Alocar Ativos: Como Fazer isso do Jeito Certo e Ganhar Dinheiro – #5 Opções

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A Alocação de Ativos tem o principal objetivo de otimizar e selecionar as melhores escolhas de onde investir dinheiro no mercado de ações, assim como na renda fixa. A ideia central é balancear a carteira de produtos financeiros com relação no que é chamado por todos de Risco e Retorno.

Você já ouviu falar, não é? -> “Não coloque todos os ovos em uma só cesta”.

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A receita é muito simples: o investidor define quais os tipos de aplicações financeiras quer ter na carteira – títulos públicos, títulos privados, ações, fundos imobiliários, dólar – e isso vai formar o portfólio final que pode ser misto, arriscado ou conservador.

Alguns analistas dizem que 90% da variação do retorno da carteira de investimentos no longo prazo é atribuídas à alocação de ativos enquanto que 10% é feita no chamado Market Timing (momento de compra e venda de ativos).

Nesse contexto, a alocação de ativos tem a ver com quanto você destina para cada investimento, sendo que isso é 9 vezes mais importante do que quando você compra algum ativo.

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A decisão, no entanto, não tem que ser tomada aleatoriamente, sem conhecimento técnico, mas sim com base em objetivos financeiros, idade do investidor, perfil de risco aos investimentos, estabilidade da renda mensal, formação educacional familiar, conhecimento, entre outros.

Por que se deve optar pela Alocação de Ativos?

Para responder essa pergunta, selecionamos as principais vantagens de se alocar ativos financeiros. Confira cada uma delas e veja como é possível ganhar dinheiro no mercado financeiro sem correr risco!

Mais Diversificação e Menos Risco

Essa é a principal característica da alocação de ativos – já que quando a carteira é composta de forma variável e de com diversas opções, ela dilui os riscos e torna-se mais segura.

Por exemplo, os Títulos Públicos concentra os riscos no Governo Federal, que tem pouca chance de calote, mas, ao mesmo tempo, pode gerar mais papel e gerar hiperinflação, o que desvaloriza o real.

Por outro lado, temos também as ações, que podem se desvalorizar em alguns cenários, mas nem sempre com a mesma força da moeda citada acima.

Investir em qualquer ativo gera risco e o que é importante levar em conta é o retorno.

Para Harry Markowitz, que é o pai da teoria moderna dos portfólios, o risco de uma carteira é menor do que a soma dos riscos individuais de cada ativo.

Menos custos, Menos Tempo e Menos Estresse

Muitas pessoas costumam ter a ideia de para investir dinheiro é preciso ficar o tempo todo vidrado na tela do computador, vendendo ou comprando ações.

Mas, não! Isso existe, mas é chamado de estratégia de trading, onde há profissionais que buscam ganhos rápidos. No entanto, isso também gera mais custos operacionais e aumenta o estresse, obviamente.

Fazer Trading não é errado, mas isso tem que estar acordado com o seu perfil e você precisa se especializar na área, tornando-se um profissional, o trader.

Quando falamos em alocação de ativos, estamos falando em compras em períodos espaçados, que podem ser mensais, por exemplo.

Mais Disciplina e Mais Tranquilidade

Definindo a periodicidade dos investimentos financeiros, o investidor consegue disciplinar suas ações, deixando, automaticamente, de tomar decisões emocionais. O ideal é que a tomada de decisões seja feita de forma racional, com base na alocação.

Logo, a carteira fica em uma espécie de piloto automático, deixando a vida mais tranquila. No entanto, a alocação de ativos nunca deve ser esquecida. Estamos falando em periodicidade, ok?

No Final do Artigo – Bônus: Como Viver de Juros com um Salário de até 5 Mil Reais Mensais

Além de tudo, se você tem disciplina, acaba por ter também mais tranquilidade para encontrar a alocação de ativos que podem ser comprados “na baixa”, ou seja, aqueles desvalorizados ou como os analistas chamam de ações baratas.

A Definição do Percentual Investido

Isso vai depender do perfil do investidor. Assim, os mais conservadores têm o hábito de investir 70% de todo seu recurso financeiro na renda fixa enquanto que 30% fica na renda variável.

Confira as opções de perfil de investidor e observa em qual você se encaixa.

Arrojado

É todo investidor que arrisca mais e costuma compor sua carteira principalmente pela renda variável, o que oferecer um maior retorno, apesar do risco.

Esse é um perfil altamente técnico e exige mais atenção ao mercado financeiro.

Moderado

É o perfil daquele investidor equilibrado, que tem um perfil considerado intermediário, ou seja, ele ouve e está aberto as mudanças e as novidades do mercado, fazendo uma análise detalhada da situação.

Normalmente, esse investidor não gosta de correr riscos e sempre revê a sua estratégia.

Nesse caso, o conselho é ter 30% dos ativos em opções conservadoras e, pelo menos, 20% nos investimentos arrojados.

Conservador

É o tipo de investidor que quer ter um retorno maior do que a poupança, porém não está adaptado ao fato de correr riscos. Normalmente, ele não aplica o seu dinheiro em renda variável e quando o faz é em pouca porcentagem, onde existem ganhos menores, mas certeiros.

Nesse caso, o investidor é disciplinado e tem mais tendência a diversificação.

Quando falamos em Perfil Conservador, podemos citar títulos como Tesouro Direto, Certificado de Depósito Bancário, Letra de Crédito Imobiliário, Letra de Crédito Agrícola e os Fundos de Renda Fixa.

A recomendação para esses casos é aplicar 60% do capital nos ativos seguros e a outra parte pode ser dividida em opções mais arriscadas.

Considerações sobre a Alocação de Ativos

Alocar ativos é uma estratégia de implementação muito simples e eficaz – que pode ser usada por investidores de qualquer nível de conhecimento técnico.

Descubra quais foram os 8 Melhores Investimentos Financeiros da Última Década

Algumas pesquisas mostram que 90% dos ganhos feitos em carteiras de investimentos devem vir de investimentos feitos pensando no longo prazo e isso é importante na hora de distribuir o dinheiro em as diversas aplicações financeiras.

Já os outros 10% dependeriam do momento em que o investidor saiu e entrou nos ativos.

Assim, o valor que se investe em cada aplicação é importante – portanto, é imprescindível pensar em quando investir e no quanto investir dependendo do cenário econômico e da realidade de quem vai aplicar o dinheiro.

Tríade Financeira – O que é Isso?

Ainda que cada pessoa tenha o próprio perfil para investir dinheiro, e com objetivos totalmente diferentes conforme prazos, é possível encontrar três pontos adequados para qualquer carteira de investimentos – é o que os analistas chama de Tríade Financeira.

Renda Fixa

Essa classe de ativos são compostos por títulos já conhecidos – Títulos Públicos Federais (Tesouro Direto), CDB e Debêntures.

Nessa opção, os ativos são divididos entre os pré-fixados e os pós-fixados, além dos índices diferentes, que são baseados na Selic (Taxa Básica de Juros) ou no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Fundos Imobiliários

São investimentos financeiros que compõe a classe de ativos que dão acesso ao mercado imobiliário para quem tem capital mais baixo para aplicar e entrar no mercado.

Nesse caso, a recomendação é voltada principalmente para os pequenos investidores que vão investir nos grandes empreendimentos – por meio da aquisição de contas. É possível comprar fundos diferentes, como shoppings, imóveis e indústrias.

Mercado de Ações

São categorizados como individuais, tais como os fundos de índice (ETF).

As ações são como cotas de empresas, sendo que o tipo ideal é aquele que aloca ativos em grande diversificação considerando vários títulos, podendo aplicar em mais de 60 ações diferentes.

Somente com esses três tipos de investimentos é possível ter uma estratégia de alocação de ativos, levando em conta que a diversificação vai além das classes.

10 Ações do Ibovespa que os Fundos de Investimentos mais alocaram em 2017

Mas, qual a Diferença entre Renda Fixa e Renda Variável?

Renda Fixa é uma aplicação que te valores e rendimentos previamente definidos e, normalmente, os ativos são empréstimos que pagam juros.

Assim, são 2 formas de remuneração: pré-fixados (rentabilidade definida no momento da aplicação) e pós-fixada (títulos que pagam de acordo com algum índice).

Na Renda Fixa, trocando em miúdos, o combinado não sai caro. Por isso, é considerado um investimento conservador e, praticamente, imune aos riscos, sendo que o emissor só perderá dinheiro se não cumprir com os prazos definidos.

Além disso, algumas aplicações, tais como o LCI/LCA e o CDB possuem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito, do qual vamos falar abaixo. Se você quer conhecer sobre todos os tipos de Renda Fixa, veja nosso Guia Definitivo.

Para Saber Mais: A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito Agropecuário) funcionam assim: você empresta dinheiro para as instituições financeiras e elas utilizam a grana para investirem no setor imobiliário ou agropecuário.

É diferente do CDB (Certificado de Depósito Bancário) na qual a instituição usa do dinheiro para o fim que julgar necessário. A diferença está apenas para os fins, no entanto, eles têm os mesmos mecanismos de aplicação, remuneração e resgate. Continue Lendo sobre a LCI e a LCA!

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Reprodução: Google

Por outro lado, a Renda Variável, como o próprio nome diz, é um investimento que tem remunerações variáveis e que oscilam conforme o mercado.

O exemplo mais clássico é o mercado de ações da BM&FBovespa, na qual, ao comprar as ações de uma empresa, o investidor torna-se sócio, no entanto, sem saber exatamente quais as rentabilidades dos ativos.

Portanto, não vá pensando que é um jogo de sorte, como na loteria. Se você estudo o mercado e conhece as artimanhas das empresas, com certeza, vai se dar bem nesses investimentos.

É preciso audácia, com certeza, mas com um bom estudo, é possível faturar milhões de reais. Se você quer saber como INVESTIR EM AÇÕES COM RISCO ZERO, faça esse curso ONLINE E GRATUITO.

Bom, para essa batalha, se existisse uma lição seria “Não colocar todos os ovos na mesma cesta”, informação essa que você já leu aqui no Blog.

O que quer dizer que você deve diversificar os investimentos e dividir o seu capital em diversas aplicações, o que reduz o risco e equilibra os lucros. Claro que, considerando o seu perfil para investimentos.

Sobre a expressão “Não colocar todos os ovos na mesma expressão“, fizemos uma notícia recentemente, veja um trecho:

“Se você gosta de saber a resposta da pergunta logo no início do texto, aí vamos nós: Colocar todos os ovos em uma mesma cesta é a receita para um desastre financeiro. Tudo começou quando o pai de Corley perdeu todo o seu armazém em um incêndio”.

Na época, eles moravam em Todt Hill, um bairro nobre de Nova York e eles viram mais de US$ 3 milhões se transforarem em cinzas. Os 15 anos posteriores foram bem difíceis. Leia a notícia completa!

Como comparar os melhores investimentos em Renda Fixa

O site do Infomoney lançou um comparador de renda fixa, que ajuda o investidor a escolher os melhores investimentos desse tipo conforme os tipos, os valores de aplicações mínimas, os prazos de vencimentos, a liquidez e o rating.

A plataforma é de fácil uso, o que a torna “amigável e intuitiva”, como diz o site. E a ideia principal é permitir que o investidor escolha onde é possível aplicar em alguns produtos mais demandados do mercado, sabendo, inclusive qual o potencial de ganho e comparando, diretamente, com a poupança.

A plataforma é otimizada para celulares e smartphones.

Quanto aos produtos, a gama é variável e podem apresentar produtos como CDBs que pagam até 118% do CDI ou esse do Banco BMG, como citado no tópico acima, para prazos mais longos, de 5 anos.

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Tem a opção de produtos com liquidez diária também, que pagam 100% do CDI e que podem ser resgatados a qualquer momento, sendo que o custo envolvido nesses produtos é apenas com o Imposto de Renda sobre os lucros. (LCI e LCA tem isenção dessa tributação).

Para acessar a plataforma, clique aqui.

5 Estratégias Financeiras para Alocar Ativos

Existem muitas e muitas estratégias para alocar ativos, mas nós selecionamos algumas para você ter uma ideia de como tudo isso que falamos até aqui funciona na prática.

Entenda que estamos falando em um formato para compor uma carteira de investimentos, sendo que é uma estatística com uma expectativa de retorno no longo prazo.

Imagine um investidor que tem um histórico de rentabilidade de 20% ao ano para ativos de ações e 10% para títulos de renda fixa. Se ele montar uma carteira que tenha 50% de ativos em cada uma dessas situações, pode chegar uma rentabilidade ímpar no longo prazo.

Note, também, que não existe modelo estático, já que todos podem sofrer desvalorização de ações no curto prazo, principalmente.

1 – Alocação de Ativos de ponderação Constante

Acontece quando uma alocação é feita no famoso buy and hold (compra no mercado de ações de empresas sólidas e com grandes expectativas de crescimento no longo prazo).

Essa estratégia exige um manejo de ativo porque o investidor precisa rebalancear a carteira de tempos em tempos levando em conta a valorização das aplicações financeiras e a fim de manter a composição no inicio da formação da carteira.

2 – Alocação Tática de Ativos

É um tipo mais flexível porque é pensado no curto prazo e prioriza as aplicações no longo prazo – tornando várias possibilidades viáveis no mercado e que podem gerar maiores ganhos.

As características desse formato têm a ver com o perfil mais arriscado e, por isso, requer um acerto maior do investidor nas operações de curto prazo.

Nesse caso, é imprescindível a experiência, a disciplina e o talento para não mudar o plano em um período rápido demais.

3 – Alocação Dinâmica de Ativos

É um formato mais dinâmico, como o próprio nome indica. O investidor deve realocar seus ativos constantemente conforme mudar a percepção do mercado.

Portanto, é muito importante entender como o mercado funciona e ter um conhecimento mais aprofundado do assunto.

4 – Alocação de Ativos Segurados

É pensado no limite de perdas máximas para a carteira para que sirva como um benchmark dos seus investimentos – quando a margem é alcançada, faz-se outra alocação com ativos de livres riscos, como os títulos do Tesouro Direto.

O modelo é muito indicado para quem tem o perfil conservador, mas quer ter ganhos mais altos do que a renda fixa proporciona, sem comprometer o capital inicial.

A indicação é ótimo para aposentados.

5 – Alocação Integrada de Ativos

É um modelo equilibrado porque é considerado o retorno esperado e o risco dos ativos segundo a tolerância do investidor. A estratégia é ampla e mistura formatos anteriores quando não há contraposições a eles.

Diversificar Investimentos é Lei

Como foi visto neste artigo, diversificar os investimentos é lei para quem quer ganhar dinheiro no mercado financeiro – a prática é importante para qualquer investidor.

Isso é indicado pelo simples fato de reduzir os riscos e permitir que a carteira seja ajustada ao perfil de quem investe.

Como Diversificar Investimentos Financeiros

Se um investidor resolve investir na Bolsa de Valores, a diversificação de investimentos financeiros vai depender do mercado, do país e do setor – tudo junto e muito mais.

Conforme analistas, nada adianta a pessoa querer diversificar e comprar 10 ações de empresas diferentes sendo que todas são do mesmo setor – isso seria “chover no molhado”.

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Bônus: Como Viver de Juros com um Salário de até 5 Mil Reais Mensais

No início desse ano fizemos vários cálculos e publicamos a matéria que tem o título desse bônus. O assunto é o mesmo que foi tratado durante todo este artigo, por isso, replicamos parte dele aqui, confira agora!

A simulação é feita assim: para alguém que tem uma renda mensal líquida de 5 mil reais mensais o valor acumulado precisará ser de 1 milhão de reais.

A partir dessa hipótese, você precisará aplicar um dinheiro que tenha um rendimento de, pelo menos, 0,5% ao mês. “Como 5 mil reais corresponde à 0,5% de 1 milhão de reais, a pessoa viverá com os juros enquanto durar a vida”.

As aplicações usadas foram a poupança e o Tesouro Selic, que rende mais. A simulação leva em conta ainda que o poupador começasse a viver de juros após os 60 anos, quando, em termos, começa a aposentadoria.

Os valores foram baseados em uma rentabilidade nominal de 7,5% ao ano para a poupança e de 14,25% ao ano para o Tesouro Selic.

Para ter uma Renda Mensal de 2 mil reais, o poupador precisa fazer os seguintes investimentos:

Tempo de Investimento – Aplicação Poupança (R$) – Aplicação Selic (R$)

  • 40 anos                                    141,86                               21,76
  • 30 anos                                    311,80                               83,60
  • 20 anos                                    744,48                               334,26
  • 10 anos                                    2,2 mil                               1,6 mil

Para ter uma Renda Mensal de 3 mil reais, o poupador precisa fazer os seguintes investimentos:

Tempo de Investimento – Aplicação Poupança (R$) – Aplicação Selic (R$)

  • 40 anos                                     212,80                             32,64
  • 30 anos                                     467,69                             125,41
  • 20 anos                                     1,1 mil                              501,39
  • 10 anos                                     3,4 mil                              2,4 mil

Para ter uma Renda Mensal de 5 mil reais, o poupador precisa fazer os seguintes investimentos:

Tempo de Investimento – Aplicação Poupança (R$) – Aplicação Selic (R$)

  • 40 anos                                      354,66                           54,41
  • 30 anos                                      779,49                           209,01
  • 20 anos                                      1,8 mil                            835,65
  • 10 anos                                      5,6 mil                            4 mil

Qual o principal resultado dessa simulação?

O primeiro é que quem começa a poupar cedo leva vantagem porque tem mais tempo para juntar o montante e assim, consequentemente, torna-se necessário poupar menos.

Correção dos Valores?

A economista comenta que é super importante corrigir anualmente a inflação.

“Não é para ver a tabela e achar que vai depositar esse valor por mês que vai conseguir esse resultado. Não, é preciso corrigir todo ano o valor da poupança pela inflação, para que o cálculo dê o deferido resultado”.

Se você deposita 200 reais mensais e no outro ano a inflação subiu 10%, você tem que passar a depositar 220 reais por mês, simples assim!

Dica Final?

É preciso respeitar o padrão de vida. Se começar a gastar demais, vai ter que tirar da reserva, aí, tudo vai por água abaixo.

Com informações do JornaldoDinheiro, Focalise, ClubedosPoupadores

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