Qual é a diferença entre os homens e as mulheres quando o assunto é o dinheiro?

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Qual é a diferença entre os homens e as mulheres quando o assunto é o dinheiro?
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O dinheiro ainda é tabu para mulheres? Os homens ainda ganham do que elas? Como elas gastam o dinheiro? É diferente de como eles fazem? O clichê diz que elas são mais gastadoras enquanto eles são mais racionais, será?

A realidade é que ambos gostam de gastar dinheiro com as mesmas coisas: diversão e aquilo que os fazem se sentir bem. Mulheres, de forma geral, gastam com roupas e sapatos e os homens preferem bugigangas tecnológicas e video games.

A verdade é que há diferença em cada gênero (ainda que esse seja um assunto totalmente novo e que está ganhando versões diferentes na atualidade). Confira alguns tópicos que mostram as diferenças entre homens e mulheres.

Contexto Histórico entre Homens e Mulheres

No Brasil, e em muitos outros países, o papel do provedor financeiro cabia aos homens enquanto as mulheres eram as guardiãs da moral da família – isso é história e não há como fugir.

Porém, com o tempo e o movimento feminista, ocorreram profundas modificações nessa história. Ao entrarem no mercado de trabalho e serem donas do próprio nariz (e do próprio dinheiro também), as mulheres ganharam uma nova situação em relação as finanças.

A historia, porém, ainda reflete na atualidade. O melhor exemplo tem a ver com a diferença de salários entre elas e eles. Segundo o IBGE, a renda média de trabalho das mulheres chega no máximo a 73% do rendimento dos homens.

Diferença desde a infância

A insegurança de lidar com o tema (como acontece com algumas mulheres) tem a ver com a origem da mulher na infância, diz a T. Rowe Price, responsável por um estudo feito nos Estados Unidos.

A pesquisa foi feita com crianças entre 8 e 14 anos – os resultados mostraram que 45% dos meninos dizem se sentir muito em relação ao dinheiro, enquanto apenas 38% das meninas responderam o mesmo.

Também conforme a pesquisa, 58% dos garotos afirmaram que seus pais conversam com eles sobre as metas financeiras enquanto 50% das garotas dizem o mesmo.

O interessante é que os pais parecem saber da situação, já que em 80% acreditam que seus filhos tendem a dar valor ao dinheiro. Já quando se fala em filhas, o número cai para 69%.

As mulheres no mercado de trabalho

A participação das mulheres no mercado de trabalho aumenta a cada ano.

Conforme o IBGE, a proporção da população feminina ativa cresceu mais de 4 pontos percentuais em 10 anos e a taxa de homens diminuiu no mesmo tanto.

As mulheres conseguem ocupar cargos de gerência e outras formas de chefia.

Contudo, a média salarial das mulheres continua sendo inferior à masculina. As mulheres recebem menos do que os homens em todas as áreas em uma média de 50%.

As mulheres de negócios costumam apresentar nível educacional superior ao dos homens.

Mulheres fazem mais caridade

As pesquisas provam que elas tendem a doar mais dinheiro às várias causas de caridade. O motivo seria a empatia (sentimento de se colocar no lugar do outro), que é um traço da personalidade feminina – e isso acontece há muito tempo.

Os estudiosos dizem que essa diferença é pré-histórica: enquanto os homens viviam em competição entre si, as mulheres conviviam umas com as outras em colaboração.

Dessa forma, parece óbvio que mulheres gastam mais do que os homens, a se começar pelos projetos filantrópicos.

Os homens gastam mais quando estão juntos com outros homens

E nem precisaria de muita pesquisa para provar isso.

Quando as mulheres não estão por perto, os homens tendem a gastar mais – sem que tomem atitudes racionais.

Inclusive, entre homens, há um grande apelo para pedir dinheiro emprestado.

Mulheres gasta mais racionalmente

Conforme pesquisas, as mulheres demoram até 40% mais tempo para realizar uma compra e tendem comparar os preços mais do que os homens.

Fora isso, elas gastam mais com a família e com a casa do que elas próprias – o que é o contrário dos homens.

Isso explica o fato de as mulheres serem melhores para lidar com finanças, em grande parte das vezes.

Mulheres optam por investimentos financeiros menos arriscados?

Essa é uma opinião do senso comum – de que homens são mais afetivos ao risco e mais propensos a investir dinheiro.

Só que, no geral, as mulheres costumam ter um comportamento mais conservador em relação às finanças, buscando aplicações mais seguras, como a poupança.

O que acontece, novamente, tem a ver com a desigualdade salarial. E isso diminui as chances da mulher acumular dinheiro por meio dos investimentos.

Conforme Aldrey Menezes, a perspectiva história prova que “a mulher ainda está se descobrindo como potencial investidora, empreendedora, alguém que consegue controlar suas finanças. É um processo, mas falta ainda se arriscar um pouco mais”.

Ambos têm a terapia do consumo como remédio para a vida

Como forma de se relacionar com o dinheiro!

Assim, se uma pessoa está feliz, ela compra. Se está triste, compra também. Isso é a terapia do consumo e ambos admitem fazer isso com frequência.

A diferença é que as mulheres gastam mais com roupas, sapatos e maquiagem, enquanto os homens com eletrônicos e comidas.

Outra diferença é que os homens compram itens mais caros, mas em menor quantidade. Já as mulheres compram mais itens, só que mais baratos.

Ambos têm importância na administração familiar

Tanto homens quanto mulheres costumam ter atitudes de mais retenção quando tem famílias constituídas em comparação aos solteiros.

As mulheres que tem papel central na família demonstram melhor uso do dinheiro para cuidar dos espaços domésticos e dos filhos.

Conforme o IBGE, o rendimento das mulheres representa 40% do rendimento das famílias. Essa porcentagem é ainda maior entre as negras ou trabalhadoras rurais.

Conforme a Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Marketing Feminino, as mulheres controlam 66% do que é consumido pelas famílias.

Reprodução: Google

Mulheres entendem muito mais de finanças do que você acredita!

Conforme o The New York Times, o problema é que elas geralmente ganham menos e vivem mais do que os homens. Além disso, são mais instáveis no mercado de trabalho.

“Uma parte considerável do setor é simplista e condescendente com as mulheres”, diz Helaine Olen. “Suponho que essa visão sobre as mulheres seja uma forma de fugir de problemas que não verdade são sistêmicos”.

Ela mostrou que os conselhos dados as mulheres, sobre finanças, são: evite comprar. Mas isso é totalmente machista.

Uma pesquisa de 2011, da Gallup, mostrou que homens gastam mais do que as mulheres.

Para outra especialista, Annamaria Lusardi, da Universidade George Washington, há uma diferença na educação financeira entre os gêneros no mundo todo.

Ela afirmou que as mulheres têm chances menores de responder corretamente as questões sobre alfabetizações financeiras quando comparadas a homens, especialmente sobre termos técnicos do mercado financeiro.

“As mulheres têm consciência de sua falta de conhecimento enquanto os homens estão menos dispostos a assumirem que não sabem”, afirmou.

Manisha Thakor é da MoneyZen Wealth Management e fiz que o problema da educação financeira está em ambos os sexos.

“A educação forma em ambientes acadêmicos tradicionais não acompanhou a tendência. Ambos os gêneros se sentem confusos, mas minha experiência profissional indica que as mulheres fazem mais perguntas”.

“Para mim, não há evidências convincentes de que as mulheres invistam em ativos menos arriscados do que homens”, conclui Lusardi.

Os desafios das mulheres com o dinheiro

Conforme uma pesquisa feita pela Opinion Box, o principal obstáculo da mulher em relação às finanças é fazer sobrar dinheiro no fim do mês.

Entre as alternativas apresentadas, a principal resposta foi o fato de não conseguirem obter esse êxito (38%). Já a segunda maior resposta teve a ver com entender as mais variadas formas de investir dinheiro (19%).

A dificuldade de poupar pode estar relacionada aos custos de um lar, sendo que 33% das entrevistadas afirmaram que assumem papéis de quitar metade das despesas e 13% são responsáveis pela maior parte das contas.

Sobre o endividamento, 72% delas já tiveram alguma dívida e 20% demoraram até 3 anos para quitá-las.

Se o assunto é investimento financeiro, “depois que distingue o terreno onde está pisando, ou seja, que tem informações, ela entende o risco que está envolvida e pode ser uma investidora mais agressiva do que um homem”, diz Sandra Blanco.

O Instituto Assaf também fez um levantamento e mostrou que a participação das mulheres na Bolsa de Valores atingiu o auge em 2012, com 25% dos cadastros totais. Mas recuou desde então.

Para Sandra, a situação econômica do país é a responsável pela queda do número.

“As perspectivas de futuro ainda são nebulosas. Nesse contexto, não há estímulos para investir em ações”, lamentou. “Para aumentar a participação feminina na Bolsa, está faltando um ambiente econômico favorável”, garantiu.

O passo a passo para uma mulher criar o hábito do dinheiro

Deixando de lado a história cultural e a infância e visando o futuro, as mulheres vão começar, de forma cada vez mais acentuada, a serem mais dispostos do que os homens no assunto das finanças.

Para começar desde já, confira algumas maneiras de entrar de vez nesse mercado.

Busque Conhecimento

Todo mundo só vai gostar daquilo que gosta, portanto, por mais desconhecidos que os temas sejam, é preciso buscar informações sobre ele.

Leia sobre o assunto e converse com pessoas da área.

Hoje há muita informação disponível na internet, como a Trovó Academy, que disponibiliza conteúdos diariamente, com artigos didáticos e vídeos simples.

Tente questionar os amigos sobre esse assunto e troque ideias – como eles lidam com as finanças e o que você acha disso?

Organização Financeira

Planilhas! Elas são ótimas formas de se organizar financeiramente.

Só que existem outras opções, como os aplicativos (inclusive, o Sr Invest) e as técnicas manuais, através de envelopes, por exemplo.

A ideia é anotar tudo: ganhos, gastos e ate mesmo os pequenos consumos.

Seja uma pessoa independente (fuja dos bancos)

Entenda o que é o dinheiro e diga para ele quem manda.

Sabendo quanto você ganha, você sabe quanto pode gastar por mês. Esse é o primeiro passo para não ficar endividado e começar a ganhar dinheiro.

Você vai poder decidir o fim do seu dinheiro: investimentos, viagens, casas?

Como o dinheiro afeta a relação amorosa de homens e mulheres?

Conforme um estudo publicado na Frontiers in Psychology, o comportamento de um homem em questões de namoro pode estar afetado por quão rico ele se sente em relação aos outros.

Ou seja, os resultados mostram que os homens se sentem como se tivesse mais dinheiro do que os outros homens de um mesmo grupo quando são atraídos por suas parceiras.

“Queríamos uma melhor compreensão da importância psicológica do dinheiro no desenvolvimento de relacionamento romântico porque muito pouco se sabe sobre isso”, disse Darius Chan, do departamento de psicologia da Universidade de Hong Kong.

O estudo considerou dois experimentos com grupos de universitários chineses que estavam em relacionamentos heterossexuais de longo prazo.

Cada casal foi condicionado a pensar que eles eram ricos ou pobres.

Na primeira parte, os homens ricos eram menos satisfeitos com a atratividade física da sua parceira atual e estavam interessados em relacionamentos de curto prazo. Já as mulheres que se sentiam ricas não fizeram exigências sobre a aparência do seu parceiro.

Os participantes ricos do segundo estudo acham mais fácil interagir um com um membro atraente do sexo oposto do que os mais pobres.

“Nós observamos que os homens ricos dão mais importância a atratividade física de uma companheiro, estabelecendo padrões mais elevados e preferindo se envolver em relacionamentos de curto prazo do que aqueles que têm menos dinheiro”.

“Porém, para as mulheres comprometidas, o dinheiro pode levar a menor variação em suas estratégias de acasalamento porque a perda de um relacionamento de longo prazo geralmente tem um custo reprodutivo maior”, apontou Chan.

Os resultados da pesquisa estão amarrados à uma cultura especifica.

“Considerando que permanece como uma questão empírica a ser respondida, esperamos que nossos resultados sejam suscetíveis de serem encontrados em outras culturas, bem como, porque os mecanismos básicos de seleção foram semelhantes a culturas diversas”, concluiu Chan.

Bônus – Suzana Pires fala sobre Dinheiro na Internet

A atriz da rede globo publicou um artigo na revista Marie Claire e falou muito sobre o dinheiro e a relação das mulheres com ele. Separamos alguns trechos do artigo, confira agora!

Pode Financeiro Masculino

Nos anos 90, ouvi, pela primeira vez, o termo maria gasolina, usado para designar as meninas que só ficavam com garotos que tivessem bons carros.

Era moda o modelo GOL GTS, GTI, GTX, que as twenty-somethingmillenials, não sabem o que é, mas que as quarentonas, perenials, vão lembrar! Depois, veio o termo maria chuteira, para caracterizar as moças que namoravam jogadores de futebol e, dia desses, escutei: aquela tipa é uma batedora de carteira, para adjetivar as moças que tenham namorados ricos.

Por que nossas preferências por esse ou aquele homem acabam sempre nos trazendo adjetivos que aliam nosso afeto ao poder financeiro do cara? Por acaso, só aos homens é reservado o status que o sucesso financeiro traz?

Uma mulher que conquista sua independência financeira tende a ser mais Dona de Si do que as mulheres que ainda dependem financeiramente do pai ou do marido.

Independência Financeira

A independência financeira é algo a ser construído. Uma menina de 18 anos não tem como ter seu próprio dinheiro porque está se preparando para isso, e é essa preparação um dos momentos mais importantes da vida feminina.

É entre 15 e 20 anos que formamos nossas crenças definitivas. Aquelas crenças que vão guiar nossos passos e escolhas no futuro, portanto, nada mais importante que uma adolescente rebelde entender que sua energia pode servir (e muito!) para seu empoderamento.

Se ela focar toda essa energia em se “formar” não só na escola ou na faculdade, mas também na observação da vida feminina, terá mais chances de perceber as crenças limitadoras que a sociedade joga na mulher que tem a audácia de ser bem-sucedida.

Observando as crenças limitadoras e as identificando como tal, fica mais fácil para uma jovem entender que sua luta por independência financeira dará a ela também independência emocional.

O preço de uma vida independente

Porque construir uma vida tem seu preço. Fazer escolhas, realizar sonhos custa caro.

Nem sempre você vai conseguir ir a todas as festas, ou sair com todos os garotos que quiser, pelo simples fato de que ele pode não entender você preferir estudar para a prova a ficar com ele.

Uma jovem mulher que opta por construir sua vida vai, necessariamente, optar por construir relações afetivas que a impulsionem.

Sim, essa moça vai perceber mais rápido quando estiver diante de um namorado que a diminua, ou que diminua seus sonhos e a sua capacidade de realizá-los.

E, caso ela não identifique rápido essa cilada, a vida vai identificar por ela, e ela vai sair do fundo do poço dos abusos morais sofridos e se reerguer, porque a força interior, essa pérola única, ninguém tira de dentro de uma mulher.

Empreendedorismo feminino

Empreender deve ser nossa postura onde quer que nossa vida profissional esteja desenhada, porque a ação de empreender não tem só  relação com negócio próprio.

Empreender é inovar, sair da acomodação, correr riscos, cometer erros, se desafiar, transformar ideias em realidades e, assim, atingir grandes resultados, entendendo que o seu grande negócio é VOCÊ!

E por que afirmo com veemência que empreender é algo próprio das mulheres?

Porque, neste momento, somos NÓS que precisamos sair de nossa caverna, como um dia os homens já fizeram. E “sair da caverna” é, sim, perigoso, ainda mais para uma moça…

Sim, podemos construir nossa vida a partir de uma ação empreendedora, de propósitos, munidas de garra e também de ambição.

Reprodução: Google

Independência Financeira – o que é?

independência financeira tem a ver com conseguir viver sem ter que cumprir horas no trabalho ou levar para casa aquele peso nas costas depois de um dia intenso de trabalho. Mas, observe: não estamos falando de viver às custas de outras pessoas.

Ter liberdade financeira é conseguir trabalhar para si mesmo – obtendo resultados conforme o empenho, a performance e a dedicação.

Isso é possível no mercado financeiro, que, diferente do que muitas pessoas pensam, não é um bicho de sete cabeças – e está longe de ser.

Algumas pessoas comuns, como vocês e como nós, tiveram a ideia de compartilhar suas histórias conosco. Elas contam como saíram do zero, do nada e hoje conseguem aplicar dinheiro e ganhar dinheiro no mercado financeiro.

Ficou curioso para ver as semelhanças que temos com essas pessoas? Então, fique tranquilo, separamos os melhores vídeos, guiados por uma ordem lógica na vida financeira de qualquer pessoa que quer ter sucesso.

Em Busca dos Sonhos

Victor é o tipo de pessoa criteriosa com relação às pessoas com as quais busca informações e aprimoramentos – “até mesmo para saber se a pessoa tem bagagem, se a pessoa realmente conhece o assunto e se as informações dela são claras”.

Assim, curioso, ele se inscreveu no Curso da Trovó Academy e resolveu contar a sua experiência no vídeo abaixo.

“O Trovó, desde as prévias do curso e até mesmo durante a execução dele se mostrou um excelente profissional – uma pessoa presente”, ele lembra, quando iniciou os estudos.

“Isso foi se confirmando no decorrer do curso, com a diferença de que eu passei a ver nele uma força que não tem em outros profissionais – ele tem uma forma única de cativar os alunos e fazer com que eles realmente encontrem condições de vencer no mercado financeiro”, disse Victor.

Ele cita dois fatores que julga ser imprescindível para qualquer profissional que quer chegar à independência financeira:

  • Sucesso – que é possível para qualquer pessoa,
  • Sucesso – que é possível até para quem tem baixo capital.

Victor também cita a técnica usada pelo Trovó, que, na opinião dele, é muito simplificada – “e abre para nós um horizonte de infinitas possibilidades”.

Sendo assim, o aluno aconselha que, para quem busca aumentar o conhecimento, e, mais do que isso, aprender coisas novas, é importante fazer o curso.

“Conhecemos coisas que até então eram desconhecidas ou que eram vistas com preconceito. Isso torna o curso prazeroso, além de que interagimos com outros estudantes do país todo, tornando o aprendizado intenso”, ele avalia.

“Para você que está assistindo o vídeo neste momento e está relutando contra, na dúvida de fazer o curso ou não, saiba que realmente vale a pena investir nesse conhecimento”, ele recomenda.

“Eu digo vale, pode acreditar. Hoje tenho 19 anos de idade e dois anos de experiência neste mercado financeiro, que só consegui após a realização do curso da Trovó Academy– que foi quando comecei a ter sucesso financeiro”, ele conta.

Confira o Vídeo Depoimento #8 – Victor na Íntegra

Com informações do psicoativo, ig e globo

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