Conheça 5 estratégias de investimentos para alocar ativos na sua carteira

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Os últimos dias tem sido bastante intenso para a nossa redação. Com tanta oscilação no mercado financeiro e dúvidas de leitores, nós dedicamos a trazer vários conteúdos sobre carteiras de investimentos. Agora, vamos falar das estratégias de investimentos.

Sendo assim, se você quer montar uma boa carteira, mas não sabe muito bem por onde começar ou qual estratégia usar, leia esse material. Nós vamos apresentar 5 delas. E você vai ver que dá para pensar de forma estratégia na hora de investir o seu dinheiro.

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Até mesmo porque a recomendação é que você sempre veja possibilidades de realocar os ativos para buscar uma melhor rentabilidade, seguindo as tendências e movimentos do mercado. Porém, tem uma estratégia que vai na contramão disso, descubra qual é.

As estratégias de investimentos para carteiras

A ideia desse conteúdo é que você consiga entender que há formas de você alocar ativos dentro da sua carteira. Independente se vai comprar ações, fundos ou renda fixa. E mesmo que você já tenha feito isso sem pensar, saiba que pode ter usado uma ou outra estratégia. Confira as opções que existem atualmente.

1 – Alocação estratégica

A primeira opção que temos aqui, entre as estratégias de investimentos mais conhecidas, é a que é pensada no longo prazo. Ela é uma das mais simples de ser usada. Logo, é um formato estático, onde não ocorrem muitas mudanças da carteira.

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Então, na prática, o que o investidor faz é definir um percentual que será alocado no início e só. Assim, ele seguirá com o mesmo ativo até o fim do período. Então, pode ser que o investidor queira uma média da renda variável e variável.

Aí, o que ele faz é aplicar 50% em renda fixa e 50% em renda variável. Assim, ele sabe que no meio tempo pode haver oscilações, como nas ações. Porém, como estamos falando do longo prazo, ele prefere não rebalancear a carteira.

Com ponderação constante

A gente não criou um tópico 2 para falar essa opção porque ela é um complemento do que falamos acima. Logo, é exatamente um contraponto. Ou seja, aqui o investidor visa reponderar a carteira sempre que julgar a valorização de ativos.

A não existe regra para que isso aconteça, nem quanto à porcentagem e nem mesmo ao prazo de mudanças de ativos. Porém, a maioria considera a mudança quando há oscilações que passem dos 5%.

2 – Alocação tática de ativos

Agora temos uma 2ª opção entre as estratégias de investimentos. Nesse caso, a regra é mais flexível. Ao passo que também teremos um longo prazo a ser estudado. Porém, com ajustes pontuais nesse trajeto. A ideia é conseguir ganhos no curto prazo.

Por isso, temos a gestão ativa da carteira. Dessa forma, essa é uma estratégia mais arriscada e que exige muito do investidor. Logo, ele deve ficar de olho em dados, informações e no mercado.

3 – Alocação dinâmica de ativos

Se você achou a estratégia acima ativa, saiba que essa opção é mais ainda. Nesse caso, o investidor vai realocar o capital de forma bem constante. Assim, ele acaba pensando sempre no futuro do preço dos ativos que tem na carteira.

Se ele enxerga o cenário ruim, ele alocar a maior parte do ativo em opções seguras (renda fixa). Mas, se vê um cenário mais otimista, então, ele aloca a maioria em opções mais arriscadas (bolsa de valores).

Então, aqui as proporções de ativos e investimentos mudam muito. E no curto espaço de tempo. O objetivo é acertar o “timming” de ganhos no curto prazo.

4 – Alocação de ativos segurada

Aqui temos regras. E essas regras são usadas para inibir o investidor de querer ser extravagante ou ganancioso demais. Logo, há um percentual predefinido e aceitável para perdas com a carteira. Quando isso acontece, mudanças precisam ser feitas.

Nesse outro tipo entre as estratégias de investimentos temos que considerar ainda que podem ser buscados ativos livres de risco, como do Tesouro Direto, quando há sinais de perda que vão além do que foi predefinido. A ideai é uma só: evitar que grandes perdas ocorram.

Por isso, é uma ótima ideia para conservadores que querem ter rendimentos acima dos títulos públicos e dos títulos privados, também.

5 – Alocação integrada de ativos

A última estratégia que temos aqui é sobre a integração de ativos. Então, existe um mix de todas as outras estratégias. Portanto, considera um pouco de tudo: retornos, riscos. E tudo é ponderado de forma igualitária.

Logo, ela não pode conflitar entre uma estratégia e outra. Assim, tem que acontecer simultaneamente entre todas, de forma dinâmica e constante.

estratégias de investimentos

Outros conteúdos

Aqui no blog, nas últimas horas, nós fizemos outros conteúdos falando sobre a alocação de ativos: “Rico Corretora cita sugestão de alocação de ativos para ganhar dinheiro” e “Aprenda como ter uma carteira de investimentos ideal – tutorial para iniciantes”.

Se você tiver o interesse em continuar estudando o assunto, também pode ler essas matérias que são bem recentes. Inclusive, a Rico vale para esse mês, pensando na retomada de toda a economia e na escolha de ativos focados em pessoas que investem de forma mais agressiva.

Já a outra matéria, que é sobre a carteira de investimentos ideal vai considerar os pontos mais importantes que devem ser analisados pelo investidor que busca justamente o objetivo da carteira: aumentar ganhos e diminuir risco de perda. Ficou curioso, né? Leia ambas matérias.

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