Economia: 3 notícias do Brasil que são importantes para o seu bolso

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O Banco Central divulgou o balanço das contas públicas de 2016: o rombo atingiu mais de 155,7 bilhões de reais, uma representação de 2,47% do Produto Interno Bruto (PIB), o que é considerado pelos analistas o maior rombo das contas públicas desde o início dos anos 2000. No ano anterior (2015), os gastos do Governo Federal, Estadual, Municipal e das Estatais foram de 111,2 bilhões de reais, o que é o mesmo que 1,85% do PIB.

A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) alcançou mais de 2.892,9 bilhões de reais, ou seja, quase 46% do PIB em dezembro, o que representa uma alta de 2,1 pontos percentuais em relação à outubro. Os motivos são: valorização cambial de 4,1% e os juros nominais, informou o Banco.

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Já a Dívida Bruta do Governo Geral, que inclui gastos do Governo Federal, INSS, e dos governos estaduais e municipais, alcançou mais de 4.378,5 bilhões de reais em dezembro, um valor que equivale 69,5% do PIB, uma redução de 1,0 ponto percentual em relação ao mês anterior.

Por fim, os juros nominais do setor público foram de 34,5 bilhões de reais no último mês de 2016. Assim, o Banco Central informou que o resultado foi favorável, com ganhos de quase 4 bilhões. No acumulado do ano, os juros totalizaram 407 bilhões de reais.

Economia: 3 notícias do Brasil que são importantes para o seu bolso
Reprodução: Google

Começamos o artigo com esses números para vocês irem se familiarizando com os dados gerais do país, mesmo porque, ultimamente, termos como “dívidas” e “déficit” têm sido comuns. Agora, vamos listar 3 notícias importantes que são resultados, mesmo que indiretos, desses números citados acima. E, obviamente, tem tudo a ver com o seu bolso. Confira!

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1 – Brasil soma 12,3 milhões de desempregados no 4º trimestre de 2016

Esse é maior índice desde 2012 e, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a porcentagem de ocupação foi de 12% no período, uma alta de 3,1 pontos percentuais na comparação com o 3º trimestre do mesmo ano. Já em comparação ao 4º tri do ano anterior, as taxas se mantiveram, com um indicador de 11,8%.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi de 2 mil reais no 4º trimestre do ano passado, número estável comparado ao trimestre e ao ano anterior. Já a massa do rendimento das pessoas empregadas foi de 180 bilhões de reais, alta de 1,2% frente ao trimestre anterior.

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2 – Consumidores têm dificuldade para renegociar dívida com instituições financeiras

O balanço foi feito pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e revelou que apenas 39% dos internautas tiveram êxito na renegociação das dívidas, ou seja, mais de 60% dos clientes não tiveram sucesso com os bancos. O balanço foi divulgado no penúltimo dia de janeiro e entre, outro dado da pesquisa, mostrou que os bancos mais lembrados pelos internautas foram: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Itaú.

O indicador também mostrou que as principais razões do infortúnio foram a não renegociação das dívidas que estão atrasadas, o não acordo para um novo prazo para pagar o que deve e a transferência do débito para outra empresa. Para a economista Ione Amorim: “Os frequentes acordos firmados com repactuação e alongamento da dívida, se apresenta como a única alternativa oferecida pelas instituições para solucionar o problema do endividamento”.

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A especialista acredita que a falta de iniciativa dos bancos para auxiliar o consumidor é preocupante. E a afirmação é comprovado pelo fato de que mais de 46% dos internautas disseram que nunca tiveram nenhum tipo de orientação prestada por essas instituições.

9 dicas realmente eficazes para renegociar dívidas com os bancos

Viver uma vida tranquila e financeiramente equilibrada é sinônimo de viver sem dívidas. Como Sair das Dívidas? Como Quitar as Dívidas? Como Pagar as Dívidas? E, por fim, Como Renegociar as Dívidas? São dúvidas frequentes de todos os brasileiros endividados, afinal, são mais de 60 milhões que estão envolvidos nessa conjuntura, o que dá uma média de 5 mil reais para cada indivíduo.

Quando buscamos essas respostas na internet temos vários palpites das mais variadas personalidades. Mas, em ampla discussão e na maioria das vezes nas vozes dos especialistas, a resposta é: a melhor forma de quitar as dívidas é buscar uma renegociação com o banco, baseado em um valor que é possível de ser pago, mês a mês.

Saiba como fazer isso lendo a matéria abaixo!

9 dicas realmente eficazes para renegociar dívidas com os bancos

3 – Receita abre adesão para parcelamento de dívidas tributárias

No primeiro dia do mês de fevereiro, o Programa de Regularização Tributária foi publicado. Segundo o Governo Federal, o objetivo é reaquecer a economia, já que prevê o parcelamento de dívidas tributárias pelo uso do prejuízo fiscal de empresas e crédito tributário.

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O programa vale até o dia 31 de maio e deve funcionar assim: com um requerimento protocolado pelo site da receita. Depois, as dívidas poderão ser abatidas à base de cálculo negativas da CSLL existente. Podem entrar no programa dívidas que foram vencidas até o dia 30 de novembro de 2016, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas. Microempresários e participantes do Simples Nacional ficaram de fora.

Caso deixe de pagar as parcelas ou 6 alternadas, o contribuinte poderá ser excluído do programa. O mesmo vale para o caso de faltar com pagamento de uma parcela sendo que as demais foram pagas.

Mais de 62% das famílias brasileiras estão endividadas. Saiba quais são os 7 principais motivos

Outra pesquisa, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), feita pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), apontou que em outubro de 2016, mais de 62% das famílias brasileiras estavam endividadas.

Voltou a fazer dívidas, né? Isso não é brincadeira não! Encontramos uma pesquisa, feita durante 2 décadas, que mostra o comportamento comum de pessoas ricas. Sabia que 80% das pessoas chegaram ao Primeiro Milhão de Reais, saíram das dívidas e começaram do zero!

Ah, dúvida, é? Assisti a esse vídeo abaixo, é rapidinho:

https://youtu.be/mjgTFj_4MjM

Com informações do Infomoney e Brasil Econômico

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