Saiba como fazer a composição da carteira de fundos de investimentos

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A composição da carteira de fundos de investimentos deve ser feita por ações, multimercado e renda fixa. Você concorda? Claro que essa é uma resposta muito genérica. Afinal, para cada investidor vai existir uma composição ideal, baseada no perfil e na realidade ele.

Então, o que a gente tem que considerar para ter uma carteira equilibrada e lucrativa, mas ainda assim respeitando os perfis de cada um? Basicamente, nós precisamos entender o que é essa carteira, como montar ela, no que investir e as formas de diversificar.

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E é exatamente isso que vamos fazer agora. Nesse texto, o nosso foco não é indicar os ativos ideais para você. Porém, a ideia é que você entenda quais podem ser esses ativos. Até mesmo porque a Anbima diz que há mais de 10 mil fundos de investimentos disponíveis no Brasil.

Além disso, existem outros 6,4 mil que são feitos em cotas – os chamados fundos de fundos. Do total, os multimercados são a maioria: 8,3 mil. Depois, vem os de renda fixa, com 2,4 mil e os de ações entra no top 3 com 1,9 mil fundos.

O que é uma carteira de fundos

Se é para entender uma carteira de fundos, vamos lá. A lógica é a mesma: ter ativos variados para que se aumente as chances de ganho e evite perdas. Isso porque os fundos têm vantagens, como a praticidade. Porém, jamais deve-se investir tudo em um único fundo.

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O risco do qual falamos chama-se risco diversificável. Ele acontece quando você aplica tudo o que tem em um único ativo ou fundo. E, de fato, não se recomenda fazer isso. Por isso, pensar em vários fundos, pode ser uma boa ideia. Continue lendo e entenda mais.

Como montar uma carteira de fundos

Ok. A gente deve pensar em vários fundos e não em um único. Mas, como fazer essa composição da carteira de fundos de investimentos? Uma boa dica é analisar o cenário econômico atual do país e do mundo.

Afinal, eles quase sempre ditam os riscos. Por exemplo, com a queda da taxa de juros, os fundos com índices da bolsa de valores costumam ser mais aconselháveis para ganhos. Se a Selic está em alta, então, os da renda fixa podem ser bons.

Mas, claro que não é só isso que se deve analisar. Outra coisa é pensar em cada fundo. Assim, deve-se analisar o gestor, os prazos, os valores mínimos, o histórico. E, além de tudo isso, você também deve conhecer o seu perfil de investidor para montar uma carteira de ativos e fundos.

Afinal, um conservador não pode ter mais fundos em ações do que em renda fixa, por exemplo.

No que investir em uma carteira

Então, onde investir o dinheiro? Quais fundos? Considerando o seu perfil, você é que vai determinar essa resposta. Ou o seu assessor de investimentos. Mas, como já mencionamos, o ideal é analisar também o mercado.

Por exemplo, para o momento em que estamos vivendo, após uma pandemia e com os juros básicos lá em baixo, com certeza, até mesmo para os mais conservadores, os multimercados e fundos em renda variável são opções a serem consideradas como boas.

Enquanto isso, os fundos de renda fixa não estão valendo a pena. E isso de um modo geral, claro. Para cada caso, temos que fazer uma avaliação mais criteriosa, obviamente.

Aliás, o que você tem que saber é que dá para pensar em uma carteira com fundos internacionais, em renda fixa, em renda variável, em inflação, etc. Assim, dá para ir rebalanceando a carteira conforme o mercado caminha.

As formas de diversificar com fundos

Por fim, ainda sobre a composição da carteira de fundos de investimentos, saiba que uma boa ideia é a gente pensar em algo que já foi dito aqui. A renda fixa está em baixa. Então, para conservadores, os multimercados surgem como atrativos fundos de investimentos.

Isso porque eles podem mesclar ativos mais rentáveis com o Tesouro, por exemplo. Para quem não quer sair da renda fixa, dá para pensar em fundos focados na inflação também. Assim, o investidor sempre pode manter o poder de compra.

Uma boa observação a se fazer é que cada fundo pode ter uma meta a ser batida. No caso da renda fixa, a ideia é sempre estar acima do CDI, que segue a Selic. Já em multimercados, também. Os de inflação querem vencer o IPCA. E os de ações focam em ganhar do Ibovespa.

As taxas para investir em fundos

Um último ponto importante, ainda sobre os fundos, é que por serem fundos, eles são administradores por gestores. Isso quer dizer que possuem custos de administração. Então, fique de olho porque se o valor for alto demais, isso pode corroer seu rendimento.

Além do mais, os de ações costumam ter as taxas de performance. Assim, quando o fundo vence o índice, então, o investidor paga uma parte do lucro para o gestor. Logo, ainda que são ótimos para diversificar carteiras, os fundos precisam ser muito bem escolhidos.

Bônus – sobre montar uma carteira ideal de investimentos

Curiosamente, saiba que hoje mais cedo fizemos uma matéria falando sobre como ter uma carteira de investimentos ideal para cada pessoa. Afinal, quase nunca a resposta vai ser a mesma para todo mundo, não é mesmo?

composição da carteira de fundos de investimentos

Então, esse novo conteúdo é mais focado em fundos de investimentos. Agora, se você quer saber, antes disso, o que deve ser analisado para escolher uma carteira com vários ativos, inclusive o fundo, para você, leia a matéria anterior: leia agora mesmo.

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