Guia Prático para evitar que o dinheiro seja a causa do seu divórcio!

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Você já parou para pensar ou já presenciou algum caso real onde percebeu que o dinheiro pode arruinar um casamento?

E, talvez você nem tenha notado, mas hoje em dia o problema do dinheiro é uma das principais causas de divórcios aqui no Brasil.

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Só nesse começo de texto já dá para ver a importância de se falar do assunto, né?

Ou você vai deixar que seu relacionamento termine por conta do dinheiro?

Agora, por outro lado, saiba que nem é tão complicado assim evitar esse grande prejuízo emocional e amoroso na sua vida e na da sua família.

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Se você se atentar em alguns detalhes, já vai poder evitar esse grande transtorno!

Foi pensando nisso que criamos esse guia. Acompanhe aí.

o dinheiro
Foto: (reprodução/internet)

O dinheiro sempre deve ser considerado!

O primeiro erro que muita gente comete é achar que o dinheiro, para um casal, só é importante após a cerimônia de casamento.

Só que o dinheiro pode arruinar a vida financeira dentro do casamento desde cedo!

Este é um grande erro os jovens que estão noivos devem evitar.

E, como falamos, isso é bem fácil de resolver, basta alinhar as expectativas.

A conta é bem simples: some as rendas e saiba o que dá para fazer com ela. Não se pode ter gastos maiores do que as receitas. Simples assim.

Se quiserem manter os salários divididos, tudo bem também. Mas, o controle é o mesmo: receita deve ser maior do que despesa. Sempre!

A partir daí é que se toma as decisões corretas!

Quanto nós podemos gastar com aluguel, com o carro, com alimentação, com o comer fora de casa, comprar roupa? E assim sucessivamente.

O orçamento do padrão de vida é importante!

Faça esse orçamento do padrão de vida que vai ter depois da vida de casado. Mas, faça antes.

Em muitos casos, o casal vai ter (depois de casado) um padrão de vida menor do que tinham em casa com os pais, já que eles que têm uma renda maior, o que dá para atender a todos os caprichos.

Agora, casados e iniciando a vida profissional com aquele salário menor, é comum que o padrão caia.

Mas, viver sem o dinheiro dos pais é ótimo, é o melhor. Ainda que com o padrão de vida mais baixo, essa liberdade financeira é muito boa para todo mundo.

O fato é que esse alinhamento de expectativas deve ser feito antes do casamento.

É importante que esse amor seja demonstrado na prática da vida material também.

Então, vai casar? O primeiro passo é dar conta de saber as expectativas, os gastos, as receitas e o padrão de vida que vai ter!

A tomada de decisão tem que existir!

É quando os problemas surgem… E aí, os casais novos não sabem muito bem o que fazer.

Eles não resolvem e optam por ficar empurrando com a barriga!

É o famoso “vamos deixar para depois” ou “vamos deixar para amanhã”.

Infelizmente, eles não querem assumir a conta porque se assumir que o problema precisa ser resolvido, quem sabe vai ter que ter cortes. E sim, esses cortes podem ser ruins.

Por outro lado, só tem um jeito de resolver: tomando a decisão e doa a quem doer.

É preciso sim fazer isso se você quiser evitar o divórcio por causa do dinheiro!

Qualquer um que teve um problema tem que parar um pouco, refletir, dialogar e encontrar a causa. Depois, é preciso buscar a melhor solução, mas que isso seja feito rápido!

Tenham individualidade, mas não sejam individualistas!

Ser individualista é ser aquela pessoa que acha que ganha o salário maior e por isso ela vai mandar na casa.

Logo, dá para ver que o individualismo não pode existir dentro do casamento, se você quiser ter uma relação saudável;

A questão financeira deve ser administrada pelo marido ou pela mulher ou por ambos, mas sempre com diálogo para que toda tomada de decisão aconteça em conjunto.

Tirar férias, fazer o orçamento, fazer o planejamento, cortar gastos, tomar as decisões do dia a dia… Tudo isso precisa ser feito em conjunto.

E até pode ser até que um dos cônjuges cuide dos pagamentos, dos recibos, das declarações, do imposto de renda, do extrato do cartão de crédito, etc.

Só que outra coisa, bem diferente, é tomar decisão individualmente.

Se não gosta de fazer um tipo de exercício físico, o outro faz outro tipo de exercício, tudo bem. Se um gosta de ir pra academia, o outro precisa respeitar. Afinal, isso é ter individualidade.

É como optar por viajar para a praia ou para a Argentina nas férias. Cada um pode ter uma ideia, só que a decisão tem que ser concordada, em conjunto, juntos. Um não pode tomar o lugar do outro.

O individualismo de cada um, quando as diferenças são respeitadas, faz com que os dois cresçam juntos.

A culpa vai ser sempre dos dois!

o dinheiro
Foto: (reprodução/internet)

As desculpas que surgem na relação conjugal são comuns e sempre vão existir. A questão é como o casal lida com elas.

Aqueles que ficam jogando a culpa para cima do outro ou aqueles que acham que o problema é a mulher que não controla que os filhos ou que acham que o marido gasta demais… Isso tudo está errado!

Vocês já perceberam que as pessoas enroladas nunca assumem o erro e sempre ficam arrumando desculpas?

O que fazer nesse caso para não deixar que o dinheiro interfira na vida do casal? O de sempre: pare para conversar e não fique transferindo a responsabilidade de vocês para terceiros!

Portanto, é simples: deixem as desculpas de lado.

Um sonho que se sonha junto é realidade!

A família e o casal eles devem ter sonhos, é isto mesmo!

Sonhos onde vocês querem chegar lá na frente e terem uma aposentadoria tranquila, vocês querem um dia ter uma casa de praia, vocês querem um dia fazer aquela viagem?

Existem sonhos que nós devemos cultivar e se for em casal, ótimo.

Estes sonhos para que eles nos ajudem a nós sermos disciplinados com o dinheiro e não gastar a toa. Toda família precisa ter sonhos, objetivos e metas!

Portanto, tenha sonhos. Os sonhos vão fazer com que vocês façam um planejamento com o orçamento, sejam disciplinados e quando vocês alcançar vocês vão celebrar juntos.

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