Vai Financiar um Imóvel ou Carro? Confira esse Guia Completo sobre o CET

O CET – Custo Efetivo Total – é uma ferramenta que auxilia o consumidor na hora de contratar um financiamento qualquer ou realizar uma compra a prazo. Portanto, escolher um tipo de financiamento apenas levando em conta a taxa de juros não é uma estratégia correta, financeiramente falando.

Entenda, neste artigo, como usar o CET da forma certa e veja como ele é importante para quaisquer valores e observar se o financiamento é o melhor para você.

Sobre o CET

Ele foi criado pelo Banco Central por meio da Resolução 3.517 do Conselho Monetário Nacional, alterada para a Resolução 3.909, entrou em vigência em março de 2008, visando dar maior transparência às operações de crédito, exatamente como acontece com os empréstimos, financiamentos e os leasings.

O CET compila informações sobre todas as despesas que o consumidor terá que arcar durante o contrato vigente, sendo que a composição é feita detalhadamente em valores e percentuais.

Isso possibilita ao consumidor ter uma ciência mais real de todos os custos envolvidos em todas as fases da operação do crédito.

No caso dos bancos, por exemplo, o CET é feito antes da contratação de operações de crédito com pessoas físicas e com microempresas e empresas de pequeno porte, informando o custo total da operação, expresso na forma de taxa percentual anual.

Por que o CET é Importante?

As pessoas tem o costume de observar, na hora do financiamento, apenas a taxa de juros, o que não é correto, financeiramente falando. Para efetivar a compra, é preciso analisar também outros itens, principalmente com referência às condições oferecidas no mercado.

O CET é o mais adequado porque dá uma visão real e geral de qual é a melhor condição, tendo em vista que incluem: tarifas, seguros, tributos, entre outros.

Assim, em muitos casos, a taxa de juros é inferior, porém a taxa de administração, tarifa de contratação, documentação e os seguros envolvidos acabam sendo mais caro, o que não torna o financiamento compensador.

É importante, como toda compra, levar todo gasto em consideração na hora da tomada do financiamento.

A ideia é a de trabalhar o valor final do financiamento para saber se não está pagando caro demais por ele.

A Concorrência dos Bancos

Com a inclusão do Custo Efetivo Total, as instituições precisam se desdobrar para conseguir vencer a concorrência pelo financiamento.

Aliás, todo comprador sabe que antes de fechar qualquer negócio é preciso pesquisar preços, valores, taxas e sempre buscar informações na concorrência. Analisar o CET faz parte disso.

Com isso em mente, reconhecemos que o CET é a forma mais clara de comparar esses números, incluindo as despesas da operação de crédito.

O site especializado em financiamento imobiliário Click Habitação fez um comparativo entre os bancos.

Os valores foram calculados nas mesmas condições, no entanto, os bancos têm regras de quota de financiamentos diferenciados que variam entre 70 e 80%. Além disso, o valor de entrada variava entre 60 e 90 mil reais.

Confira as hipóteses:

Um comprador de 33 anos, com renda familiar de 10 mil reais interessado em um imóvel de 300 mil reais, com um valor de entrada de 90 mil reais e o financiamento em 210 mil reais.

O prazo de financiamento é de 360 meses para um Imóvel Residencial Novo em Brasília (DF), levando em conta um sistema de amortização SAC na modalidade SBPE Taxa Balcão.

Banco                     CET                 CESH             Taxa de Juros         1ª Prestação

  • Itaú                   11,56%            4,33%              10,70%              R$ 2.452,13
  • Bradesco            12,07%            4,20%              11,00%              R$ 2.510,02
  • Caixa                 12,10%            3,05%              10,68%              R$ 2.523,72
  • Santander          12,36%            3,35%              11,50%              R$ 2.596,05

Relacionamento com o Banco

Outra informação importante é sobre levar em conta que os bancos costumam oferecer taxas menores a quem tem relacionamento direto com o banco no momento da aquisição.

A oferta está condicionada ao financiamento, por isso é considerada uma venda casada e deve ser denunciada ao Banco Central.

Descubra 10 situações que conferem à Venda Casada!

Outro custo que é possível negociar é aquele que está relacionado aos seguros habitacionais por morte e por invalidez e por danos físicos ao imóvel. Eles costumam ser obrigatórios durante a assinatura do contrato, mas não tem que ser feitos nessa instituição.

Esse custo é chamado de CESH (Custo Efetivo do Seguro Habitacional).

O Cálculo do CET

O CET é calculado considerando os fluxos e os pagamentos previstos, inclusive com a taxa de juros do contrato, os tributos, as tarifas, os seguros e todas as outras despesas cobradas do cliente, mesmo os serviços de terceiros.

Nesse cálculo, porém, não devem ser somadas as taxas flutuantes, índice de preços ou outros referenciais de remuneração cujo o valor se altera no decorrer do prazo da operação, os quais serão divulgados junto com o CET.

Além disso, o banco deve assegurar que o tomador, na data da contratação, fique ciente dos fluxos considerados no cálculo do CET, assim como a taxa percentual anual conforme condições vigentes.

Na assinatura, o banco tem que oferecer uma planilha com o informe total da operação, explicando os fluxos considerados e os referenciais de remuneração.

A evolução dessa planilha é feita sobre o saldo devedor, sem a atualização monetária, sendo que os encargos mensais serão atualizados conforme combinado. Tudo deve estar nas cláusulas do contrato.

Sobre Quitar ou Amortizar o Financiamento

Essa é uma pergunta muito boa de fazer porque não basta comparar a taxa de juros do financiamento com a taxa da aplicação do investimento. O cálculo é um pouco mais complexo do que isso.

É preciso usar o CET (que inclui todas as taxas) acrescido da projeção da Taxa Referencial.

O que é a Taxa Referencial?

De outro lado, pensando em aplicação financeira, deve-se utilizar o rendimento líquido. Na Renda Fixa, por exemplo, existem Impostos como IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o Imposto de Renda.

Já nos financiamentos, também existem taxas, como a de administração, de juros, seguros habitacionais e atualização monetária.

Desta forma, quando se tem o dinheiro em mãos para amortizar o financiamento, também há de se pensar em pegar o dinheiro para aplicar no mercado financeiro. Vale a pena pensar sobre isso.

O mesmo não acontece no caso de recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), que pode sim ser usado para amortizar o financiamento e, há de se observar que o FGTS é muito baixo.

Levando em conta que o CET é usado para financiamentos, principalmente, separamos duas bonificações neste artigo: 1) para falar dos Financiamentos dos Imóveis e 2) para falar dos Financiamentos dos Carros. Confira!

Bônus 1: Financiamento de Imóveis

Da adolescência para a fase a adulta há muitas mudanças na vida de uma pessoal. Uma delas, e em muitos casos a mais importante, é sobre adquirir um imóvel próprio, seja porque a pessoa pode estar estudando em outra cidade ou porque escolheu a vida a dois como forma de viver para o resto da vida.

Mas, a expressão imóvel próprio quer dizer muitas coisas. Desde a opção de ser um terreno, uma casa, condomínio, apartamento, mansão até a forma de pagamento, que pode ser a vista, financiada, parcelada.

Para todos os casos, sem exceção, vai ser preciso de algo fundamental: o planejamento financeiro. Para pagamento à vista, por exemplo, vai ser preciso analisar o “desconto” no valor total do produto, já para o financiamento, é preciso analisar, entre tantos fatores, os juros.

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10 Dicas Essenciais

Lá no estande de vendas, tudo parece muito simples: o vendedor é simpático e oferece até mesmo um cafezinho. A sua renda parece ser suficiente para comprar a casa dos sonhos e o apartamento tem uma decoração inexplicável, do jeitinho que você sonhou.

No entanto, há muitos detalhes por trás disso. Antes de fechar um negócio dessa magnitude, é ideal que o consumidor observe várias situações. Uma delas é a de que a obra pode atrasar. Essa historia de “mude em dois anos”, não deveria ser tão convincente quanto é. Para este caso, faça uma pesquisa geral sobre a construtora, por exemplo.

Outra coisa é que o saldo devedor vai aumentar e isso talvez você não saiba porque o vendedor só diz que as parcelas terão uma pequena correção (calculada na variação o INCC – Índice Nacional de Custo da Construção).

E isso pode parecer pouco, mas se for feita sobre o saldo devedor, vai significar muito dinheiro.

Marcelo Pratta é o presidente do canal do crédito, que fez as simulações acima. Ele garante que mesmo sendo uma taxa de juros considerada baixa em relação à outras linhas de crédito, o financiamento do imóvel leva muito tempo e leva parte importante da renda do consumidor. Portanto, há algumas dicas essenciais.

Listamos 10, confira agora!

1 – 20% do Valor Total

Se essa é uma regra, ela precisa ser seguida. Então, se você precisar dar uma entrada de 20% do valor total do imóvel, você tem que ter esse dinheiro em mãos. Não adianta querer fazer um empréstimo para pegar esse dinheiro de entrada. Mesmo porque haverá outros encargos no decorrer do período.

Então, junte dinheiro o suficiente para que tenha, ao menos, 20% do valor da entrada. E fique atento à outros custos que poderão ser cobrados.

O ideal é deixar esse dinheiro em uma aplicação de baixo risco e que tenha rentabilidade acima da poupança. Se você precisa de 40 mil reais de entrada, pode fazer um fundo de investimento que tenha taxa de administração baixa, por exemplo.

2 – 30% da Renda

Outra regra no financiamento do imóvel é que as parcelas mensais nunca devem ultrapassar os 30% da renda mensal. Então, enquanto você junta a sua porcentagem para a entrada, aproveite e faça essa economia um pouco maior de 30%, já que esse é o valor que você pagará de prestação.

Logo, se você tem facilidade em conseguir poupar os 30%, ficará claro que vai conseguir honrar os seus compromissos depois que assumir o imóvel.

3 – O valor da entrada

A regra é que 20% do valor total do imóvel precisam ser pago na entrada. No entanto, o que ninguém diz é que quanto maior for essa entrada, menos juros o consumidor vai pagar.

Esse é um ponto a ser pensado porque, talvez, vale muito a pena o casal adiar a compra em 12 ou 24 meses e continuar junto o valor mensal para dar uma entrada melhor, que representa mais do total do imóvel. Faça as contas e veja quanto você pagará menos de juros.

4 Opções de Investimentos para Juntar Dinheiro e dar de entrada na Compra do Imóvel

  1. Renda Fixa indexada à Selic ou ao CDI
  2. Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito do Agronegócio
  3. CDBs indexados à inflação
  4. Título Público Tesouro IPCA+

Se quiser conhecer mais sobre essas opções, leia a matéria na íntegra.

4 – Início de Carreira

Ainda que seja adolescente e esteja a todo vapor no mercado de trabalho, Marcelo Prata diz que esse é um momento que precisa ter muita cautela. O ideal, para ele, é aguardar mais algum tempo.

“Nesse caso, comprar um imóvel pode limitar sua capacidade profissional de ascensão”.

5 – Casamento

Começar uma vida nova, com uma rotina nova, como acontece no casamento e, ao mesmo tempo, assumir um financiamento alto por um período muito longo são duas situações bastante estressantes para Prata.

“É preciso ponderar se o casal pretende ter filho, também. Comprar um imóvel pequeno pode significar ter de se mudar em pouco tempo”.

6 – Folga Financeira

O que é muito comum entre os adolescentes que pretendem comprar um imóvel é o fato de morarem com os pais. E, para Prata, essa é uma ótima situação para pensar em uma entrada maior, que pode ser iniciada em 4 anos, por exemplo.

Marcos Silvestre também recomenda que o jovem ofereça aos pais para pagar algumas contas de casa e ir se acostumando com os novos custos que terá no futuro.

7 – Despesas Adicionais

O financiamento do imóvel vai comprometer 30% da sua renda. No entanto, ter uma casa levará bem mais das suas finanças, afinal, são contas como a de água, condomínio, luz, telefone, IPTU, seguro, alimentação… Entre outros.

Sem dúvidas, é preciso estar preparado para tudo isso.

8 – Escritura e Documentação

São outros gastos que, normalmente, não são divulgados pelas corretoras e corretores. Além de toda papelada do banco, para o financiamento, também haverá o pagamento do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), que tem alíquota variada conforme o município.

Também tem os custos do cartório e do próprio financiamento, como a avaliação do imóvel, análise jurídica da documentação, entre outros.

Para não errar, Marcelo Prata recomenda juntar, ao menos, 5% do valor total do imóvel para esses gastos.

9 – Custo de Vida

Outro ponto a se pensar durante o planejamento financeiro é quanto ao custo de vida da região onde está localizado o imóvel. A vizinha, acreditem vocês, influenciam diretamente no seu orçamento. Viver em uma periferia ou em zonas sofisticadas pode fazer grande diferença com gastos como alimentação, vestuário e transporte, por exemplo.

10 – Alugar

Antes de financiar uma casa, o consumidor precisa levar em conta alugar uma. Marcos Silvestre diz que a prestação típica de um financiamento costuma ser de 1% do valor total da propriedade enquanto que o aluguel custa 0,5% do total.

“Ou seja, quem paga aluguel não vai trocar seis por meia dúzia no financiamento, mas seis por uma dúzia”, ele garante.

A ideia dele seria morar de aluguel enquanto junta dinheiro para comprar uma casa a vista, o que poderia, aí sim, gerar muita economia financeira.

Como Lucrar 1 milhão de reais em 10 anos com imóveis?

Afinal, vamos voltar a falar do financiamento para você ver quanto perde de dinheiro. Vamos supor números mais altos para você ter uma ideia um pouco melhor.

Um apartamento de 500 mil reais, sendo uma entrada de 30%, ou seja, 150 mil reais. Então, você vai financiar um valor de 350 mil reais no banco com taxa de 9,8% ao ano e um prazo de 420 meses (35 anos).

Conforme a tabela SAC (Sistema de Amortização Constante), a 1ª parcela será de pouco mais de 3,5 mil reais. E, ao término do pagamento, você terá desembolsado mais de 926 mil reais. Daria para comprar quase 2 apartamentos iguais esse aí.

Mas, afinal, esse valor é apenas sobre os 350 mil que você pegou emprestado, fora os seus 150 mil de entrada.

Assim, seu desembolso total passou de 1 milhão de reais, simplesmente, o dobro!

E o contrário?

Vamos usar os juros compostos à seu favor. Aqueles 150 mil de entrada que você já tem, você vai aplicar, somado com os 3,5 mil reais mensais que é valor da parcela que você terá que pagar todos os meses, também.

Supondo uma rentabilidade média de 1% ao mês, por 10 anos, você acumularia mais de 1,3 milhão de reais. EM 10 ANOS e não 35, ok?

Em um, você gasta 1 milhão de reais em 35 anos e no outro você lucra 1,3 milhão de reais em 10 anos. Qual você acha mais compensador?

Para concretizar essa ideia, qual é a nossa dica, então: Você mora de aluguel nos primeiros anos da sua vida familiar até que consiga ter um bom patrimônio.

Depois, quando já puder dividir o seu dinheiro em 2 partes, você usa a 1 para comprar um imóvel à vista e a outra parte, você reinveste. É importante reinvestir sempre para nunca perder esse poder da multiplicação dos juros, ok?

Na verdade, quando você conseguir fazer isso, você vai ter atingido o ápice, vai ter chego á sua independência financeira.

E aí, você poderá ser considerada uma pessoa bem sucedida. E isso, como vimos, sem ter que ter muitos imóveis no seu nome, recebendo aluguel.

Aliás, meus amigos, você lembra-se daquele conhecido seu que vive de aluguel, então… Depois que você conseguir esse êxito, converse com ele, fale sobre negócios e veja como estão os imóveis deles, que, com certeza, vão precisar de reformas, vão sofrer com a inflação e todo esse tipo de coisa.

Acredito que tenha ficado claro porque investir em imóveis não é um bom negócio, né?

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Fundos Imobiliários

Como estamos falando de imóveis, vamos falar um pouco também dos fundos imobiliários que são essas alternativas de investimentos que nós temos para aumentar de patrimônio.

Afinal, como acabamos de ver, comprar um imóvel à vista ou parcelado é perder dinheiro. Os fundos aparecem aqui, então, como aplicações financeiras que fazem o processo contrário.

Para chegar ao cume da montanha, que é a independência financeira, você vai precisar investir. Ninguém consegue esse feito sem fazer isso. Bem, apresentamos-lhes os FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário), que possibilitam adquirir cotas de imóveis (shoppings, galpões, salas comerciais, etc) e geram rentabilidade com o seu aluguel.

Os lucros são distribuídos mensalmente e podem variar conforme a receita obtida. Normalmente, o aporte inicial é de 100 reais.

Sobre esses fundos, com a queda da Selic, houve um favorecimento. Assim, em 2016, os fundos imobiliários ficaram com uma boa recuperação e para 2017 a perspectiva é de ganhos.

Índice de Fundos Imobiliários (Ifix) subiu 32,3% em 2016 ante os 5,4% em 2015 e o resultado foi considerado muito bom mesmo porque ficou muito próximo ao Ibovespa (Índice da BM&FBovespa), que subiu 38,9% na ocasião.

Já o Índice Imobiliário subiu 32,7%.

“Uma queda na Selic reduz as despesas financeiras das empresas, ajuda a reaquecer a economia e aumenta a demanda de empresas e varejistas por espaços em escritórios, shoppings e galpões. Tudo isso ajudará a valorizar a cota dos fundos compostos por esses tipos de empreendimentos”, comenta o presidente da consultora Siila Brasil, Giancarlo Nicastro.

Em contraposição, o mercado imobiliário permanece enfraquecido pelo excesso de imóveis comerciais e pela baixa demanda, que repele novos desenvolvimentos.

O setor de prédios corporativos tem vacância no patamar de 20% em São Paulo e 30% no Rio de Janeiro, com aluguéis pressionados nas duas praças, conforme pesquisa da Cushman & Wakefield.

Analise todas as opções

Sempre, em qualquer ocasião, permita-se analisar todas as possibilidades antes de tomar qualquer decisão, seja para comprar um imóvel ou investir no mercado financeiro.

O equilíbrio é fundamental para evitar gastos (e dores de cabeça) desnecessários. Para tudo na vida, é preciso ter projetos e planejamento, pensando sempre no curto, médio e longo prazo.

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Como Ganhar Dinheiro com Fundos Imobiliários em 3 Passos Simples?

Conforme Luiz Mauricio Garcia, do Bradesco BBI, que cedeu entrevista ao Infomoney, essas dicas podem ser determinantes para o sucesso ou para o fracasso desses fundos. Confira as principais dicas do especialista.

1 – Tripé dos Fundos Imobiliários

O tripé é composto por localização (dos imóveis que estão na carteira do fundo), qualidade dos ativos e os locatários.

“Eu olho para o real state como uma combinação desse tripé”, diz o Garcia.

“Muitas vezes um ativo tem um desconto enorme e tem potencial, mas isso nem sempre é uma boa estratégia, se não for combinada com o tripé”, ele garante.

2 – Fundos com exposição ao mercado do Rio de Janeiro

Para ele, a cidade está sofrendo com alta vacância nos últimos anos.

“O cenário do Rio é muito negativo. A vacância é preocupante. São ocupações baixas diante de um mercado saturado”, ele define.

E a informação é reforçada pela consultoria imobiliária Jones Lang La Salle, que mostra a taxa de vacância de escritórios A e AA no Rio de Janeiro.

Os números atingiram o quinto recorde consecutivo no 1º trimestre de 2017, com 34,7% e mais de 130 mil metros quadrados de escritórios alugados foram devolvidos nos primeiros 3 meses do ano.

3 – Certificados de Recebíveis Imobiliários

Garcia também recomenda que o investidor FIQUE LONGE dos fundos de CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários), já que no atual momento os juros e a inflação estão caindo.

Sobre as CRIs e CRAs: essas opções de investimentos de Renda Fixa foram as que mais cresceram em emissões para pessoas físicas no ano passado. Para se ter uma ideia, em dezembro a emissões de CRAs era 10 vezes maior do que em 2015 e atingiu 4,8 bilhõesde reais. Já os CRIs era 4 vezes maior e chegou á 8,6 bilhões de reais. Os dois bateram um recorde histórico!

Bônus 2: Financiamento de Carro

O carro novo é o sonho de muitos brasileiros – e vamos combinar, nem precisa ser dos modelos mais esportivos ou luxuosos, só de ter o cheirinho de novo já vai ser bom. Afinal, ninguém merece ficar muito tempo em um ônibus lotado, merece?

Comprar um carro novo é possível, mas exige muito planejamento financeiro.

Portanto, economizar dinheiro nessa hora é possível. Para isso, basta seguir algumas dicas, como incluir as despesas mensais do veículo e, claro, calcular as taxas do financiamento. Separamos as melhores dicas. Confira agora.

Todas essas dicas foram selecionadas conforme informações publicadas na internet. As 4 primeiras, para se ter uma noção, são autênticas da Proteste (Associação Brasileira de Defesa dos Consumidores) que buscou dados das montadoras para certificar sobre a compra e a melhor forma de fazer isso.

Conforme a instituição, a variação da contratação de crédito em um mesmo modelo de automóvel variou em 4,5 mil reais ao final do contrato. “Para descobrir, de fato, o valor que vai pagar, não basta ver os juros e as parcelas, tem também a CET (Custo Efetivo Total) do financiamento”, afirmou a associação.

“O CET mostra taxas inclusas, além dos juros, como o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), a tarifa do cadastro e seguros. Os bancos e as lojas não costumam divulgar esses custos, mas o consumidor tem que exigi-las”.

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Acompanhe.

1 – Valor da Entrada

A Proteste afirma que quanto maior for o valor da entrada para a aquisição do veículo, melhor será para o consumidor. Ao ter uma entrada “substanciosa”, o cliente terá poder de barganha com o vendedor e a concessionária acabará cedendo.

A dica é contratar um crédito com juros menores no banco da sua confiança e com o dinheiro em mãos, pagar o carro à vista na concessionária, que tende a ter juros bem mais elevado.

Normalmente, o valor de entrada exigido é de 10% do valor total do automóvel.

“Hoje o que manda é percentual do valor da entrada. Quanto maior, mais garantia o consumidor dá para o banco e as condições de pagamento serão melhores”, diz Ilídio dos Santos, que é presidente da Associação Nacional dos Revendedores de Veículos Automotivos (FENAUTO).

2 – Taxa Zero

Se a concessionária falar algo em “taxa zero”, desconfie. Essa isenção de taxas na contratação do crédito não existe, conforme a Proteste, uma vez que sempre existem custos em transações financeiras. A orientação é prestar a atenção nas letras pequenas dos contratos.

“Para acabar logo com a dúvida, pergunte ao vendedor qual seria o desconto obtido no pagamento à vista na compra do carro que seria financiado com a taxa zero”, diz a entidade.

Pode ser que os juros sejam isento em determinados contratos, mas os custos com o CET não. Portanto, as taxas devem estar inclusas no valor do automóvel e do crédito a ser contratado, sendo de extrema importância ao consumidor ler todas as cláusulas do contrato.

3 – Atenção ao CET

Na pesquisa feita com os bancos, a Proteste descobriu que a variação do CET ajuda a entender em qual lugar é mais vantajoso fazer a compra.

“Ao financiar em 24 vezes, 60% de um ford Ka SE 1.0 em uma concessionária da montadora, o CET foi de 17,57& ao ano. Em outro bairro, subiu para 29,81% ao ano. Isso significa uma parcela de 1,1 mil reais no primeiro caso e 1,3 mil reais no segundo. Tem outra opção ainda, a do Bradesco, que a parcela chegou a quase 1,4 mil reais”, diz a Proteste.

Com essas contas, no final do financiamento, o consumidor teria pago cerca de 4,6 reais a mais.

4 – Os Custos Extras

Ao fazer um financiamento de automóvel, o consumidor terá que saber que a renda será comprometida mais do que o valor das parcelas, já que é considerado um relacionamento de longo prazo.

É preciso levar em conta os custos com a manutenção do carro, fora o Imposto sobre Veículos Automotores (IPVA), seguro, combustível e eventuais consertos como revisões, que são obrigatórias conforme a validade da garantia.

Por exemplo, para um Carro de 30 mil reais, o custo com documentação será de aproximadamente 3 mil reais e pode ser que você não estava lembrando disso, não é?

Com 10 Reais por Dia Dá para Financiar um Carro Novo

Considerações

Com esse leitura é possível fazer várias reflexões, uma delas é sobre a compra de um carro novo, que tem métodos de pagamento e taxas diferentes, já que nem sempre será possível comprar o bem à vista.

O importante é observar que para todos os casos, o importante é economizar o máximo possível para comprar um veículo e pagar menos juros. Logo, comprar um carro é um gasto e não um investimento.

Os Maiores Erros dos Brasileiros ao Comprar um Carro

É claro que a vida é feita de erros e acertos. Mas hoje vamos fazer o papel da mamãe que sempre diz exatamente o que vai acontecer. “Você não vai pegar uma blusa? Vai esfriar”? Ela diz. E quando você sai de casa o tempo realmente esfria.

Nesta parte do texto, nós vamos falar sobre os erros mais comuns dos brasileiros ao comprar um carro.

Sim, você pode errar ou já ter errado e nós não estamos aqui para julgar. Mas, se você achar que vale um conselho, então, aqui estamos nós.

Afinal, o sonho de comprar um carro próprio sempre nos sugere uma visão mais otimista do futuro, porém, esse sonho pode se desmoronar à medida que o veículo começa a dar problemas, por exemplo.

Escolher o veículo certo é um dos pilares para realizar uma boa compra! Confira!

Escolher o Carro Errado

Esse é o maior erro, não tenham dúvidas. E é importante saber que não há uma definição exata para “Carro Errado”. Ele pode ser grande demais para a sua garagem ou pequeno demais para levar as suas compras, por exemplo. Então, tudo vai depender da sua necessidade e do seu perfil.

O fato é que para não Escolher o Carro Errado, o comprador precisa definir que tipo de carro é mais adequado para ele naquele momento. Ou seja, é uma questão de custo-benefício ou de necessidade-realidade.

Gastar mais do que 30% do seu salário para o pagamento do carro novo, por exemplo, é um erro fatal.

A dica é pesquisar e analisar o veículo que se tem em vista. Faça testes, contas e evite escolher o carro errado.

Pagar Caro Demais

Quando falamos em pagar caro demais não quer dizer que estamos desvalorizando o carro e sim que o valor é alto demais para a sua realidade financeira. Entendeu? Mas, muitas vezes, a outra informação também vale, afinal, quem nunca comprou um carro e logo sentiu que pagou caro demais pelo bem?

É só o carro dar o 1º problema que você já vai pensar? “Se arrependimento matasse…”.

Na real, existem 3 formas principais de pagar caro demais pelo veículo:

  1. Chegar à um acordo por um preço mais alto do que ele realmente deveria valer,
  2. Subavaliar o valor que vai dar de retoma pelo carro novo,
  3. Fazer uma má avaliação daquilo que vai pagar pelo financiamento.

E, então, tem-se que tomar várias providências. Em relação ao financiamento, por exemplo, o ideal é se informar sobre as várias alternativas do mercado e ter uma noção exata do real valor que vai estar associado ao financiamento especifico.

Não Saber os Custos Reais ao Ter um Carro Novo

É preciso entender, desde o início, que os pagamentos mensais de um financiamento não vão ser as suas únicas despesas com o carro novo. Existem custos adicionados à isso, automaticamente, que, apesar de serem óbvios, podem pesar muito no orçamento financeiro mensal.

Bom, não vamos citar todos porque não caberia neste breve artigo, mas vamos falar de alguns para que se tenha uma ideai maior da importância de saber sobre esses gastos.

Desvalorização: todo veículo perde poder de compra, o que alguns especialistas chama de depreciação. Normalmente, quando mais caro for o carro, maior será a desvalorização. Uma solução para não perder muito dinheiro aqui é comprar carros seminovos ou usados.

Seguros: Todo Carro precisa de um seguro. É quase que de lei. E isso não importa pelo fato de você ser um bom ou mau motorista e sim pelo fato de que o trânsito hoje é muito intenso e todos os veículos estão sujeitos à acidentes, roubos e manutenções.

Manutenção: Por sinal, a manutenção é um gasto recorrente. Aqui vão entrar vários itens que precisam ser analisados: a situação do veículo se for usado, a marca, o modelo, etc. Logo, os carros mais populares têm manutenções menores.

Combustível: Uai, quanto mais potente o carro mais ele vai consumir combustível, obviamente. Aí podemos citar também os flex, aqueles elétricos ou os mais comuns, à gasolina. Então, isso precisa ser pensado na hora de comprar um carro novo.

Conclusão:

Com informações do Clickhabitacao