3 mentiras que os filmes contam sobre o mercado financeiro

3 mentiras que os filmes contam sobre o mercado financeiro

 

Olá pessoal, hoje vamos falar sobre um assunto que chega a ser engraçado: é sobre as mentiras que os filmes contam sobre o mercado financeiro.

Se você gosta de cinema, provavelmente já viu um filme chamado “O lobo de Wall Street”, estrelado por Leonardo Di Caprio.

E, depois de assistir, você deve ter pensado: “Investimento não é pra mim”.

Mas, pode ficar tranquilo, que nós vamos desmistificar algumas informações, ok?

Vamos começar pelas mentira mais tradicional:

Mentira 1: Vivemos em iates e em festas todos os dias.

Isso não faz o menor sentido.

Primeiro você precisa entender que as pessoas que investem dificilmente tem o hábito de ostentar. Porque pra elas, ostentar é sinônimo de viver em função do que os outros pensam. E ter essa vida em prol dos outros faz com que os seus gastos aumentem e você gaste mais do que ganha, caminhando para a mentalidade da pobreza.

De fato, quem vai querer ostentar com iates e festas são os filhos e sobrinhos dos investidores. E também os netos dele.

Eu estou nesse mercado há 13 anos e isso nunca me aconteceu. O que a gente faz é estar sempre com a família e com os amigos.

De segunda a sexta a gente trabalha, para chegar ao final de semana e dar aquela relaxada com a família. Mas, sem ostentar.

Conheço muita gente desse mercado que é, aliás, totalmente contra esse mau comportamento.

Saiba o que é o Mercado Financeiro?

Que fique claro: iates e festas só acontecem em Hollywood.

Mentira 2: Só investe quem tem muita grana.

No mesmo filme que citei logo no começo do vídeo, o personagem principal – vivido por Leonardo Di Caprio – está montado no dinheiro. A impressão que fica é que aquela realidade está muito distante da nossa realidade.

Mas, você sabe quanto precisa ter para começar a investir?  

Você precisa ter o que sobra no final do mês. É a subtração do quanto você ganhar menos o quanto você gasta, seja, 100, 50 ou 70 reais.

Seu cérebro não foi feito para ganhar dinheiro?

Você investe e começa a receber juros. Assim, aos poucos, seu investimento vai ficando cada vez mais denso.

A gente vai ter um vídeo falando sobre isso, mais pra frente.

Então, essa história que tem que ter muita grana e que tem que ser um milionário para poder começar a investir é mentira e só acontece em filmes!

Conheça os mitos que bloqueia você de investir.

Mentira 3: Seu local de trabalho parece um harém.

Rodeado de mulheres lindas, poderosas, com champanhe, um telão de led…

É mentira!

Só para você ter uma ideia, a maioria das pessoas que eu conheço e que investem no mercado financeiro, trabalham em casa.

Você precisa de muito pouco para começar a investir: um computador, uma internet e um local tranquilo.

Com isso, por mais simples que possa parecer, você está apto a ser um grande investidor.

Então, pare de reclamar e seja logo um milionário.

Em resumo, fica a dica: da próxima vez que vocês assistiram algum filme de Hollywood, que vai dar ênfase ao mercado financeiro e aos investimentos, prestem bastante atenção, combinado?

Se você também é apaixonado por futebol, saiba que com ele podemos aprender várias lições para investir no mercado financeiro. Quer ver? Acesse!

Gostou? Agora, conheça os 5 Passos Simples que já Transformaram a Vida Financeira de 2.536 Pessoas Comuns em Tempo Recorde. http://trovo.academy/u/nlGaBKN0x_0

3 coisas que são dívidas e ninguém considera

3 coisas que são dívidas e ninguém considera

 

Hoje vamos falar sobre 3 coisas que são dívidas e ninguém as consideram como tal.

1 – Financiamento de Casa

É dívida ou não é dívida?

O critério de dívida é o seguinte: dívida é quando você caminha para a pobreza. E você caminha para a pobreza quando paga juros. Você paga juros, normalmente, quando faz um empréstimo.

SAIBA COMO FUNCIONA A POBREZA.

Então, podemos concluir que o financiamento de uma casa é um pagamento de empréstimo, que gera juros para você, então, sim, é uma dívida.

Fato diferente de quando você faz um investimento, que você recebe juros. É quando você está caminhando para a riqueza.

Ah, oras oras, você ainda tem medo de investir ou não faz ideia por onde começar? Bem, nesse caso, você tem uma ótima opção: ler esse texto que publiquei mostrando de onde vem esse medo de investir.

Voltando ao assunto da sua nova habitação, vamos imaginar que você queira me dizer: “Mas, quando eu terminar de pagar a minha casa, ela estará super valorizada”.

A resposta é: não, não e não!

Essa valorização que você diz, acontecerá daqui a três décadas. E eu estou falando do agora: você está pagando juros? Então você tem uma dívida e não um investimento.

“Mas a casa é minha”, você pode querer retrucar.

E eu lhes digo: não! A casa só será sua quando você terminar de pagá-la. Se em 30 anos, você não conseguir pagar, a casa não será sua! Enquanto isso, ela é do banco.

Você vai querer me perguntar o seguinte:

“Trovó, então o que compensa mais: financiar uma casa ou viver pagando mensalidades de aluguel”?

Esse é um assunto ótimo, mas que reservamos para o próximo vídeo. Porém, vou adiantar o seguinte: se os juros que você recebe do seu investimento for suficiente para pagar o aluguel, então, a resposta é: compensa pagar o aluguel.

Por quê?

Eu não estou utilizando o meu capital para pagar o aluguel! Eu estou utilizando os juros que rendeu desse capital para pagar o aluguel. Isso faz toda diferença.

“Mas, a única opção que tenho é financiar uma casa”, você afirma.

Bom, nesse caso eu tenho uma regrinha de ouro para vocês: saiba qual é o valor da casa que você pode financiar!

Como fazer isso?

Segue um exemplo: você recebe um salário mensal de 3 mil reais. Ok?

Você vai pegar esses 3 mil reais e multiplicar por 12 meses, o que vai dar em 36 mil reais por ano.

Esse é o seu salário anual, que quando multiplicado por 3, resulta em 100 mil reais, aproximadamente.

Esse é o resultado. 100 mil reais é o valor máximo para você financiar uma casa, se for acima disso, você vai caminhar para a pobreza e entrar em ruína financeira.

Falando de ruína financeira, eu selecionei um texto muito bom para você com as melhores dicas para você não entrar em estado de falência.

3 comportamentos que podem te levar à falência”.

Vai chegar uma hora que seu orçamento ficará muito apertado com o valor da parcela e isso vai te comprometer.

Ah, e antes que eu me esqueça, saiba que “Mesmo ganhando pouco não significa que você seja pobre”. Dúvida? Leia esse post.

2 – Financiamento de Carro

Ficou fácil: Você está pagando juros ou recebendo juros?

Então, você já pode considerar esse financiamento como uma dívida.

Por sinal, eu gravei um vídeo mostrando como perder 28 mil reais em 5 anos. Porque é exatamente isso que você perderá, se financiar um carro 2009, como usei de exemplo. Veja agora esse vídeo.

“Como eu vou comprar um carro à vista”?

Saiba que é possível. E vamos falar disso em uma próxima oportunidade!

3 – Fatura mínima do cartão de crédito

Esse é o grande vilão.

E já vou avisando: seu cartão de crédito não é salário! E nem complemento do salário. Ele é como a kriptonita do superman: terrível, destruidora.

O cartão de crédito pode até facilitar a sua vida e parcelar as suas compras, mas olhem só: pagando a parcela mínima, você está pagando juros.

Você está falando assim para o banco: “Eu quero pagar juros!”.

Saibam que o cartão de crédito é legal sim, mas só quando você quita o valor integral porque aí você não paga juros!

E por que é bom? Porque você pode comprar parcelado e ganhar milhas, além de outras bonificações.

Temos vários vídeos explicando tudo isso – Cartão de Crédito: Ter ou não Ter – mas vou adiantar a regra para você saber se está caminhando para pobreza ou para riqueza. É a seguinte:

Se você está pagando juros, você está enriquecendo alguém e se está enriquecendo alguém, você está caminhando para a pobreza. Se o objetivo é enriquecer você próprio, você tem que receber juros.

A partir de agora, então, vamos focar no jeito certo: com estratégias corretas e agindo com a razão para você ficar buscar equilíbrio financeiro.

Aproveite e veja nosso vídeo sobre Controle Financeiro Simples e Eficaz.

Se você gostou desse vídeo quer aprender um pouco mais se inscreva gratuitamente no nosso curso Risco Zero de Investimentos.

Um abraço e até o próximo vídeo.

Cartão de Crédito – Ter ou não ter

Cartão de Crédito – Ter ou não ter

 

Hoje nós vamos descobrir se o cartão de crédito é realmente amigo ou inimigo.

Falar sobre o Cartão de Crédito é falar, instantaneamente, na facilidade de uso que ele proporciona e, sucessivamente, no alto poder de compra que ele transmite. Sim, ele nos dá poder e autonomia. Ele nos dá facilidades!

Afinal, Mesmo Ganhando pouco não significa que você seja Pobre!

Hoje em dia, com esse tipo de cartão, você pode comprar em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer momento, situação ou país e, inclusive, através da internet. E na internet é assim: com um clique, você compra.

  1. Caso tenha guardado o cartão, mas não sabe onde e ainda tem o número dele, você compra também.
  2. Precisa abastecer o carro, mas hoje é dia de pagamento e os bancos estão lotados? “Passa no crédito”, você diz ao frentista.
  3. Quer fazer uma compra parcelada? O cartão de crédito te dá essa autonomia, sem precisar correr no banco para buscar folhas de cheques.

Mas todas essas situações acima, bem como todas as compras parceladas, devem ser feitas com controle. Vamos falar disso mais adiante.

Quanto às lojas físicas, praticamente todas, como farmácias e restaurantes, possuem as maquininhas que aceitam esse tipo de cartão. E com isso, você não precisa andar com dinheiro na carteira ou na bolsa. Essa é a maior facilidade.

E, caso alguém roube seus pertences, basta você ligar na operadora e bloquear o cartão. Está tudo resolvido.

Outra vantagem do cartão de crédito é o acúmulo de milhas. As milhas são importantes para quem viaja muito ou para quem quer viajar muito. Funciona mais ou menos assim:

Em cada passagem aérea que você compra com seu cartão de crédito é disponibilidade uma quantidade de milha. Essa milha se duplica e gera outra igual em uma conta adjacente. Com o tempo, as somas dessas milhas podem gerar um novo bilhete para você. Assim, você ganha uma passagem aérea. Ou então, pode obter descontos, da mesma forma.

Então, se você compra muitas passagens aéreas, aí sim, o acumulo de milhas é super importante e, de uma forma ou outra, você tem benefícios.

Mas, é claro, não é porque você pode acumular milha que vai usar o cartão de crédito toda hora. Ele tem que ser apenas uma consequência do que você tem planejado.

Em resumo, listamos três, dos principais pontos positivos. São eles:

  1. A facilidade do poder de compra,
  2. O acúmulo de milhas e
  3. As comprar facilitadas pela internet.

Esses pontos realmente tornam o cartão de crédito o nosso amigo, o nosso herói.

Mas saibam vocês que esse mesmo cartão de crédito é uma das principais causas de dívidas do nosso país. São 59 milhões de brasileiros que estão endividados por comprar por impulso, devido, obviamente, à facilidade do uso do cartão de crédito.

Eis, então, que surgem os problemas. O contraponto dos pontos positivos. É quando o cartão de crédito vira inimigo. Um vilão.

E tudo começa com os juros abusivos e absurdamente altos. Vejam só o que eu tenho ouvido constantemente:

“Trovó, eu gasto aproximadamente R$ 1 mil por mês no cartão de crédito e isso não pesa muito para mim porque eu pago a fatura mínima, que, via de regra, é 15% do valor da fatura”.

Não faça isso!

Quando você paga a fatura mínima me lembro daquela isca que é usada durante a pesca, que você joga a linha para atrair o peixe.

A fatura mínima é exatamente isso porque você está dizendo o seguinte para o seu banco: “Eu quero pagar juros”.

É como financiar um automóvel. Fizemos até uma simulação com um financiamento real, já viram? 3 Motivos para “Pixar Fora” de Financiamento de Carro.

Mas você quer mesmo pagar juros? É claro que não!

Por que isso acontece? Porque o pagamento da parcela mínima é um financiamento da sua dívida. Se você gastou R$ 1 mil no mês e vai pagar só R$ 100, os outros R$ 900 será financiado pelo banco.

E cada vez que você paga a parcela mínima, o valor financiado aumento e o juros também. Consequentemente você paga mais e mais e mais e mais.

Então, a dica é: se for para usar o cartão de crédito, quite a fatura integral.

Se você não tem condição de quitar, você está tendo um descontrole financeiro, que é quando você não tem noção do quanto está gastando. Em outras palavras, você está gastando mais do que ganha e logo vai ficar endividado.  

Você voltou a fazer dívidas? Isto não é brincadeira!

Temos, na contramão, outros três pontos, agora, negativos:

  1. Os juros abusivos cobrados pelos bancos,
  2. A armadilha da fatura mínima e
  3. A perda de controle financeiro.
É por isso que 59 milhões de brasileiros estão em endividados.

Afinal, como visto aqui, nem tudo são flores. Mas, olhem só, se você tiver controle sobre as suas finanças não há problemas. Você pode fazer as compras normalmente usando o seu belo cartão de crédito, desde que tenha controle.

Mas e, então, Trovó, voltando ao questionamento inicial do texto:

É melhor ter ou não ter cartão de crédito, eis a questão?

Essa dúvida eu vou deixar para vocês responderem. Respondam aqui embaixo, nos comentários. Eu quero saber a sua opinião.

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Poupança? Tô fora

Poupança? Tô fora

Se você é como eu e ama os animais de estimação, então, definitivamente os porquinhos não são pra vocês. Hasta la vista presuntinho!

Hoje vou fazer um programa “Bê-a-Bá: dicas de ouro” para falar um pouco sobre uma das alternativas paralelas – e mais eficazes – à poupança: a LCI.

Aliás, como todos nós já sabemos, o rendimento da poupança está tomando uma goleada da inflação. E mesmo assim, boa parte dos brasileiros usam a poupança como meio de economizar dinheiro. 

Saiba quantos brasileiros tem dinheiro parado na poupança?

Bem, não sei se todos vocês sabem, mas, vou repassar aqui uma informação super importante sobre o fato de “guardar” as economias na poupança.

Vamos supor que você tenha disponibilizado na poupança um valor acima de 1 milhão de reais e o seu banco vá à falência.

Sabe quanto você receberá, por direito?

Apenas 250 mil reais. Em poucas palavras, apenas um quarto do valor total ali “investido”.

Eis, então, que vocês podem estar refletindo: “Mas Trovó, é muito difícil um banco ir à falência”.

E eu lhes pergunto: “Será que é tão difícil assim”?

Vou relembrar uma história real: em 2008, o Lehman Brothers, um banco 3 vezes maior que o Bradesco e que contava com mais de 10 mil funcionários, simplesmente, quebrou.

E isso aconteceu em um país considerado de primeiro mundo, em uma cidade nada menos do que Nova Iorque, possuidora de uma das maiores economias globais.

Leia também: Se o seu banco falir?  Tá tranquilo, tá favorável?

Então, acredite quando eu falo que um banco pode, realmente, falir.

É válido saber também que, para evitar essas incômodas surpresas, foi criado um órgão chamado Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que funciona como se fosse o seu seguro. Ou seja, caso o banco não puder reaver o seu dinheiro, o FGC atua na sua proteção.

É ele quem administra o mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores, permitindo a recuperação de créditos, caso a instituição financeira venha à falência, como é o nosso exemplo.

E aí que você vai receber aqueles 250 mil reais, lembra?  O Fundo Garantidor de Crédito te garante, por direito, até 250 mil reais por CPF (Cadastro de Pessoa Física), por instituição financeira.

Então, está mais do que provado que a poupança também é um investimento de risco.

Mas, vamos continuar supondo que você tenha 1 milhão de reais e quer, de todas as formas, deixa-lo na poupança. Nesse caso, o ideal seria distribuir o valor em 4 fatias de 250 mil reais em instituições financeiras diferentes, uma fatia para cada banco.

Mas, como dito lá no início, demos adeus ao nosso querido porquinho, o símbolo da poupança.

E agora vamos falar de um modelo de investimento conhecido como LCI (Letras de Crédito Imobiliário).

O LCI nada mais é do que uma renda fixa, na qual você empresta dinheiro ao banco e ajuda-o a financiar vários projetos imobiliários.

Veja Quais são os Tipos de Renda Fixa?

O que você ganha em troca? Juros! Como qualquer investimento de renda fixa, você recebe remuneração paga em intervalos e condições preestabelecidas.

E isso é muito bom, diga-se de passagem.

E, por que, LCI é mais vantajoso do que a poupança? Vou responder em tópicos. São três grandes vantagens, vejam:

1 – Se você for uma pessoa física, você fica isento de Imposto de Renda (IR).

Essa talvez seja a maior vantagem, já que, comparado com outros investimentos, como CDB (Certificado de Depósito Bancário) e título públicos, o LCI é o único que isenta o famoso IR.

as Ações do Mercado Financeiro Nacional que tiveram alta de mais de 100% em 2016 na Bolsa de Valores

2 – Se o seu banco da renda fixa quebrar, você tem a mesma garantia da poupança.

Ou seja, o risco é exatamente o mesmo da poupança. Ambos são considerados baixos. Se mantivermos o mesmo exemplo, na qual você tem 1 milhão de reais, e sua instituição financeira quebre, você será ressarcido em 250 mil reais. Valor esse que também é garantido pelo FGC.  

3 – Os juros que você recebe são muitos mais atrativos do que a da poupança.

Comparado especificamente à poupança esse é o melhor benefício, com certeza. Vamos lá, apenas para efeito de comparação:

Hoje a nossa inflação está por volta de 11% ao ano e a poupança rende na média 9,5% ao ano. Ou seja, estamos perdendo 1,5% de todo o nosso patrimônio, ao ano.

No LCI, se você deixar um valor investido durante 6 meses (que é considerada uma LCI mediana), você terá um retorno de 14% ao ano, contra 11% da inflação. Com isso, o nosso capital estaria aumentado em 3% ao ano.

Lembrando que isso tudo com a mesma segurança e garantia da poupança.

Vamos voltar ao exemplo da poupança. Já sabemos que investindo
nela, você perde 1,5% ao ano, então, nos próximos 30 anos você teria corroído
metade do seu patrimônio.

Enquanto que, na LCI, nos mesmos 30 anos, você teria dobrado o seu capital.

E agora, interessou pelo assunto, não é?

Então se quer saber quais são as melhores rendas fixas que existe hoje em dia no mercado, deixe aqui embaixo o seu comentário. Existem outras opções, tão bem como a LCI, que são mais vantajosas do que a poupança.

E se você gostou do tema de hoje e quer continuar aprender sobre investimentos de uma forma muito simples, bem humorada e de fácil entendimento, clique no nosso banner e se inscreva no nosso curso “Risco Zero de Investimentos”.

O curso é totalmente online e gratuito, basta se inscrever e juntar-se ao time do Trovó Academy.  

Até o próximo vídeo, tchau!

7 lições que o futebol pode nos ensinar sobre finanças

7 lições que o futebol pode nos ensinar sobre finanças

Olá pessoal, hoje vamos falar sobre futebol e investimentos.

E vocês, senhoritas, não fiquem tristes se não entenderem nada de futebol, pois, em breve, faremos um texto especial para vocês, provavelmente, ligado ao tema “moda”.  

Mas, hoje, vamos mostrar aos meninos como o futebol pode nos ensinar sobre finanças. Leia abaixo as “7 lições que o futebol pode nos ensinar sobre finanças”.

1 – Dívida gera maus resultados

Provavelmente vocês já perceberam que quando um time está endividado, a primeira consequência é o atraso de salários dos jogadores.

E, sucessivamente, quando isso acontece, os jogadores entram em campo fazendo “corpo mole”. Ele passa a não se importar mais com o resultado final do jogo, afinal, ele quer receber o que é de direito dele: o salário.

O resultado, óbvio, é que a campanha do time vai ser prejudicada.

Na vida pessoal acontece a mesma coisa: a dívida é prejudicial. Se você tem dívida, provavelmente, seu emocional será afetado. E entre as consequências está um casamento mal resolvido.

Um exemplo disso que podemos citar é um dado fornecido recentemente por uma consultora de relacionamentos: 90% dos divórcios são ocasionados por causa de problemas financeiros. Que depois gera vício, comportamento agressivo e muitos outros problemas.

Então, lembre-se: ter dívida nunca é bom!

3 Comportamentos que Podem te Levar a Falência

2 – A vitória é construída jogo a jogo

No futebol sabemos que para ganharmos um campeonato não é preciso ganhar todos os jogos. Na média, para chegar ao título, é preciso de, aproximadamente, 75% de aproveitamento. Ou seja, isso significa que você pode ter 25% de perda.

No mercado financeiro acontece uma previsão idêntica: você não vai acertar todas as operações em todo o tempo. Se alguém disser o contrário, estará mentindo.

Você, com certeza, terá perdas. Mas, o importante é o contexto todo, a soma de perdas deve ser menor que a soma de vitórias para, no final, você chegar ao pódio e aumentar o seu patrimônio.

3 – É preciso ter disciplina ao longo prazo

Suponha que você seja o presidente de um time e decida desmanchar a equipe toda. É claro que você não vai contratar “pernas de pau”, porque isso não lhe trará bons resultados.

E você tem que ir contratando aos poucos. Convoca um técnico e inicia a montagem do elenco. Mas, qual é a probabilidade de você ser campeão no próximo campeonato? Pouca. Pode até acontecer, mas o mais provável é que você precise de entrosamento entre os seus jogadores.

Você vai precisar de tempo para criar uma estratégia e conhecer os pontos fortes e fracos de cada jogador. Com o tempo, paciência e disciplina, você vai conseguir ser um campeão do torneio.

Investir é a mesma coisa. Você não vai ficar rico da noite para o dia. Isso não existe. É o trabalho da formiguinha, que começa aos poucos.

Quebrando Mitos que Bloqueiam Você de Investir seu Dinheiro

Tem um ditado que diz “uma árvore precisa de, mais ou menos, 100 mil litros de água para que ela possa viver a vida toda. Mas, se você colocar toda essa água de uma vez, ela morrerá afogada e a semente não germinará”.

Então, tenham paciência!

4 – O conhecimento comanda a prática

De que adianta você ter jogadores super talentosos, se não tiver uma boa estratégia para a equipe? No mercado financeiro também é preciso criar estratégia. E aplicar na hora certa.

Umas das estratégias mais importantes é o controle de risco, ou seja, é a pergunta que você deve fazer toda vez à um profissional de investimento: “quanto eu posso perder se tudo der errado?”. Depois de respondido, aí sim, você deve continuar: “Então, quanto posso ganhar se tudo der certo”.  

Nesse caso, o controle de risco é muito mais importante do que o próprio aumento de patrimônio.

5 – Saber reclamar gera resultado

Há tempos os times de futebol estão reclamando da tabela. Em outras palavras, é possível dizer que o número de jogos está altíssimo, um absurdo. Com isso, jogadores se lesionam mais vezes do que estávamos acostumados a ver.

Os gastos com viagens também geram revolta no futebol.

No mercado financeiro também funciona assim. Você tem razão quando acha que o serviço não está bom ou que o seu assessor não tem feito um bom trabalho.

Mas você nunca deve reclamar por reclamar e sair dizendo palavras exacerbadas. É preciso argumentar com a instituição e provar que o serviço por ela disponibilizado não está legal.

Assim, haverá uma melhoria.

6 – Paciência é a chave

Muitas pessoas entram no mercado financeiro e querem enriquecer rapidamente, da noite para o dia. E você deve estar se perguntando: “mas isso não pode acontecer?”. Pode, infelizmente pode. Mas é algo parecido com o fato de alguém ganhar na loteria, é o menos provável.

O mais provável é que você quebre a cara. Então, é preciso ir devagar, evoluir aos poucos.

Quer um exemplo do futebol? A seleção da Alemanha foi campeã em 2014, mas a equipe dela vem sendo montada há 10 anos. Com um planejamento que tinha como meta vencer o campeonato de 2014.

Eles se deram bem e nós fomos a vítima, não é?

E, olhem só, o tópico 7 tem tudo a ver com a goleada que levamos: 7 x 1.

7 – Diversificar táticas

Um time de futebol tem uma estratégia pré-definida que, normalmente, depende do adversário. É preciso ter uma estratégia especifica quando o outro time tem uma defesa muito sólida, por exemplo. Então, você opta por avançar o jogo pelas laterais.

Se o adversário tem um meio de campo truncado, você treina seu time para fazer bons lançamentos. Ou seja, cada jogo é um jogo.

Assim como em um campeonato com tantos times e diversidades, o mercado financeiro também muda em todo momento. E você tem que estar apto a acompanhar essas mudanças.

Conheça os Tipos de Renda Fixa?

Se a estratégia que você está utilizando hoje não está mais gerando bons resultados, procure entender o que está acontecendo e adapte o seu elenco.

Então, é isso, o futebol tem tudo a ver com investimentos.

Importante: Agora, anotem aí, se vocês gostaram desse texto e querem aprender mais sobre investimentos, clique no banner ou cadastre seu e-mail e se inscrevam no nosso curso “Risco Zero de Investimentos”. Aproveitem, porque o curso é gratuito!

3 Comportamentos que Podem te Levar a Falência

3 Comportamentos que Podem te Levar a Falência

 

Hoje vamos falar de um assunto super bacana. Só que se você não seguir a risca, pode dar diferença na sua vida financeira. Vamos falar dos 3 Comportamentos que podem te levar a falência.

Comportamento 1 – Falta Controle Financeiro

A maioria das pessoas não tem ideia de quanto ganham, e pior do que não saber quanto você ganha é não saber quanto você gasta. As pessoas não tem ideia e fecha no vermelho.

“O que é fechar no vermelho, Trovó?”
O dinheiro que você ganha é menor que o dinheiro que você gasta e você caminha para a pobreza porque vai faltar dinheiro. Assim você precisará de um empréstimo e nesse empréstimo, pagará juros.

Comportamento 2 – Pagar Juros Abusivos

Como você começa o pagamento de juros abusivo?

Justamente com a falta de controle financeiro. Você gasta mais do que você ganha e você pagará juros. Geralmente você tem um cartão de crédito que você acha que é seu amigo quando na realidade é o seu maior inimigo.

O juros que você recebe nunca vai ser maior que o juros que você paga.

Se você for um profissional de investimento, já possui uma rentabilidade por volta de 1 a 1,5% ao mês, que não é fácil de conseguir. Mas os juros que você pagar pode chegar a 10% ao mês. Você nunca vai conseguir competir com os juros do banco.

Comportamento 3 – Viver em função do que os outros pensam

Esse vai te levar para a ruína mesmo… Você quer comprar um carrão, mas não porque você gosta do carrão e sim porque você gosta de mostrar para as outras pessoas que você tem um carrão. O mesmo acontece em viver numa casona ou usar roupas super chiques.

Você não tem condições de pagar e a maioria das vezes as dívidas que você acaba fazendo é por viver em função do que os outros pensam, do que elas podem comentar.

Eu vou te dar uma sugestão… Seja você mesmo!
Porque quando você estiver em apuros com as dívidas lá em cima, essas pessoas que se preocupavam muito com a sua imagem e que ficavam dando palpite para você o tempo inteiro, elas não te ajudarão e aí você pensa se realmente valeu a pena.

Na maior parte das vezes a resposta é não, então viva em função do que você pensa, do que você se sente melhor. E a partir de agora comece o seu controle financeiro.

Parar de pagar juros abusivos é parar de viver em função do que os outros pensam.

Um abraço!

Trovó

Você tem Medo de Investir? Entenda de onde vem este medo.

Você tem Medo de Investir? Entenda de onde vem este medo.

 

Olá, hoje vamos falar de um assunto no mínimo diferente. Vamos fazer uma comparação entre trânsito e investimento. Será que eles tem algo em comum?

Acreditem que tem tudo em comum, pois quando você pergunta a uma pessoa se ela investe normalmente a resposta dela é a seguinte:

“Trovó eu morro de medo de investir, estou fora disso aí.”

Essa é a maioria das respostas, as pessoas não investem por medo.

“Já ouvi falar que muita gente perdeu no mercado financeiro, isso é verdade?”

Sim, o problema é que no trânsito também tem muita gente que morre. São milhares de pessoas que morrem todo santo dia em acidentes. Você sabe que isso acontece
e presencia isso nos noticiários o tempo todo. Só que no entanto, você não para de dirigir. Mas porque que você não para de dirigir?

Se você sabe que muita gente morre todo dia, geralmente é porque você entende porque essas pessoas sofreram acidente, ultrapassa em faixa dupla, não respeitam limite de velocidade, dirigem embriagadas…

“E no investimento, porque que as pessoas perdem dinheiro Trovó?”

Pelo mesmo motivo que elas sofrem acidentes, elas não seguem regras, não tem conhecimento e começam a investir sem saber dos perigos, sem saber das estratégias.

Agora, uma vez que você domina a estratégia e domina o manejo de risco não tem problema nenhum você investir. Então da mesma forma que você conhece os perigos do trânsito e não tem medo de dirigir, se você conhecer os riscos do investimento você perde esse medo.

O medo vem da falta de conhecimento, pois você precisa conhecer. Um dos pecados do mercado financeiro é que é muito fácil você investir, basta você ter um comprovante de endereço e identidade, abrir conta na corretora e começar a investir. Tudo isso é fácil, o problema é quando você começa a colocar o dinheiro e fazer as transações, pois isso exige um conhecimento.

Imagine uma pessoa que nunca aprendeu a dirigir e não tem a menor noção. Você dá a chave para ela que com o tempo ela aprenda. É muito mais provável essa pessoa se matar. Então tem que ter um conhecimento prévio para dirigir.

No mercado de investimentos é a mesma coisa. Então se você não tem medo de morrer no trânsito é porque você conhece os riscos e você sabe como evitá-los. Se você conhece os riscos você vai conseguir evitá-los e vai conseguir ser super lucrativo.

Então a partir de agora o medo de investir significa falta de conhecimento e é para isso que tem esse canal de comunicação para desmistificar muita coisa e clarear a sua cabeça.

Assim como você é um bom motorista, você pode ser um bom investidor, ok?
Todo mundo pode investir, vai chegar uma hora que você vai fazer tudo isso no piloto automático.

Abração.

Trovó

4 Coisas Sobre o Dinheiro que Deveriam ser Ensinadas na Escola

4 Coisas Sobre o Dinheiro que Deveriam ser Ensinadas na Escola

O conteúdo de hoje é focado nos papais e mamães do nosso Brasil, para quem tem um menininho ou menininha. E eu preciso que vocês me ajudem numa campanha para este conteúdo ser implantado nas escolas, pois educação financeira começa desde cedo. E hoje o nosso país está muito carente dessa educação financeira.

Quais são as lições que as escolas deveriam ensinar sobre dinheiro?

Lição 1 – Ensinar que a vida não é somente Chokito e coxinha

O Chokito e a coxinha que simbolizam guloseimas, na cabeça da criança tem qual significado?

Tudo que eu quiser eu posso. É como se fosse um carro ou uma casa para você.

É importante que ela saiba desde cedo que o querer nem sempre é poder. A partir dos 6 e 7 anos de idade já pode conversar com seus filhos de igual para igual tranquilamente, que eles entenderão que a situação está apertada.

“Trovó, ela é muito pequenininha e não vai entender…”

Isso é mito e provavelmente vem de crenças antigas. A criança a partir dos 7 anos já tem total capacidade de entender. Se você sentar e conversar e explicar cuidadosamente ela vai entender. Tipo: “Papai e mamãe esse mês está apertado, estamos sem condições”.

Não faça das tripas coração entrando em dívida para começar a atender as vontades. O Chokito e a coxinha se resumem também a brinquedos e um monte de outras coisas.

Lição 2 – Nem tudo pode ser comprado

A criança tem que entender isso.
“Papai, eu vi num comercial a bonequinha X e minha prima tem uma. Eu também quero”.

Basta responder: “Agora não dá para ter a bonequinha X ou o brinquedinho Y”.

Eu conheço muitos pais que infelizmente dão tudo o que a criança quer e uma boa parte dessa culpa é sua por você não sentar e explicar a ela que esse mês está complicado.

Se os professores conseguirem focar nisso na escola, seria importante. A começar pela lista de materiais escolares. É importante vocês começarem a comparar o preço do materiais para que a criança tenha essa noção de preço. Porque como toda criança, ela vai querer comprar o coloridinho que pisca. Mas nem tudo que é barato é ruim, é preciso ter essa consciência.

Lição 3 – O que as escolas deveriam ensinar

E isso também começa em casa… Aprender a comparar preços.

Vou dar uma dica legal para vocês fazerem com seus filhos de 6 e 7 anos, pois nessa idade as crianças já sabem fazer soma.

Pegue a lista de material escolar e quando for comprar leva o seu filho junto e peça para ele anotar os preços. Depois some tudo e compare preços.

“Filho, o nosso objetivo é tentar gastar menos e se sobrar dinheiro talvez possamos te dar aquele bônus que é o brinquedo ou aquele passeio só por você ter nos ajudado”.

Esse passeio pode vir da própria economia de material que ela te ajudou a comprar mais barato. É muito gostoso a criança participar e poder entender.

“Nossa papai, essa caneta está custando 10 reais, na outra loja custava 8 reais.”

Operação de soma e subtração a criança consegue fazer. Isso é importante porque ela terá noção desde pequenininha.

A lição 3 é que, ao contrário do que todo mundo pensa , o comportamento do investidor começa cedo. A criança tem que saber desde cedo qual é a importância de saber poupar, saber a importância de fazer um orçamento e comparar preços.

Concordo que hoje as propagandas são muito apelativas porque focam e trabalham no emocional da criança. Se a criança vê aquilo ou se o amigo levou aquilo na escola, ela vai fazer birra e você, não sabe como agir e acaba comprando. Lá na frente quando essa criança crescer ela terá um problema e é importante desde cedo que ela entenda.

“Filho, seu amigo comprou aquele brinquedo mas a situação dele é diferente da nossa.”

Eu vou te explicar porque que nesse momento não podemos comprar o que a criança pede. A criança não entende muito de marca pessoal, pois ela age por impulso. Se você explicar para ela como funciona e que naquele momento é um jogo de troca, se ela fizer isso você a presenteia com aquilo. Não tem essa de ficar dando, dando, dando, pois depois que ela crescer, vai achar que na vida tudo é fácil, que dinheiro vai cair do céu, que dá em árvore.

A criança tem que saber que dinheiro não dá em árvore e muito disso é por conta das escola que a partir do 7 e 8 anos já deveria ensinar.

Comece a pegar na mão do seu filho desde cedo, pegue a calculadora na mão e comece a fazer conta de mais e de menos e, conforme ela for crescendo, você vai complicando essa conta. Só assim ela vai pegar gosto e quando ela crescer ela terá esse comportamento.

Isso fará toda a diferença na vida financeira dela.

Um abraço!

Trovó

Controle Financeiro de Forma Simples e Eficaz

Controle Financeiro de Forma Simples e Eficaz

 

Hoje vamos falar sobre Controle Financeiro de Forma Simples e Eficaz.Tem um artigo aqui no blog chamado “Os 3 comportamento que podem te levar a falência” e um desses comportamentos é exatamente a falta de controle financeiro. Se você não leu, dá uma pesquisada aqui no blog e leia.

Hoje eu vou ensinar um segredinho super simples e eficaz para você aprender a ter controle das suas finanças.

“Trovó, eu estou perdido nas finanças, eu não sei nem quanto eu ganho e muito menos quanto eu gasto, mas eu ouvi falar que tem uns aplicativos financeiros muito bons que dá pra usar”.

Esses aplicativos financeiros é para quando você está num nível de controle muito alto e pela minha experiência e de meus alunos, isso nunca funciona se você nunca teve disciplina para fazer controle.

Então vamos usar um outro método que é o método da dor. Esse método é conhecido como método do envelope.

Vá a uma papelaria e compre alguns envelopes, pode ser envelope de carta mesmo. Pode ser que você tenha outros tipos de gastos, mas na média vai tender a acontecer isso aqui.

1ª Coisa: Eu separei alguns itens chaves de gastos que você pode ter no mês.
1 envelope para cada coisa.

Envelope Educação – Se você paga faculdade ou paga escola para seus filhos. É importante ter esse envelope. Escreva educação nele e coloque o valor que você acha que gasta.

Envelope Plano de Saúde – Geralmente educação e plano de saúde tende a ser valor fixo, pois vem um boleto e você paga e não costuma mudar muito, somente um reajuste anual. Escreva Plano de Saúde nele e coloque o valor que você paga no mês.

Estes dois são super simples, pois estamos falando de um valor que não vai mudar. O problema são os outros como Supermercado (que inclui alimentação, guloseimas, porcariada, produto de limpeza).

O segredo desse envelope é você pegar a conta do mercado (recibo) e colocar tudo dentro dele. Tudo o que você gastar, coloca o comprovante no envelope, mas antes de fazer isso, você coloca no envelope o quanto você acha que gasta com supermercado no mês.

“Ai Trovó eu acho que eu vou gastar no mercado por mês uns 500 reais”

Cada vez que você for no mercado pega o comprovante e coloca no envelope e no final do mês você pega os comprovante e soma. Você terá uma surpresa que geralmente é desagradável, pois o valor que você estimou é menor que o valor que você gastou. Você vai cair de costas e vai pensar o quanto você está gastando com mercado.

Vamos supor que aqui você achou que gastava R$500,00 mas gastou R$800,00. Se você não colocasse os comprovantes de mercado no envelope você não teria esse controle.

A mesma coisa faça para o carro. Tudo que for gasto de carro como financiamento, manutenção, IPVA, seguro, combustível, coloque no envelope. Digamos que você coloque no envelope R$ 200,00 mas no final do mês você vê que gastou R$ 700,00.

E assim faça envelopes para todos estes itens e escreva quanto você acha que vai gastar. Não pode misturar os comprovantes. Por exemplo, se você foi comer fora, foi ao cinema ou foi viajar, esse tipo de gasto vai entrar no envelope Passeio.

Envelope Casa – O que entra em casa?
Você paga aluguel, telefone, aguá, luz, internet, imposto.

Envelope Compras – Celular, roupas, sapatos e outros.
Tudo o que você não acha no supermercado entra nele.

Envelope Dívidas – Se você tiver dívidas, você tem que colocar quanto que você acha que é sua dívida e quanto realmente você está pagando dela, porque muitas pessoas por incrível que pareça, não tem a menor ideia de quanto tem de dívida.

Se você estiver endividado vai precisar desse envelope e o ideal é que com o tempo esse envelope não exista mais.

Basicamente você vai gastar R$2,00 com envelopes, vai escrever a palavra chave nos envelopes e vai colocar o valor que você acha que gasta em cada um. Pega os comprovantes e vai colocando dentro de cada envelope, sem misturar.

“Ai Trovó, eu gastei R$300,00 de mecânico do carro e vou colocar no envelope de compras.”
Não, você vai colocar em carro e no final do mês você vai pegar o valor que você achava que gastaria e vai somar o valor de dentro do envelope.

Geralmente o gasto que você tem é muito maior do que você imaginou e a partir daqui você começa a perceber qual é o seu gargalo e onde você está gastando mais. E aí vai ficar fácil de controlar.

Vamos supor que nesse mês você perceba que o Supermercado está comendo suas finanças. Basta focar e começar a controlar especificamente esse envelope.

Um abraço!

Trovó

Corretora de Investimentos: Como Escolher a Melhor para Você

Corretora de Investimentos: Como Escolher a Melhor para Você

 

Olá!

Eu recebi muitos e-mails de pessoas perguntando qual é a melhor corretora de investimentos.

“Trovó, como eu faço para escolher uma corretora?”

Tem muita gente perguntando isso e hoje vou dar 3 dicas para vocês aprenderem a escolher a melhor corretora de investimentos.

Dica 1 – Saber quem é a sua corretora

Hoje temos o Google e está muito fácil saber, antigamente tinha a barça, não sei se vocês se lembram ou já ouviram falar da Coleção Barça.

Pesquisem qual é o tamanho da corretora. A regra é a seguinte… Quanto maior a corretora mais lastro ela tem e quanto mais lastro ela tem, menor o risco dela quebrar. Em contra partida quanto menor a corretora, menor o capital que ela tem disponível e maior o risco dela quebrar.

“Trovó, mas as corretoras grandes compram mais”.
Daqui a pouco a gente vai falar sobre isso, mas o foco é o seguinte… Procurem as maiores, independente de quanto cobram, procurem as maiores porque na hora que a corretora quebrar meu amigo, você vai falar assim: “Ai, também cobrava R$3,00 de corretagem”.

Não tem chororô, o barato vai sair caro e tão importante quanto a escolha da corretora é o seu assessor.

Dica 2 – A escolha do seu Assessor

Se você nunca abriu conta numa corretora, vai ter uma pessoa especializada que vai fazer esse link entre você e ela que é o assessor, ele quem vai te ajudar nos cadastros, com dicas sobre investimento, fazendo comparações, ajudando a escolher a melhor renda fixa. E aqui vai uma surpresinha…

A Trovó Academy tem um assessor para quem quiser aprender um pouco mais sobre investimentos. O nome dele é Jansen e o cara é nota 10. É meu assessor há mais de 10 anos, uma pessoa super confiável e talentosa. Ele e seu irmão Jailson são espetaculares, são pessoas de família e isso eu prezo muito.

Nós criamos um grupo no whatsapp gratuito para quem quiser receber dicas sobre renda fixa. O contato dele é (12) 9 9739-7655.

Se você tiver uma corretora boa com um assessor ruim que vai te deixar na mão na hora que der o pepino, você vai se dar mal, não vai adiantar nada.

Hoje tem milhões de assessores, então tem que prezar pela confiança. Eu já testei muitos assessores para chegar nesse aqui que hoje eu considero top.

Dica 3 – Qualidade do Serviço

QUALIDADE DO SERVIÇO e não preço do serviço. Hoje o principal meio que as pessoas amadoras utilizam para escolher uma corretora é quanto elas cobram de taxa. Ai vem aquela pergunta muito amadora. Porque?

Se você escolhe pelo preço significa o que?

Provavelmente o capital que você tem pra investir é muito pequeno e se é muito pequeno você não deveria entrar para investir em ações. Não é o momento certo ainda, você deveria começar pelos turbinadores de lucro que são mercados alternativos a esse, inclusive eu vou falar em outro artigo sobre isso.

Se a taxa de corretagem pesa para você hoje e se esse é o critério de escolha que você utiliza, saiba que provavelmente você está investindo no lugar errado e que ações não é para você ainda. Quanto mais barato for a taxa de corretagem provavelmente pior é a qualidade do serviço. Não tem como comprar barato e ter um serviço top, isso não se sustenta porque são tecnologias que são investidas.

Eu falo por experiência, se colocar um capital mais alto lá e a corretora trava ou dá um problema na hora de executar uma ordem, você dança.

Por isso eu digo que o barato sai caro. O preço de uma corretora não é critério e tem que ser qualidade de serviço, confiabilidade do assessor e uma corretora que tenha lastro, isso é o mais importante.

Um abraço.

Quebrando Mitos que Bloqueiam Você de Investir seu Dinheiro

Quebrando Mitos que Bloqueiam Você de Investir seu Dinheiro

 

Olá!

Hoje estou aqui para te mostrar que é mais arriscado ter um negócio próprio do que investir na bolsa de valores.

Eu sei que parece loucura dizer isso, afinal você já viu várias pessoas falarem sobre os grandes riscos que a bolsa envolve. Vários falaram que você pode perder tudo da noite para o dia e várias outras histórias.

A verdade é que eu fui um dos cinco brasileiros pessoa física que chegou aos 7 dígitos, o meu Primeiro Milhão de Dólares antes dos 30 anos de idade, começando praticamente do nada.

Não foi por ser um gênio ou por sorte, eu foquei um método bem definido e simples que reduz uma boa parte do seu risco.

Por passar os últimos 17 anos operando na bolsa eu posso afirmar que aqueles que gritam sobre o risco não fazem a menor ideia de como fazer.

Eles leem algumas coisas na internet e fazem alguns cursos com especialistas que ensinam como fazer riqueza rápido.

Eles pegam algumas regrinhas genéricas de como fazer com esses gurus, e saem aplicando e o resultado acaba sendo desastroso.

A pessoa mal preparada perde dinheiro, fica com medo e contamina as outras pessoas ao seu redor como esse medo e não entende o que aconteceu. Hoje você vai descobrir que esse medo é totalmente racional.

Eu vou comparar os riscos de alguns negócios tradicionais e físicos com os riscos de se investir no mesmo ramo dentro da bolsa e ao final você perceberá que é menos arriscado ser um investidor do que ser dono do seu próprio negócio.

Eu vou comparar um investimento imobiliário para quem gosta de comprar imóvel. Dentro da bolsa, existe uma outra possibilidade que chamamos de fundo de investimento imobiliário.

Eu quero que vocês prestem bastante atenção nessa comparação de quem pensa em comprar o imóvel físico e de quem pensa investir em Fundo de Investimento.

O primeiro ponto é a simplicidade, mas comparece os dois aspectos na compra de imóvel, o investidor precisa se preocupar como escrituras, certidões, ITBI, locação vacância, reforma, cobrança e etc.

No fundo investimento imobiliário tudo isso é muito mais simples e pode ser feito através de um home broker que é uma ferramenta que faz negociação online. E dá para fazer isso sem se preocupar muito com essa parte burocrática. É muito mais fácil comprar ou vender um imóvel dentro da bolsa de valores.

Quando comparamos a liquidez do imóvel e de um fundo de investimento imobiliário. No imóvel à venda, depende de diversas variáveis e via de regra a liquidez é bem mais complicada, pois não consigo vender uma casa em dois ou três dias, raramente eu vendo em semanas.

No FI fundo de investimento imobiliário, essas cotas são negociadas dentro da bolsa, então, além de diminuir a burocracia, a liquidez é muito mais alta e posso vender em alguns dias. Quando se compara o custo de entrada e saída a gente percebe a grande diferença.

Eu comprei um imóvel, ele subiu e eu quero realizar uma venda. Via de regra eu pago uma taxa para o corretor de aproximadamente 6%, o valor absurdamente alto. Quando eu vendo uma cota de fundo de investimento na bolsa eu pago apenas 0.5% de corretagem. Vocês percebem que é aproximadamente 12 vezes mais taxas?

Nesse quesito aqui o fundo de investimento imobiliário ganha de lavada. O ponto que eu acho mais interessante de um Fundo de Investimento e de um imóvel é que no imóvel eu não consigo comprar uma cota eu não consigo comprar fração do imóvel.

Imaginem que você goste de uma casa e você se apaixonaram pela sala da casa e pelo banheiro, mas você não gostou do quarto. Você oferece para o comprador seguinte proposta: “Olha, eu quero comprar apenas a sala e o quarto da casa, o banheiro não me interessa.” Isso não existe, eu não consigo comprar uma parte da casa, eu não consigo comprar apenas aquilo que eu gosto da casa.

No FI o fundo de investimento imobiliário eu consigo comprar cotas. Imaginem um shopping center onde a loja desse Shopping custa por volta de um milhão de reais e eu não tenho esse dinheiro, pois só tenho 10%, ou seja, só tenho 100 mil.

Para investir no FI eu consigo comprar apenas 10% da loja, então entramos em uma comparação dentro da parte de imóveis. Mas tem pessoas que não gostam de investir em imóveis.

E aí vamos comparar um outro exemplo, comparar com um boi. Tem gente que gosta de criar boi, eu já fui criador de boi. Você viu minha área de formação em Zootecnia. Para quem não conhece Zootecnia é a área que mexe com nutrição animal, melhoramento genético, a parte de prevenção de doenças, portanto eu sei muito bem como funciona a prática.

Então vamos comparar como criar um boi dentro da fazenda e comparar o mesmo investimento de boi gordo, mas na BMF dentro da bolsa de valores.

Simples…

Quando eu penso em guardar um boi numa fazenda eu preciso primeiro ter uma fazenda. E aí eu tenho que me preocupar em ter terra e terra custa caro, certidão, ITBI, vocação, escritura, fora isso, reforma de pasto, escolha dos animais, funcionário… Enfim, é bem mais difícil.

Quando eu vou em falar de boi gordo na BMF, eu só preciso de um home broker que é a ferramenta que eu compro e vendo online, sem me preocupar com toda essa burocracia. Nesse quesito aqui, investir em boi gordo na BMF é muito mais simples.

Liquidez…

Quando a gente têm uma fazenda, uma propriedade aí que está engordando boi, nem sempre o preço que está no mercado é o preço que conseguimos vender, porque via de regra, ficamos à mercê da oferta de compra dos frigoríficos, então o preço que é exercido na prática é totalmente diferente do preço teórico que tá na bolsa, por causa da oferta e procura.

O preço do boi gordo de verdade, do boi mesmo o animal, depende de região para região e no boi gordo BMF é um preço estipulado. Vamos ver custos agora para comparar criar boi em fazenda e investir em boi na BMF.

Eu já tenho experiência… Vai ter custo com sal mineral, cerca, vacinação, funcionário, ITR e um monte de coisas, fora a manutenção de Bebedouro. No boi gordo BMF eu apenas preciso gastar meio por cento de corretagem para cada vez que eu compro ou vendo uma cota de boi.

No contrato eu pago meio por cento de corretagem e não preciso entender como criar boi, eu preciso entender qual é a dinâmica no mercado. Quando falamos de fracionar investimento é a mesma coisa.

“Trovó, eu quero mil bois de verdade”. OK, você precisa de espaço para isso, precisa de terra e se você não tiver sua própria terra (fazenda ou sítio) você precisa alugar, precisa arrendar, pagar para alguém que já tem esse pedaço. É um custo extra, então o número de animais que você quer criar depende do seu espaço, você tem um espaço físico que limita.

Na BMF é bem mais simples, basta determinar o capital que você tem disponível, fazer as compras dentro de um manejo de risco.

O risco de criar um boi físico um boi de verdade e de investir em boi gordo na BMF.
Quando você engorda um boi mesmo que o preço da arroba suba, o seu rebanho pode sofrer algum surto de doenças graves, aftosa, raiva, botulismo e ocorrer mortes mesmo que você faça vacinação, isso foge do nosso controle.

Sem contar a seca que quando acontece a estiagem, ficamos sem pasto. Aí, via de regra, o peso do boi tende a voltar um pouco, o que chamamos de efeito sanfona. O boi engorda, emagrece, engorda, emagrece, e por aí vai.

Na BMF além de não ter que se preocupar com doenças que isso é fundamental, o investidor inclusive pode ganhar com a queda do preço da arroba. Em uma fazenda é algo inconcebível e se o preço da arroba cai, você tem prejuízo. Na BMF você pode ganhar com a queda do preço da arroba.

Quando comparamos a gestão, tudo é mais difícil quando eu crio um boi de verdade. O funcionário tem que ser muito bem treinado, vacinar na época certa, da sal no cocho, fazer rodízio de pasto verificar, bebedouros e etc.

O foco aqui não entra nessa parte técnica, é só para você entender, para quem nunca investiu em boi de verdade, para quem nunca criou boi, a complexidade que é se ramo. Quando falamos da BMF, eu posso acompanhar um rebanho virtualmente de qualquer lugar do mundo, basta ter internet.

Eu quero que você entenda como é possível ganhar com a queda da arroba do boi gordo da BMF, coisa que uma fazenda é inconcebível. Eu vou usar uma linguagem bem simples para que todo mundo entenda. Veja esse exemplo:

Verde significa o que? Pra cima, a tendência do preço é subir.
Vermelho significa queda, é a tendência do preço de cair.

Aqui você pode perceber que apareceu primeiro o traço vermelho. “Trovó, o que é esse indicador?” Esqueça isso agora, o importante é entender o seguinte: vermelho é sinal de queda. Está mostrando que vai iniciar uma queda do preço da arroba.

Neste momento o preço da arroba estava em R$125,50 – um momento que o mercado falou que vai começar a cair e essa queda perdurou até R$123,50, ou seja, houve uma queda de R$ 2,00 no preço da arroba.

A partir daqui apareceu o nosso semáforo, pintou a primeira luz verde que significa o fim da queda. A partir de agora a tendência é que o preço volte a subir e acelerar. Então como é que eu poderia me beneficiar desses R$ 2,00 de queda na BMF?

Apesar do preço da arroba ter caído apenas R$ 2,00 no Mercado BMF, a queda de cada R$ 1,00 no preço da arroba representa um ganho aproximadamente de R$ 330 por contrato ao investidor.

Nesse exemplo como caiu R$ 2,00 eu tenho um ganho de R$ 660 por contrato.
Agora vamos comparar o fazendeiro vs investidor. Vamos comparar proprietário rural e o investidor de boi gordo na bolsa investimento em animais ou contratos. Vamos colocar o mesmo peso para os dois para que a comparação possa ser justa.

Vamos considerar R$ 100.000 de investimento para cada. Um proprietário rural que vai comprar um boi de verdade vai investir R$ 100.000 e o investidor que vai comprar o contrato de boi gordo também tem os mesmos R$ 100.000 pra investir.

Tamanho do rebanho

O proprietário rural, eu vou colocar aqui um exemplo (isso pode variar de fazenda para fazenda) pode ser recria cria, engorda. Vamos só focar no engorda. Via de regra a gente compra um boi para engordar, o peso dele é por volta de 10 arrobas, por volta de 300 quilos.

Se considerarmos o preço da arroba no mesmo momento de R$125,50 e cada animal tem 10 arrobas, um animal de 10 arrobas um garrote de 300 quilos, custa R$1.250,00. Se eu tenho R$ 100.000 para investir, divido isso por 1250 e eu consigo comprar 80 cabeças de boi magro. Eu não estou costurando custo de funcionário, custo de terra, nada disso é só o custo de aquisição de boi. Nesse exemplo aqui 80 cabeças de boi magro.

E da BMF para eu conseguir adquirir um contrato, eu preciso ter depositado na corretora R$ 1.500,00. Esse é o sistema de margem e apesar do contrato custar apenas R$ 125,50 que é o preço da arroba, eu preciso ter como garantia dez vezes mais aproximadamente. Para cada contrato que eu queira comprar eu preciso ter depositado na corretora R$1.500,00.

Então vou considerar esse preço que mesmo não gastando R$1.500,00 é o valor que eu preciso ter para poder adquirir esse contrato. Se eu dividir os mesmos R$100.000 por R$1500 eu consigo ter 66 contratos.

Então temos 80 cabeças de boi magro vs 66 contratos da BMF. Vamos investir R$100.000. Vamos comparar algumas coisas importantes. Quando eu faço, quando engorda o boi de verdade, quando que um boi pode engordar em 20 dias?

Esse foi o tempo que levou para que a arroba de caísse R$2,00. Eu já trabalhei com isso e já engordei boi, é muito difícil conseguir o ganho de uma arroba por mês, muito difícil. Mas eu vou ser extremamente otimista só pra facilitar o cálculo.

Se eu conseguisse que o meu boi engordasse 30 quilos no mês, ou seja, ganhasse uma arroba e o preço da arroba fosse R$123,50 eu ganharia R$ 123,50 por cabeça.

Como eu tenho 80 cabeças, nesses 20 dias eu teria um lucro de R$10.000 lucro bruto porque tem funcionário, vacinação e um monte de coisas. Eu só quero que você entenda a comparação.

Se engordasse uma arroba por mês e o preço da arroba fosse R$123,50 como são 80 cabeças o lucro bruto seria de R$ 10.000 com os mesmos R$100.000, mas na prática é muito difícil conseguir que o boi engorde 30 quilos num mês.

Eu consigo aqui, vender logo em seguida. Quando eu invisto no boi gordo na BMF. A cada R$1,00 de queda o investidor recebe R$330,00 por contrato, como caiu R$2,00 eu vou receber R$ 660,00 por contrato.

Qual foi o lucro total bruto de quem investiu na BMF?

Tem 66 contratos, cada contrato caiu R$2,00 e ganha R$ 330,00 por contrato. Um contrato me deu um lucro de R$660,00 nessa queda de R$2,00. Se multiplicar os
R$ 660,00 vezes 66 contratos, eu tive um lucro bruto no mesmo período de
R$ 43.500.

Você comparar o boi físico e o boi virtual no mesmo período 20 dias com o mesmo capital de R$ 100.000 conspirando mesmo a troca de moeda, que seria arroba de boi gordo, no mercado virtual do boi, eu tive um lucro de quatro vezes mais no mesmo período fora funcionário, custo de aquisição de terra, manutenção e etc.

Nesse momento já deve ter começado a perceber que a bolsa não e nem de perto tão arriscado quantas as pessoas dizem. A grande questão é que as pessoas perdem dinheiro e não sabe como isso aconteceu. Resumo da conta para você entender… Como não sabe o porquê que houve a perda o medo é muito grande.

Eu gosto de comparar investimentos com rodovias. Milhões de pessoas por dia em todo mundo, morre em acidente de trânsito, mas não paramos de dirigir porque normalmente a gente entende qual foi a causa do acidente.

Via de regra, foi embriaguez, ultrapassou onde não devia, alta velocidade, etc. Como nós entendemos o que aconteceu, nós continuamos a dirigir. Afinal, basta tentar se proteger e evitar as atitudes que aumentam o risco.

Na bolsa é exatamente da mesma forma e vou te dar um exemplo que explica como uma porcentagem de nome de pessoas na bolsa por volta de 99% perde dinheiro e depois fogem com medo sem entender o que aconteceu.

Já ouvira falar no Warren Buffett?
Ele já foi um dos homens mais ricos do mundo e tem uma equipe muito bem estruturada com auditores (os melhores do mundo) que estão a todo momento verificando as empresas que ele está investindo. Você compra um livro do Warren Buffett de como ele enriqueceu e começa aplicar tudo isso.

Apesar de você ter a mesma técnica que Warren Buffett usou, você não tem a mesma estrutura, nem a mesma equipe e nem a mesma condição de fazer auditoria em todas as empresas. Aí você escolhe uma empresa que você julga a ser sólida e que irá continuar crescendo por muito tempo, coloca quase todo o patrimônio dentro de uma única empresa e por algum motivo o preço da ação daquela empresa despenca e o seu dinheiro desaparece, ou seja, existe o risco de uma empresa quebrar.

Agora é você que vai escolher se vai quebrar junto ou se aquilo não vai afetar seu patrimônio. Você consegue perceber que o risco existe mas que você pode administrá-lo e limitar como um desastre?

Para você ter uma ideia, 80% das operações que eu fiz nesses últimos 5 anos eu ganhei com a queda do preço das ações. A queda das ações podem te gerar lucro, mas esse é um assunto que a gente vai conversar em uma outra oportunidade.

Ganhando com a queda das ações, de novo temos o nosso semáforo.

Você está percebendo a escadinha verde e vermelha e nesse momento apareceu a primeira escadinha vermelha mostrando que a tendência é que o preço da Petrobras nesse momento, começa a cair.

Se eu detectei isso no gráfico, eu quero ter vantagem e em cima disso, quero ganhar com a queda do preço da ação. Em 27 de novembro aproximadamente a Petrobrás custava por volta de R$19,70 e a queda foi gigantesca como vocês podem perceber no gráfico. Foi só aparecer o primeiro sinalzinho verde, ou seja, início de uma provável alta do preço, por volta de março (4 meses depois) só que ação caiu de R$19,70 para R$ 12,70, ou seja, R$7,00 de queda em quatro meses, uma queda de R$ 7,00 por ação.

Existem pessoas que possuem ações da Petrobras, mas o foco delas é a longo prazo como 10, 15 ou 20 anos, até mais. O objetivo desse investidor é não vender essas ações imediato portanto para ele pouco importa se o preço nos próximos meses vai subir ou vai cair, afinal, ele não vai vender suas ações.

Apesar desse investidor não querer vender essas ações, ele pode alugá-la se ele perceber que haverá queda no preço das ações. Ele pode alugar as ações para outra pessoa, cobrar uma taxa de juros por esse aluguel e pode ter uma renda extra enquanto ele empresta as ações para uma terceira pessoa, mesmo que o preço da ação caia.

Todo esse trâmite pessoal é feito de forma legal através de uma corretora com fiscalização da CVM (comissão de valores mobiliários). O problema é que pouquíssimas pessoas sabem que é possível ganhar no mercado financeiro com a queda das ações.

Vamos colocar em números para facilitar o exemplo. O investidor A é dono das ações e possui 1.000 ações da Petro 4 e o preço da ação (vamos colocar em um exemplo que possa facilitar a conta) é R$ 20,00. Quando o investidor A aluga essas ações, ele não está preocupado com preço e sim com a quantidade, porque ele não vai vender a ação agora, somente daqui 15 ou 20 anos.

Então se as ações oscilarem durante esse tempo para ele tanto faz, pois ele precisa das 1000 ações de volta.

O investidor B (profissional, o lado que você precisa estar para saber o que está acontecendo), não tem as ações, mas ele quer alugar de alguém que tem. Ele é profissional e detectou o que você viu no semáforo ali a primeira luz Vermelha, ou seja, vai iniciar uma queda no preço das ações da Petrobras e ele quer aproveitar essa queda.

Nesse caso, o investidor B que é o profissional, que paga um aluguel para o investidor A (vamos colocar um exemplo aqui de uns 3% ao ano) e no final desse contrato, ele tem que devolver as ações para o dono.

As 1000 ações tem que voltar para a mão do investidor A independente do valor. Este por sua vez, não está preocupado com valor, ele só quer as suas 1000 ações de volta.

Resumindo… 1000 ações a R$ 20,00 seriam R$ 20.000. Quando eu pego emprestado essas ações de alguém, elas são minhas durante aquele período e eu posso fazer o que eu bem entender com elas, desde que no final do contrato eu devolva as 1000 ações para o seu dono.

Eu pego emprestado essas ações do investidor A e, no mesmo instante que eu detectei que o preço da Petro poderia vir a cair, eu vendo as mil ações no mercado. Peguei emprestado, aluguei no mesmo instante eu vendo as 1000 ações. Quando eu faço essa venda o que acontece?

Entra R$ 20.000 na minha conta, eu peguei emprestado mil ações vendi no mercado a R$20.000 eu sei que o preço da ação tende a cair vai entrar R$20.000 na minha conta. Mas é claro que eu não posso sair gastando esse dinheiro, mas eu só preciso recomprar essas ações para devolver para o dono porque as ações não são minhas, são dele.

“Trovó, onde esta a vantagem de fazer isso então?”
Ganhar com a queda da ação, mas assim que eu vendo essas ações no mercado, eu espero cair o preço e recompro mais barato (exemplo de R$12,00) e devolvo as mil ações para o dono que é um investidor A.

Então entrou 20 mil na minha conta, eu gastei 12 mil para recomprar e eu tive um lucro de R$ 8.000 com a queda de R$8,00 por ação. Quando eu vendi era R$20,00 quando eu comprei estava R$12,00 e eu tive um lucro bruto de R$ 8.000. Eu mais um R$600,00 de aluguel por ter emprestado essa ação e ganhei com a queda das ações.

Você entendeu que o risco na bolsa não é um monstro de sete cabeças?
Você viu que ter um negócio físico pode ser ainda muito mais arriscado do que investimento?

Eu mostrei que mesmo um desastre pode trazer um retorno muito alto quando eu mostrei a queda das ações da Petrobras. E mesmo com essa queda você conseguiu ter um ganho de R$ 8.000,00. Eu espero ter ficado bem claro que o problema não é a bolsa e sim não saber ou não entender o que é feito.

Um abraço,

Trovó

Seu Cérebro Não Foi Feito Para Ganhar Dinheiro

Seu Cérebro Não Foi Feito Para Ganhar Dinheiro

E se eu te perguntar agora… Você quer ganhar mais dinheiro?
Provavelmente a resposta da maioria seria: Sim!

Mas, então porque 90% da riqueza do Mundo está na mãos de somente 67 pessoas?
Querer realmente é poder? Vamos descobrir…

Hoje eu quero compartilhar um pensamento com você. Será que você foi realmente educado para ganhar dinheiro? Será que seu cérebro foi elaborado para que você ganhe dinheiro?

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Muito bem, quero propor um desafio super simples, que pode dizer e muito se você tem ou não tem aptidão para enriquecer.

Vamos imaginar três tipos de investimentos:

1 – Investimento que dê um lucro 80% das vezes;
2 – Investimento que dê um lucro 70% das vezes;
3 – Investimento que dê um lucro somente 30% das vezes;

Qual você escolheria?

Escolheu?

Não venha me dizer que escolheu 80%… Aqui vai meu primeiro puxão de orelha virtual em você. A resposta para este tipo de pergunta sempre tem que ser: “Depende, Trovó!”

Seguida de outra pergunta: Qual é o risco de cada alternativa?
Você só disse qual o provável índice de acerto. Então, vamos recomeçar.

A primeira alternativa te dará um lucro 80% das vezes. De cada 10 tentativas, em 8 vezes você vai ganhar R$100,00 quando acertar. Em duas vezes, você vai perder R$415,00. Anotou?

A segunda alternativa te dará um lucro 70% das vezes. Quando você ganha, o ganho é de R$50,00 e quando você perde seria R$126,60. A cada 10 tentativas, 7 você vai pagar e 3 você vai perder.

E a terceira te dará um lucro de 30% das vezes. De cada 10 tentativas você vai acertar somente 3 e irá errar 7 vezes. E quando você acertar você ganha R$200,00 e quando você errar você perde R$90,00.

Agora olhe para estas três alternativas e escolha a qual se adequá ao seu perfil. Você já tem o índice de acerto, o lucro e o risco de cada uma das alternativas.
Estas são as três respostas que você precisa ter para escolher um investimento. Escolheu?

Vamos então entender o seu perfil e o porque de cada decisão que você tomou. Se você escolheu a alternativa que te dá 80% de lucro, o motivo deve ter sido em função da alternativa que te dá o maior lucro, com o maior índice de acerto. A sua escolha provavelmente é motivada pela ganância.

Se você escolheu o índice de acerto de 70%, provavelmente foi por dar um lucro mediano.

Se você escolheu a alternativa 30% de acerto, provavelmente você a escolheu por ela ter a menor perda de quando você erra mediante as outras duas alternativas. Esta última alternativa, somente 10% das pessoas escolheram e a sua decisão provavelmente foi motivada pelo medo.

E ai qual destas três é a melhor alternativa?

Releia este texto, pense e deixe seu comentário. Se você gostou e quer saber mais sobre investimentos de uma forma simples, bem humorada e de fácil entendimento, clique aqui e se inscreva no nosso curso Risco Zero nos Investimentos. Este curso é gratuito, basta se inscrever e se juntar ao time Trovó Academy. Te espero no curso.

Um abraço.

Trovó