8 passos para ter um bom planejamento financeiro e manter o controle da sua empresa em 2017

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Se para as finanças pessoais, o começo de ano é bem trágico, para as empresas, não é diferente. Em um você tem IPVA, IPTU, material escolar e em outro, acabou de pagar o 13º salário dos funcionários, logo vai ter dissídio e precisa atualizar os seus programas tecnológicos. E o caixa da empresa é como o coração do ser humano, se parar, o resultado é a falência. Exceto em milagres.

Para ficar firme no “azul”, como se diz no linguajar público, é fundamental fazer um check up geral da empresa e analisar cada item financeiro. Todo esse controle de gestão precisa estar integrado em programas e, caso você ainda não tenha experiência no ramo, precisa se acostumar o mais rápido possível.

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Afinal, são termos como “custos fixos”, “lucro operacional” e “fluxo de caixa” que podem colocar o seu negócio inteiro para baixo da água. Então, inclua todas essas definições em uma gestão financeira e avalie as finanças empresariais. Mas, como fazer isso? Vamos te ajudar, calma lá! Se você quer gerar bons resultados e melhorar o caixa da sua empresa em 2017, vai precisar seguir essas dicas extremamente importantes.

1 – Planejamento Financeiro

É como na vida, meu caro. É preciso ter um planejamento, definir metas e lutar para alcançar esses objetivos no tempo mais curto possível. Faça uma reflexão sobre qual é a maior necessidade da sua empresa e direcione os seus investimentos. Calcule quanto irá investir e onde, afinal seu retorno deve ter rentabilidade e prazos definidos.

Como ter um Planejamento Financeiro Pessoal positivo em 2017?

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Antes da estratégia, é preciso ter disponível todas as informações, de forma organizada e em conjunto. Sem números exatos, o planejamento pode ficar comprometido e inconsistente. Entenda mais sobre isso no tópico 4, abaixo!

2 – Tendências do Mercado

O uso do cartão de crédito não é muito indicado para as pessoas consumistas. Mas, nessa hora, você está do outro lado do campo e pode ver nela uma boa opção de aumentar as vendas. Com base em dados do Banco Central, as transações realizadas com cartão de crédito aumentaram mais de 100% entre 2010 e 2014.

Então, se você ainda não aceita o famoso cartão milagreiro, procure já uma operadora que faça isso. Ou então, estará sujeito a perder dinheiro e isso não é um bom sinal. E, atenção, à medida que o volume de vendas com o cartão vai aumentando, você vai conseguir negociar melhor as taxas. A ideia é caminhar para frente!

Beblue: Se estamos falando de tendências de mercado e cartão de crédito, não podemos deixar de lado o Beblue. “Seu dinheiro de volta é no Beblue”, já ouviu isso né? Então, é um novo tipo de pagamento que está beneficiando, inclusive, os clientes. E é de clientes fiéis que você, empreendedor, precisa! Consulte mais sobre esse aplicativo!

E já que o assunto é tecnologia, veja esse vídeo curtinho abaixo e conheça um novo aplicativo financeiro, o SR Invest, que pode facilitar sua vida financeira e te dar as melhores opções de investimentos:

3 – Análises dos Concorrentes

É importante pesquisar os concorrentes – tão bem quanto o mercado. Veja se o seu preço não está fora do mercado, procure exaltar os seus diferenciais e leve em consideração, principalmente, os interesses dos seus clientes. Isso não significa que você deva ter o valor mais baixo do mercado, ok? A definição dos preços leva em conta vários fatores, como gastos, qualidade e serviço. Esta é uma reflexão que deve ser feita durante o ano todo.

Atualmente, vale mais a pena ser reconhecido por um produto especifico e que tenha qualidade do que ser o “faz tudo”. Ou, o contrário também vale, dependendo do seu nicho. E é isso que é importante definir: onde você está e qual a sua importância. Se valorize e tenha bons resultados. Para tal, não deixe de ver, aliás, a margem de lucro. Verifique se é possível cobrir os gastos. Em caso contrário, adote mudanças!

4 – Uso da Tecnologia

Já falamos um pouco disso acima, mas é realmente importante: use softwares de gestão, que vai, com certeza, facilitar o seu trabalho e dos funcionários para a realização do planejamento financeiro. Isso otimiza seu tempo e permite a organização das contas, acesso aos relatórios, entre outros benefícios. Atenção: Registrar é importante! Tenha tudo documentado.

5 – Profissionais Capacitados

Não importa a especialização, a área ou o serviço que será prestado, o ideal é que você tenha apoio dos seus funcionários e que eles estejam realmente empenhados e fazer um bom trabalho. O mesmo vale para você, que precisa estar atento e disposto a levar a empresa adiante.

Que tal começar o ano ao lado de empresários de sucesso: Roberto Justos, Carlos Wizard e Ronbins Trovó? Sim, é possível. Eles estarão palestrando em um curso que vai acontecer em breve, saiba mais sobre ele.

Reprodução: Google
Reprodução: Google

Faça com que os profissionais se sintam valorizados e com perspectivas de crescimento. É importante também não guardar segredos apenas entre os gerentes, exiba os ideais da companhia e faça os colaboradores ficarem cientes. Deixem que eles participem, também.

6 – Atualização

Aqui estamos falando da sua atualização e não do software, ok? Você, como empreendedor, precisa estar atento à tudo que está acontecendo na sua empresa, no concorrente, no bairro, no país, no mundo. Precisa saber um pouco de cada assunto e fazer uma conexão para proporcionar o crescimento da sua empresa.

Se ainda não domina alguma área, nem que seja o básico, aprofunde o conhecimento. É importante saber conceitos como fluxo de caixa, lucro e etc.

7 – Rendimentos

Apure os rendimentos e não ignore as questões tributárias. Um exemplo disso é quando se aplica recursos em fundos de renda fixa, onde há cobrança de IOF e Imposto de Renda. Normalmente, as pessoas esquecem de retirar dos seus ganhos a tributação, já que os bancos nunca fornecem essa informação de forma espontânea. No fim das contas, o que vai importar é o rendimento líquido.

8 – Reserva Financeira

Quando se tem o próprio negócio, é importantíssimo que se crie uma reserva financeira para fins emergenciais. Os imprevistos acontecem sempre e para estabelecer o valor ideal dessa economia, é preciso levar em conta o número de trabalhadores que existem. Quanto mais dependentes a empresa tem, maior a chance de imprevistos.

3 Motivos que os Empreendedores Precisam Saber Sobre o Mercado de Investimentos e o Passo-a-Passo do Tesouro Direto

Sobre ter uma reserva financeira, recentemente fizemos um artigo muito bacana sobre como utilizar o Tesouro Direto como opção para tal fim. Incluindo até mesmo o passo a passo para esse investimento. Veja um trecho:

Atualmente, existe uma infinidade de formas de investir o seu dinheiro, tais como as Rendas Fixas (CDB, LCI, LCA, Tesouro Direto) e as Rendas Variáveis (Fundos de Investimentos em Ações e Câmbio). Temos vários textos explicando cada um desses, mas o resumo para esse artigo é que a maior diferença entre ambos está no risco do investimento e no retorno do mesmo.

Reprodução: Google
Reprodução: Google

Para um empresário, em um primeiro momento, é claro que o mais indicado é um investimento que tenha um retorno consistente e que seja muito mais seguro, mesmo que ele não tenha o percentual de retorno mais alto.

Por exemplo, é possível entrar em um investimento que oferece excelente rentabilidade com o risco muito baixo, na qual, é possível remunerar o capital com a Taxa Selic (que até tempos atrás estava em 13,25% ao ano). Esse é um investimento que tem na base a liquidez e a segurança.

E, por isso, é o mais indicado para os futuros empresários, empresários ou velhos empresários. Estamos falando do Tesouro Direto, que tem como principais características:

  • Segurança
  • Alta Rentabilidade
  • Liquidez
  • Acessibilidade
  • Facilidade
  • Flexibilidade

Vamos ter um próximo artigo explicando, especificamente sobre o Tesouro Direto: o que é, como investir nele, quem pode investir, etc. Abaixo, está o passo-a-passo do Tesouro Direto para os empreendedores.

Leia o artigo completo.

Com informações do Administradores e Terra

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