Ações de empresas vendidas: o que fazer?

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“Comprei ações de uma empresa e fiquei sabendo que ela pode ser vendida. O que acontece com as minhas ações nesse caso. Será que eu perco tudo”? Este artigo é para você que também tem essa dúvida sobre as ações de empresas vendidas!

A ideia é a de tentar explicar para vocês o que acontece quando a sua empresa é vendida. Mais especificamente, o que acontece com suas ações.

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E também como é que você, investidor, fica – será que a bolsa de valores vai dar um golpe no queixo, um nocaute?

Introdução

Antes de começar a falar sobre as ações de empresas vendidas, vamos alavancar alguns pontos básicos.

I – Acionista minoritário

O primeiro ponto básico é você saber que não perderá todo seu dinheiro se as ações da empresa forem vendidas.

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Então, pode ficar tranquilo porque você é um acionista da empresa que possui ações dela, dessa forma é um dos donos.

Mesmo que você seja um “dono minoritário”, você tem os seus direitos.

E, assim sendo, as ações não somem!

II – Ações ordinárias e ações preferenciais

O segundo ponto básico é entender a diferença entre ações ordinárias e ações preferenciais.

As ações ordinárias dão direito a voto.

Logo, a ordinária é quando você pode votar e você ganha o poder de participar das decisões da empresa.

Assim, o acionista ordinário tem voz na empresa e tem um voto.

Ele participa ativamente das tomadas de decisões da companhia.

Então, os acionistas ordinários são aqueles que controlam a empresa e quem tem a maior parte das ações ordinárias.

Ou seja, eles têm controle da empresa e decidem pela empresa.

Já os referenciais…

Bom, esse nome [preferenciais] existe porque o acionista preferencial tem preferência no recebimento de dividendos dos acionistas.

Por isso eles são preferenciais.

Dessa forma, eles não votam e não têm voz ativa na voz ativa na empresa.

Portanto, essas são as diferenças!

E esses são os dois pontos básicos que você precisava saber.

Quando uma empresa compra ações de outra empresa

Geralmente, quando uma empresa é vendida para outra empresa com capital aberto, o que acontece é chamado de troca de ações.

Isto é, as ações da empresa que foram compradas [que você possuía as ações], elas são transformadas em ações da empresa compradora.

As ações saem da empresa A [que foi comprada] e vão para a empresa B [que é a compradora].

O detalhe é que essa proporção varia de caso a caso.

Exemplo

A Cetip foi adquirida pela Bovespa recentemente, lembra?

O fato é que as bolsas de valores se juntaram, se fundiram e criaram a B3.

Assim, aconteceu que as ações da Cetip foram transformadas em ações da BVMF3.

Mas, além dessa “transferência”, também pode acontecer outra coisa.

OPA (Oferta Pública de Aquisição)

Este é outro cenário que temos que considerar.

OPA é uma Oferta Pública de Aquisição e isso significa que o acionista controlador [ou a própria empresa] faz uma oferta pública para adquirir todas as ações dos seus minoritários de uma vez só.

Dessa forma, a ideia é tirar as ações da empresa de circulação.

Nesse caso, não vai haver transferência e sim uma “extinção” das ações da empresa que foi vendida.

Qual é o preço?

Essa é uma boa pergunta!

O acionista controlador é quem define o preço que ele vai ofertar pelos minoritários?

Como funciona isso tudo?

Então, vamos entender!

Sobre o preço, não é o acionista controlador que decide, obviamente.

Ele é definido em laudo técnico.

Então, é contratada uma empresa para fazer uma precificação dessas ações em bolsa.

E o que o laudo técnico avalia?

Basicamente, são três critérios.

  1. Preço médio dessas ações,
  2. Análise de múltiplos,
  3. Patrimônio líquido da empresa.

O preço médio tem a ver com os 12 meses sobre o valor econômico da companhia.

Depois de esses três critérios serem analisados se chega à um valor considerado “justo”, teoricamente, para a empresa.

E com esse valor justo, o controlador ou a empresa define um preço, geralmente um pouco superior ao preço desse laudo técnico.

Leilão de ações

E o que acontece: os minoritários podem recursar esse preço?

Quando sai fatos relevantes dessa oferta pública de aquisição, tudo acontece de maneira programada.

É designada uma data para a ação deixar de ser negociada, por exemplo.

Assim, os minoritários podem resolver fazer um leilão da concorrente para venderem essas ações e receber em dinheiro o valor do montante.

Assim, essa ação deixa de ser negociada.

Você perde ação, mas ganha dinheiro.

E neste leilão quem participa são os minoritários.

Assim, eles podem optar em aceitar esse preço ou não aceitar esse preço.

Se eles aceitarem, existe uma data programada para a ação deixar de negociar.

Essa é uma data que sai daquele fato relevante de início e nessa data é realizado um leilão.

Onde os minoritários vendem essas ações a um preço muito próximo do preço estipulado.

E se você e os minoritários optam por não participar do leilão, não concorda com isso e quer continuar sendo sócio da empresa por mais tempo, basta não participar do leilão.

Só que aí você vai ficar com uma ação com baixíssima liquidez em mãos – o que não é recomendável.

E porque todo mundo que participar do leilão vai ter as suas ações vendidas?

Porque eles vão receber o dinheiro em troca e a liquidez dessa ação vai cair grosseiramente para quase zero.

Logo, se isso acontecer [você não participar do leilão, você fica com certo mico].

E sem liquidez alguma em mãos, você não poderá mais negociar na bolsa de valores.

Agora, os minoritários podem também não aceitar o preço. E daí o que acontece?

Tem dois cenários…

I – O primeiro cenário são 10% dos acionistas se juntam e falam que não aceitam.

Se eles não aceitarem o preço do laudo técnico, acontece uma assembleia para adiar o leilão e realizar um novo leilão posteriormente.

Com base em um novo laudo técnico, eles podem aceitar de novo ou não.

E se eles realmente não aceitam essa oferta, eles podem optar por não participar do leilão.

Agora, preste atenção, se dois terço dos acionistas não participarem do leilão, a oferta é automaticamente suspensa.

Então, não tem oferta e volta tudo como estava antes.

Então esse é o cenário: a empresa faz uma OPA (oferta pública de aquisição) que toda hora acontece, todo ano acontece uma OPA!

II – O Segundo cenário é quando o controle da empresa é vendido.

Digamos assim: tem um controlador com 60% das ações e as outras 40% estão na bolsa de valores.

E daí os controladores, que tem 60% das ações, vendem a empresa para outro grupo.

Aqui entra o conceito de tag along.

Esse é um mecanismo de proteção dos minoritários que diz que o novo controlador que comprar essa empresa precisa [e é obrigado] a fazer uma OPA para adquirir as demais ações ordinárias listadas na bolsa.

Qual é o preço estabelecido pelo tag along?

Ele é pelo menos 80% do valor pago para os controladores.

O que de certa forma poderia prejudicar os minoritários que receberam 20% a menos.

Mas, em alguns casos ele é 100% do valor pago para os controladores, daí sim os minoritários estarão bem protegidos.

Agora, se você já aprende sobre as ações de empresas vendidas, mas quer aprender mais sobre a bolsa de valores, sobre como comprar ações na bolsa de valores…

Conheça um curso online e gratuito sobre esse assunto!

Ações de empresas vendidas

Curso de finanças pessoais épico

O segredo do mundo é o conhecimento. Logo, se você quer ter sucesso em qualquer área da sua vida, deve estudar.

No mercado financeiro, isso pode ser feito através dos cursos de finanças.

Mas, será que existe algum curso recomendado?

Aliás, como escolher o melhor curso de finanças da atualidade?

Sim, existem formas de encontrar um bom curso para estudar o mercado financeiro. E a escolha errada pode te fazer perder dinheiro.

A nossa recomendação é: não deixe de estudar… Mas faça isso com fontes confiáveis.

A melhor forma de provar uma afirmação é com a prática. Então, vamos ser bastante objetivos a partir de agora!

Considere que estamos falando de Robinson Trovó.

Ele é conhecedor do mercado financeiro por tê-lo estudado por muito tempo e com muitos cursos sobre finanças.

Dessa forma, ele largou a faculdade que tinha e entrou no mercado do dinheiro. Perdeu todo seu investimento e continuou estudando ainda mais.

Depois, tornou-se um dos poucos brasileiros a somar 1 milhão de reais quando ainda tinha menos de 30 anos.

Trovó, após conseguir êxito nesse mercado, criou um curso a partir dos seus erros e dos seus acertos.

E por que dá certo?

Logo, por que deu certo?

Porque ele errou muito antes de aprender a se portar na bolsa de valores.

Agora, isso responde esse tópico: a base usada para a criação desse curso de finanças é justamente o seu empenho e a sua experiência no mercado financeiro.

Ele não criou algo a partir do que ele achava, mas sim com as informações que ele colheu durante a empreitada do seu primeiro milhão de reais.

Isso faz sentido para você?

Curso de Finanças Risco Zero nos Investimentos tem a ver com a história de um homem que estudou o mercado e atuou nele. A parte disso, criou uma metodologia de estudos.

Aqui, não há segredos! Você vai poder aprender com quem já viveu “dentro dos gramados”.

Se um rei te ensinasse a investir dinheiro, será que esse ensinamento seria condizente com a sua realidade?

Possivelmente, ele falaria até de castelos e camelos…

Coisas que podem estar distantes do seu mundo atual.

Para quem não conhece a história do Trovó, vamos contar brevemente – observe as tamanhas semelhanças que ele tem com você!

Robinson Trovó

Robinson Trovó não herdou dinheiro da família e nunca ganhou dinheiro algum na loteria do governo federal.

Também não encontrou o gênio da lâmpada mágica e nem foi inventor de uma grande bugiganga que lhe rendesse alguma fortuna.

Ah, se você pensa que ele se casou com uma mulher rica… Está equivocado!

Como a maior parte de nós, brasileiros, ele estudou muito para “se tornar alguém na vida” – mas, como muito de nós também, ele fracassou.

Ao chegar ao mercado de trabalho, Trovó se deparou com uma dura realidade – um esgotamento de vagas e uma concorrência desleal de opções de trabalho.

Abandonou a profissão para estudar finanças.

E, posteriormente, vendeu o carro para investir dinheiro na bolsa de valores!

Repare bem na história desse cara…

Você consegue ver alguma semelhança coma sua realidade?

Isso é importante porque mostra que ele também tinha uma vida “normal”.

Como todo brasileiro, lutou por uma vida digna. Estudou muito, pesquisou, enfrentou o mercado de trabalho.

A única diferença é que ele teve ousadia para buscar conhecimento no mercado financeiro – e se deu bem com isso!

Ousadia e alegria

Você pode ter o mesmo fim, se quiser.

E pode começar a mudar de vida a partir de hoje, com o curso do Trovó.

Essa é uma ótima chance de aprender sobre esse mercado tão desconhecido e ao mesmo tempo tão promissor!

Você já sabe quase tudo que precisa para aceitar um curso de finanças que realmente valha a pena. Mas resta um ponto, muito importante!

Se você já dedicar um tempo para o estudo, precisa saber se há chances reais de aplicar aqueles conhecimentos na prática.

Nós já falamos sobre o autor, a metodologia, a base e porque tudo isso tende a dar certo para você também.

Oras, se uma pessoa que é como você conseguiu ganhar dinheiro na bolsa de valores, fica lógico que o curso de finanças oferecido por ele vai gerar ótimos resultados para você também, não é?

Ainda que essa afirmação faça todo sentido, as pessoas costumam exigir um pouco mais para ter “segurança” na hora de começar a estudar o mercado.

E só uma forma de mostrar e comprovar isso – com as histórias reais!

Será que alguém fez o curso e conseguiu ganhar dinheiro também? Se você tiver essa resposta vai ficar um pouco mais confiante, não é?

Bem, como pensamos em tudo antes de escrever este artigo, saiba que temos essa resposta também!

Curso do Trovó vale a pena?

Separamos alguns relatos, em vídeos, dos alunos da Trovó Academy (curso de finanças do Trovó), que provam que estudar o mercado financeiro dá certo.

São comentários e analises de pessoas que iniciaram seus cursos há algum tempo ou recentemente, mas que já estão colhendo bons frutos financeiros.

Com informações do Youtube

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