Está desempregado, endividado ou com medo de perder o emprego? Veja 26 Dicas Salvadoras para Arrumar as Contas

Os tempos difíceis estão com os dias contados. Bom, é o que espera a maioria dos brasileiros e é também que o afirmam alguns economistas, mesmo que isso ainda leve um bom tempo. No entanto, as últimas pesquisas apontaram que o desemprego ainda é grande, e muito significativo no país todo. Então, fizemos esse artigo para você não se dar por vencido!

Separamos em 3 partes, que são direcionados para os que estão com medo de perder o emprego, para os já desempregados e para os que estão desempregados e cheio de dívidas! Confira!

A) Para os que estão empregados, mas têm medo da crise.

É o caso de vários “chefes de família”. Provavelmente, o patrão já mandou vários embora e eles estão com medo de ser os próximos. Além disso, o salário não aumentou nos últimos anos, mas as contas sim. Para esse perfil, buscamos ajuda do planejador André Crepaldi, da Gaia Finanças Pessoais, que listou 6 dicas super importantes!

Está desempregado, endividado ou com medo de perder o emprego? Veja 26 Dicas Salvadoras para Arrumar as Contas

Reprodução: Google

1 – Limite os Gastos: É a regra número 1. Saiba quanto dinheiro está entrando e não como ele está sendo usado. Não deixe, de forma alguma, que a quantia que saia seja maior do que a que entra. Corte tudo o que puder, tudo que for supérfluo ou que dê para evitar no momento. Ajuste tudo que puder para não usar o cheque especial nem o cartão de crédito. “Faca na Caveira”, irmão!

2 – Crie (urgentemente) uma Reserva Financeira: Vai dar tempo! “A nossa vida é feita de altos e baixos. É por isso que precisamos ter uma reserva financeira, para manter o fluxo de caixa”, diz o especialista. O tamanho dessa reserva vai depender do tempo que você conseguir ficar emprego (e esperamos que seja o suficiente para juntar uma boa quantia). Cripaldi arriscar dizer que uma economia equivalente à 6 meses de salário é uma boa pedida.

Ou seja, se sua renda mensal é de 5 mil reais, tenha uma reserva de, pelo menos, 30 mil reais. Se estiver em algum cargo alto, e muito especifico, guarde o equivalente à 8 meses (40 mil reais para o nosso exemplo). E saiba que essa reserva só deve ser usada para casos excepcionais, como doença ou, então, a perda do emprego.

3 – Poupar: Crie o hábito! Pense aí: 10% do seu salário podem parecer pouco, então, se assim acha, poupe essa pequena porcentagem. Mas é preciso ter uma meta para isso. Poupar por poupar torna a ação despretensiosa. É preciso ter um objetivo: que seja a reserva financeira ou a troca do carro, mas tenha uma meta bem definida!

Ainda não sabe o que fazer para poupar 10% do salário?

4 – Investir: Esse tópico é complementar ao anterior. Se você poupar, e você vai poupar, precisa investir esse dinheiro. Quando você ouvir POUPAR tire da cabeça a palavra POUPANÇA. Porque isso não é investimento nem na Cochinchina. Aplique em algum fundo de investimento, títulos do tesouro ou qualquer outra renda fixa que renda mais!

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5 – Renda Extra: É uma ótima opção! Não fique dependente de uma única fonte de renda. Sabe aquela história de diversificar investimentos? Pois é, vale para o seu emprego também. Tenha alternativas de receitas. Aliás, você pode fazer isso abrindo um negócio próprio ou investindo de vez no mercado financeiro!

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6 – Profissional: Invista na sua carreira, procure cursos profissionalizantes, especializados, capacitados. “Invista no seu maior ativo financeiro, que é você mesmo”, afirma o especialista. Além disso, ampliar a rede de amigos e pessoas é essencial para futuras colocações.

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B) Agora, você já passou desse ponto e, infelizmente, está desempregado? Veja o que fazer em 6 passos!

Para esse perfil de pessoas, vamos usar algumas informações da própria Serasa, que lançou uma cartilha gratuita com as melhores dicas para colocar as contas em ordem até que um novo trabalho seja encontrado. Aliás, até isso não.

A cartilha pode ser usada SEMPRE. A cartilha foi feita com o CAT (Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo) e com apoio da Prefeitura de São Paulo, que disponibilizou psicólogos das Clinicas, do Sebrae e Aliança Empreendedora.

1 – Calma: Respire fundo, conte até 10 e mantenha a calma. A dificuldade tem que ser provisória, então, não deixe isso se tornar um caso extremo. Se for difícil ter autocontrole sobre a situação, procure ajuda médica e psicológica.

2 – Desabafe: Não é para você sair reclamando da vida ein! O termo “Desabafe” quer dizer para você deixar todo mundo a par da sua situação, essencialmente os amigos e familiares. É o momento de abrir o jogo mesmo porque você precisará de todo tipo de apoio: emocional, moral e familiar. A família deve entender também que agora, definitivamente, os gastos devem ser cortados.

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3 – Evite a Calúnia: Nessa altura do campeonato, não adianta caluniar a antiga empresa ou falar mal dos colegas de trabalho. Essa é uma atitude que deve ser evitada.

4 – Faça as Contas: Some todos os seus fundos e tente limitar um valor para viver por 6 meses até que você encontre outra oportunidade. Aqui, os fundos são realmente todos, tanto as reservas financeiras, quanto à venda do carro (se for necessário) e os acertos trabalhistas.

5 – Não gaste tudo: Aliás, se você ainda não tem outro emprego certo, não gaste nada do seu acerto! A verba rescisória e os outros benefícios serão fundamentais para você não entrar em crise financeira. Não cogite trocar de carro nem reformar a casa agora: espere a tempestade passar, logo vem a calmaria.

Está desempregado, endividado ou com medo de perder o emprego? Veja 26 Dicas Salvadoras para Arrumar as Contas

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6 – Corte: Corte TUDO o que puder. Não apenas os supérfluos, mas, também aquilo que pode deixar para depois. TV À Cabo, Internet de 500 Mega (Sei lá até quanto vai rs), Plano de Celular de 1 mil reais… Se for preciso, reduza até mesmo os planos de saúde e educação. Além disso, comece a rever suas escolhas e opte pelo mais barato!

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C) Está com dívidas e ainda foi demitido do serviço? Temos 10 dicas salvadoras!

A primeira dica é não entrar em pânico. É preciso avaliar com calma o que tem de reservas e dívidas e elaborar um plano para recomeçar”, afirma Fábio Barbalho da Ponto C Consultoria. Além esse especialistas, juntamos esforços com o Flávio Calife e Michael Viriato, da Boa Vista SCPC e do Insper, respectivamente. Agora, veja as 10 dicas salvadoras!

1 – Faças as Contas: Como já foi dito, some o que está devendo e o que tem de recursos financeiros para levar a vida. E anote tudo porque são muitas coisas: Rescisão do Contrato de Trabalho, como FGTS, Férias, Salário e Seguro-Desemprego. Do outro lado tem as parcelas do Cartão de Crédito, os Financiamentos da Casa e do Carro, os empréstimos e todas as contas à pagar.

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2 – Cortar (imediatamente) os supérfluos: Academia, TV à Cabo, lazer e manicure, por exemplo, podem e devem ser cortados imediatamente.

3 – Aviso: Como no tópico acima, é preciso avisar a família. “Todos precisam colaborar no corte de gastos e até mesmo nas ideias para ajudar a sair da situação”.

4 – Não quite as Dívidas: Sim, é isso mesmo. Não quite tudo de uma vez para não ficar sem dinheiro para sobreviver, para comer. “Antes da crise era de uns 3 meses, mas agora chegou a mais de 12 meses”, diz Barbalho. Por isso, é importante ter alguns recursos para sobreviver aos dias escuros.

“Se tem uma dívida de 5 mil reais, por exemplo, que será quitada em 10 meses, o conselho é para alongar para um prazo maior, como 24 meses e diminuir o valor das parcelas para dar um fôlego às finanças da família”.

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5 – Renegocie: é importante renegociar logo que perdeu o emprego. “A pior coisa que tem quando está endividado é adiar a solução porque aí a dívida só aumenta”, comenta Viriato. Mesmo porque os bancos vão acompanhar o histórico do cliente e se começar a atrasar muito, com certeza, vai perder a chance de um novo crédito.

6 – Troque as dívidas: Cheque Especial e Cartão de Crédito são os mais caros porque têm maiores juros. Então, procure alternativas, talvez, como um empréstimo pessoal.

7 – Fonte de Renda: Procure, rapidamente, uma fonte de renda. Acredite nos bicos (trabalhos informais), o importante é entrar dinheiro de forma lícita. Ah, mesmo que encontre um emprego com um salário, é válido aceitar, aliás, antes pingar do que secar!

8 – Seja criativo: se não conseguir quitar as contas, peça ajuda. Alugue a própria casa e volte a morar com os pais por um período ou na casa da sogra ou vá para um aluguel mais em conta. Um aplicativo indicado é o Airbnb (já falamos dele), que dá a flexibilidade de você alugar sua casa por dia.

9 – Negócio Próprio: Falamos sobre ter uma Renda Extra e abrir o próprio negócio, mas é preciso cuidado. “Só vale a pena para quem já conhece o mercado e estava se preparando para isso. Nesse caso, o desemprego é um empurrão que faltava. Mas, para quem não conhece, as chances de ficar sem nada é grande”.

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10 – Aproveite o tempo: Saiba aproveitar o tempo disponível para se atualizar no mercado, faça cursos gratuitos, atualize o currículo e aumente a rede de contatos. Uma dica é usar 4 horas para procurar emprego e 4 horas para se dedicar ao melhoramento do currículo e fazer atividades prazerosas. “Dessa forma você diminui o nível de estresse e se apresenta melhor nas entrevistas”.

4 Passos para Organizar o Orçamento Doméstico Familiar

Esse tópico é tão importante quanto os outros e não definimos para nenhum perfil especifico porque ele é direcionado para todo mundo. Independente da renda ou da situação atual são dicas valiosíssimas que devem ser seguidas por qualquer família. Buscamos informações com Reinaldo Domingos, da Dsop Educação Financeira. Leia!

1 – Diagnóstico Financeiro: Ou planejamento financeiro! Todos gastos tem que ser anotados e todo dinheiro que sai tem que ser contabilizado: não tem conversa fiada.

2 – Gastos sempre serão gastos: O que der para cortar, em qualquer momento da vida, corte! “Você precisa mesmo disso para viver todos os dias. Com o tempo, a pessoa percebe que são esses pequenos hábitos que podem estar obstruindo a busca pelo dinheiro”.

Está desempregado, endividado ou com medo de perder o emprego? Veja 26 Dicas Salvadoras para Arrumar as Contas

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3 – Projeto de Vida: em longe, curto e médio prazo! São várias a opções de metas para você cumprir: trocar de carro, de casa, viajar, aposentar ou pagar a faculdade dos filhos. Todos os objetivos tem que estar alinhados com a realidade financeira e com o tempo. Por isso, é importante não usar o dinheiro de investimento e reservar para desejos momentâneos.

4 – Poupar: Poupe Dinheiro! Se a família está endividada, corte as despesas. Se não está, diminua-os! Poupar vale para qualquer situação! “Isso deve ser uma decisão pensada”.

Com informações da UOL