Aprenda como evitar inadimplência de clientes em 5 passos

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A gente sempre ouve falar dos números e riscos de inadimplentes no país. Mas, e quando você é a empresa? Aí é que a gente toma conhecimento sobre o assunto. Neste artigo, vamos falar sobre como evitar inadimplência de clientes na sua empresa.

E, para isso, a gente separou 5 passos. Na verdade, são dicas muito breves e simples que podem te ajudar a minimizar os riscos da inadimplência. E isso é importante ainda mais se você for um MEI (microempreendedor individual) ou uma pequena empresa, que precisa do dinheiro para fazer o negócio rodar.

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Aprenda como evitar inadimplência de clientes em 5 passos

Ficou interessado? Então, saiba que nem sempre dá para evitar o calote, só que em muitos casos, é possível diminuir as possibilidades para que isso aconteça. E a nossa ideia é exatamente essa.

Aliás, antes de começar, saiba porque esse cuidado é essencial: o número de inadimplentes no país, em junho do ano passado, foi de quase 62 milhões. É um número alto e que não mudou muito neste ano. Por isso, toda atenção é importante para evitar prejuízos empresariais.

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1 – CRÉDITO

A primeira dica para evitar inadimplência de clientes é considerar o crédito. Obviamente, é preciso ter muito cuidado ao oferecer crédito para todos os seus clientes. Mesmo que ele tenha uma boa reputação no mercado, o pior pode acontecer.

E nesse caso, o pior é ele não pagar a conta, né. Agora, a dica aqui é sobre evitar crédito muito alto, especialmente para quem está fazendo a primeira compra com você. Existe um grande risco de inadimplência nisso.

O que os especialistas recomendam é criar uma relação comercial confiável entre empresa e cliente. Isso é o mesmo que dizer que à medida que o cliente vai comprando e pagando, a confiança vai sendo estabelecida. Inclusive, a partir disso dá até para aumentar o crédito dele.

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Para concluir essa ideia do crédito é só a gente trazer o assunto para a realidade. Um cliente que compra sempre e paga sempre vai ter mais histórico de pagamento do que aquele que nunca comprou. É meio óbvio, né?

Aliás, dá para considerar essa como uma estratégia de incentivar novos clientes a se manterem fieis. Agora, saiba que isso não vai te tornar uma empresa sem calotes, ok? Mas é uma forma de minimizar os riscos, com certeza.

2 – CONTRATO

Outra dica é sobre o contrato. Qual é a recomendação que se dá, de forma geral, para pequenas empresas ou para negócios que estão começando? Faça contratos, sempre. Até mesmo para as transações menores.

Isso é importante porque as pequenas empresas costumam ficar à mercê do conhecimento jurídico de um contrato. Mas, já vamos te adiantar uma coisa: ele é bastante importante para você ter provas, caso sejam necessárias no futuro.

Ainda que não seja uma garantia para você evitar inadimplência de clientes é outra forma que ajuda a minimizar isso. Isso porque no contrato devem estar todas as informações que foram acertadas, inclusive a de entrega e pagamento das compras ou dos produtos.

De modo simples, esse é um documento que garante segurança à venda. Infelizmente, o Sebrae, que é uma ótima referência para pequenas empresas, não tem uma especialização jurídica gratuita e, pode ser que, você tenha que contratar profissionais do setor.

3 – NOTA FISCAL

Mais um dos documentos que são importantes para comprovação de fatos é a nota fiscal. Ela não só é importante para você evitar a sonegação fiscal, mas também serve, de grande utilidade, para evitar complicações financeiras com os pagamentos feitos ou não feitos.

Ainda mais se você for acionar uma ação judicial, né. Então, considere que mesmo que o seu cliente peça para não emitir a nota fiscal, saiba que essa é uma obrigação sua e que está de acordo com a lei.

A gente deve considerar que no Brasil, a carga tributária é alta. Porém, a emissão das notas fiscais se tornam importantes por vários fatores e, portanto, devem ser feitas. Essa é uma maneira inteligente de reduzir os riscos de inadimplência na sua empresa.

4 – PAGAMENTO

A nossa quarta dica é sobre ter bastante cuidado com as formas de recebimento do pagamento das compras. Considere que atualmente as pessoas, inclusive, de pequenas empresas, têm evitado cheques pré-datados, boletos e até mesmo promissórias.

Essas opções possuem taxas mais baixas, é verdade. No entanto, isso representa um risco de inadimplência considerando alto. Obviamente, o motivo é porque o cliente pode escolher não pagar a conta ou simplesmente “esquecer” de fazer isso.

E em épocas de crise, a gente tem visto muita gente sofrer com imprevistos. Aí, a primeira coisa que elas fazem é deixar de pagar alguns boletos. Uma boa ideia para evitar calotes é apostar em meios como depósitos, transferências e cartões de crédito ou débito.

É verdade que os cartões têm taxas altas, o que pode corroer o seu lucro. Mas, são meios seguros. Você vai precisar fazer as contas e ver o que é melhor para você.

5 – DETALHES

Por fim, também devemos considerar os detalhes na hora de evitar inadimplência de clientes. Isso porque não é recomendável que se deve demorar mais do que 45 dias de atraso para ir atrás do seu dinheiro. Isso mesmo se você tiver que protestar o seu cliente.

Aliás, mesmo que isso lhe custe o cliente, saiba que a inadimplência tem sido um dos principais problemas enfrentados na atualidade. Por outro lado, esteja sempre aberto à negociação, propondo soluções inteligentes e justas.

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