10 Ações do Ibovespa que os Fundos de Investimentos mais alocaram em 2017

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Até março deste ano, o patrimônio dos fundos brasileiros estava em 3,5 trilhões de reais, o maio valor já atingido pela indústria. Em termos de dólares, o patrimônio foi de 1,1 trilhões de dólares, o que torna também o maior volume registrado desde 2014. Os dados são da Economatica.

Mas, de que forma isso é bom para os investidores? A resposta você encontra no decorrer do texto. Inclusive, vamos mostrar também como é possível investir em fundos a partir de 100 reais.

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Ainda voltando a falar da pesquisa, a soma do patrimônio dos fundos ativos é feita com o desconto do valor alocado, aí se obtém um número com base nas carteiras publicadas pelas gestoras na Comissão de Valores Imobiliários (CVM).

O patrimônio alocado em ativos de renda fixa em março foi de 2,89 trilhões de reais, representando mais de 80% do total da indústria. E, lembrando que nessa modalidade entram também as aplicações em debêntures, depósitos a prazo e outros instrumentos, como operações compromissadas e títulos públicos.

No mesmo mês, as ações representaram pouco menos do que 5% do patrimônio total.

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Relembre essa notícia: Fundos de Investimento de fevereiro batem maior volume da série histórica desde 2002

O maior volume da série histórica, desde 2002, da captação líquida dos fundos de investimento aconteceu no último mês, fevereiro, com um valor de mais de 20,7 bilhões de reais, conforme divulgado pela Anbima (Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Agora, os fundos de investimento acumulam mais de 61,1 bilhões de reais de ingresso líquido no primeiro bimestre do ano e mais de 174,7 bilhões de reais no último ano, sendo que esses são os maiores volumes já registrados nesse período do ano.

Em 1º lugar estão os fundos de Renda Fixa, que captaram mais de 10 bilhões no segundo mês do ano e 45,5 bilhões de reais no ano. Com exceção dos fundos cambiais, que tiveram captação negativa de 47,7 milhões, todas as outras classes de fundos tiveram fluxo positivo de recursos no último mês.

Entre esses fundos com maior patrimônio líquido, o retorno mais expressivo foi o do tipo duração alta soberano, com 2,73% em fevereiro, acumulando 4,47% em 2017. Já entre os multimercados, como falaremos abaixo, o tipo macro foi o destaque, com alta de 2,40% no mês e de 4,55% no bimestre.

FUNDOS DE AÇÕES TORNAM-SE MELHOR OPÇÃO DE INVESTIMENTOS EM JANEIRO!

Os fundos Small Caps tiveram a maior valorização de fevereiro, com ganho de 5,09% acumulando a maior valorização entre todos os tipos de fundos do bimestre. Já os indexados tiveram alta de 10,51%. (Small Caps: Descubra como escolher as Melhores Small Caps para 2017)

“Destacam-se os papéis de companhias de menor capitalização este ano, ao contrário do registrado em 2016, quando a recuperação do mercado acionário foi concentrada em ações de empresas com elevado peso no Ibovespa”, afirma Carlos Ambrósio, vice-presidente da Anbima.

Em recente levantamento, feito pela Anbima, o segmento de Gestão de Patrimônio, que engloba os ativos de investidores de alta renda (com mais de 10 milhões de reais), teve um aumento de quase 21% em 2016.

O relatório afirma que a composição da carteira dos clientes acompanhou a tendência observada em 2015, com 48,1% dos recursos alocados em Renda Fixa, 24,6% em Fundos Multimercados, 17,6% em Renda Variável, 7,4% em Fundos Estruturados e 1,8% em Previdência.

Dentro dos ativos da Renda Fixa, destaca-se os títulos públicos, que tiveram aumento de 52,6, seguidos pelos Fundos de Investimentos em Renda Fixa, com 37,1% e dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), que vieram logo atrás, com 23%. Ao todo, o setor concentrou um valor de 43,3 bilhões de reais.

São Paulo e Rio de Janeiro foram os estados que lideraram a concentração dos recursos dos clientes em 2016, com 65,4% e 19,3%, respectivamente.

Fundos Imobiliários aparecem como opção de renda variável

Isso é o que dizem os especialistas, que levam em conta uma alta surpreendente dos fundos dessa área em 2016, que melhorou todas as expectativas do setor. No ano passado, esses fundos valorizaram mais de 30%, chegando em torno de quase 10% só em março.

Para este ano, a ideia era a de que acontecesse o mesmo, aí, na visão dos mais pessimistas, mesmo que esteja havendo a queda dos juros, é preciso cautela para sair da zona de conforto, afinal, é preciso olhar para outros fatores além da Selic.

Se você ainda não viu vantagens em investir nos Fundos de Investimentos, acompanhe o artigo até o final porque no último tópico vamos explicar exatamente o que ninguém nunca te contou sobre os fundos!

Os Fundos Imobiliários (FII), como são chamados, são investimentos em renda variável e funcionam exatamente como as ações, mas, em vez de aplicar em empresas, aplica-se em imóveis. Logo, cada investidor tem uma cota correspondente ao montante aplicado, que rende um valor mensal.

Dentre os analistas, é considerado um investimento amigável.

Principalmente se pensar nas pessoas que gostam de investir em imóveis, já que os fundos imobiliários podem ser muito mais vantajosos, dispensando a salga por longos financiamentos ou a necessidade de juntar uma enorme quantia em dinheiro.

Uma cota de um fundo imobiliário não passa de 4,5 mil reais, podendo ser adquirida por muito menos do que isso.

É uma alternativa à renda fixa e garante remuneração mensal ao investidor. Além disso, tem outro atrativo: a isenção da taxa do imposto de renda no valor do rendimento. Mas é preciso atenção porque as vendas das cotas com lucros tem cobrança de 20% e as taxas de administração costumam ser altas, quando cobradas.

Lucas Stefanini é analista da Corretora Guide e diz que até 2015 havia uma oferta muito alta de imóveis, o que gerava briga por locatários e não por fundos. Mas, com o passar dos anos, houve um equilíbrio maior entre oferta e demanda de espaços. Agora, o investidor pode se aproveitar de uma cotação menor do que o valor patrimonial.

Para se ter uma ideia, até o começo de abril, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix), que é o indicador das cotações dos fundos na Bolsa de Valores, avançou mais de 8%, em resposta à queda da Selic.

Como investir nos FIIs

Para começar um investimento nesse mercado, é preciso analisar o perfil dos imóveis do fundo. Observar, por exemplo, quais os tipos de imóveis que compõem a carteira para não tomar a decisão errada, assim como a localização deles e a qualidade dos espaços.

Stefanini diz que haverá uma melhora dos imóveis corporativos.

Roberto Indech, da Corretora Rico, acredita que a aplicação só é adequada para perfis bastante específicos dos investidores e não para qualquer um. Ou seja, se você precisa de uma renda mensal ou busca diversificar a carteira, pode optar pelos FIIs.

Como Ganhar Dinheiro com Fundos Imobiliários em 3 Passos Simples?

Conforme Luiz Mauricio Garcia, do Bradesco BBI, que cedeu entrevista ao Infomoney, essas dicas podem ser determinantes para o sucesso ou para o fracasso desses fundos. Confira as principais dicas do especialista.

1 – Tripé dos Fundos Imobiliários

O tripé é composto por localização (dos imóveis que estão na carteira do fundo), qualidade dos ativos e os locatários.

“Eu olho para o real state como uma combinação desse tripé”, diz o Garcia.

“Muitas vezes um ativo tem um desconto enorme e tem potencial, mas isso nem sempre é uma boa estratégia, se não for combinada com o tripé”, ele garante.

2 – Fundos com exposição ao mercado do Rio de Janeiro

Para ele, a cidade está sofrendo com alta vacância nos últimos anos.

“O cenário do Rio é muito negativo. A vacância é preocupante. São ocupações baixas diante de um mercado saturado”, ele define.

E a informação é reforçada pela consultoria imobiliária Jones Lang La Salle, que mostra a taxa de vacância de escritórios A e AA no Rio de Janeiro.

Os números atingiram o quinto recorde consecutivo no 1º trimestre de 2017, com 34,7% e mais de 130 mil metros quadrados de escritórios alugados foram devolvidos nos primeiros 3 meses do ano.

3 – Certificados de Recebíveis Imobiliários

Garcia também recomenda que o investidor FIQUE LONGE dos fundos de CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários), já que no atual momento os juros e a inflação estão caindo.

Como Lucrar 1 milhão de reais em 10 anos com imóveis? Seja um dos poucos a saber essa resposta!

Esse artigo é para todo mundo. É sério! É para homem ou mulher, jovem ou velho, rico ou pobre. Porque, o que vamos te contar hoje, com certeza, vai desmistificar uma informação que você tem desde quando se conhece por gente: investir em imóveis não é um bom negócio. Pelo menos, nos dias atuais não é. Talvez tenha sido, mas não hoje.

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Fundos de Investimentos a partir de 100 reais

Conforme a Proteste – Associação de Consumidores – alguns fundos de renda fixa do mercado podem exigir investimentos de até 100 reais. As informações são do final de 2016, mas servem para dar exemplos de como é possível investir com pouco dinheiro.

Separamos dois deles, conforme a pesquisa:

  1. Banrisul/Banrisul Patrimonial FI Renda Fixa LP
  2. Santander/Santander Sênior FIC Renda Fixa

A pesquisa levou em conta taxas de retornos e taxas médias anuais, sendo que para todos os casos é necessário ter uma conta corrente na instituição para poder iniciar os investimentos em fundos.

O ranking total está no site da Revista Exame, onde há uma lista com os melhores investimentos, que começam em 100 reais e podem chegar até 25 mil reais. Confira.

O que São Fundos multimercados? 

ormalmente, os fundos multimercados são aconselháveis como estratégia para diversificar os investimentos. Para se ter uma noção do quão grande é essa classe de ativos, saiba quem em outubro do ano passado, esses fundos tinham somado um patrimônio líquido de 654 bilhões de reais no Brasil, ou seja, quase 20% do patrimônio total dos fundos de investimentos, conforme dados da Anbima.

Tudo bem, agora que você viu os números da Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), deve estar querendo saber como funcionam esses fundos multimercados, não é? Como investir dinheiro neles? Por que esse pode ser um investimento muito rentável para você?

A resposta para todas essas dúvidas estão no decorrer do texto!

Por sinal, os multimercados foram destaque de rentabilidade em 2016, só em agosto, as carteiras macro tiveram um ganho de 1,46%. Já os long/short tiveram rentabilidades de 1,85% e os direcionais ficaram com alta de 1,62%.

Continue Lendo:

O que São Fundos multimercados? “De forma gradual, os multimercados ganharão atratividade”

Fundo de Investimentos Canary

O Fundo de Investimentos Canary, que foi criado em janeiro deste ano pelo brasileiro Julio Vasconcellos (executivo do Peixe Urbano) junto com outros quatro sócios, está na liderança dos fundos e já levantou mais de 20 milhões de dólares. Com o dinheiro, já foram feitos investimentos em três startups.

A afirmação é do Estado e a meta é levantar um total de 50 milhões de dólares.

“Queremos impulsionar o ecossistema brasileiro de startups”, informaram os sócios, durante um manifesto publicado no site do Canary, onde o texto mostra, inclusive, que o foco é justamente as startups brasileiras que querem transformar o mercado através da tecnologia.

“O Canary tenta ocupar espaço que existe entre o investimento anjo e o venture capital”, diz o diretor de inovação a Accenture e parceiro do fundo, Guilherme Horn.

“Neste estágio, as startups ainda não têm números muito maduros e um empreendedor pode enxergar o que está por vir”.

Sobre o Peixe Urbano

Em 2017, o fundador do Peixe Urbano vendeu o site para um gigante chinês – que tem o principal buscador da China – em um valor não revelado. Depois disso, o site se transformou em uma base de operação da China na América Latina.

Hoje, Vasconcellos continua ligado à empresa como presidente do conselho e atua também como controlador, decidindo sobre fusões e aquisições n região. Desde o ano passo, o executivo mora em São Francisco, sendo residente do fundo Benchmark Capital.

Sobre o Canary

O Canary, como dito, investiu em três empresas brasileiras:

  1. Em março, na Monashees na IDWall, que oferece serviços de verificação e validação online de identidade e que tem o intuito de prevenir fraudes na abertura de contas-correntes – 2 milhões de reais.
  2. Em junho, na Rapidoo, que oferece serviço de crédito rápido para pequenas e médias empresas, conforme notas fiscais e antecipação de pagamento de duplicatas.
  3. Em junho, na Volanty, que é um site de compra e venda de carros usados.

Para esses dois últimos casos, como as notícias são recentes, ainda não há valores divulgados e nem mesmo os acordos foram revelados.

10 Ações preferidas pelos Fundos de Investimentos em 2017

O ranking foi produzido pelo Comdinheiro e mostra os papéis que receberam mais recursos dos fundos. Isso levando em conta que no país há mais de 15 mil fundos, dos quais quase 2 mil aplicam exclusivamente em ações, conforme a Anbima (Associação Brasileira das Entidades do Mercados Financeiro e de Capitais).

O estudo foi feito com base nas carteiras de investimento de dezembro do último ano, e são consideradas informações consolidadas. Abaixo estão as ações, a empresa e o valor investido, respectivamente, conforme divulgado pelo site da Revista Exame.

AçãoEmpresaValor investido pelos fundos
BBDC4BradescoR$ 6,92 bilhões
ITUB4Itaú UnibancoR$ 5,85 bilhões
BBAS3Banco do BrasilR$ 5,44 bilhões
PETR4PetrobrasR$ 5,34 bilhões
PETR3PetrobrasR$ 5,15 bilhões
ITSA4ItaúsaR$ 5,03 bilhões
EQTL3EquatorialR$ 3,88 bilhões
VALE3ValeR$ 3,79 bilhões
CIEL3CieloR$ 3,23 bilhões
BRFS3BRFRS 3,19 bilhões

O que ninguém te contou sobre os Fundos Simples 

É muito provável que seu gerente tenha te oferecido um fundo simples como porta de entrada para o universo dos investimentos financeiros. “É simples, é fácil, é prático”. Tudo que mostra que investir dinheiro está a um passo a frente.

Ele tem razão, investir em fundos é realmente fácil e pode render mais do que a poupança, mas será que tudo é tão bom assim?

Os fundos simples foram criadas para serem uma alternativa de baixo risco e custo reduzido para os pequenos investidores. Chamados de Fundos DI, a categoria foi extinga em 2015 e passou a ser nomeada como Fundos Simples nos últimos meses.

Aí, a grande questão é que todo investidor que opta por essa aplicação perde muita rentabilidade (em todos os casos) com as altas taxas de administração, que podem chegar a incríveis 4%. Isso sem contar que há o desconto do Imposto de Renda.

“Se a taxa de administração for até 2%, o fundo simples ainda pode render mais que a poupança. Se for mais do que isso, não vale a pena”, explica a professora de finanças do Insper Juliana Inhasz.

O motivo para investir em um Fundo Simples também deve ser explícito: manter uma reserva de emergência, um dinheiro para usar quando precisar ou se estiver disposto a pagar pela comodidade de um gestor fazer tudo por você.

Também há de se pensar na liquidez, porque mesmo que os valores de aplicações sejam baixos, de 50 reais, quase nunca é vantajoso tirar o dinheiro em um prazo menor do que 3 anos.

“Para resgatar o dinheiro em até seis meses, a poupança é melhor. Se você deixar o dinheiro por pouco tempo em um fundo, você é penalizado pelo IR”, explica Juliana.

Portanto, dependendo de todo caso (liquidez, valor para aplicação, disponibilidade) é possível investir em Fundos Simples, mas apenas quando as taxas de administração forem menores do que 2% e claro, desde que você tenha um objetivo definido e não retire o dinheiro antes de alguns anos.

Então, qual o Jeito Certo de escolher um fundo de investimentos?

Na verdade, o único jeito certo de investir em fundos de investimento é fazendo análises. Assim, quando você encontrar um equilíbrio entre vários pontos, vai encontrar o seu fundo de investimento certo.

Por exemplo, antes de apertar a mão do seu gerente, você precisa se atentar à 5 pontos importantíssimos de um fundo. Alguns, já até comentamos aqui, mas vamos repetir porque é realmente importante.

1 – Prazo de Investimento e Valor de Aplicação Inicial: cada tipo de investimento tem suas características e normalmente esses dois pontos são bastante diferentes dependendo do produto ou do banco. Tudo vai depender do seu proposito e objetivo.

2 – Objetivo: é exatamente o seu objetivo que vai definir qual o melhor fundo de investimento. É a longo ou curto prazo? Buscando rentabilidade ou pensando na aposentadoria? Você precisa ter essas respostas na ponta da língua.

3 – Perfil Investidor: você tem que saber qual é o seu perfil para investir. Se não gosta de correr risco, vale optar pela segurança de alguns fundos de renda fixa, no entanto, as taxas de administração podem ser um pouco maiores e afetar sua rentabilidade final.

4 – Liquidez e Taxas: são muito importantes né? Afinal, se você aplicar em um fundo que é de 48 meses, não adianta querer tirar o dinheiro amanhã. Assim como não adiante optar por um fundo que cobre mais do que 2% de taxa administrativa, o que é um abuso.

5 – Gestão do Fundo: é importante conhecer a gestão dos fundos e analisar os últimos resultados. Profissionais qualificados e estruturas independentes podem trazer melhores benefícios.

Fundos de Investimentos: O que são

Um fundo de investimento é um investimento financeiro formado por vários investidores, que são organizados sob a forma de pessoa jurídica, exatamente como um condomínio de casas ou apartamentos, na qual, todos visam o mesmo objetivo. Esse grupo é gerenciado por um gestor que fica responsável por decidir onde investir os recursos, de acordo com a estratégia de investimento pré-definida.

Normalmente, os custos para o investidor são: Taxa de Administração (para o gestor), Taxa de Performance (para o gestor caso a rentabilidade fique acima de um indicador) e o Imposto de Renda (para o governo).

Sendo assim, a estrutura de um fundo de investimento é formada pela seguinte composição: Gestor (toma as decisões de aplicação dos recursos), Administrador (responsável pelo funcionamento do fundo), Custodiante (responsável por guardar os ativos), Auditor (fiscaliza se o fundo está de acordo com as normas legais) e Distribuidor (quem vende a cota de fundos).

Com informações da abril, ultimoinstante

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