4 gastos do veículo além do valor da prestação do financiamento

O que você costuma pensar na hora que vai financiar um carro novo? No valor da prestação? Na taxa de juros que é cobrada? No prazo de pagamento?

Claro que tudo isso é importante, mas também é importante que se considere outros custos que se pode ter ao comprar um automóvel, como o IPVA, que é pago anualmente. 

Isso porque ter um carro significa que a pessoa vai ter muito custo com ele, afinal, é um bem material que se deprecia e tem manutenção que precisa ser dada periodicamente.

Mesmo que o seu carro fique guardado na garagem ou no estacionamento, ele vai te gerar gasto, de uma forma ou outra. Por isso mesmo, muita gente tem optado por andar de Uber nos dias atuais.

Ah, e quando for comprar o carro novo, de fábrica, 0 KM, considere que após alguns minutos da sua conta, o carro já não vai valer o mesmo que você pagou, tá bom?

Isso sem contar que ele é financiado, o que vai te fazer perder alguma grana com os juros. Enfim, conheça os gastos do carro!

O Financiamento do Carro

Atualmente, muita gente opta por financiar a compra de um carro porque isso traz o benefício de ter o bem pagando parcelas mensais em um prazo determinado e combinado em contrato. 

Assim sendo, os bancos, revendas e as próprias montadoras oferecem no mercado opções de financiamento, seja para pessoas físicas ou empresas (independente do porte). 

No entanto, o que pouca gente considera é que a parcela do financiamento é apenas um dos gastos que se tem ao comprar um carro, já que existem outros, como vamos acompanhar a seguir.

E sobre essa parcela, saiba que nunca, em nenhum caso, é ideal você ter um valor acima dos 30% da sua renda líquida mensal. Apesar de que as concessionárias fazem a conta com a renda bruta, né.

Por sinal, a parcela do financiamento vai variar conforme as condições do pedido de crédito, como análise do perfil e relacionamento do cliente com a empresa.

4 gastos do veículo além do valor da prestação do financiamento

Os Gastos do Carro

São vários os gastos de um carro além das parcelas do financiamento. Por isso, fizemos uma breve lista para se considerar a partir de agora e antes mesmo que você adquira o seu bem.

1 – IPVA

O imposto veicular deve ser pago por todo mundo que tem um carro registrado em seu nome. Os valores variam conforme modelo, ano, região, tipo e condições do carro.

Quem não faz o pagamento do IPVA acaba não tendo o documento oficial dele para poder colocá-lo em rodagem nas ruas do Brasil. Então, sem IPVA, você não pode andar com o seu carrinho.

Assim, o veículo sem documentação pode ser apreendido e levado ao pátio do Detran, onde o consumidor terá que pagar a estadia pelos dias que o veículo ficar lá. E cada dia que o carro fica lá vem uma bela taxa a ser paga de aluguel do espaço público, tá bom.

Junto com o IPVA, o dono do veículo tem o DPVAT (Seguro Obrigatório), que também tem taxas variáveis. E tem o licenciamento também, como você já deve saber.

Tanto carros como motos, caminhões e táxis precisam ter os documentos em dia para que o veículo possa estar em funcionamento pelas ruas da cidade. Alguns proprietários tem isenção – consulte os seus direitos.

2 – Manutenção

Quem compra um carro novo, 0 km, pode ter o benefício de ter que fazer um número menor de manutenções, já que as peças são novas e os veículos tendem a apresentar menos problemas.

Isso também se acentua quando se tem revisões gratuitas programadas, que garantem a troca e ajuste de peças por períodos pré-estabelecidos. 

No entanto, ainda assim há gastos que não são garantidos pelas montadoras e revendas, como a troca do pneu desgastado ou riscos na pintura do veículo, por exemplo.

E isso porque estamos falando de veículos novos, já que os seminovos e mais antigos apresentam maior gasto com a manutenção, como a troca de óleo constante e periódica e a revisão de freios e embreagens, que são itens de segurança.

Um pneu, por exemplo, não deve durar mais do que alguns 60 mil quilômetros de rodagem. Mas, isso varia conforme a marca, modelo, uso, etc. De qualquer forma, ele deve ser trocado periodicamente.

3 – Seguro

O seguro do carro não é obrigatório – exceto o DPVAT. Assim sendo, é uma opção que as pessoas têm de garantir mais segurança, seja para acidentes de trânsito ou para roubos.

E uma boa dica é cotar o valor do seguro em várias seguradoras porque o preço pode variar muito.

E essa variação depende de N fatores. Por exemplo, do valor do veículo, dos acessórios, do ano, do bairro em que dorme e transita, da idade e perfil do condutor, entre outros fatores.

Um carro tradicional e popular, por exemplo, tem custo de R$ 1,5 mil, sendo que pode variar para mais ou menos. Logo, o preço final tem a ver com as coberturas e serviços, como reboque e troca de pneus, por exemplo.

4 – Combustível

Já o combustível é um gasto que todo mundo que tem um veículo tem, não sendo opcional em nenhum caso. Ainda que seja a etanol ou gasolina, há o gasto.

E isso varia conforme o modelo do carro, o tamanho, a mecânica, entre outros fatores que podem ser determinantes para o funcionamento dele. 

Um carro pouco econômico, por exemplo, faz 5 quilômetros com 1 litro. E em cima dessa conta, há de se considerar o valor do combustível, que hoje está em alta, especialmente por conta do petróleo.