Aprenda a evitar o efeito sanfona na economia domésticas!

O efeito sanfona você já conhece, não é verdade? É uma coisa que todo mundo, normalmente, associa ao peso. Mas, também está relacionada à outras áreas da vida, como a financeira.

O que é o efeito sanfona?

O que é o efeito sanfona? Para quem não conhece, é quando as pessoas perdem o controle do próprio peso do corpo e ficam em uma situação de “obeso”. Depois, elas fazem dieta e voltam ao peso “normal”. Só que mais tarde, engordam de novo.

E isso vai acontecendo por meses e anos.

Esse engorda-emagrece o tempo todo é chamado de efeito sanfona.

Mas, vamos ver outra face desse efeito que pouca gente nota.

Você entra em uma dieta e pega firme mesmo. Inclusive, tem a tal da rrestrição alimentar e aí você sofre porque você tem dificuldade para perder peso.

E aquilo é um sofrimento verdadeiro, que pode te fazer suar a camisa e chorar durante a noite de tanto que é doloroso.

Mas, você vai lá e consegue: atingiu o objetivo!

Depois, você entra em desespero começa a comer tudo que vê pela frente, já que você ficou muito tempo com restrição. E o resultado você já sabe.

Bom, chamamos a atenção para o fato que há um esforço muito grande para perder peso. E, depois, rapidamente, a pessoa ganha o peso novamente. Na vida financeira, isso também acontece!

A questão do hábito!

E antes mesmo de seguirmos adiante, vamos trazer aqui o que tem sido recomendado pelos especialistas da saúde para que se evite o efeito sanfona.

O hábito!

Essa é a resposta chave.

Isso só vai ser resolvido com o desenvolvimento de um hábito frequente, por isso, não adianta querer emagrecer tudo de uma vez e rapidamente com restrições.

Certamente, isso vai te fazer sentir muita vontade de comer isso ou aquilo e logo que atingir o objetivo você tem grandes chances de voltar a estaca zero.

Então, ter um bom hábito de alimentação é importante!

E o que tem a ver isso com a poupança e com as finanças?

Sim, isso tem tudo a ver, especialmente com a capacidade de guardar dinheiro que muita gente tem.

Acontece que, muitas vezes, a gente começar a juntar dinheiro para tentar realizar um objetivo financeiro de longo prazo e tal.

Só que para isso, a gente pode sacrificar muito o orçamento financeiro, a ponto de que a gente começa a ter privações.

E quando você tem esse tipo de privação, você fica muito tempo sofrendo. E isso vira o efeito sanfona depois.

Como assim?

Você começa a não comprar coisas básicas da sua casa. A pia quebra e você deixa para lá. O vazamento, manutenção, tudo fica a mercê só porque você quer juntar dinheiro.

Porque você não está querendo deixar sair nenhum dinheiro dali, entende?

Mas, isso também vai depreciando as suas condições de vida e aí chega em um dado momento que você vê que para fazer aquelas manutenções ou aqueles ajustes certos, você vai gastar uma grana bem alta.

E isso gera um desestímulo, já que todo aquele esforço que você fez algum tempo vai ser em vão porque grande parte vai embora com essa super manutenção da casa.

E aí você é totalmente desestimulado e não consegue voltar à condição anterior, de poupar dinheiro para um objetivo de longo prazo.

Criando o hábito…

O lado bom disso tudo é que assim como na dieta para emagrecer, tudo se resolve criando bons hábitos. De um lado, os saudáveis e de outro, os financeiros.

Então, não existe sacrifício que seja possível por longo prazo se for muito restrito.

Um grande ponto importante das finanças e da promoção do patrimônio é o equilíbrio!

Leve em conta aquilo que é você quer viver no presente com aquilo que você está pensando no futuro.

A escolha de viver o futuro bem mais do que você vive o presente é um erro. Assim como viver apenas o presente, também é.

Você não precisa achar que você tem que se sacrificar plenamente hoje, para ter uma vida boa amanhã.

Tem gente fala assim: “No longo prazo, todos estaremos mortos”. E é claro que não se deve pensar assim porque a gente, possivelmente, vai ter uma velhice, que deve ser, ao menos, confortável.

Mesmo porque ninguém vai vai querer, em sã consciência, levar uma vida miserável o tempo todo para depois ter uma condição melhor, certo?

A palavra-chave é equilíbrio!

O equilíbrio!

Para evitar o efeito sanfona das finanças você tem desenvolver bons hábitos e esses bons hábitos incluem você pensar no futuro e viver o presente – sim, ao mesmo tempo.

Mas, você também não pode descuidar do presente porque descuidar do presente é você manter as finanças desorganizadas e isso traz muito problema.

A gente já cansou de falar que juntando apenas 10% ou 20% do salário já dá para pensar em um futuro melhor. Então, é bobeira você querer acumular 100% do seu salário para o futuro porque você perde o presente e cai no efeito sanfona.

Tente acumular pelo menos próximo dos 20% que vai dar certo vá com suavidade. E você não precisa trocar tudo de hoje pelo de amanhã.