Existe uma fórmula secreta para financiar a casa própria sem risco de perder dinheiro?

Não é que ter casa própria é uma coisa ruim, mas a forma de comprar esse imóvel tem que ser melhor planejada. Na nossa cultura, é bem sucedido quem tem um imóvel próprio e carro na garagem, mas a pessoa pode morar de aluguel e ter um patrimônio enorme e ser bem sucedida. O ideal é medir o sucesso não pelos bens, mas pela qualidade de vida”.

O Sonho da Casa Própria tem se tornado o Pesado da Casa Própria. É, meus amigos, seria cômico se não fosse trágico! E estão falando de números: 8 em cada 10 mutuários entram em estado de endividamento pela falta de planejamento financeiro em decorrência, entre outras instancias, do financiamento da Casa Própria. A pesquisa foi feita pelo Banco Mundial, no último mês (janeiro) e revelou que APENAS 4% dos brasileiros pensam no futuro!

Aqui no Blog já falamos muito disso. Mas, como a notícia é nova, vamos voltar e frisar: Antes de fazer uma grande loucura e financiar um imóvel é preciso fazer um monte de continhas básicas, que vão, posteriormente, resultar em um cronograma financeiro e, só então, você terá uma previsão do seu desembolso real em dinheiro necessário para, aí sim, assinar o contrato!

Como ter um Planejamento Financeiro Pessoal positivo em 2017?

Colchão financeiro, já ouviu falar? É aquele conhecidíssimo VALOR DE ENTRADA. Você sempre vai precisar dar uma boa entrada em dinheiro, afinal, nenhuma construtora ou banco vai te financiar 100% do valor do imóvel. E, vale o alerta: quando disserem que você não precisar dar entrada, fique esperto, que, muito provavelmente, é golpe! Entendam que NINGUÉM vai financiar 100% do imóvel, tudo bem?

Mas, se é tão simples, por que, então, tantas pessoas, cerca de 80%, compram imóveis e depois entram em dívidas? Também queremos saber, amigos! Mas, segundo especialistas e profissionais da saúde, isso acontece porque essas pessoas agem com a emoção, e não com a razão, como deveria ser.

Você voltou a fazer dívidas? Isto não é brincadeira!

Ahhhhhhhhh! Uma dica mega importante! Quando tiver pensando em financiar um imóvel (assim como um carro) pegue a caneta e o papel e faça você mesmo as contas, ok? Os gerentes dos bancos, os corretores de imóveis, os vendedores de automóveis, a construtora e nem ninguém vai fazer tudo exatamente certo por você, afinal, eles querem vender.

Já falamos muito disso quando colocamos na Sabatina um Gerente de Banco! Vocês lembram? O Gerente não é amigo e mesmo que fosse, “negócios à parte”, como está no ditado popular! Leia a matéria sobre isso: Serviços, Taxas, Pacotes, Contas Grátis, Gerentes… Veja um Guia Completo de como se comportar com o seu banco!

Aí vem a dúvida (cruel): Comprar ou Alugar um imóvel? Do ponto de vista racional e financeiro, o ideal é alugar, sabe por quê? Descubra no vídeo abaixo:

Ah, mas se mesmo vendo esse vídeo você ainda ficou com dúvida porque é mais compensador alugar um imóvel, vamos citar outro exemplo REAL e bem explicativo! Vamos lá: Suponha que um imóvel custe 400 mil reais e você tenha 100 mil reais para dar de entrada. Os outros 300 mil reais serão divididos em 420 prestações mensais de mais de 2,1 mil reais, o que gera um valor total de quase 895 mil reais.

Hehehehehe… Está rindo de nervoso né? Pode acreditar! Nesse financiamento real aí descrito, você vai pagar mais que o dobro do valor dele. Daria para comprar 2 imóveis iguaizinhos à esse, meus caros. Mas, vamos voltar ao assunto…

Então, vamos supor agora que você pegue esses 100 mil reais e aplique no Tesouro Direto, que tem um rendimento MODESTO de 1% ao mês, ou seja, você terá uma rentabilidade real de 1 mil reais mensais. Se você não usar esse valor e reinvestir novamente, então, o seu patrimônio vai aumentar exponencialmente. Isso é fato porque é assim que os juros compostos funcionam.

6 Dicas para entender Como Calcular os Juros Compostos e Ficar Milionário

Bom, nem precisamos falar mais nada, né! O que você acha melhor: ter um rendimento real mensal de 1 mil reais ou pagar parcelas todos os meses e não ter nenhum aumento de patrimônio? Você escolhe! Aliás, veja o nosso Guia Completo sobre as opções de investimentos em Renda Fixa!

Ah, e se você está pensando que ter imóvel é sinônimo de ter riqueza, está muito enganado. Vamos contar aqui uma historinha explicada por um consultor chamado Marcelo Salgado. Veja: “Tenho uma cliente que tem mais de 5 milhões de reais em imóveis, todos sem alugar e com IPTU sem pagar. Por que ela não vende? Porque ninguém quer comprar. Ela tem uma fortuna nas mãos e não pode utilizar. Esses dinheiro aplicado renderia, no mínimo, 50 mil reais, enquanto que os alugueis chegaria, no máximo, à 13 mil reais”.

E aí, que dizer algo? Você discorda? Deixe seu comentário abaixo… Mas só depois! Agora, continue lendo o texto que tem muita coisa legal vindo por aí! A primeira delas é sobre os novos valores do financiamento federal do MINHA CASA MINHA VIDA.

Novas Regras do Minha Casa Minha Vida

Você tá feliz para caramba, né irmão? Os valores aumentaram e agora você pode financiar aquele apê que tanto queria, no bairro nobre da cidade. Uhuuuuul.

SQN, amigo! Porque, mesmo que não queremos ser um “estraga prazer”, precisamos ser nesse momento! O lance é o seguinte: A Caixa Econômica Federal também subiu os juros para financiar a casa própria usando recursos poupados. “Ah, essa notícia nem é tão nova assim”! E não é mesmo! Ela é do ano passado, mas vamos lhe dizer mais: um apartamento de 750 mil reais, que saia por 2,38 milhões de reais no acordo do financiamento, agora fica por 2,75 milhões de reais.

Os valores foram calculados pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), e mostra também que um imóvel de 300 mil reais, que antes fica por mais de 906 mil reais na Tabela Price, agora custa “míseros” mais de 1 milhão de reais. TRÊS! TRÊS AMIGOS! Daria para comprar 3 apartamentos de 300 mil reais com esse valor.

Existe uma fórmula secreta para financiar a casa própria sem risco de perder dinheiro?

Reprodução: PixaBay

Agora, se você ainda quer comprar aquele apartamento de luxo e quer aproveitar que o Governo liberou as construções de valores mais altos… Vai lá e bom pagamento de juros. Rs

Ah, antes de terminar esse tópico, convidamos-lhe para a seguinte leitura:Saiba qual deve ser a Renda Mínima para Financiar um Imóvel! Aqui falamos sobre os valores, reais e atualizados, dos financiamentos, inclusive, listando qual deve ser a sua renda mensal para “conseguir” aprovação dos bancos para financiar um imóvel. Leia com atenção!

10 Melhores Dicas para Comprar um Imóvel com Segurança

Pessoal, a gente tenta ficar bravo com você que quer (porque quer) financiar um apartamento, mas a gente não consegue! Se a casa própria é o seu sonho, e mesmo que não seja financeiramente indicada, você pode fazer isso. Aliás, você é dono da própria vida. E do próprio dinheiro. Então, para tentar ajudar você, fizemos uma lista com as 10 Melhores Dicas para Comprar um Imóvel com Segurança. E, se mesmo lendo o texto todo até aqui, você decidiu comprar o imóvel através do financiamento, então, vai precisar seguir, NO MÍNIMO, essas dicas abaixo. Vai lá:

1 – Quanto você pode usar para pagar a parcela

“Se uma pessoa tem uma renda fixa mensal de 5 mil reais, ela só poderá comprometer 1,5 mil reais por mês com o imóvel. Pense, aliás, que isso deve durar por 30 anos, que, normalmente, é o período de financiamento”, conta Marcelo Tapai, especializado em Direito Imobiliário.

Fora parcela, você também precisa estar atento aos gastos com documentação, decoração e itens básicos para viver com a família, tais como panelas. Para se ter uma ideia, a documentação pode chegar à 4% do valor do imóvel e os gastos com decoração pode ser de 30% o valor do imóvel. Ainda há outros custos, como Condomínio, Energia e IPTU.

Orçamento Financeiro Familiar: Como não deixar faltar dinheiro em casa e Prosperar em 3 passos

2 – Valor de Entrada

Como já falamos na parte superior do texto, você sempre vai precisar ter uma reserva para dar de entrada. Luiz Calado é vice-presidente de Relações Institucionais do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros) e diz que uma ideia é fazer aplicações mensais, antes de assinar o contrato, para poupar essa reserva financeira.

Os especialistas comentam sobre os jovens, que, normalmente, ainda não têm um bom valor de entrada, já que, na maior parte das vezes, ainda estão no início de carreira. Porém, se o valor de entrada for muito baixo, então, o financiamento será muito longo e o valor das parcelas também será alto.

3 – Capacidade de Pagamento

“Treino é treino e jogo é jogo”, diriam os comentaristas de jogos esportivos. Então, antes de comprometer o seu dinheiro no financiamento, faça um teste. Pegue todo o seu dinheiro mensal e poupe da forma que será feita com o financiamento. Calado diz que fazer isso durante 3 meses é uma boa iniciativa.

Se sentir dificuldade, isso significa que o valor do financiamento terá que ser menor ou então o prazo de pagamento maior, o que, relativamente, vai aumentar o valor final do imóvel. Se você ainda não sabe o valor das parcelas, faça uma simulação com um corretor de imóveis ou com o banco.

4 – Comprometimento da Renda

É importante ter a noção de que a sua renda pode não ser a mesma durante todos esses anos, afinal, imprevistos acontecem e é preciso ter uma poupança emergencial, que será usada nesses casos. A Reserva de Emergência deve ser usada apenas para emergências e a cada 6 meses, o ideal é que esse valor seja acrescentado. Segundo especialistas, para um trabalhador comum, o ideal é que esse reserva totalize o valor de 6 meses de renda. Ou seja, se o salário mensal é de 5 mil reais, o ideal é que a reserva seja de 30 mil reais.

5 – Entusiasmo

“É melhor perder um imóvel excelente do que ficar com um problema por muito tempo. Nada é tão sensacional que não permita ir para casa refletir sobre a compra”, afirma Tapai.

6 – Pesquisar

Vá a lançamentos antes de comprar. Pesquisa e compare os preços. Conheça as construtoras, os tipos de financiamentos, as tabelas. Conversa com corretores, moradores e veja os comentários dos sites.

Existe uma fórmula secreta para financiar a casa própria sem risco de perder dinheiro?

Reprodução: PixaBay

7 – Maquiagem

Mesmo que ainda estiver na planta, avalie o imóvel. Se for preciso, veja no contrato itens que podem (ou não) maquiar a venda. Apenas um especialista consegue saber sobre a qualidade dos produtos e a estrutura do imóvel, por exemplo.

8 – Medidas

Faça contas com os centímetros, tente imaginar o local com os móveis lá e visite os decorados.

9 – Nome Limpo

Antes de fechar o contrato, certifique de que todos que irão compor a compra estão com o nome limpo. O financiamento só será aceito depois que a situação for regularizada.

10 – Taxas

A taxa de corretagem, por exemplo, deve ser paga por quem vende o imóvel. Então, atenção com contratos que embutem a taxa de corretagem para o comprador. Caso isso aconteça, entre na justiça e/ou procure seus direitos que podem resultar em um ressarcimento do valor.

Fora as taxas, vale comentar também sobre os juros, que, aparentemente, são baixos, se comparados com o do crédito pessoal, por exemplo. No entanto, eles incidem sobre um valor muito alto e por um período mais longo.

E, para terminar o tópico, lembre-se sempre dos conselhos dos especialistas. Um deles é Janser Rojo, planejador financeiro da Soma Invest, que diz que “Não é que ter casa própria é uma coisa ruim, mas a forma de comprar esse imóvel tem que ser mais bem planejada. Na nossa cultura, é bem sucedido quem tem um imóvel próprio e carro na garagem, mas a pessoa pode morar de aluguel e ter um patrimônio enorme e ser bem sucedida. O ideal é medir o sucesso não pelos bens, mas pela qualidade de vida”.

Aliás, cabe aqui um comentário muito importante também e que não foi dito até agora. É o seguinte: Se o contrato for feito seguindo as regras do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), então, saiba que o imóvel só será seu quando você terminar de pagar a última prestação. Ou, se não, caso você atrase 3 prestações, o seu sonho pode ir à leilão.

E, se o sistema usado for o SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), então, o atraso é de 1 parcela. Assustador, não? Então, tenha plena consciência disso!

Leia também: Investir em imóveis é ou não um bom investimento? Veja a resposta definitiva!

Mudança: Cônjuge que ficar no imóvel precisará pagar aluguel após a separação. Entenda!

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) trouxe uma jurisprudência importante para casais em processos de separação: assim, quem ficar em casa terá que pagar aluguel antes mesmo da partilha dos bens, tendo em vista que o ex-cônjuge permaneceu no imóvel. Assim, abre-se uma brecha para outros processos.

Como o imóvel pertence aos dois moradores, então, normalmente, é 50% para cada. Assim, se uma das partes morar sozinha, ela deverá pagar locação pela fração do imóvel que pertence à outra pessoa. É assim que funciona, segundo do STJ, e tudo deve estar em um contrato do mesmo jeito que acontece na relação de aluguel. “Um perito vai avaliar o valor de mercado do imóvel”, afirma Sandra Vilela, especialista em direito da família.

Para a advogada Sandra, a medida é de grande valia. “Muitas pessoas evitam a partilha a todo custo apenas para continuarem morando de graça, o que não é justo com a outra parte. A vida de ambos fica empatada”, avalia. Isso não significa, porém, que todos os aluguéis antes de partilha de bens cabem em todos os recursos, mas vale dizer que os TJs terão prerrogativa para tomar essa decisão.

E o imóvel na planta? Veja 8 pegadinhas mais comuns

As reclamações são das mais variadas: taxas indevidas, correção da parcela do imóvel e não receber o prometido. Então, a dica é: “Comprar um imóvel na planta exige cuidados, pois se está comprando algo que ainda não existe”, comenta Tapai. Veja as 8 armadilhas!

  1. Atraso: O contrato permite que as construtoras atrasem até 180 dias a entrega da obra. Quando esse prazo é maior, o consumidor pode entrar na justiça para pedir indenização por danos materiais e morais e, quando ganha, normalmente, o valor é de 0,8% do valor do imóvel por mês de atraso.
  2. Correção INCC: O Índice Nacional de Construção Civil (INCC) é legal, mas deve ser bem explicado já que incide sobre o saldo devedor.
  3. Minha Casa Minha Vida: Pode ser que o imóvel se valorize durante a obra, então, é preciso ficar atento ao limite máximo do programa. Mas, caso os imóveis já sejam financiados dentro do programa, então, não haverá mudanças.
  4. Promessas: Carro Zero, Planejados e quitação de IPTU são promessas, muitas vezes, não cumpridas e “servem” apenas como isca para as construtoras captarem compradores. Mas, se tudo isso estiver em contrato, então, basta entrar na justiça.
  5. Taxa de Anuência: É o valor cobrado do consumidor quando ele decide vender o imóvel antes que ele fique pronto. Isso é feito após a autorização da construtora, no entanto, a cobrança é ilegal porque contraria o Código de Defesa do Consumidor.
  6. Taxa de Corretagem: Para o especialista, são as construtoras que contratam os corretores, então, cabe à elas pagar essa taxa e não o cliente.
  7. Taxa de Interveniência: É cobrado aos compradores que fazem o financiamento bancário em um banco diferente daquele que financiou a obra. A taxa é variável, mas fica em torno de 2% do valor financiado. Isso também é contraditório ao Código de Defesa do Consumidor.
  8. Taxa de Serviço de Assessoria Técnico-Imobiliária (SATI): Normalmente, as construtoras cobram 0,8% do valor total do imóvel neste serviço para auxiliar os compradores com questões jurídicas. No entanto, o serviço não é obrigatório e nem isento.

Distrato: O que é e como Funciona

Apesar de não ser uma “pegadinha”, os DISTRATOS merecem uma atenção especial. Esse é o nome dado para um Contrato que tem por objetivo extinguir as obrigações estabelecidas em um contrato anterior, que ainda não foi executado, ou seja, em se tratando de imóveis, é quando acontece a desistência da compra de um imóvel na planta.

“Muitas vezes a prestação do imóvel na planta é baixa, mas, na hora de financiar, a pessoa descobre que não tem a renda necessária e acaba tendo de entregar o imóvel antes da entrega das chaves”, explica Marco Aurélio Luz, da Associação dos Mutuários de São Paulo. Além do motivo citado acima, outro também é comum: o atraso na entrega do imóvel.

Existe uma fórmula secreta para financiar a casa própria sem risco de perder dinheiro?

Reprodução: PixaBay

O prazo para pedir o distrato deve ser solicitado antes da entrega das chaves e o pedido deve ser feito por escrito, mesmo que seja um e-mail. Depois de solicitado e se for acusado a culpa da construtora, o cliente terá direito à receber 100% do valor pago corrigido, mas, se a culpa for do próprio comprador, então, a construtora poderá reter até 25% do valor pago corrigido, a título de despesas administrativas e multas. Valores que devem ser pagos em uma única parcela.

Fato consumado: Renda Fixa é mais atraente do que a poupança e imóveis

No curto prazo, ninguém saberá o que vai acontecer com o valor de um imóvel, mas, no longo prazo, é seguro afirmar que ele vai acompanhar, no mínimo, a inflação. Longo prazo, aqui, equivale a um tempo de 2 décadas ou mais. Ou seja, ele mantém o seu poder de compra. Já na Renda Fixa, como visto acima, existem inúmeras possibilidades de investimentos, seja pela rentabilidade ou pelo tempo de investimento.

Essa talvez seja a maior diferença entre investir em um imóvel, e ficar esperando a valorização dele, e investir em Renda Fixa, normalmente, com liquidez diária. Mas, colocando os pingos nos “is”, fica claro que é muito complicado fazer esse tipo de comparação.

Agora, acompanhando o mercado, é possível ver uma migração de investimentos, de pessoas que deixaram os imóveis de lado e aplicaram o dinheiro na Renda Fixa. Isso não é loucura. Cada vez mais, os especialistas confirmam a teoria de que os imóveis estão se acomodando. Inclusive, em recente Índice FipeZap, 15 cidades teve queda real nos preços dos imóveis, ou seja, a inflação foi maior. Assustador, não?

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Curiosidade: Como Economizar Dinheiro com moradia de forma ousada

Em méritos de curiosidade, vamos citar alguns casos de como economizar dinheiro com imóveis, mesmo porque encontramos uma série de histórias inspiradoras de pessoas que conseguiram mudar de vida a partir do momento que começaram a gastar menos. Leia:

Um Engenheiro de Programas do GOOGLE assumiu um único custo para a sua habitação: o seguro do seu caminhão, assim, ele conseguiu economizar 90% da renda residencial em San Francisco. O dinheiro que sobrou ele usou para pagar empréstimos estudantis, acumular capital e investimentos.

Já um estudante universitário, Joel Weber, poupou o dinheiro ao decidir não pagar o dormitório (caro) da universidade do Texas, em Austin. A saída encontrada foi construir uma pequena casa no quinta dos fundos da casa de um amigo e teve gastos de apenas US$ 15 mil.

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Reprodução: PixaBay

Outros estudantes, dessa vez da Holanda, decidiram viver sem custos em uma instituição que cuida de idosos. Em troca da moradia, eles doavam mão de obra ao local.

Já formado, Ken Ilgunas tinha uma dívida de US$ 32 mil, então, ele foi para o Alasca e demorou 24 meses para quitar tudo. Sabe como? Ele se matriculou na Universidade de Duke e transformou sua van em um mini dormitório, depois, morou lá secretamente no estacionamento da universidade.

Com informações da UOL, MSN e FinançasFemininas