Existe um Fundo de Renda Fixa que Rendeu 123% do CDI…

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Com o cenário de queda de juros, muitos investidores se questionam qual o melhor investimento financeiro e as melhores aplicações financeiras para o atual momento. No mínimo, o que será preciso é criatividade para encontrar as melhores taxas de rendimentos. Isso sem esquecer que, conforme o boletim Focus, a Selic deve chegar à 7,50%.

“Hoje em dia, os investidores encontram uma dificuldade maior para seguir com os investimentos ‘tradicionais’ dos últimos anos, principalmente após renovarem LCAs e LCIs em taxas menores devido à escassez da oferta e ainda ler nos jornais sobre a possibilidade do governo tributar esses títulos novamente”, diz Felipe Relvas, da XP Investimentos.

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A notícia mais bombástica do ano para o Mercado Financeiro, porém, é o de que Governo Federal estuda aumentar a arrecadação de impostos em 2018 com o fim da isenção de Imposto de Renda para Investimentos em LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e LCA (Letras de Crédito do Agronegócio).

Relvas também fala da queda de rentabilidade do Tesouro Direto e a volta das debêntures incentivadas.

“O corte de juros possibilita a volta do crédito, com as empresas conseguindo reduzir as despesas financeiras e consequentemente aliviando o caixa”, afirmou o estrategista da XP.

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No caso do Tesouro, o mercado é indicado para títulos atrelados à inflação com vencimentos para 2022 e 2026 – vamos falar disso nos próximos tópicos.

“Os papéis de vencimentos intermediários conseguem pagar ainda um juro real (IPCA + taxa prefixada) bem atrativo e via debênture e incentivada o investidor conta com isenção tributária na pessoa física”, afirma Relvas.

– As debêntures, no entanto, não tem a garantia do FGC – Fundo Garantidor de Crédito.

Mas, ao que o mercado mostra, as empresas voltaram a emitir tais ativos, principalmente aqueles que com fins de estrutura no cenário de baixo retorno de outras opções. Apenas na metade do ano, foram 2 bilhões de reais emitidos nesse tipo de investimento.

“O segundo semestre promete contar com aumento em novas emissões e o investidor volta a dar atenção para esses ativos, de olho em empresas de bons ratings e em melhores remunerações para a carteira”.

A Rentabilidade dos Títulos de Renda Fixa

Quanto à rentabilidade dessa Renda Fixa, ela é dividida em três categorias: Prefixadas, Pós-Fixadas e Indexadas à Inflação. Dependendo dos seus objetivos financeiros, vale a pena escolher uma do que outra. Confira as características.

Prefixados

São aqueles títulos que o investidor conhece o valor que vai receber no resgate.

Por exemplo, se você investir 10 mil reais em um título com taxa de 13% ao ano, o seu rendimento será de 13%, ou seja, 1,3 mil – bruto. No ano seguinte, renderá os mesmos 13% e assim por diante.

Pós-Fixados

Você conhece o valor que vai receber pelo título somente quando ele vence.

A rentabilidade é atrelada à algum indicador, normalmente, o CDI – que fica próximo à Taxa Selic.

Nesse caso, a rentabilidade pode sofrer variações – para cima ou para baixo – durante o prazo do investimento. Um CDB com prazo de 2 anos e taxa de 120% do CDI pode resultar no valor investido + o rendimento.

Indexados à Inflação

É o tipo de título que tem a rentabilidade atrelada à algum índice referente à inflação, que pode ser o IPCA ou o IGPM. Logo, o rendimento é atualizado pelo índice somado à outro rendimento, já prefixado.

É uma opção que mescla os dois tipos citados acima, onde uma parte é variável e a outra é fixa.

Um exemplo é o CDB IPCA, que tem o índice da inflação indicando a parte variável + 6% que é a parte fixa, em juros reais.

Tipos de Títulos de Renda Fixa

Como existem muitas informações sobre os Títulos de Renda Fixa, acabamos deixando de falar sobre os Tipos de Renda Fixa. Mas, vamos corrigir esse erro agora mesmo.

Já citamos até aqui muitas opções – como CDB, Letras de Crédito e Tesouro Direto – mas, pode ser que você ainda não os conheça, então, vamos apresentar.

Considere ainda que esses são os mais “famosos”, porém, existem muitas outras opções.

CDB (Certificado de Depósito Bancário)

É um título privado emitido por bancos para a concessão de crédito. Quando você compra um CDB, você empresta dinheiro ao banco e recebe juros por isso.

LCI (Letra de Crédito Imobiliário)

É um título privado emitido por instituições financeiras e é lastreada em créditos imobiliários, garantidos por hipotecas ou alienação fiduciária. Quando você compra um título de LCI, você empresa dinheiro às instituições e recebe juros por isso.

LCA (Letra de Crédito do Agronegócio)

É um título privado também de instituições financeiras, atrelado à operações do agronegócio. Quando você compra uma LCA, você empresta dinheiro e recebe juros por isso.

LC (Letra de Câmbio)

É um título de crédito privado emitido por instituições financeiras. Ele é lastreado para contratos de financiamento para pessoas físicas e jurídicas, mas nada tem a ver com a compra ou venda de moeda estrangeira. Quando você compra uma LC, você empresta dinheiro e recebe juros por isso.

Debêntures

É um título emitido por empresas com a finalidade de financiar projetos e operações. Quando você compra debêntures, você empresta dinheiro à empresa e recebe juros por isso.

Tesouro Direto

É um título emitido pelo Tesouro Nacional, do Governo Federal, para captar dinheiro para financiar gastos ou rolar dívidas. Quando você compra títulos do Tesouro, você empresta dinheiro ao governo e recebe juros por isso.

Saiba Tudo sobre a Renda Fixa: Como Investir em Renda Fixa: O Guia Definitivo

Banco Europeu Indica as Melhores Aplicações em Renda Fixa

A Curva de Juros cai e a Valorização do Real é forte frente ao Dólar, assim o Andbank recomendou algumas alocações em títulos de prazos curtos nas carteiras de investimentos.

A análise do banco europeu, que é especializado em gestão de patrimônio, recomenda a diminuição de títulos pré-fixados e atrelados ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) com vencimento em até 5 anos – porque o desempenho destes papéis está ligado à execução da política monetária do Banco Central.

“Como é um consenso de mercado que o controle da inflação no curto prazo já foi conquistado, os títulos mais curtos refletem quase plenamente a provável trajetória da taxa Selic nos próximos anos, não oferecendo muito prêmio para os investidores”.

Já para os títulos atrelados à inflação com vencimento maior do que 5 anos ainda podem ter prêmios significativos porque o desempenho está relacionado à aprovação das reformas estruturais.

Aí, levando em conta as incertezas do mercado com relação às aprovações dessas reformas no Congresso, com o Comitê de Investimentos do Andbank… A recomendação é alocar capital em títulos do Tesouro Direto IPCA+ com vencimento posterior à 2022.

Por fim, o banco ainda fala sobre a manutenção de posições acima do nível estratégico para os fundos multimercados, de forma a ser monitorado disciplinadamente.

Petrobras analisa a Emissão de Renda Fixa no Mercado Nacional

A Petrobras está analisando a emissão de uma Renda Fixa no Mercado Nacional, conforme disse Ivan Monteiro, que é diretor executivo financeiro da estatal, durante uma teleconferência com investidores e analistas.

Para ele, ainda não foi planejada uma captação no mercado internacional neste ano.

Monteiro disse que a Petrobras fez uma grande captação a custos inferiores aos que a companhia pagou em 2014.

Assim, nos próximos 180 dias, a Petrobras voltaria a operar com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em semelhança as operações com o Banco de Desenvolvimento da China.

“Hoje mantemos a liquidez… Consideramos as dificuldades adicionadas por riscos de natureza geopolítica, como as questões relativas à Coreia do Norte e a volatilidade do preço de petróleo. Há também a questão da class action nos Estados Unidos”, afirmou Monteiro.

Há de se considerar também que após o ingresso da Petrobras no programa Destaque em Governança de Estatais da B3, Monteiro disse que poderia esperar também a adesão da BR Distribuidora.

Quanto a Corporação, Monteiro afirma que os investidores podem esperar uma blindagem de políticas que garantam retornos aos acionistas.

4 Passos para Investir Dinheiro e Ficar Rico

Caio Copetti é assessor de investimentos e comentou sobre a Renda Fixa em artigo publicado na internet – “a modalidade é preferida do brasileiro quando se trata de investimentos no mercado financeiro, tendo em vista que torna possível aproveitar as elevadas taxas de juros do Brasil”.

Sendo assim, ele listou 4 passo para aproveitar as melhores oportunidades.

1 – Perfil de Investidor

O primeiro passo antes de escolher um produto, conforme o especialista, é saber qual o objetivo com que aquele recurso será usado – em termos de tempo de aplicação, riscos e rentabilidade.

É importante levar em conta que as aplicações de períodos mais longos resultam em taxas melhores, sendo que as aplicações com menor carência oferecem retornos menos significativos.

2 – Esqueça a Poupança

Nos últimos anos, a poupança perdeu para a inflação, logo, os preços amentam mais do que o seu dinheiro se valoriza. No fim das contas, de forma bastante literal, você perde dinheiro.

Assim, para não ser atingido por essa perda, o especialista recomenda procurar outras opções de investimentos financeiros na Renda Fixa, como os Títulos Públicos, os Fundos de Investimentos e os Ativos de Crédito Privado.

“Papéis que possuem características diferentes para que sejam oferecidos de acordo com o objetivo de cada investidor”.

3 – Crédito Privado

O especialista considera ainda como opção emprestar o dinheiro para uma empresa, desde que seja dentro de ativos da Renda Fixa.

Ele afirma que em 2017 foram 80 novas captações, somando um volume superior a 33 bilhões de reais.

Para isso, existe o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), o CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e as Debêntures. Esse meio tem captação mais barata e uma taxa mais atrativa, ele diz.

“Esse meio oferece retorno que pode alcançar duas vezes a poupança, mantendo a isenção de imposto de renda, flexibilidade e liquidez nos ativos, uma vez que existe a possibilidade de venda para outros investidores antes mesmo do vencimento”.

4 – Compare antes de Investir Dinheiro

É como comparar várias marcas e modelos de carros – deveríamos ter o costume de comparar nossos investimentos e seus distribuidores.

“Por se tratar do seu próprio dinheiro e muito provavelmente de um relacionamento duradouro com a instituição que você escolher, faça suas comparações e escolha a melhora casa para aplicar seu capital conforme seu perfil”.

A Segurança de se Investir Dinheiro em Renda Fixa

A Segurança é, sem dúvidas, a principal vantagem da Renda Fixa frente aos outros investimentos financeiros. Quando elas são originadas de bancos, elas são protegidas pelo FGC – Fundo Garantidor de Crédito, que assegura pagamentos de até 250 mil reais por CPF (Cadastro de Pessoa Física).

Essa segurança e o Rendimento Superior ao da Poupança é que faz dos Títulos de Renda Fixa a porta de entrada para o Mercado Financeiro. Mesmos os grandes investidores fazem uso da Renda Fixa, portanto. Ela é o Porto-Seguro do Mercado Financeiro.

“Geralmente, o CDB (Certificado de Depósito Bancário) é o primeiro passo para quem quer sair da poupança. A pessoa entende que a rentabilidade é maior. No último ano, a Renda Fixa rendeu em torno de 4% a mais do que a poupança, já líquido de Imposto de Renda”, diz Sandra Blanco, que é da Órama Investimentos.

Além do CDB existem muitas outras opções de aplicações financeiras na Renda Fixa. Cada uma tem suas características e especificadas. As Letras de Créditos, por exemplo, são isentas do Imposto de Renda. Já outras, seguem a tabela regressiva, sendo que se manter um prazo adequado, o investidor pagará apenas 15% de alíquota.

Logo, quanto maior o prazo de vencimento, menor o percentual do imposto.

Já para os Títulos Públicos, que são do Governo, o FGC não faz parte. Mas, há de se convir que o Governo Federal é mais garantido do que esse Fundo, não é? Por isso é que dizem que ambos os investimentos de Renda Fixa – públicos ou privados – são seguros.

Fundo que rende 123% do CDI

Com a incerteza política do último ano, o Fundo XP Corporate Plus Fim CP teve um retorno de 123% do CDI desde a criação, em julho de 2016, um ganho acima do objetivo, que era de 115%.

Fausto Filho é o gestor de Renda Fixa da XP Gestão e fala que o diferencial do fundo é que ele não tem “amarras” como rating mínimo, limitações à empresas de capital fechado e corporate bonds.. .O que faz dele ter aportes estritamente feitos em empresas e bancos.

Os ativos do fundo estão autorizados a investir em debêntures, notas promissórias, DPGES (Depósito a Prazo com Garantia Especial), corporate bonds, CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e LFs (Letras Financeiras).

O aporte mínimo para ter acesso ao fundo é de 25 mil reais e a taxa de administração é de 0,75% ao ano.

“A restrição a ativos corporativos já o diferencia de outros fundos. Outro diferencial é que esse fundo não tem restrição de rating. A maior parte dos fundos só podem comprar ativos que são investimento grade. Já o Corporate Plus está apto para comprar qualquer ativo”.

“Basicamente financiamos empresas e bancos por meio de dívidas emitidas no Brasil ou no exterior. Essa é uma grande diferença em relação a outros fundos da casa, que são multiestratégias de crédito e que não compram só dívida corporativa”, diz o gestor.

“Entendemos que há boas empresas que, apesar de não terem capital aberto, conseguimos fazer análises e nos apropriar de um spread de crédito maior, porque muitas vezes a empresa está em um momento de crescimento, tentando acessar o mercado e sem tanta visibilidade”.

“Como o fundo é em reais, eu preciso comprar papel em dólar e transformar esse bond em swap. Se precisar zerar posição, não é um movimento tão trivial e o prazo mais dilatado permite esses movimentos na carteira”.

O fundo tem um patrimônio líquido de 162 milhões e deve chegar, brevemente, em 300 milhões. A estratégia é manter os ganhos elevados. “Queremos continuar mantendo esse diferencial de retorno”.

Existe um Fundo de Renda Fixa que Rendeu 123% do CDI...
Reprodução: Google

Passo a Passo para Aprender a Investir Dinheiro com a Queda da Selic

Os especialistas dizem que existem boas opções de renda fixa com a queda da Selic, porém, é preciso se preparar porque esse cenário tende a mudar nos próximos anos, o que pode proporcionar um risco maior para encontrar os melhores rendimentos.

Relação entre Juros e Inflação

Se os juros caem, a inflação segue a mesma linha.

Portanto, quando for escolher uma aplicação financeira, não veja apenas os juros pagos e sim a expectativa da inflação para os próximos anos. Isso é possível de ser feito calculando a taxa real de juros e descontando o efeito da inflação.

Rendimentos Menores

Não espere mais do que 12% ao ano em aplicações prefixadas. Um investimento que prometa 11% ao ano nos próximos anos é uma ótima opção de escolha. “Os rendimentos estão magros”, dizem os especialistas.

Investir por Mais Tempo

Se você pode optar por investir por mais tempo, ou seja, no longo prazo, pode ganhar mais dinheiro. Claro que para tanto, você não poderá sacar nada no meio do caminho.

O Tesouro Selic é um exemplo clássico disso, já que oferece boa rentabilidade, com risco muito baixo e excelente liquidez, pois permite sacar o dinheiro de um dia para o outro.

“Quem puder abrir mão da liquidez e investir parte do patrimônio por quatro ou cinco anos vai encontrar papéis com rentabilidade superior ao Tesouro Selic, e com risco muito baixo também”, diz Ricardo Zeno, sócio-diretor da AZ Investimentos.

CDBs dos Bancos Menores

O próprio Ricardo Zeno diz que os CDBs dos bancos médios podem pagar 118% do CDI, desde que não seja resgatado em menos de 4 anos. Já o valor mínimo para aplicação é de 5 mil reais.

O ideal é buscar um CDB que pague, no mínimo, 100% do CDI para superar o rendimento do Tesouro Selic. Em termos comparativos, os bancos grandes, os CDBs estão em torno de 84% do CDI e a maioria não oferece liquidez diária.

A dica final para os CDBs é que os investimentos não passem de 250 mil reais, que é o valor coberto pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

CDB para Dinheiro Rápido

O CDB também é indicado para quem quer investir em questões de meses, ou seja, investimentos curtos.

“Para quem precisa de liquidez diária, há CDBs específicos, que pagam entre 100% e 102% do CDI. Essa taxa é ligeiramente superior ao Tesouro Selic. Além disso, o Tesouro Direto apresenta custos, como custódia (0,3% ao ano) e corretagem (que varia de Zero a 0,5% ao ano), que tiram rendimento de aplicações mais curtas. Já os CDBs não têm custos extras para aplicar”.

Impostos

Nos dois investimentos citados acima – Tesouro Direto e CDB – o investidor está sujeito a uma alíquota de Imposto de Renda de 22,5% para saques feitos menos de seis meses após a aplicação.

Quando for comparada à poupança, essas aplicações ainda rendem mais, mesmo depois de descontado o IR pela alíquota mais alta, diz Zeno.

O rendimento tem que ser de, no mínimo, 8% para uma aplicação com IR de 22,5% superar o rendimento da poupança, que é isenta de IR.

Correr Riscos

Opinião comum entre os especialistas é que correr riscos pode te fazer ganhar mais dinheiro. Principalmente, se pensarmos em curtos períodos de tempo.

“Hoje, ainda é possível encontrar aplicações de renda fixa, com risco muito baixo, que pagam um juro real”, diz Illan Besen, da BR Advisors.

Dinheiro nas mãos dos Profissionais

Com um cenário de muitos riscos, as pessoas têm que se informar melhor e conhecer a fundo os diversos tipos de aplicação, tais como as ações, debêntures, contratos de juros futuros e ativos cambiais.

Logo, se você não entende muito sobre os investimentos ou se não tem tempo para acompanhar o rendimento das suas aplicações, é recomendável buscar fundos ou consultorias, conforme o seu patrimônio disponível para aplicações financeiras.

“Uma coisa é tomar uma aspirina para aliviar uma dor de cabeça simples. Outra é tratar de uma infecção. Você vai precisar da ajuda de um médico para receitar o antibiótico certo. A renda variável exige um acompanhamento constante. Você precisa ficar em cima, monitorando os papéis e as notícias. Se você não tem tempo para isso, pode correr um risco ainda maior”, diz Besen.

Fundos Multimercados e de Ações

“É importante ler o prospecto e saber em que determinado fundo investe. Analise o histórico de rentabilidade. Pesquise quais são as expectativas para os ativos investidos pelo fundo. Veja se aquele gestor possui boas qualificações. E fique atento também à taxa de administração”, afirma Besen.

Para ele, os fundos multimercados e de ações cobram, em média, a taxa de administração de 2% ao ano e os investimentos mínimos são de 10 mil reais.

Vale pensar também no acompanhamento de índices, como o Ibovespa, Energia ou buscar papéis de companhias que paguem bons dividendos, que sejam elevados e com regularidade.

Quando Vai Precisar do Dinheiro

“Quem puder abrir mão da liquidez por mais tempo, sempre vai conseguir rendimentos melhores”, diz Ricardo Zeno, da AZ. No cenário de riscos, o especialista diz que não adianta pensar apenas em ganhos.

Com informações do Infomoney

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