Minimalismo – saiba como o consumo consciente pode fazer a sociedade mais rica!

Você já ouviu falar sobre Minimalismo? Sabia que isso tem tudo a ver com as suas finanças pessoais? Considere que é um fator integrante e transformado que pode te ajudar muito com o seu dinheiro (para fazer sobrar mais e ser mais valorizado).

O minimalismo é um conceito que ajuda a construir uma vida mais rica por meio de uma mudança drástica na maneira de lidar com o dinheiro.

Mesmo que você já tenha ouvido falar dele, saiba que não é difícil entender: mas também não é fácil de praticar. Isso requer um bom exercício de desapego e de liberdade. Você está preparado para mudanças?

É uma realidade com menos emprego e perspectiva de geração de riqueza.

Gostou do assunto, não é mesmo? Então, vamos falar de coisas novas aqui. Vamos falar de minimalismo e considere que a regra básica das famílias tem sido economizar dinheiro e cortar gastos, o que remete a ideia de diminuir desperdícios e rever pequenos consumos corriqueiros.

A orientação para a nova realidade brasileira formada durante a longa recessão foi a seguinte: reduzir o custo de vida por meio da adoção de um novo padrão de vida de escolhas e de consumo.

Minimalismo – saiba como o consumo consciente pode fazer a sociedade mais rica!

As mudanças do minimalismo!

Por exemplo? Em vez de tirar o aparelho da tomada porque não mudar de bairro ou de cidade?

Nós avisamos que seria uma mudança mais drástica, não é mesmo? Ao invés de ter um carro na garagem porque não vendê-lo e trocar pelo transporte público ou pelos serviços de transporte por aplicativos?

Claro que assim como qualquer processo de mudança, as novas atitudes podem gerar certo desconforto e até sofrimento no início.

Mas, a partir do momento em que você passa a fazer escolhas baseadas na consciência sua transformação financeira libertadora e você se torna capaz de reconhecer os excessos passados e de perceber que consegue adotar um estilo de vida mais enxuta e eficiente, não mais baseado no consumo impulsivo.

Entenda que minimalismo é comprar apenas o que lhe será muito útil.

E isso tem a ver com abrir mão de acessórios e peças de decoração sem função, levar a vida mais enxuta em termos de tanto de expectativas quanto de consumo.

Uma família com postura minimalista, por exemplo, pode até ter uma decoração mais rústica, básica em casa. Ainda assim, eles dependem de eletrodomésticos dos vizinhos para fazer alguma coisa ou precisar de terceiros para deslocar pela cidade.

Só que essa postura permite que essa mesma família tenha mais verba para educação, para o lazer e para experiências que tornam a vida de fato mais rica, como viagens e atividades culturais.

Adotar um comportamento minimalista não significa empobrecer suas escolhas – ao contrário: ao adotar esse comportamento, além de consumir com mais qualidade, ele experimenta mais o mundo, convive por mais tempo as pessoas que quer bem e prioriza o que realmente importa!

Em um cenário de escassez de renda de recurso adotar posturas como essa pode ser a grande vacina uma sociedade mais rica.

O Consumo Sustentável

Dentro do minimalismo, ainda podemos citar o consumo sustentável e consciente.

  • Quais são os seus hábitos de consumo?
  • O que você valoriza em um produto ou serviço que adquire?
  • Será que essas escolhas podem ser mais inteligentes?

Você deve perceber que muitas vezes ficamos inclinados a comprar coisas das quais não precisamos.

Essa tentação pode afetar qualquer pessoa, mas o segredo é saber lidar com ela.

Hoje em dia tem uma coisa chamada de “Qualidade de Consumo”!

E o que é isso? É como eu uso o meu dinheiro para diferentes tipos de consumo, desde que me garantam bem-estar e lembranças realmente memoráveis.

É a ideia de prezar mais pela qualidade de um produto ou serviço do que pela imagem que ele possa passar para outras pessoas.

O consumo saudável é pautado, principalmente, pelas escolhas sustentáveis que fazemos. E isso se aplica nos mais diversos itens que uma pessoa necessita. Em relação a roupas, por exemplo, uma opção é pelos modelos básicos e de qualidade que sejam duradouros.

O mesmo vale para tecnologia: saiu um celular ou um computador com novidades incríveis , essa pode ser a suadeixa para comprar o modelo anterior, que além de mais barato, tem a vantagem de ter sido validado pela crítica especializada.

Quanto a automóveis, vale a mesma lógica. Qual é a razão para trocar de carro todo ano e gastar um dinheirão com isso? Isso porque o bem durável, como o próprio nome já diz, deve durar.

E compreender isso é um passo decisivo para uma rotina de consumo mais sustentável.

Mas, afinal o que é ser sustentável no consumo?

O ponto fundamental é que isso vai muito além dos itens que você compra. Pense em como você e sua família aproveitam a água, a energia e os alimentos no dia a dia. Seu consumo sustentável nesses aspectos ou a falta de tempo e organização resultam em muito desperdício?

Quem lida de maneira desequilibrada com o seu orçamento, cria problemas par si e para as pessoas ao seu redor.

Por exemplo, pais que não regulam o seu consumo tem dificuldade de poupar e não conseguem formar reservas. Mais a frente, precisarão da ajuda dos seus filhos e isso vai limitar as escolhas deles, dos filhos.

Esses filhos, por sua vez, terão muitas privações porque precisarão absorver os gastos extras com o sustento dos pais e acabam perpetuando esse ciclo, sobrecarregando os netos.

A falta de reserva financeira também torna as pessoas dependentes de ajuda do governo, que por sua vez, passa a ter menos recurso para investir em benfeitorias para a população.

Isso favorece governos populistas, que se elegem em troca de esmolas e pequenos favorecimentos a grandes grupos de eleitores.

Sem excessos!

Mas, atenção! Poupar não é o bastante. Tem gente que faz o caminho oposto. Poupa excessivamente, seja por ganância ou por temor em relação ao futuro.

O resultado disso é menos dinheiro em circulação na economia. O esfriamento da economia reduz o desempenho do comércio, da indústria, do setor de serviços, o que tende a encarecer os produtos e provocar a inflação.

A consequência é a necessidade de políticas de incentivo por parte do governo, que pede mais poder de investimento.

Percebe como oposto de gastar também é insustentável?

A essência do planejamento financeiro deve ser a busca do equilíbrio nas escolhas. Se cada família  souber consumir com qualidade e consciência vai potencializar a satisfação de suas compras, aproveitará melhor e consumirá em menor quantidade.