Gastar dinheiro com necessidades: estou fazendo isso certo?

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Se eu estou com sede compro água, estou com fome compro comida, estou com vontade de me divertir vou para a balada, estou com dor nas costas e faço uma massagem. Isso é essencial ou supérfluo? Será que sei gastar dinheiro com necessidades?

  • E investir em educação?
  • E criar uma reserva de emergências?
  • O que é necessidade, afinal de contas?

A análise do texto de hoje é para falar sobre isso – o que será que vale a pena e o que não vale quando o assunto é dinheiro.

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Às vezes, temos alguma percepção que estamos gastando demais com besteiras.

Mas, isso pode acontecer simplesmente porque o seu orçamento financeiro pode estar engessando demais para dar permissão para novas escolhas.

Logo, aquilo que é importante para você passa a ser entendido como sendo algo não previsto ou, simplesmente, como uma besteira.

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E se é besteira, você passa a evitar mesmo que não seja uma verdade.

Gastar dinheiro com necessidades é uma reflexão importante porque tem gente que peca pela falta e outros pelo exagero!

Sim, quem peca pela falta, por exemplo, acredita que aquilo pode ser visto como necessidade, e aí, ela fica evidente na sua rotina a ponto de você não querer abrir mão.

Portanto, os dois pensamentos (exagero e falta) causam prejuízos.

Investir em educação é gastar dinheiro com necessidades?

Em um primeiro momento, é um investimento.

Afinal, investir em educação possibilita aumentar a sua renda no futuro.

E isso também dá liberdade de escolha para você.

Influencia até mesmo na sua liberdade futura.

Agora, se comparado a formar uma reserva de emergência, o ponto de vista se inverte.

Porque a reserva também é um investimento.

Já que vai te deixar preparado para lidar com os futuros imprevistos dos próximos meses.

  • Reserva ou educação?
  • São investimentos?
  • Será que ambos?
  • Qual o melhor?

A gente tem que entender algumas coisas que dizem por aí.

  • “Você tem que guardar um porcentual da sua renda”.
  • “Você tem que ter certo valor para o futuro”.
  • “Tem que ter a proteção do seguro”.
  • “Você tem que ter investimentos em renda variável”.

Isso tudo é verdade?

O fato é que quando você identifica uma recomendação formal, que indica um valor e uma percepção do que deveria ter, aquilo tem que servir não como um trilho pelo qual você tem que conduzir, mas com um caminho recomendado!

É apenas uma recomendação, está bem?

Ninguém quer dizer: “Vá por aqui”.

E sim: “Você também pode ir por aqui, se quiser”.

Isso é recomendar, dar sugestões, conselhos.

Plano de reserva de emergência é recomendação

Você tem que entender que você está distante de algo que seria necessário e tem que estar alerta a essa necessidade.

Se você não tem reserva de emergência precisa ter uma.

Mas, até quando isso é essencial e prioritário?

Reserva de emergências é o mesmo que gastar dinheiro com necessidades ou não?

A reserva de emergência também precisa ser sempre considerada.

Isso porque quem não tem uma fica exposto a ter vários imprevistos financeiros e quando acontece esse problema, a pessoa não tem de onde tirar dinheiro.

  • O carro quebrou.
  • O desemprego aconteceu.
  • Alguém da família ficou muito doente.

Então, como eu posso colocar em segundo planos essas questões tão importantes?

A saída é que você pode ter um orçamento financeiro mais flexível, por exemplo.

  • Qual o melhor investimento de 2018 para um plano de reservas? Leia e descubra!

Gastar dinheiro com necessidades

Orçamento financeiro mais flexível

Como ter esse orçamento e considerar gastar dinheiro com necessidades?

Simples: gastando menos com besteiras e tendo uma verba prevista para aquilo que vier a acontecer.

Você vai ter um orçamento que considera as suas reais prioridades.

Por exemplo: pode reduzir 200 reais gastos com o seu lazer (balada, pequena viagens) e quando acontecer um imprevisto você usa esse dinheiro.

– no final do artigo, fizemos um bônus para te mostrar como gastar menos do que se ganha, tá bom?

Então, quem tem um orçamento mais flexível precisa também ter reservas!

E isso se soma ao investimento em educação, sacou?

São prioridades que devem estar no seu plano de investimentos.

Se você não pensa em construção de sonhos, de planos, de algo que você quer conquistar na vida, dificilmente vai conseguir formar uma reserva de emergência.

Você pode estar falando em educação formal, em concluir uma faculdade…

E pensando em uma idade jovem (20 e poucos anos), dá para entender que isso tem que ser visto como uma prioridade na sua vida. De fato, é.

Mas, isso não exclui outros fundamentos importantes, como a reserva de emergências.

O ideal, sem dúvidas, é investir naquilo que promova mais transformações para você.

Você tem um curso de tecnólogo em gestão financeira, você tem uma renda que reflete o aprendizado, você sabe que vai evoluir com uma formação de melhor nível.

Então, tudo isso é positivo.

Mesmo porque não vai adiantar nada, se você não se conformar com  uma condição que você tem e ter uma reserva de emergência para lidar com aquela condição!

Educação nunca pode ficar para trás…

Educação é praticamente a base de qualquer evolução na sua vida.

Não é só a evolução técnica no trabalho, de montar um negócio tem que aprender sobre empreendedorismo é sobre a lógica do negócio, de negociação, captação de recursos.

É um assunto extremamente amplo e trabalhoso.

Então, por fim, se você tiver realmente que escolher entre investir em educação ou formar uma reserva de emergências (pensando em como gastar dinheiro com necessidades), priorize a educação.

Você está sim tendo um desequilíbrio financeiro e, a partir disso, precisa ter foco para evoluir na vida.

E isso exige de você um cuidado redobrado contra os imprevistos, está bem?

Os eventuais problemas que venha a acontecer, crie um plano B.

Mas, por favor, entenda que não estamos falando que não investir em reservas é o ideal. Não é isso. Reservas são importantes. Mas, na vida, temos que fazer escolhas, não é?

Bônus – como gastar menos do que se ganha?

“Qual é a porcentagem ideal com gastos de moradia, alimentação, estudos e transporte”?

Vai dizer que você nunca se perguntou isso. Aliás, quais as dicas para gastar menos do que ganha e ainda conseguir pagar todo consumo que temos mensalmente?

E a verdade é não há uma resposta à essa pergunta.

Uma razão muito simples para isso está na frase de muitos especialistas (principalmente gerentes de bancos) que falam que nunca se deve gastar mais do que 30% com a moradia.

Isso por causa do financiamento imobiliário, que impõe essa regra.

Aí, eles ainda arriscam dizer que um bom número seria 10% a 15% para o automóvel, 20% para a educação…

Mas, a resposta certa é que: você escolhe o quanto gasta com a sua vida porque a vida é sua e não minha ou do seu gerente do banco.

Se você perguntar, em termos financeiros, qual é o ideal mesmo para gastar com moradia? Vamos ousar a dizer que é zero!

Ué, more de favor e gaste 100% da moradia com lazer!

Isso faz muito sentido. E se não acredita, pergunte aos médicos e psicólogos.

É que nem sempre dá certo.

Mas, se for viável, você vai ter uma vida com muito mais fazer muito mais diversão.

A questão é o que é viável? Não confunda parâmetros de orçamento de gastos de vida com aquilo que o IBGE publica.

Gastar dinheiro com necessidades

Cuidado com dados do IBGE

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) diz que 30% da renda dos brasileiros é consumidas com moradia e algo em torno de 15% com transporte (automóvel), 10% educação…

Isso, claro, dependendo do padrão de vida.

Mas, isso IBGE é isso não é recomendação.

Isso é como o brasileiro gasta mais que se espera que tem certo padrão porque se hoje você for buscar financiamento imobiliário no banco o limite de gastos, você pode ter uma prestação do financiamento é 30% da sua renda.

Por isso, os brasileiros gastam 30% do que ganha com a moradia não quer dizer que isso é certo porque a maioria dos brasileiros está endividada.

A escolha é sempre sua!

Quais as dicas para gastar menos do que ganha, então, com os gastos?

É você que escolhe, jovem!

A questão é que existe uma ordem adequada para as escolhas na sua vida.

Qual a ordem antes de adotar um padrão de vida antes da sua moradia?

Antes de escolher como vai se transportar para a escola?

Para o trabalho?

O ideal é primeiro colocar em discussão em pauta.

Discussão financeira

Comece a discutir com você mesmo quanto vai custar instrução dos seus sonhos.

Você vive para realizar grandes sonhos na vida, grandes o projeto, de fazer um curso fora, comprar uma casa, de se aposentar de dar volta ao mundo, de ter uma celebração de casamento?

5 Passos para Organizar um Casamento Simples e Elegante

Quanto custa esses projetos?

Quanto que você daquilo que você ganha, vai reservar para seus grandes sonhos?

Existem muitas dicas para gastar menos do que ganha, mas tudo parte da definição dos objetivos e também de uma discussão em torno disso.

Dependendo de como você vive e se você vive com os pais, por exemplo, você tem um custo muito baixo pode poupar metade do que ganha, 60% do que ganha é com a construção do seu sonho.

A segunda preocupação quanto custa a sua qualidade de vida ou o que é que faz você feliz?

Algumas pessoas podem não gostar de nada, mas basta estar com a família (e isso não tem custo) que você vai ter um momento único feliz.

O momento de desconcentração é como uma válvula de escape para uma semana árdua e trabalhosa.

Para outras pessoas, essa felicidade cotidiana envolve se vestir bem e viajar uma vez por ano, envolve comprar coisas que façam parte do seu kit esportivo.

O importante é sair da rotina de trabalho.

E quanto custa quando essa felicidade?

Quando você define esse gasto aquilo que você reservou para construções tirando a sua qualidade de vida o que sobra é o que você tem à sua disposição para montar a sua vida.

Você tem que avaliar tudo.

Dá para comprar uma casa, pagar o aluguel… Se isso fizer parte dos seus objetivos financeiros.

Enfim, reflexões serão feitas de maneira criativa para que você não deixe de construir sonhos e aquilo que é bom na sua vida.

Crie uma ordem correta na sua vida

Então, lá vai mais uma das dicas para gastar menos do que ganha: adote uma ordem correta nas suas escolhas!

Defina primeiro quanto poupar para futuro, que envolve ações de curto, médio e longo prazo.

Defina o quanto gastar para você não ter restrições naquilo que é importante para você, como cuidados pessoais, lazer.

E adote uma vida mais simples para que esses elementos inicialmente abordados funcionem na sua vida.

Provavelmente você vai ter uma moradia mais barata que seus colegas e vai ter talvez um custo é com transporte menor. Mas, sua vida será mais rica em experiências e construção de sonhos.

Como parar de gastar e guardar dinheiro

Samy Dama é professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), autor de livro de finanças e atualmente está apresentando um quadro na televisão brasileira. Ele diz que o ideal é fazer uma divisão de

  • 50% da renda mensal para que sejam pagas as despesas obrigatórias,
  • 30% devem ir para entretenimentos e extras
  • e os outros 20% para investimentos financeiros.

“É claro que isso pode variar dependendo do estilo de vida e da renda de cada família. O mais importante é estabelecer uma meta do quanto se deseja poupar e fazer o orçamento do que é gasto, para conseguir estabelecer uma rotina”.

Com essa divisão feita e acertada – lembre-se de ser justo, não opte pelo exagerado nem pelo singelo demais – vamos falar das opções de aplicações financeiras para o seu dinheiro.

O mercado se divide entre a Renda Fixa e a Renda Variável.

Uma é segura e conservadora, a outra tem mais chances de lucro, porém é arriscada.

“O Brasil é um dos países com taxas de juros mais altas do mundo. Então, a longo prazo, títulos de Renda Fixa costumam apresentar bons resultados”, garante outra especialista, Juliana Inhasz, que é professora de finanças do Insper, em São Paulo.

Com informações do Youtube

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