipos de aplicação, tais como as ações, debêntures, contratos de juros futuros e ativos cambiais.

Logo, se você não entende muito sobre os investimentos ou se não tem tempo para acompanhar o rendimento das suas aplicações, é recomendável buscar fundos ou consultorias, conforme o seu patrimônio disponível para aplicações financeiras.

“Uma coisa é tomar uma aspirina para aliviar uma dor de cabeça simples. Outra é tratar de uma infecção. Você vai precisar da ajuda de um médico para receitar o antibiótico certo. A renda variável exige um acompanhamento constante. Você precisa ficar em cima, monitorando os papéis e as notícias. Se você não tem tempo para isso, pode correr um risco ainda maior”, diz Besen.

9 – Fundos Multimercados e de Ações

“É importante ler o prospecto e saber em que determinado fundo investe. Analise o histórico de rentabilidade. Pesquise quais são as expectativas para os ativos investidos pelo fundo. Veja se aquele gestor possui boas qualificações. E fique atento também à taxa de administração”, afirma Besen.

Para ele, os fundos multimercados e de ações cobram, em média, a taxa de administração de 2% ao ano e os investimentos mínimos são de 10 mil reais.

Vale pensar também no acompanhamento de índices, como o Ibovespa, Energia ou buscar papéis de companhias que paguem bons dividendos, que sejam elevados e com regularidade.

10 – Quando Vai Precisar do Dinheiro

“Quem puder abrir mão da liquidez por mais tempo, sempre vai conseguir rendimentos melhores”, diz Ricardo Zeno, da AZ. No cenário de riscos, o especialista diz que não adianta pensar apenas em ganhos.

Você tem dinheiro na poupança? Descubra como investir melhor, mais fácil para obter mais resultados

Tesouro Selic é a opção preferida pelos especialistas na hora de indicar um substituto para a poupança, afinal, o título do Governo Federal é tão seguro quanto e, além disso, tem mais rentabilidade.

Isso tudo sem contar que a aplicação inicial é super baixa: a partir de 30 reais. Gostou, não é? Então, leia esse artigo até o final e descubra outras opções para investir melhor o seu dinheiro!

Infelizmente, mesmo que não queríamos que fosse assim, temos uma notícia: o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) concluiu uma pesquisa que identificou qual é a forma mais usada pelos brasileiros para investir dinheiro.

E, adivinhem só! A Poupança foi a vencedora. Tsc Tsc

Mas, a mesma pesquisa também mostrou que essa escolha é devido ao pouco entendimento das pessoas entrevistas acerca dos investimentos disponíveis no mercado, tão bem quanto à rentabilidade deles.

E, pensando nisso, pode ser que o Tesouro Selic, como falamos logo no início do texto, talvez não seja um investimento tão conhecimento por você, certo? Por isso, nesse artigo, vamos falar um pouco mais de cada uma dessas alternativas mais eficazes.

Agora, voltando à pesquisa como dita cuja, ela mostrou que quase 60% das pessoas que poupam dinheiro na poupança afirmaram não saber quais são os investimentos com as melhores taxas de retorno.

Na oposição, 42% das pessoas disseram saber os rendimentos das suas aplicações.

10 Passos para Aprender a Investir Dinheiro com a Queda da Selic
Reprodução: Google

Mais de 60% dos entrevistados também disseram que a poupança, mesmo sendo menos indicada e menos rentável, é a escolhida. E o tempo médio que o brasileiro deixa o dinheiro aplicado lá é de 3,6 anos, com um valor médio de 2,1 mil reais. 38% das pessoas disseram que deixam o dinheiro guardado lá devido à facilidade para o uso, quando necessário.

Veja agora, a lista com as outras aplicações preferidas pelos entrevistados:

  • Imóveis: 18% e dizem que o tem devido à segurança,
  • Previdência Privada: 13% e dizem que o tem por indicação do gerente do banco,
  • Fundos de Investimentos: 9% e dizem que o tem por indicação do gerente do banco,
  • CDB: 5%, dizem que o tem devido á indicação de sites especializados,
  • Bolsa de Valores: 3%
  • LCI: 3%

Nesse momento, TEMOS A OBRIGAÇÃO, de falar um pouquinho sobre cada uma dessas opções. Porém, como nosso espaço aqui não é tão grande, vamos apesar resumir e a leitura integral vocês podem fazer clicando no link LEIA MAIS. Combinado?

Imóveis: Investir em imóveis é ou não um bom investimento? Veja a resposta definitiva! “Hoje o jogo é simples, rápido e objetivo, meus caros! E a resposta está aí: investir em imóveis HOJE não é um bom investimento!

Isso porque sempre podemos comparar o investimento A com o investimento B, então, comparando com outros, a compra de imóveis não é um bom negócio, definitivamente”. Leia Mais!

Previdência Privada: 5 questões importantes sobre a Previdência Privada – Ter ou não Ter, eis a questão! “Os fundos de Previdência Privada tem caído no gosto de muitos brasileiros, afinal, a projeção pode chegar à 1 milhão de reais se você pensar a longo prazo.

Uma simulação rápida pela Caixa Econômica Federal te dá esse valor, por exemplo. Com 100 reais mensais, acrescidos pela Inflação, em um período de 40 anos, você terá o famoso milhão! E, supondo que você tenha 25 anos, após 40, vai ter 65 anos, ou seja, a idade da aposentadoria”Leia Mais.

Fundos de Investimentos: O passo-a-passo para investir na Renda Fixa dos Fundos DI e as 3 Melhores Vantagens.

Os Fundos de Investimentos são a aplicação financeira mais importante para os bancos e, não à toa, até o fim de setembro desse ano a Anbima(Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) registrou mais de 14,8 mil fundos e mais de 9 milhões de investidores, individuais e institucionais. Leia Mais. 

10 Passos para Aprender a Investir Dinheiro com a Queda da Selic
Reprodução: Google

CDB: Com a Selic caindo, a Renda Fixa continua sendo o melhor investimento para o investidor conservador! “As recentes notícias mostram que a taxa de juros no Brasil vai cair gradativamente nos próximos meses e a expectativa é que a Selic feche o ano de 2017 na casa dos 9,5%. Mas, a pergunta que fica é: com essa taxa, como ficam os investimentos em Renda Fixa“. Leia Mais. 

Bolsa de Valores: Aprenda como comprar ações na Bolsa BM&F Bovespa em 3 passos! “Por quê? Porque esse mercado financeiro funciona muito bem mesmo diante da crise.

Antes que vocês pensem em me dizer que “eu posso perder todo o meu dinheiro com as ações”, eu vou logo afirmando que isso não vai acontecer, se você for um bom estrategista que tenha controle financeiro”. Leia Mais. 

LCI: Como ser protagonista da própria vida financeira? Conheça um pouco mais sobre a LCI e a LCA. “A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito Agropecuário) funcionam assim: você empresta dinheiro para as instituições financeiras e elas utilizam a grana para investirem no setor imobiliário ou agropecuário.

É diferente do CDB (Certificado de Depósito Bancário) na qual a instituição usa do dinheiro para o fim que julgar necessário. A diferença está apenas para os fins, no entanto, eles têm os mesmos mecanismos de aplicação, remuneração e resgate”. Leia Mais.

Agora, se você quer entender exatamente TUDO sobre as Rendas Fixas, precisa baixar GRATUITAMENTE o nosso Guia: Como Investir em Renda Fixa: O Guia Definitivo! 

Curiosidade: Quantos brasileiros tem dinheiro parado na poupança?

*Matéria de 2016, conforme publicado aqui no Blog!

Uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), perguntou aos brasileiros de diversos estados do país, quais são os produtos, serviços financeiros e investimentos que eles confiam ou possuem e o resultado não poderia ter sido pior.

Hoje 69,5% das pessoas entrevistadas que guardam dinheiro, investem na poupança. Em outras palavras, nove em cada dez brasileiros ainda acreditam nessa forma de investimento, a modalidade mais popular do país.

As duas maiores motivações dos brasileiros investirem em poupança é a segurança e o desejo de evitar a possibilidade de perda financeira. Mais da metade das pessoas que investem na poupança, usam o dinheiro futuramente para fazer o pagamento de algumas dívidas.

Considerando a pesquisa feita pelo SPC, a média de depósitos feitos é de R$418,00 em pelo menos cinco vezes ao ano.

A parte que falta, não investe porque não sobra nada no final do mês e, entre eles, o principal motivo é não ter esperança que com pouco dinheiro, seja possível conseguir juntar ao longo dos anos, uma quantia significativa.

A outra parte afirma não ter nenhuma disciplina para poupar dinheiro e se intitulam como “consumidores compulsivos”.

Para poupar é necessário foco e corte de excessivos gastos cotidianos. Muitos consumidores brasileiros não tem dinheiro na poupança por conta principalmente, do descontrole financeiro.

Para aqueles que poupam e tem total controle de suas despesas e investimentos, o maior vilão, principalmente para quem tem a poupança como investimento principal é a inflação. O Brasil vive uma constante briga entre a inflação e a poupança. Se a inflação for maior que a poupança, você pode perder dinheiro.

A grande parte dos brasileiros escolhem a poupança porque tem uma ideia de “segurança” que ela traz, mas como vimos anteriormente, não é bem assim que funciona. Por isso temos que ter atenção redobrada quanto aos nossos investimentos.

10 vídeos para quem quer Ficar Rico ainda em 2017

O brasileiro se encontra hoje em uma real “sinuca de bico”, pois aqueles que pouparam tem o risco de perderam suas economias, e aqueles que não pouparam correm o risco de ficarem endividados.

De acordo com a Economista Marcela Kawauti, é necessário que essas pessoas identifiquem a causa das dificuldades e reavaliem seu padrão de vida e o ritmo das despesas mensais o quanto antes.

“Se a reserva financeira está sendo utilizada para pagar despesas do cotidiano, sem que nenhum imprevisto tenha ocorrido, este é um sinal de que há um descompasso na relação entre as receitas e gastos. Portanto, se deixar de repensar seu orçamento, o consumidor que poupou recursos, corre o risco de ver suas reservas diminuírem ainda mais. O que não poupou, corre o risco do endividamento.”

Agora nos deparamos com a seguinte questão…

Por quanto tempo conseguiremos nos manter e manter nossos padrões atuais de vida?

Isso vai depender de quanto você poupou durante esse tempo e como você vai lidar com todos esses imprevistos econômicos.

De fato, hoje a Poupança não está sendo o melhor investimento por causa da inflação elevada. O jeito é buscar novas forma de investimentos nos quais você tenha um real retorno e consiga duplicar seu dinheiro e não apenas deixá-lo estagnado.

Duplicar sua renda pode ser uma boa forma para se manter estável durante o mau momento econômico do país.

Mesmo que você não ache seguro outras formas de investimentos, procure poupar mesmo em meses com o orçamento limitado, pois no futuro pode ser a diferença entre manter ou não, o seu padrão de vida.

Fique sabendo que 10% do que você ganha é necessário para um bom investimento, porém, 10% do que você ganha hoje está sendo gasto com abusos e excessos.

E fica o alerta de que o que você poupa ou investe, não deve ser apenas para manter seu padrão de vida e custear seus gastos.

É de extrema importância que você também possa realizar seus sonhos e seus maiores objetivos de vida como, por exemplo, a aposentadoria. Com suas reservas e investimentos é possível você ter uma aposentadoria digna e aproveitar cada segundo de todos os anos árduos de trabalhos que você enfrentou.

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Com informações da exame, infomoney

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