Vai financiar os estudos? Veja esses 5 pontos antes de escolher pelo financiamento ideal

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Na hora de financiar os estudos, não basta confiar na instituição financeira ou de ensino que está oferecendo o crédito. Você precisa considerar outros pontos importantes para saber se aquele é o melhor para você. Em caso contrário, você pode até se endividar.

É claro que boas opções no mercado, como aqueles empréstimos que permitem o pagamento somente após a conclusão do curso. E tem outros com prazo de até 60 meses para quitar. Tem ainda aqueles com boas taxas de juros. Então, como escolher o melhor? Veremos.

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Até mesmo porque como todo financiamento bancário ou financeiro, esse estudantil segue as mesmas diretrizes: taxas de juros, prazo de pagamento, multas por atraso e várias outras condições que precisam ser avaliadas com bastante atenção.

Os pontos importantes a serem analisados

A ideia é que você tenha totais condições de encontrar aqueles que serão os melhores financiamentos para você entrar na faculdade ou até mesmo para fazer um curso técnico – já que há opções que permitem isso.

Inclusive, aqui nesse texto não vamos entrar no mérito de citar quais são os principais financiamentos estudantis do país porque já fizemos isso ontem (relembre aqui a matéria que cita o FIES, o PRAVALER e outros).

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1 – A faculdade

A primeira coisa a ser analisada é a faculdade. Isso porque você pode pensar naquela faculdade que existem na sua cidade, já que estudar em outra cidade pode sair mais caro. Ou você pode considerar aquela escola que tem boa reputação. Assim por diante.

Após isso, se você tem a faculdade em mente, o próximo passo é saber quais os tipos de financiamentos ela aceita. Afinal, não adianta você fazer tudo para ser aprovado no Fies, se a universidade não tem essa parceria com o governo.

Ao contrário, em muitos casos, a faculdade tem um próprio programa de financiamento de estudantes, que pode ser bom para você.

2 – A aprovação

Para quem vai financiar os estudos e está procurando pelo crédito, o segundo ponto é analisar o que é considerado requisito mínimo para a aprovação do pedido. De modo geral, quase sempre é exigido que o interessado não tenha o nome sujo – mas, nem sempre.

Além disso, no caso do Fies, tem a questão da renda básica da família, que não pode ultrapassar os 5 salários mínimos. E existem ainda outros requisitos que vai depender do programa de financiamento.

3 – O percentual

Outra coisa é sobre o percentual do financiamento. Porque, geralmente, o financiamento estudantil se parece com o financiamento de imóveis ou de carros. Logo, nem sempre dá para financiar 100% do custo do curso.

Alguns programas permitem financiamento de metade (50%) de todas as mensalidades do curso, por exemplo. Agora, em casos onde há o financiamento de 100%, fique atento porque você pode ter taxas a serem pagas durante as aulas.

Ah, e não confunda o financiamento, que terá que ser pago, com a bolsa de estudo, que é uma forma de abaixar o valor das parcelas. A gente já fez um conteúdo explicar melhor sobre o Educa Mais Brasil, que oferece bolsas e não financiamento. Leia.

4 – Os juros

E na hora de optar pelo financiamento ideal para você, não dá para deixar de lado a questão dos juros, não é mesmo? Isso faz muita diferença no final das contas. Aliás, uma mudança de 1% entre um programa e outro pode significar muito no valor final que será pago.

Para se ter uma ideia geral disso, o Fies tem taxa anual de 6,5%. Enquanto isso, o Santander oferece oportunidades com taxas menores, de 1,99%. No entanto, a taxa do banco é mensal e não anual, o que acaba encarecendo muito o custo do estudante.

De qualquer modo, vale a pensa estudar sobre os juros. Aliás, uma dica final sobre isso é você analisar o CET, que é o Custo Efetivo Total, que vai trazer informações gerais e totais do seu gasto e não apenas porcentagens.

5 – O prazo

Por último, saiba que o prazo é um item muito importante de ser visto por quem vai financiar os estudos. Afinal, você pode ter um prazo de 60 meses iniciando desde o primeiro mês da faculdade. Ou pode ter um prazo menor, mas que começa após a formatura.

De fato, isso muda muita coisa no final das contas. Geralmente, quem procura pelo financiamento dos estudos é porque ainda não tem uma renda mensal. Logo, não teria como começar a pagar a faculdade agora. Mas, pagar depois de formado pode ser viável.

Mas, também precisamos lembrar você de uma coisa: quanto maior for o prazo de pagamento, maiores as chances de os juros serem maiores também. Sem contar que ele pode ter taxas baseadas na inflação e isso pode se alterar com o tempo.

Faça a simulação sempre!

E para terminar o texto de uma vez, saiba que todas as instituições que oferecem o crédito para os estudantes devem permitir uma simulação gratuita antes de que o contrato seja assinado. Sendo assim, peça essa simulação e compare tudo o que falamos acima.

Lembre-se do prazo e dos juros, assim como de conhecer as opções e os programas de financiamento, além da faculdade e dos requisitos. Tudo isso, quando analisado, faz com que você tome uma decisão mais assertiva sobre o seu futuro.

financiar os estudos

Até mesmo porque o investimento em educação é sempre visto de forma positiva. Porém, quando não é um planejamento e um controle financeiro isso pode se tornar uma verdadeira e grande dor de cabeça, que não é o que queremos para você que pretende financiar os estudos.

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