Os 4 erros que as pessoas mais cometem ao pegar um empréstimo financeiro

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Você está passando por dificuldades financeiras e não sabe como resolvê-las? Está precisando de dinheiro e não tem nenhuma reserva de emergência guardada? Será que a saída para recuperar o orçamento e reorganizar as finanças é fazer empréstimos financeiros?

Sim, independente dos motivos, pegar um empréstimo pode ser uma solução imediata…

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Mas é preciso ter muito cuidado!

O risco de cair em um golpe, perder dinheiro e piorar ainda mais a sua situação financeira pode ter grande chance de acontecer. (7 Passos para não cair em um Golpe!)

Segundo a maioria dos planejadores financeiros, o empréstimo pessoal é uma alternativa para quem deseja refinanciar as dívidas com os juros mais baratos!

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Leia o artigo até o final porque vamos finalizá-lo com chave de ouro, com o seguinte tópico: 9 dicas realmente eficazes para renegociar dívidas com os bancos!

Só que nunca se esqueça de que você deve ter alguns cuidados para contratar um empréstimo financeiro.

Então, pensamos nisso e preparamos 4 dicas de como evitar erros ao pegar empréstimos. Listamos os 4 erros mais cometidos por brasileiros ao fazer empréstimos financeiro em qualquer instituição financeira, principalmente os bancos.

Acompanhe e anote essas informações!

1 – Não analisar as taxas de juros

Ao realizar uma contratação de um empréstimo é esperado que o consumidor analise, de forma adequada, a taxa de juros, que fará parte da transação.

No entanto, dependendo da forma em que os empréstimos são feitos, é preciso tomar muito cuidado com os juros cobrados: há de se notar que muitas vezes, eles são altos.

Outra dica importante: é preciso se alertar com a porcentagem mensal de juros e o custo efetivo total da operação. Essas expressões podem parecer complicadas demais, mas são, de fato, importantes.

Você pode achar que definir um valor para pagar mensalmente ou escolher um prazo maior para pagar essa dívida são os itens mais importantes. E realmente pode até ser. Mas, note que analisar as taxas de juros deveria ser, no mínimo, o seu 1º passo na hora de fazer um empréstimo.

E se….

E se você começasse a parar de pagar juros às grandes instituições e começasse a receber juros? Será que isso é tão difícil de acontecer?

Veja os bancos, que são as instituições que mais lucram todos os anos… Em ranking das 10 empresas que mais valorizaram em 2016, 5 são bancos!

Elas não faz nada muito além de emprestar dinheiro para os endividados e receber juros por isso. E se você começasse a receber juros do governo, por exemplo?

Acha isso inviável? Veja o vídeo abaixo e confira que pode ser muito mais fácil do que você imagina!

https://youtu.be/tXfddhCV5mA

2 – Não fazer as contas

Já que o empréstimo é a sua última alternativa, fique atento ao compromisso financeiro, que pode durar anos.

O mais aconselhável é não assumir dívidas que ultrapassem 30% do seu salário, em hipótese alguma.

E se você já tiver outras dívidas, como algum financiamento (de carro, de casa, de moto), esse valor precisa ser ainda menor.

Quando você consegue enquadrar as suas dívidas em 30% do seu salário, as suas chances de honrar com os pagamentos são maiores, o que é importante para manter o seu nome limpo e evitar rombos no orçamento financeiro.

Outra dica é prestar atenção nos juros, como falamos no tópico acima.

Já que a parcela pode até caber no seu bolso, mas nem sempre o valor pago no total valerá a pena. Mesmo que as parcelas sejam pequenas, se as taxas são abusivas, procure alternativas.

7 #Vídeos para Aprender como Sair as Dívidas e Ganhar Dinheiro em 2017

Saiba qual deve ser a Renda Mínima para Financiar um Imóvel

a Exame encomendou uma pesquisa sobre os valores para financiar uma casa (ou apartamento) que tenha no máximo 70 metros quadrados.

A pesquisa comparou custos de financiamento que utiliza como base o Índice FizeZap de dezembro e, a partir do preço, foi simulado o custo do financiamento nos bancos Caixa, Santander, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil.

O levantou levou em conta também o perfil de um comprador de 40 anos e um financiamento de 70% do valor do imóvel usado, em um prazo de 35 anos.

Para tal, foi utilizada a tabela SAC (Sistema de Amortização Constante), que tem parcelas decrescentes com taxa de 11% ao ano. Já a renda familiar da prestação foi feita a partir do valor da primeira parcela, considerando que ela não ultrapasse 30% da renda.

Quer saber o resultado da pesquisa? Leia!

Saiba qual deve ser a Renda Mínima para Financiar um Imóvel e pense mais sobre Alugar um

3 – Não pesquisar

Quando você for contratar um empréstimo, não deixe de pesquisar antes de fechar o negócio porque uma escolha errada pode causar mais transtornos em sua vida financeira e o que está ruim pode ficar ainda pior.

Antes de tudo vale a pena você dar uma pesquisada na empresa.

  • Como é reputação dela?
  • O que ela está oferecendo de crédito?
  • Quais as garantias dela?
  • Quais as principais reclamações?

Porque, nos dias atuais existem vários tipos de golpes, principalmente quanto ao crédito, por isso, deve-se ficar atento.

É óbvio que as menores instituições financeiras, que não são os grandes bancos (Itaú, Bradesco, Bando do Brasil, Santander) terão taxas menores, parcelam mais acessíveis e condições mais adequadas, mas é preciso observar a reputação da empresa para saber se vale a pena. Ou não.

Um conselho é consultar os comentários de outras pessoas que já passaram pela mesma situação.

O interessante é: depois que você encontrar as empresas que oferecem tais serviços e produtos, fazer um orçamento em outras instituições financeiras, pois assim você terá como comparar as diferentes propostas antes de fechar negócio.

4 – Não avaliar a necessidade do empréstimo

Existem muitas pessoas que agem no impulso!

Isso afeta desde o consumo inconsciente até na hora de pedir um empréstimo financeiro.

É um erro gravíssimo.

O 1º ponto é avaliar a necessidade de um empréstimo. Se ele realmente for necessário, pense na possibilidade de fazer o menor possível e pagar no menor tempo que puder.

Antes de obter um empréstimo, faça um relatório de suas despesas ou dívidas que devem ser negociadas.

Ainda não sabe fazer um relatório de despesas? Então, vamos ensinar o passo a passo de forma bem simples… Antes, compre 10 envelopes de carta, depois, confira como fazer um ótimo planejamento financeiro usando os envelopes!

Também é importante saber o valor que você precisa contratar, assim para não pegar mais dinheiro do que precisa e não entrar em mais dívidas.

Observe que dívidas geram dívidas, portanto, ao fazer o empréstimo, você precisa tomar outras medidas também, simultaneamente, e que serão bem mais radicais:

Como cortar o cartão de crédito, cortas os gastos supérfluos, minimizar os gastos com a energia elétrica, entre tantas outras recomendações para economizar dinheiro rapidamente.

9 dicas realmente eficazes para renegociar dívidas com os bancos

1 – Saber o valor que você pode pagar

2 – Saber se há cobranças abusivas por parte dos bancos

3 – Pesquisar sobre as taxas

4 – Estar atento às oportunidades

5 – Ser participativo

6 – Analisar as contrapropostas oferecidas pelos bancos

7 – Ser convincente

8 – Não aceitar qualquer coisa

9 – Evitar errar mais de uma vez

Agora, se você quiser saber exatamente como se comportar em cada um desses tópicos, vai precisar ler o texto na íntegra, através do link!

9 dicas realmente eficazes para renegociar dívidas com os bancos

Com informações da exame e guiabolso

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