20 dicas para o Seu Dinheiro não acabar antes do final do mês

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Nos últimos anos, fazer o dinheiro sobrar até o final do mês não tem sido tarefa fácil para a maior parte dos brasileiros. São contas que parecem não acabar mais, uma inflação que só cresce e um salário que se mantém estável (isso quando se mantém).

Para te ajudar nessa missão (quase) impossível, separamos algumas dicas que vão te ajudar a fazer o seu dinheiro render como você nunca viu.

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No final do artigo vamos ter 2 bônus:

  • Será que o trabalhador pode receber menos do que 1 salário mínimo?
  • Quais são os 4 aplicativos que podem te ajudar a economizar energia elétrica?

Se você quer ter uma vida financeira mais tranquila, mais leve, mais suave e ainda conseguir ver suas economias renderam, aumentando seu patrimônio, leia cada uma dessas dicas agora mesmo!

“A maioria das pessoas ganha mais de um milhão de dólares ao longo de sua vida profissional, mas poucas se tornam milionárias. Como elas gastam o dinheiro certamente faz a diferença”, afirma Nancy Butler.

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1 – Controle os Gastos

Você tem que entender que, de uma forma ou de outra, os seus gastos precisam ser (bem) menores do que a sua renda mensal.

Portanto, coloque tudo na ponta do lápis e corte o que for preciso. O seu orçamento financeiro precisa ficar no “verde”, ou seja, positivo.

Se você gasta mais do que ganha, infelizmente, não há muito que se fazer: você precisa entender que gastar menos do que se ganha é fundamental e o 1º passo para conseguir trazer equilíbrio para a vida financeira.

Dica: o seu limite de 1 mil reais no cheque especial e o seu limite de 2,5 mil reais no seu cartão de crédito não fazem parte da sua renda mensal, ok? Isso são formas de pagamento e não uma extensão do salário.

2 – Cortes Inteligentes

O que significa cortes inteligentes? Significa que você não precisa sair cortando todo gasto que tem no mês.

Talvez precise diminuir o padrão de vida, mas apenas com cortes excessivos, como deixar de comer fora de casa todos os dias ou escolher ir ao cinema nos dias em que os ingressos estão na metade do preço, por exemplo.

Os cortes inteligentes devem ser feitos nos chamado gastos supérfluos, que são aqueles que não têm necessidades instantâneas.

Quer exemplos? Ai vão alguns…

  • Mensalidade da academia, a qual você não frequenta mais,
  • Taxas de bancos para serviços que você não utiliza,
  • Juros por contas pagas com atraso,
  • Planos de celular, TV e internet com recursos que você não usa.

Veja que esses são só alguns exemplos de tudo que você pode cortar, já que não são gastos necessários, tais como alimentação, saúde, entre outros.

“Eu faço uma revisão periódica de todas as assinaturas que eu tenho – aquelas que atingem meus cartões de crédito todos os meses. Você ficaria surpreso com quantas assinaturas que nós temos e quantas não utilizamos. Você poderia guardar esse dinheiro, que soma quantidades significativas a cada mês”, diz David Blaylock, do site finanças LearnVest.

3 – Cartão de Crédito

Já falamos acima: o cartão de crédito não deve ser considerado como uma extensão do salário. E é isso mesmo.

Todos os meses, milhares de pessoas sofrem com o pagamento do cartão de crédito e acabam tendo que usar todo o salário para cobrir os gastos dele.

Isso é um grande erro. Tanto é que o Cartão de Crédito é considerado o grande vilão financeiro das pessoas que estão endividadas.

As contas do cartão de crédito devem ser somadas como qualquer outra, seja boleto, pagamento à vista, débito. Assim, você só deve gastar no cartão de crédito aquilo que conseguirá pagar no mês seguinte.

4 – Parcelamentos Longos

Os parcelamentos longos podem ser feitos no cartão de crédito ou em financiamentos. Em ambos, haverá pagamento de juros, portanto, não são indicados.

Mas, o que é pagamento de juros? É quando você vai pagar muito mais por um produto do que ele vale. Um tênis, por exemplo, que vale 100 reais, se for dividido em 12 prestações de 10 reais, valerá 20 reais a mais do que o valor real. Ou seja, 20 reais são de juros, que você não precisaria pagar.

Agora, imagine esses juros em valor altos, como um apartamento, que vale mais de 100 mil reais… Com certeza, você vai perder muito dinheiro só com o pagamento de juros, concorda?

A grande questão é que quando se tratam de parcelas, elas são somadas à outras contas. E você vai pagando, pagando, pagando e quando vê aquelas parcelas ficam tão pesadas que faz de você uma pessoa endividada, sem que tenha notado.

Portanto, parcelamentos longos não são aconselháveis.

5 – Gastar a Sobra

Depois que consegue reorganizar a vida financeira, muitas pessoas não sabem o que fazer com o dinheiro e acabam gastando involuntariamente, ou seja, jogando tudo por água abaixo.

O maior segredo de todos é não gastar o que sobrou e sim aplicar em investimentos que vão render juros. Quando você começa a receber juros, seja dos bancos ou do governo, você começa a caminhar para a riqueza.

Normalmente, a pessoa consegue fazer sobrar 50 reais no mês e acha que esse valor não vá render nada em alguma aplicação financeira, então, opta por gastar com qualquer outra coisa.

O fato é que isso é apenas uma falta de educação financeira porque o Tesouro Direto é considerado um dos melhores investimentos financeiros e pode não apenas garantir a segurança do seu dinheiro, como também aumentar o seu patrimônio.

6 – Objetivo Financeiro

Para você não se perder no tópico acima e sair gastando toda economia que conseguiu fazer no mês, é aconselhável ter objetivos financeiros, que nada mais é do que estabelecer metas de vida.

O que você espera daqui 1 ano? E daqui 3 ou 5 anos? E daqui há 1 década? Para cada pergunta dessa haverá uma resposta, assim como haverá também um tipo de investimento especifico.

Logo, se você tem o objetivo de viajar daqui há 2 anos, pode começar a investir suas “sobras” mensais para esse fim, da mesma forma que poderá juntar dinheiro em outra aplicação financeira de longo prazo pensando em ter um bom valor de entrada na hora de comprar a casa própria.

Quando você tem um objetivo financeiro muito certo, fica mais fácil conseguir planejar a vida financeira, de forma geral, inclusive, com mais disposição à economizar o dinheiro necessário para tal fim.

7 – Compras por Impulso

A maior parte das compras por impulso deve ser evitada porque se são feitas por impulso quer dizer que você não precisava de tal produto ou serviço.

Logo, se você precisa de algum produto, vai ter que pesquisar preços e encontrar o melhor custo benefício, isso quer dizer que não haverá uma compra por impulso.

A tática é simples: quando ver algo em promoção ou queira muito comprar, deixe para fazer isso no dia seguinte. Daí, ao chegar em casa, pesquisa os preços dos mesmos produtos em outras lojas. Além disso, tente imaginar qual a serventia de tal produto para você. Se no outro dia você ainda tiver interesse, compre-o.

E lembre-se de que a melhor forma de pagamento é à vista.

40% das pessoas compram sem necessidade: 3 cuidados para não ficar endividado!

8 – Aplicação Mensal

Inverta o seu pensamento: se você só guarda o que sobra, tente guardar uma porcentagem fixa, sendo que no começo, 10% já é suficiente. Deixe de lado essa ideia de pagar todas as contas e guardar apenas o restante. Inclusive seu investimento nas “contas mensais”, que são pagas mês a mês.

9 – Estratégias Próprias

Crie as suas próprias estratégias financeiras. Ou seja, se limite a gastar um tanto por mês e a destinar outro tanto para outros fins. Você sabe, mais do que todo mundo, quais suas prioridades financeiras.

Por exemplo, para muitas pessoas comprar um smartphone de última geração pode parecer um comportamento essencial, mas para que seja feito com consciência, será preciso economizar em outros itens.

Lembre-se que tudo é uma questão de escolha.

10 – Comece Hoje

Não é raro encontrarmos situações de pessoas que se tornaram milionários a partir do zero, sem que tivessem ganhado heranças milionárias ou na loteria. Logo, se elas podem, você também pode.

Uma dica é aprender com esses caras, que na maioria são os “secretos ricos”, ou seja, aqueles que não saem ostentando seus carros luxuosos ou suas mansões milionárias. Eles são mais modestos e preferem que ninguém fique sabendo o que eles fazem e como fazem.

11 – Aposentadoria

Pensar em uma aposentadoria confortável tem que ser um dos seus objetivos financeiros – como vimos no tópico 6.

Atualmente, depender da aposentadoria do governo ou de fatores externos não tem sido um bom aconselhamento. Portanto, o ideal é você conseguir fazer a própria aposentadoria.

“Infelizmente, quanto mais tarde você começar, mais você vai ter de poupar no final da vida. Mas quanto mais cedo você iniciar sua poupança, poderá manter a aplicação ou até diminuí-la ao longo dos anos”.

12 – Aumente os Ganhos

O ideal é que você consiga gastar menos do que ganha: esse é o grande e verdadeiro passo. Porém, se você tiver a oportunidade  conseguir aumentar os ganhos, abrace-a.

“E gastar menos será apenas uma parte dela – você tem que poupar e investir adequadamente. Apenas ganhar mais não aumentará a renda porque o estilo de vida e as despesas também crescem com ele”, avalia Natalie Taylo, do LearnVest.

13 – Faça Listas

Sabe por que fazer listas pode te ajudar na hora de fazer sobrar dinheiro no final do mês? Porque você vai comprar apenas o necessário. Isso vale para tudo, inclusive, para o supermercado.

14 – Dinheiro na Carteira

Ainda que nos dias de hoje exista algumas dificuldades, o ideal é sair de casa apenas com um dinheiro “contado”, assim será possível não gastar mais do que deveria.

Sabe aquele cartão de crédito que você tem? “Esqueça-o” em casa.

20 dicas para o Seu Dinheiro não acabar antes do final do mês
Reprodução: Google

15 – Faça Você Mesmo

Aposte sempre no faça você mesmo. Vai em uma festa junina? Leve um bolo caseiro! Sabe aquela festa toda especial do filho? Aposte em lembrancinhas feitas com a própria mão!

Se souber configurar a internet, instalar o papel de parede, fazer a faxina, arrumar o vazamento… Faça você mesmo. Isso pode gerar muita economia.

16 – Tecnologia

Use a tecnologia à seu favor. E não apenas para pesquisar preços. Você pode fazer isso também para ler revistas e jornais, que normalmente são mais baratos. E pode evitar ter que fazer uma ligação interurbana, se souber usar o Skype.

Existem programas de computadores que ajudam na organização do orçamento doméstico.

“Aos gastos mensais, já gravados no programa, vou adicionado os diários. Assim, sei diariamente quanto ainda tenho de dinheiro no mês. Controlo também o cartão de crédito e incluo até mesmo as parcelas, para não me esquecer delas”, conta a advogada Paula Junqueira.

17 – Outras Marcas

É claro que o custo-benefício sempre vai contar e muito, porém, os brasileiros tem o costume de se fidelizar à uma determinada marca sem ter o interesse de procurar novos produtos.

Nem sempre a qualidade vai estar condicionado ao preço alto ou baixo. Logo, nem todo produto caro é bom e nem todo produto barato é ruim.

18 – Pegue Carona

Pode parecer engraçado, mas é verdadeiro. Fazer o rodízio de carros com o colega do trabalho pode te ajudar a reduzir um bom valor no final do mês. Fora isso, há de se pensar em possibilidades como o transporte coletivo, o metrô e a bicicleta.

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19 – Lazer mais Barato

Em momentos de crise é possível optar por lazer mais baratos, afinal, aproveitar a vida não tem que estar relacionado, necessariamente, à muito dinheiro.

Reunir os amigos para um happy hour ou a família para a famosa feijoada pode ser bastante vantajoso para o seu bolso, ainda mais se os custos forem divididos.

Fique de olho também na programação cultural da sua cidade, afinal, sempre há opções de shows, exposições e festivais gratuitos ou com baixo custo.

20 – Vitrines e Lojas Virtuais

Em certos momentos da vida vai ser preciso abandonar o hábito de ler todos os anúncios que chegam no seu e-mail, com aquelas promoções malucas, que te faz comprar, inclusive, aquilo que você não precisa.

Pense só: uma camisa de 25 reais pode até ser barata, mas se você lembrar que já tem uma parecida em casa vai notar que ter outra não faz muito sentido.

Bônus 1: O Trabalhador Pode Receber Menos do que 1 Salário Mínimo por mês?

Conforme a Constituição Federal, em seu artigo 7º inciso IV:

Salário Mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender as suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo sendo vedada sua vinculação para qualquer fim”.

Logo, o valor dele é fixado em lei e é especifico para um valor mensal em uma jornada de 220 horas por mês. Assim, qualquer trabalho que exija menos desse horário poderá ter valores proporcionais.

Conforme a Orientação Jurisprudencial 358 da SDI-1 do Tribunal Superior do Trabalho:

“Havendo contratação para cumprimento de jornada reduzida, inferior à previsão constitucional de oito horas diárias ou quarenta e quatro semanais, é ilícito o pagamento do piso salarial ou do salário mínimo proporcional ao tempo trabalhado”.

Portanto, a resposta é positiva, o trabalhador tem que receber, no mínimo, um salário mínimo, se cumprir uma jornada de 44 horas semanais. Em caso contrário, se o horário for menor, poderá receber um salário também proporcional.

Bônus 2: 4 Aplicativos para Economizar Energia Elétrica

Há vários motivos para economizarmos energia elétrica.

O 1º deles é quanto à importância ambiental. No Brasil, por exemplo, a maior parte da energia vem de fontes hidrelétricas, ou seja, da água. Logo, ainda que no mundo exista muita água, não podemos usá-la desenfreadamente. A conscientização ambiental é um dos pontos mais importantes para economizar energia.

Outro, entre tantos, é o fato de pode fazer uma “tremenda” economia financeira no fim do mês. Portanto, se o consumo é reduzido, diminui também o valor pago nesse gasto doméstico.

Antes de observar os aplicativos é preciso levar em conta que toda diminuição no consumo deve ser feita pelos usuários, assim, reduzir os banhos longos, que geram desperdício e não deixar as luzes acessas, por exemplo, são primordiais.

Pensando nisso, encontramos na internet 4 aplicativos que podem ser uteis e ajudar na economia da energia em casa. Confira cada um deles e veja qual é o melhor para ser usado por você e pela sua família.

20 Dicas Extraordinárias para Evitar o Consumo Excessivo de Água e Economizar muito Dinheiro

Nossa Energia

Esse aplicativo tem três formas de educar sobre o uso consciente de energia elétrica: com informações e dicas sobre o consumo consciente, um jogo e uma calculadora na qual é possível saber quanto se consome de energia em casa.

Essa calculadora é um dos grandes diferenciais porque torna possível incluir uma lista de aparelhos que a pessoa precisa montar para ter uma casa confortável, e nele é possível notar o consumo, conforme aumenta o número de aparelhos.

Para saber sobre esse aplicativo, clique aqui.

Casa Virtual

O aplicativo é ótimo para simular gastos com os eletrônicos que temos em casa. Nele é possível montar uma casa virtual com os aparelhos que possuímos. O aplicativo vai mostrar o consumo individual deles, convertendo os quilowatts consumidos em reais.

Ele também dá a opção para você reduzir o consumo no dia a dia.

As informações estão em dois links: Android e iOS.

Manual de Etiqueta Sustentável

Esse aplicativo é super educativo e mostra boas práticas voltadas para o consumo de energia, água, informações, reciclagem e cidadania. O app traz sugestões para mudar hábitos cotidianos por outros que causam menos impacto no meio ambiente como um todo.

Baixe ele no link.

Eco Charger

É um excelente aplicativo para quem costuma esquecer o celular carregando na tomada porque ele solta uma notificação quando o aparelho está completamente carregado, o que evita um consumo desnecessário de energia.

Além de garantir mais tempo de vida útil à bateria do celular.

Clique aqui para saber mais.

Com informações do hintigo, finançaspessoais, infomoney, uol

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