10 Dicas Rápidas para Economizar Dinheiro com Gastos Domésticos

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Toda família tem problemas financeiros – se não for com as contas vencendo, no mínimo, é na hora de fazer a divisão dos gastos domésticos mensais. Afinal, o que é mais importante viver o hoje ou garantir o conforto da vida no futuro?

Neste artigo daremos dicas de como ter um orçamento financeiro doméstico efetivo para que os objetivos sejam alcançados brevemente.

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Orçamento Financeiro Doméstico – O que é

É uma ferramenta indispensável para toda família que quer ter perspectiva das finanças.

Esse orçamento possibilita saber para onde o dinheiro está indo, quando parcelas ainda faltam para quitar o bem, quais são os gastos mensais, o que pode ser diminuído, o que pode ser cortado, quais são as prioridades, entre tantos outros questionamentos.

Fazer o planejamento do dinheiro tem a ver com a forma como você analisa suas finanças.

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A partir disso é possível ter uma informação clara para cortar o que é considerado supérfluo ou reduzir aquilo que está sendo gasto em demasia.

A criação de um orçamento doméstico é o primeiro passo para planejar a vida no futuro. E isso tem a ver, inclusive, com controlar o impulso consumista e, consequentemente, auxiliar a família a fugir das dívidas financeiras.

Orçamento Financeiro Doméstico – Por Onde Começar

Para começar a controlar os gastos domésticos é importante entender que o registro de tudo que envolve dinheiro é imprescindível. Anote todos os valores e coloque as datas, se possível.

Depois, também vale a pena estipular categorias para cada gasto, que pode ser moradia, educação, contas fixas.

Para se ter uma ideia, a mensalidade escolar, o plano de saúde e o aluguel da casa tem que estar disposto em algo como “gastos fixos”, já que são contas a serem pagas todos os meses e, normalmente, são fixas, alternando apenas em épocas de ajustes.

Por outro lado, as despesas variáveis são aquelas que os valores se alteram ao longo dos meses – como cinema, jantar fora, pizzas, cosméticos, entre outros.

Essa anotação toda é suficiente para mapear sua atual situação financeira, ou seja, observar se quanto você ganha (sua renda mensal) está sendo disponível para pagar suas contas (o quanto você gasta).

A partir disso é possível planejar o orçamento doméstico do próximo mês.

Orçamento Financeiro Doméstico – Como Fazer

Atualmente existem várias ferramentas que podem te ajudar com isso.

A se começar, temos os aplicativos e programas de computador que fazem tudo “quase” que automaticamente. Você só precisa adicionar os gastos e ele faz os cálculos imediatamente.

Além disso, outras pessoas optam por usar as planilhas de excel, que tem fórmulas que facilitam a contagem dos números.

Mas, alguns especialistas recomenda que tudo seja feito manualmente, ao menos no início, para que cada pessoa possa sentir o tanto de gastos que poderiam ser evitados.

Isso levando em conta que você tem que anotar tudo, inclusive, a bala que comprou com o troco da padaria.

Quando você anota, com caneta e papel, você se dedica mais à prestar a atenção no que está anotando. Para psicólogos, isso é importante para se dar devido comprometimento à área financeira.

Planejamento Financeiro Pessoal Simples e Eficaz Usando 10 Envelopes

No fim do mês, por exemplo, você poderá notar que seus cafezinhos diários ficaram em torno de 75 reais, sendo que você pensou que seria bem menos. Essa é a ideia de anotar todos os gastos.

Mas, obviamente, você pode optar por qual modalidade achar mais interessante.

Orçamento Financeiro Doméstico – Por que fazer

Existem vários motivos, mas separamos um – com o orçamento doméstico, você consegue planejar todos os seus gastos para o mês subsequente, cortando as gorduras e dando um destino melhor ao seu dinheiro.

Se você tem um objetivo financeiro (viajar, comprar uma casa, um carro, pagar a faculdade do filho, se aposentar com segurança), então, você precisa ter controle das suas finanças hoje.

Isso requer mais do que simplesmente “juntar 100 reais por mês”. Você tem que saber exatamente quando pode poupar e como fará isso. Além disso, é permitido, a partir desse controle, encontrar formas de investir o seu dinheiro da forma mais rentável possível.

Orçamento Financeiro Doméstico – Como Manter

Para manter o Orçamento é preciso ter muitas características – como disciplina, dedicação, empenho, trabalho coletivo, entre outras.

Isso se cria com o tempo. O fato de ter um orçamento financeiro é um hábito que precisa ser alimentado todos os dias – é como ir ao banheiro quando se acorda. Assim, não se deve esperar que no primeiro mês de controle, a família consiga economizar muito dinheiro e fique rica.

A ideia é justamente criar o hábito para que pouco a pouco todos consigam realizar seus sonhos sem precisar cortar toda regalia que a família dispõe.

Orçamento Financeiro Doméstico – Economizar Dinheiro

Quando se tem uma planilha de gastos, torna visível encontrar espaços de onde é possível economizar dinheiro e fazer isso é fundamental para pessoas que querem mudar de vida – quitar as dívidas ou começar um processo de enriquecimento.

O trabalho em equipe é importante, como falamos. Agora, os gastos individuais e domésticos também devem ser vistos com os olhos da economia.

Na hora de comprar, independente do que seja, recomenda-se pesquisar os preços e a internet trabalha a seu favor nessa hora. Ela é uma ótima ferramenta para comparar os preços de vários produtos em vários locais.

Outra forma de economizar dinheiro é aproveitando a alta do Do It Yourself, o famoso “Faça Você Mesmo”. No Youtube existem vários canais que tem ensinam como economizar dinheiro a partir dessa pratica.

Orçamento Financeiro Doméstico – Hábito para Todos

“Muitas vezes, temos pequenos hábitos que parecem ter um impacto limitado no nosso orçamento, mas, quando fazemos as contas, vemos como cortes simples podem fazer uma diferença poderosa no final do mês”, afirma Carolina Ruhman Sandler, especialista no assunto.

Ela diz que o hábito de ter um planejamento financeiro tem que ser de todos e estar em todos os lugares – não adianta apenas não desperdiçar alimentos, se você fica 2 horas no banho, por exemplo.

A ideia é trabalhar com o todo. Ter práticas sustentáveis para o seu bolso é diário, é constante e tem que ser incansável para gerar uma conta bancária que fique no azul sempre.

“Um pequeno gasto de três reais por dia significa 90 reais por mês ou incríveis 1.080 reais por ano. Achar que não vale economizar dez reais por dia é um erro, considerando apenas os dias úteis, a economia poderia ultrapassar os 2,6 mil reais no ano”, calcula.

10 Dicas Rápidas para Economizar Dinheiro com Gastos Domésticos
Reprodução: Google

10 Dicas Rápidas para Economizar Dinheiro com Gastos Domésticos

Os gastos domésticos representam, quase sempre, a maior fatia do orçamento financeiro das famílias brasileiras. Portanto, economizar dinheiro com essas despesas pode representar uma boa economia no final do mês.

Independente da sua situação financeira atual, sempre é uma boa hora de começar a repensar o uso de alguns produtos e serviços, além de ter táticas para reduzir outros.

O modo como você vê o seu dinheiro é importante para garantir uma vida financeira sustentável por muito tempo.

Após ler as dicas abaixo, não se esqueça de fazer análises constantes e averiguar quais itens precisam de mais atenção, sempre em busca do aperfeiçoamento e das melhores escolhas financeiras para a sua vida e sua família.

Cuidado com os Gastos Supérfluos

Antes de iniciarmos as dicas, porém, vale um adendo muito importante sobre os gastos supérfluos – eles são grandes vilões do orçamento financeiro pessoal e família das pessoas.

Normalmente, são gastos silenciosos que vão minando as suas chances de ter tranquilidade financeira e estabilidade no banco.

Os supérfluos são aqueles que precisam de reflexão porque, muitas vezes, se mostram indispensáveis. Acontece, normalmente, logo após você efetivar a compra: e aí já bate o arrependimento. Por que, na real, será que você realmente precisava daquilo?

Um gasto supérfluo seria um sapato muito caro, por exemplo.

Mas, aí, existem alguns gastos que também são supérfluos, mas, diríamos, um pouco mais entendíveis e que tem a ver com os prazeres diários e a qualidade de vida.

Por exemplo, ainda que seja desnecessário, será que se você ficar sem o cafezinho na padaria lhe faria alguma falta?

Note que não estamos falando em você perder a sua qualidade de vida porque isso seria péssimo. Mas está mais do que na hora de você considerar como supérfluos aqueles gastos que não são prioritários na sua vida.

10 Dicas Rápidas para Economizar Dinheiro 

Começaremos, portanto, com esses itens – que são sim supérfluos – ainda que possam dar a impressão de que não são. Por outro lado, são considerados gastos domésticos ou, no mínimo, pessoais. Confira!

1 – Roupas

Antes de comprar qualquer peça, analise se você realmente precisa dela.

Se a resposta for positiva, então, leve em conta optar por lojas mais baratas e produtos mais em conta. Não fique envergonhado de não fazer parte da moda ou da estação – os produtos fora de época são os que mais valem a pena, em termos de custo/benefício.

Tome muito cuidado, também, com as promoções que oferecem descontos progressivos.

“A partir da 10ª peça você tem um desconto de 50%”. Ok, isso pode ser bom. Mas quem disse que você precisa comprar 10 peças de roupa? A ideia de quanto mais, melhor… É totalmente falsa e é apenas uma artimanha da indústria do marketing de vendas.

Quanto à compra em si, você já deve saber – evite os parcelamentos e opte sempre pelo pagamento à vista. Isso gera descontos e evite te colocar em situação de dívidas. Se não tem dinheiro para comprar dessa forma, melhor esperar o mês seguinte.

2 – Lanches

A ideia desse tópico é falar sobre os jantares fora ou o cafezinho na padaria.

Quanto mais você diminuir esse comportamento, mais agradecido seu bolso ficará.

Esse hábito não é bom nem para sua vida financeira nem para a parte da saúde.

O ideal é levar frutas de casa, marmitas, lanches mais saudáveis – e, consequentemente, mais baratos também.

Comer no restaurante simplesmente por conforto o por facilidade é um erro muito grande.

3 – Planos de Telefonia e Canais de TV

Esse tópico também é interessante porque aqui estamos falando tanto do celular, que é tem aparelhos verdadeiramente caros, como dos serviços prestados, como com os pacotes de internet e dados móveis.

No primeiro caso, opte sempre por comprar algo que seja necessário para você – será que precisa ser aquele lançamento que custa bons mil reais? Talvez uma opção mais econômica seja a versão mais antiga, que tem usos totalmente parecidos.

Já quanto aos serviços, note que você não precisará de tudo que está no pacote, mas, ainda assim, o valor dele será mais atrativo. A questão aqui também é analisar o que não é prejudicial para o seu bolso.

Aliás, se o plano for ruim, troque e fique atento às fidelidades que você pagou no início.

4 – Aluguel e Condomínio

Não há regras, mas especialistas afirmam que o correto é nunca usar mais do que 30% do salário para gastos com moradia. Isso inclui o valor do aluguel, do condomínio e da prestação do bem, em casos de financiamento.

Quando o valor passa disso, as contas ficarão bastante apertadas e o seu caminho, infelizmente, é o endividamento – portanto, atente-se!

Para esse caso, o ideal é saber fazer as contas antes de comprar ou alugar o imóvel. Ter um fundo de emergências torna-se imprescindível para todos os casos.

Em casos de alugueis, dá para considerar um pagamento anual, que gerará descontos, por exemplo. Mas tudo vai depender da sua situação financeira atual.

No caso de condomínios, normalmente, o valor é fechado e é difícil alterar. A dica, nesse caso, é evitar serviços adicionais, que serão taxados, como coberturas de estacionamentos e outros.

5 – Água e Energia Elétrica

Esses gastos também são variáveis, mas ao que se sabe atualmente tudo é dividido por apartamento em caso de condomínios. Assim, esse tipo de serviço pode ser reduzido conforme o seu uso – quanto menos usar, menos pagará.

A dica, então, é ter comportamentos econômicos e sustentáveis.

Ensine sua família, com exemplos, que tomar banhos rápidos, por exemplo, pode ser benéfico.

Do lado da energia, para se ter uma ideia, os aparelhos eletrônicos em stand by (que ficam na tomada mesmo desligados) podem gerar um gasto de 30% a mais na conta todos os meses.

Essas medidas são super importantes quando se tem em mente ter um controle financeiro eficiente e saudável.

6 – Alimentação (e outras compras no supermercado)

A maior dica na hora de ir ao supermercado é ter uma lista com os itens que são necessários para a compra. A outra dica é nunca ir com fome. E por fim, leve em conta fechar os olhos para as promoções de produtos que você não tem interesse.

Essas compras são consideradas prioritárias e, portanto, não podem ser excluídas. Mas, nada impede que você consiga reduzir os gastos com os produtos.

Nesse caso, considere optar por produtos de outras marcas, nem sempre o mais barato é o pior, assim como nem sempre o melhor é mais caro.

Pense também no local da compra porque se ele for muito longe da onde você mora, o deslocamento pode acabar dando prejuízo na compra final.

Especificamente sobre as frutas, legumes e verduras, existem épocas para cada uma delas e isso faz com que em certos períodos os preços de uns são mais em conta do que em outras épocas.

Tudo isso tem que ser levado em consideração na hora de ir ao supermercado.

7 – Transporte

O transporte também é um gasto prioritário que não pode ser excluído, mas sim diminuído.

Há de se levar em conta os gastos com o carro, com táxi, ônibus ou Uber – você sabe qual é mais compensador? Se você está dizendo que é o carro, melhor rever seu conceito, temos como provar que não é… Veja no vídeo abaixo.

Além do mais, existe ainda a possibilidade de se locomover de bicicleta ou a pé. Isso sim traria muitos benefícios, tanto para o bolso quanto para a saúde. São situações que precisam ser analisadas friamente.

8 – Saúde e Educação

Os gastos com saúde e educação são considerados, por muitas pessoas, como investimento e não, necessariamente, um gasto. No entanto, atualmente existem várias medidas para amenizar esse custo, principalmente em época de crise.

No caso da saúde, por exemplo, temos a opção de optar por atividades ao ar livre e que são gratuitas, como caminhadas, pedaladas, corridas de rua, entre outros. Isso traria muita economia se compararmos com a academia, que cobra mensalidade e taxas de adesão.

No caso da educação, existem pais que não abrem mão da escola particular, simplesmente por julgar melhor que a pública. Isso precisa ser revisto. Mas, ainda que essa seja a sua opinião, há de se considerar que haverá gastos além, como com material escolar, transporte e alimentação.

Tudo precisa estar anotado no planejamento para que o gasto não saia muito mais do que é esperado.

9 – Entretenimento

Esse é o tipo de modalidade que é considerado como supérfluo – você não precisa gastar muito com entretenimento, a não ser que queira.

Por outro lado, você também não deve ficar a vida toda trabalhando e trabalhando sem se divertir, mesmo porque isso seria totalmente inviável.

O jeito é encontrar formas alternativas de se divertir ou, no mínimo, mais baratas. Aposte em jogos educativos e que podem ser feitos em turma, como jogos de cartas, de tabuleiro e atividades físicas, como os esportes coletivos.

A diversão está em todos os lugares e não apenas dentro dos shoppings centers.

10 – Gastos Eventuais

Fique sempre atento aos gastos eventuais.

Por exemplo, você já sabe que todo início de ano terá as contas fixas do IPVA, IPTU, Material Escolar, Rematrícula, etc. Portanto, o melhor jeito de pagar é pechinchar e se preparar para fazer o pagamento à vista – que gera descontos.

Com esse mesmo pensamento, podemos considerar ainda os gastos com a manutenção do carro, por exemplo, que são eventuais, mas sempre acontecem, obviamente.

Essa é a forma certa de viver saudável no mundo das finanças. Nem sempre é possível prever os gastos, mas quase sempre é possível ter uma ideia daqueles que vão vir nos meses seguintes, principalmente se forem eventuais.

Dica Final – Leve em Conta a sua Família

“Todos temos a responsabilidade de prover para nós mesmos e para nossa família, tanto temporal como espiritualmente. A fim de prover é necessário exercitar os princípios do viver previdente: viver com alegria”, diz Robert D. Hales.

Para isso é preciso levar em conta não fazer dívidas ou, no mínimo, quitá-las rapidamente. Economizar dinheiro faz parte dessa teoria, afinal, nunca sabemos quando vai chover. Os dias tempestuosos aparecem sem avisar e vive feliz aquele que está seguro para eles.

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Investir Dinheiro no Mercado Financeiro

Neste tópico vamos levar em conta que você tem tudo planejado, nos mínimos detalhes, certo? Bem, vamos lá – o próximo passo também é importante e se não for feito, viver de juros será algo que ficará apenas no seu sonho.

Investir Dinheiro! Prestem atenção: investir dinheiro.

Se você se planejou, sabe que AO MENOS 10% do seu salário tem que ir para algum investimento financeiro. Não adianta nada poupar dinheiro, se esforçar para economizar no cafezinho e deixar o recurso guardado embaixo do colchão.

Por que investir dinheiro é importante?

São vários os motivos, mas vamos falar dos mais simples!

Imagine que você guardou 100 reais todos os meses embaixo do seu travesseiro. Ao final de 5 anos, quanto você terá acumulado? 6 mil reais. Fácil, né?

Agora, vamos pensar que você investiu esses 100 reais em uma aplicação financeira de rendimento baixo, como a previdência privada, que rende 0,5% ao mês. Sabe quanto você vai ter no final de 5 anos? Praticamente 7 mil reais.

1 mil reais de diferente pelo simples fato de ter optado por um investimento e não pelo seu travesseiro ou pelo porquinho.

Você acha que isso é pouco? Mas 1 mil reais a mais é o mesmo que 10 meses juntando os 100 reais que você pode no momento… Você ganhou 10 meses de vantagem devido ao grande mestre e senhor do tempo chamado JUROS COMPOSTOS.

Só que os juros compostos só acontecem em investimentos que tenham rentabilidade, como as rendas fixas, renda variável, previdência, poupança. Esse assunto é tema para o próximo tópico.

Investimentos além da poupança

Uma notícia importante: a maior parte (61%) dos brasileiros investe na poupança, conforme o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). A escolha, conforme a pesquisa, é porque o brasileiro não gosta de correr riscos.

Mas quem foi que disse que outras aplicações financeiras têm riscos?

As rendas fixas dos bancos, por exemplo, tem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para valores de até 250 mil reais. Já os títulos públicos são garantidos pelo Governo Federal, ou seja, é um dos mais seguros do país…

Nesse ponto, não há muito que se dizer – o alto número de investidores da poupança tem a ver com a falta de conhecimento sobre alternativas mais vantajosas.

E, vamos combinar, se você quer viver de juros, tem que buscar essas alternativas.

“Com a taxa básica de juros baixa, passa valer uma regra diferente para o ganho da poupança. Ela rende 70% da Selic, mais a taxa referencial. Ou seja, ela fica menos atraente em relação aos fundos de renda fixa”, garante Miguel Ribeiro de Oliveira, que é diretor de estudos econômicos da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac).

Nos últimos 12 meses, confira quais foram os principais investimentos financeiro, ou melhor, aqueles que tiveram maior rentabilidade no período:

  • Ibovespa – 23,35%
  • Fundo DI – 8,04%
  • CDB – 6,86%
  • Poupança – 5,22%

Com informações do GuiaBolso e IG, Mobills e Familia

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