Descubra, em números, por que vale a pena sacar o FGTS inativo e investir em Renda Fixa

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O Brasil é um país ainda “cru” quando o assunto é Educação Financeira. Com esse déficit, tendemos a buscar conhecimento em pessoas que tem a nossa confiança, já que, assim, eles sempre vão nos oferecer as suas melhores experiências. O resultado disso é que, na maior parte das vezes, ouvimos sem temor os conselhos dos nossos pais. Ou de nossos tios ou amigos mais velhos. Nós ouvimos, sempre, quem tem a nossa confiança. Isso é o que importa.

Mas, se voltarmos os horizontes ao mercado financeiro, será que isso não pode se tornar um problema? Ah, não estamos dizendo que vocês não devem ouvir os seus pais, ein! Por favor! Porém, assim como não tivemos uma boa educação financeira, eles também não conseguiram ter tais momentos. E, além disso, o que era um “bom investimento” na época deles, pode ser que hoje não seja mais. Afinal de contas, entre décadas, os tempos mudaram.

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Fizemos uma breve análise, com informações do MSN, sobre as mudanças que ocorreram de forma muito rápida no nosso país nos últimos tempos e que, consequentemente, alteram a economia e fizeram com que, o que era natural no passado, pudesse ficar sem sentido nos dias de hoje. Reflitam!

Década de 70

Entre a década de 60 e 80 é provavelmente o período que os nossos pais nasceram. E nesse tempo houve uma série de questões que fizeram o período se tornar “difícil”, financeiramente falando. O centro disso foi chamado de “hiperinflação”. Outra coisa é que, nessa época, a única opção de acesso ao pequeno investidor era a caderneta da poupança. Para aqueles que eram mais ricos, havia, então, o investimento em imóveis.

Resumo da época: as pessoas só tinham como alternativa gastarem todo o dinheiro, antes que o dia de amanhã fosse tarde demais, sabendo que os produtos subiam de valor desenfreadamente, em questões de segundos.

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Reprodução: Google
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Já em 1994, com o Plano Real, a economia entrou em um período que os historiadores chamam de “estabilidade”, e, a partir dai planejar as contas passou a ser visto como algo possível.

A partir deste momento as coisas começaram a acontecer muito rapidamente e com o advento da internet, o país se abriu aos novos produtos financeiros, principalmente aqueles voltados aos grandes bancos. Mesmo com essas novas opções, a caderneta da poupança ainda era o investimento seguro, em quase todas as opiniões.

Posteriormente à isso, já no outro governo, o país experimentou uma grande armadilha financeira, vindas do crédito fácil e caro, e, mesmo com a melhoria da renda familiar, as pessoas não conseguiram valorizar o crescimento da economia. Foi nesse período que nasceu o Tesouro Direto, porém, sem grande impulso. Por fim, chegamos onde estamos hoje.

Leia Também: O que é Tesouro Direto? Os 5 Melhores Motivos para aplicar no Investimento Mais Democrático do Brasil

O que você pode fazer?

Sabendo desse pequeno enredo verídico, e sem deixar à mercê a opinião dos nossos pais, o que é sabível é que devemos mudar esse conceito sobre investimento e vários outros acerca do dinheiro. Porque, de fato, o país cresceu, porém, sem que houvesse um avanço na educação financeira. Estamos atrasados, parados no tempo.

2017 promete ser um ano de retomada. E, justamente por isso, deve ser o momento certo para observar melhor a economia e começar a entender as transformações que tem surgido ao longo dos anos. É importante começar a olhar além do óbvio, além da poupança e dos bancos, e experimentar novas pequenas mudanças.

A dica é: começar devagar, apostar no aprendizado, na troca de ideias, no convívio com a família e amigos, e mesmo em meio as resistências do passado, teremos que ser perseverantes.

Temos tudo para oferecer aos nossos filhos, uma ideia diferente daquela que recebemos dos nossos pais. E tudo isso é possível com um ambiente confortável para conversas e diálogos. Além, obviamente, do trabalho duro e consciente. Nós não podemos inibir as chances que os nossos filhos tem de crescer simplesmente por não termos informações suficientes.

4 Coisas Sobre o Dinheiro que Deveriam ser Ensinadas na Escola:

“O carinho, o cuidado e o zelo acabam deixando as pessoas extremamente conservadoras, quando em verdade, o sucesso é escrito por aqueles que enfrentam os desafios sem medo de arriscar, de falhar e estarem prontos para recomeçar”, afirma o educador financeiro Ricardo Pereira, que colaborou com essas informações.

Antes de continuar com o texto, se você quer fazer a diferença na vida dos seus filhos e mostrar a eles um caminho bem diferente daquele que você aprendeu quando ainda era menino, faça o nosso curso gratuito. São 4 vídeos, bem curtinhos e que tem informações valiosíssimas sobre o mercado financeiro atual.

Bons ventos já começam a soprar: “Mesmo com Dívidas, brasileiro vai sacar FGTS para investir”

A afirmação desse tópico vem de uma pesquisa feita por um aplicativo de controle financeiro. Nela, de 1,4 mil pessoas consultadas, quase 50% afirmaram que vão investir o valor sacado e outras 33% disseram que vão preferir colocar o orçamento em dia. Mesmo entre aqueles que estão endividados, a resposta de 43% foi a de que haverá investimentos.

O saque do FGTS inativo será liberado a partir de março e o governo esperar que os 30 bilhões de reais sejam usados para pagar dívidas, no entanto, não foi o que mostrou a pesquisa.

Reprodução: Google
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Em dezembro, os juros do cheque especial chegaram à quase 13% ao mês, em média. Já os cartões de crédito ficaram em mais de 15%, segundo a Anefac (Associação nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

Falando especificamente sobre investimentos, o professor Alexandre Cabral, do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), comentou que o FGTS (4,24%) perde das principais aplicações de Renda Fixa do mercado. Enquanto que a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) lidera o ranking e rende mais de 11% ao ano e o CDB (Certificado de Depósito Bancário) tem rentabilidade de mais de 9% e o Tesouro Selic fica com pouco menos de 9%.

Saiba tudo, exatamente tudo, sobre a Renda Fixa: O Guia Completo!

Se a ideia é economizar, vá para a Macedônia, Bulgária, Tunísia ou Marrocos. Entenda isso

Agora, por outro lado, se você está insatisfeito com o Brasil e quer se mandar daqui, e, além de tudo, está procurando lugar mais econômico, com baixo custo de vida, precisa conhecer o Índice de Custo de Vida Nombeo. Ele elenca os países de acordo com os gastos de seus habitantes, e não leva em consideração as nações destruídas por conflitos, tais como Síria.

Baseado nos dados dos habitantes (ao invés de usar do governo, como normalmente acontece), ele leva em conta 50 fatores, tais como aluguel e contas de celulares, e assim compara ainda com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de cada país. Veja a lista dos 30 países “mais baratos” para morar, listadas por ordem do índice mais baixo para o mais alto:

  1. Índia – Índice de Custo de Vida: 24,02
  2. Paquistão – Índice de Custo de Vida: 26,33
  3. Moldávia – Índice de Custo de Vida: 26,90
  4. Ucrânia – Índice de Custo de Vida: 26,95
  5. Cazaquistão – Índice de Custo de Vida: não informado
  6. Nepal – Índice de Custo de Vida: não informado
  7. Tunísia – Índice de Custo de Vida: 28,97
  8. Azerbaijão – Índice de Custo de Vida: 29,10
  9. Argélia – Índice de Custo de Vida: 30,08
  10. Geórgia – Índice de Custo de Vida: 31,60
  11. Macedônia – Índice de Custo de Vida: 32,04
  12. Sri Lanka – Índice de Custo de Vida: 32,12
  13. Moçambique – Índice de Custo de Vida: 32,22
  14. Colômbia – Índice de Custo de Vida: 32,40
  15. Egito – Índice de Custo de Vida: não informado
  16. Nigéria – Índice de Custo de Vida: 32,71
  17. México – Índice de Custo de Vida: 33,07
  18. Albânia – Índice de Custo de Vida: não informado
  19. Armênia – Índice de Custo de Vida: 38,30
  20. Bielorrússia – Índice de Custo de Vida: 34,40
  21. Sérvia – Índice de Custo de Vida: 34,55
  22. Uganda – Índice de Custo de Vida: 34,60
  23. Bangladesh – Índice de Custo de Vida: 34,94
  24. Bósnia e Herzegovina – Índice de Custo de Vida: 35,13
  25. Filipinas – Índice de Custo de Vida: 35,27
  26. Rússia – Índice de Custo de Vida: 35,63
  27. Marrocos – Índice de Custo de Vida: 35,66
  28. Romênia – Índice de Custo de Vida: 35,73
  29. Bulgária – Índice de Custo de Vida: 37
  30. Bolívia – Índice de Custo de Vida: 37,60

Com informações do MSN

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