Bolsa de Londres, da Alemanha e de Nova York… Notícias quentes sobre as Bolsas Europeias!

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A criação da maior Bolsa de Valores da Europa já não tem a mesma força… O projeto, conforme divulgado pela Bolsa de Londres (London Stock Exchange – LSE), não poderá cumprir as condições impostas pela Comissão Europeia para a fusão com a Bolsa da Alemanha (Deutsche Boerse), operadora da Bolsa de Frankfurt.

Isso porque a Comissão pediu a venda da participação majoritária na MTS, uma plataforma eletrônica de negociações de títulos dos governos europeus. Só assim, ela daria o aval final. No entanto, conforme a companhia, isso seria ruim para os negócios na Itália e para o futuro, de forma geral, da nova empresa, que surgiria, então, da fusão.

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Ou seja, o conselho definiu que “não poderia se comprometer com a venda da MTS” e, assim, a Comissão rejeitaria a proposta.

A fusão foi anunciada há 12 meses em um acordo de US$ 30 bilhões, o que daria ao acionistas da companhia alemã 54,4% de participação na empresa resultante, sob o comando do diretor executivo da Deutsche Boerse, Carsten Kengeter.

As ações da Bolsa de Londres e de Frankfurt recuaram cerca de 3% diante da notícia e, vale lembrar, que essa é a 4ª tentativa de fusão das empresas, sendo que 2 delas foram formais e outras 2, informais. Porém, especialistas afirmam que essa é a última chance de a fusão dar certo, ou, em caso contrário, os esforços serão totalmente frustrantes.

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Por sua vez, a Comissão Europeia não comentou o caso, e, a principio, parece não fazer esforço para a concretização do negócio. Mesmo se for cancelada, pode ser que as operadoras norte-americanas como a Nasdaq e a ICE (InterContinental Exchange) decidam avaliar a possibilidade de comprar uma das gestoras, seja da LSE ou da Deutsche Boerse.

É importante saber também que o resultado do referendo britânico, que decidiu pela saída do Reino Unido da União Europeia, já tinha complicado a fusão.

Café Robusta cai na Bolsa de Londres

Esse é apenas um adendo, mas a notícia foi destaque nos grandes jornais do Brasil. Isso porque as cotações futuras do café robusta na Bolsa de Londres (ICE) caíram. As baixas maiores foram nos fundos, o que alongou as posições líquidas no mercado. O contrato março/17 anotou US$ 2107 por tonelada e queda de US$ 21, por exemplo.

No Brasil, a questão da importação de café conilon (robusta) ainda está indefinida. E, segundo o ministro Blairo Maggi, um pedido foi encaminhado à Câmara de Comércio Exterior (Camex), para a importação do café robusta no Brasil.

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Reprodução: Google

Bolsas Europeias sobem depois do discurso de Donald Trump

O fato acontece no 1º dia do mês, depois que o presidente americano renovou as promessas de gastos em infraestrutura. Sem contar isso, o pregão da Europa também motivou os balanços e os indicadores.

O Índice dos Gerentes de Compras (PMI) da zona do Euro subiu 55,2 em janeiro para 55,4 em fevereiro, o maior nível em 70 meses. Na Alemanha, o mesmo índice avançou 2 pontos e a taxa de desemprego continuou em 5,9%, como esperado.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 teve alta de 1,64% e foi à 7.382,90 pontos, com foco nas empresas da construção Ashtead Group e CRH. As mineradoras Glencore, Anglo American e Antofagasta também tiveram boas altas, de 4,88%, 3,11% e 3,14%, respectivamente.

Em Frankfurt, o índice DAX avançou 1,97% e o Deutsche Bank e o Commerzbank subiram 5,11% e 3,96%, respectivamente. Na Bolsa de Pais, o índice CAC-40 avançou 2,10% e os Crédit Agrícole subiu 3,64% enquanto que o BNP Paribas teve alta de 4,46%.

Em Madri, o IBEX-35 subiu mais de 2% e a ArcelorMittal foi a mais destacada com alta de 5,04%, enquanto o Santander subiu 3,2%. Em Lisboa, o índice PSI-20 avançou 1,29% e o banco Comercial Português teve alta de 3,98%.

Efeito Trump: Renda Fixa perde US$ 1,5 trilhão, 10 empresas valorizam na Bovespa e 4 Bolsas da Europa em queda

O acontecimento que mais gerou comentários nos últimos dias foi, sem dúvidas, a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. Uma das consequências foi que o Ibovespa chegou a cair 3% na terça feira do dia 9. (Lembre-se que mesmo com a queda, as Ações da Petrobrás foram bem avaliadas pelas corretoras).

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Em termos, o mercado financeiro ficou receoso com a política que o republicano deve seguir. (No Brasil, Banco Central tranquiliza agentes do mercado financeiro com foco em Swaps).

No entanto, e apesar da queda no Ibovespa, nem todas as empresas foram impactadas de forma negativa. O Efeito Trump impactou o dólar – que chegou à 3,5 reais – e beneficiou as ações das empresas exportadoras.  Isso porque a receita é em dólar enquanto os custos são em reais. Continue Lendo…

Azul apresenta recursos para estrear na Bolsa de Nova York (NYSE)

A Estreia da Azul Linhas Aéreas Brasileiras na bolsa de Nova York está perto. A companhia já apresentou recursos à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) para realizar o IPO (Oferta Pública Inicial). As ações serão listadas via ADS (American Depositary Share), ou seja, com compra disponível em US Dólar, e preferenciais na Bovespa, de São Paulo.

Eletrobras tem ações valorizadas na Bolsa de Nova York: Alta acima de 200%

A Azul entende, conforme opinião de analistas, que boa parte dos recursos serão destinados ao reembolso de 333 milhões de reais em dívidas, incluindo financiamentos, empréstimos e debêntures. Há vários acionistas listados para o possível IPO: Saleb II Founder 13 LLC, Star Sabia LLC, WP-New Air LLC, Bozano, Maracatu LLC, Trip Investimentos LTda, Rio Novo Locações Ltda, entre outros.

As 16 ações brasileiras que mais se destacaram na Bolsa de Nova York (NYSE)

A consultoria Economatica listou as melhores empresas da América Latina na Bolsa de Nova York. Ao todo, 16 companhias brasileiras brilharam – e outras 9 companhias, de outros países, também fizeram parte do ranking.

Das brasileiras, a CSN foi a que teve melhor rentabilidade: 210%. A Vale ficou na segunda colocação, com retorno de 168%. No período, o volume médio diário da CSN foi de 6,30 milhões de dólares e da Vale foi de 48 milhões de dólares. Com apoio da Exame, descrevemos a lista das 14 empresas e 16 ações que fizeram parte das primeiras colocações! Leia Mais!

Agência Moody’s preocupada com governo português

O receio é causado pela “fraqueza” dos setores bancários de Portugal, e também da Itália. Derivantes do desequilíbrio das contas púbicas originados de um governo socialista que “fazem pressão para que a política orçamental seja mais expansionista”.

Conforme fonte da Moody’s, em Portugal “existe um governo minoritário que depende de partidos de esquerda que fazem pressão, o que ocasiona uma pequena deterioração”. O diretor explicou que a agência não se prende a datas pré-agendadas e só publica relatórios quando existem evidencias de melhorias graduais na situação de algum país. E, sabe que nenhum relatório foi publicado em janeiro sobre o país.

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A agência ainda comentou sobre a Alemanha, na qual “Merkel deve vencer as eleições em setembro e isso será um bom resultado para a zona do euro”. Sobre a Holanda, “será um teste à popularidade dos partidos populistas”, sobre a eleição agendada. E “existe um risco de uma nova confrontação com os credores” na Grécia. Já na Espanha, “o governo minoritário vai ter dificuldades em fazer reformas estruturais”.

Com informações do Globo e IstoÉ

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