15 Notícias Super Importantes do Mercado de Ações, incluindo as companhias Petrobras e Vale

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A equipe da Trovó Academy fez uma varredura sobre as notícias do mercado financeiro que, com certeza, vão movimentar o mercado de ações de neste início de semana. As notícias mais importantes trazem assuntos pertinentes à Petrobras, Vale, Fundação Petros, Lojas Renner, entre outros, além de citar também as ações mais caras do mundo.

Essa última informação é uma curiosidade que vale muito a pena ser lida, já que, a maior parte das pessoas sempre pensa em Berkshire Hathaway Inc. quando o assunto é ação cara, no entanto, uma bolsa da Argentina e do Chile. Esse assunto será tratado ao final do artigo, logo depois de darmos uma pincelada nas principais notícias de cada companhia que merece nosso destaque. Acompanhe!

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1 – BM&FBovespa

O Carf (Conselho Administrativo de Recursos Federais) retirou o caso de ágio da BM&FBovespa. (Ágio = diferença entre cotação da moeda de um país a de outro; ou comissão de cambista ou banqueiro recebida pela troca de moedas nacionais). Esse julgamento foi interrompido por pedido de vista e sofreu vários adiamentos. O processo é sobre uma mula que foi aplicada pela Receita Federal durante a fusão da BM&F e Bovespa no ano de 2008.

Segundo o fisco, o ágio não poderia ter sido utilizado para reduzir os valores dos tributos devidos pela nova empresa. Assim, a nova empresa, após ser autuada, recorreu da decisão. Segundo um balanço da BM&FBovespa, a ação poderia render o pagamento de 1,1 bilhão de reais.

Antes de prosseguir, confira as principais ações para Ficar de Olho em 2017:

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2 – Banco Pine (PINE4)

O Conselho de Administração do Pine aprovou a recompra para a aquisição de 500 mil ações preferenciais para a permanência em tesouraria e posterior alienação, sem redução de capital social. No início do ano, o conselho também informou que não vai pagar os dividendos e nem os juros sobre o capital referente aos resultados do 4º trimestre de 2016.

“As estratégias para condução do negócio da companhia estão sendo avaliadas pela sua administração, e não serão divulgadas neste momento a fim de preservar as opções existentes para a Companhia e a possibilidade de alcançar a melhor alternativa. Importa frisar que, até a presente data, não há qualquer definição sobre o fechamento de capital da companhia”, afirmou o banco em comunicado do dia 14 de novembro do ano passado, conforme publicado pela Infomoney.

Saiba Mais: O Banco Pine passou a oferecer um CDB com vencimento em 3 anos e rentabilidade de 118% do CDI, que nos primeiros dias de janeiro, marcou taxa de 13,63% ao ano. Ou seja, um valor muito considerável frente à poupança que está rendendo 8,5% ao ano. Esse CDB tem investimento mínimo de 5 mil reais e é avaliado com nota de risco A, ou seja, com grau de investimento.

3 – BR Insurance (BRIN3)

Luiz Roberto Mesquita Salles é o novo diretor presidente da companhia e vai ocupar o lugar de Marcelo Moojen Epperlein, que renunciou o cargo. Outra mudança que também aconteceu na semana passada foi a contratação de Flávio Alexandre de Sá, o novo Diretor de Operações.

Bolsa de Valores: se eu tiver ações em uma empresa e ela quebrar, o que acontece? Para responder a essa pergunta, precisamos definir 2 termos. As ações “não-avaliáveis” são aquelas que significam que todo o valor que o investidor deve à empresa já foi pago no ato da compra do papel. Já o termo “avaliável” quer dizer que os investidores ainda devem mandar novos aportes em dinheiro para a empresa quando for solicitado. Saiba mais sobre isso no link!

Reprodução: Google

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A empresa de corretagem de seguros é controladora de 46 corretoras e apurou um prejuízo líquido de mais de 73 milhões do final de 2015. Já no mês do ano seguinte, a companhia aprovou um aumento de capital de até 49,99 milhões de reais. Hoje, ela já possui mais de 2 bilhões de prêmios emitidos e dará continuidade à estratégia de unificação das suas unidades.

4 – Ambev (ABEV3)

O Goldman Sachs cortou o preço-alvo para as ações da Ambev de 21 reais para 19 reais. A Ambev (Companhia de Bebidas das Américas) anunciou recentemente que vai investir em Mato Grosso um projeto com as Secretarias de Estado da Fazenda (Sefaz) e Desenvolvimento Econômico (Sedec). “Saímos com o dever de casa de preparar um plano forte de investimentos”, pontuou o presidente da companhia, Bernardo Pinto Paiva. Os valores não foram informados.

5 – BRF (BRFS3)

A BRF vai ter que pagar mais de 2 milhões de reais por manipular os preços do leite pasteurizado tipo C, conforme condenação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). A companhia, dona da marca Elegê, também está sendo condenada por formação de cartel de preços no setor em que atua.

Recentemente, a companhia afirmou estar procurando alternativas para capitalizar a OneFoods. Segundo informações do Bloomberg, a empresa poderia seguir 2 caminhos: a colocação privada de ações ou fazer um IPO (Oferta Pública Inicial) de ações na bolsa de Londres. “Seja qual for a forma de eventual capitalização, a BRF continuará a ser acionista controladora da OneFoods”, disse a empresa, em comunicado.

A BRF concluiu a compra de uma fatia na Cofco Meat, por meio da subsidiária BRF GmbH e passou a deter mais de 77 milhões ações, ou seja, quase 2% de participação na produtora chinesa de suínos. Em recente notícia, a Cofco afirmou que espera um lucro líquido de, pelo menos, 850 milhões de yuans depois do resultado final de 2016. O valor é 5 vezes maior do que o de 2015.

6 – Pão de Açúcar (PCAR4)

O futuro pode ser melhor do que o esperado. Essa é a conclusão dos analistas da Credit Suisse sobre as estimativas para o Pão de Açúcar. No curto prazo, os principais drivers devem ser o resultado do quarto trimestre, em avaliações do montante e não recorrentes. Assim, o novo preço-alvo para a ação é de 70 reais, ante os 58 reais previstos. “A venda da Via Varejo parece iminente e deve ajudar a destravar valor e permitir que a empresa acelere o crescimento orgânico”, afirmaram.

O fato é que o grupo continua se apoiando no desempenho do “atacarejo” Assaí para assegurar a crise econômica, conforme os dados do 4º trimestre de 2016. Esses números apontaram uma alta de 7,7%, mas, para o Citi o crescimento esperado era de mais de 11%.

Reprodução: Google

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Para a analista Paola Mello: “Apesar dos continuados esforços para alavancar o crescimento do volume nos hipermercados Extra, os dados reforçam o ambiente difícil para o consumo no país e que deve gerar, ainda, uma negativa do mercado”.

Perspectivas: O Pão de Açúcar já anunciou projetos de lojas para 2017, serão 8 novas lojas Assaí e 20 conversões de Extra para Assaí, além de 5 lojas Pão de Açúcar e 10 Minuto Pão de Açúcar.

7 – Lojas Renner (LREN3)

300 milhões de reais em debêntures! Esse foi o valor aprovado pelo Conselho de Administração das Lojas Renner na 7ª emissão de debêntures da companhia. Os recursos serão direcionados para o endividamento da empresa e as emissões terão prazo de 3 anos, a partir de 13 de fevereiro, com remuneração de 108% da variação do Depósito Interfinanceiro (DI).

Também foi aprovada uma assembleia para discutir sobre a distribuição de 40% do resultado de 2016 á títulos de dividendos e juros sobre capital próprio.

A Renner deve ser uma das primeiras a divulgar o balanço no setor de varejo e bens de consumo no cenário brasileiro, sendo que o varejo de vestuário deve permanecer, na visão de analistas, como um dos segmentos mais sensíveis com expectativas de variações marginais nas vendas. O BTG esperar um crescimento levemente positivo para a Renner.

8 – Cia Hering (HGTX3)

A receita bruta da Hering no último trimestre de 2016 foi de mais de 515 milhões de reais, o que resulta em uma queda de 15,3% em relação à 2015. “Em adição aos efeitos negativos do cenário, houve quedas mais acentuadas nas vendas às franquias devido ao maior volume faturado em setembro, da coleção Alto Verão, conforme informado no relatório”, informou a companhia.

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No ano todo foram totalizados mais de 1,7 bilhão de reais, aí sim, o número é superior em 8% ao ano anterior. Para analistas do Santander, a companhia reportou números decepcionantes de vendas, muito abaixo das expectativas. Na segunda-feira passada (dia 19), a ação da empresa chegou na mínima de 15,60 reais e foi considerada o menor valor desde o pregão de 2017.

9 – Embraer (EMBR3)

A maior companhia aérea da África do Sul, a Airlink, adquiriu 5 E-Jets da Embraer, sendo 3 E170 e 2 E190. Segundo a companhia, as aquisições vão permitir atender destinos considerados isolados, que ficavam fora do alcance dos aviões atuais da Airlink. A Embraer opera na África desde 1978, quando entrou em operação o 1º turboélice Bandeirante. Hoje, são 127 aeronaves em operação em 39 companhias de 19 países.

A Embraer está terminando de montar o 1º jato E195-E2, o maior avião brasileiro, em São José dos Campos (SP). A aeronave será apresentada até o final desse semestre e o primeiro voo deve acontecer a partir do 2º semestre de 2017.

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Com mais de 41 metros, esse será o maior avião brasileiro, passando a frente do cargueiro militar KC-390 que tem 35 metros de comprimento. A largura também será a maior, com mais de 35 metros de envergadura. O avião poderá transportar até 132 passageiros em classe única com velocidade de 870 quilômetros por hora.

A Embraer tem quase 500 aviões comerciais encomendados, sendo mais da metade dessa nova série denominada E2. Desde 2002, foram fabricados mais de 1,3 mil aeronaves da primeira série E-Jet.

10 – Unidas

A empresa de locação de veículos divulgou na semana passada um prospecto sobre a Oferta Pública Inicial de ações ordinárias, com preço estimado entre 15,15 reais e 18,71 reais. Inicialmente, serão ofertadas quase 46,2 milhões de ações, sendo pouco menos da metade voltadas para novas ações ON e a outra parte para oferta secundária. O início das negociações no segmento Novo Mercado da Bovespa está previsto para 13 de fevereiro.

Reprodução: Google

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A companhia pretende levantar até 1,05 bilhão de reais com o IPO e os recursos serão destinados para o crescimento do negócio e reforço de caixa, na proporção de 50% para cada um. O coordenador-líder da oferta é o Itaú BBA.

11 – Construtoras

Uma publicação recente no noticiário nacional mostrou que o governo pode fechar, em breve, um pacote de estímulo ao setor da construção civil para envolver o mercado com o aumento do teto dos imóveis do Programa Minha Casa, Minha vida. As regras envolvem multas para quem desistir e, ainda, a melhoria nas fontes de financiamento das incorporadoras. O governo espera que as medidas ajudem na geração de emprego e abra 150 mil novas vagas.

12 – Fundação Petros

O Fundo de Pensão dos Funcionários da Petrobras anunciou uma revisão em sua política de investimentos para os próximos 5 anos, na qual ampliará a aquisição de títulos públicos e venderá participações em empresas. Ao todo são 76 mil participantes, dos quais 55 são assistidos e a fatia de renda fixa nesses investimentos vai aumentar para 71%, sendo que antes era de 45%.

Por outro lado, a renda variável foi reduzida de 45 para 35%. Os recursos obtidos na carteira serão usados para a compra de títulos públicos e recomposição de caixa, fazendo frente ao aumento das despesas previdenciárias.

“Estamos dinamizando a gestão dos investimentos através da implementação da cultura de ‘asset management’ na Petros. Precisamos aproveitar as oportunidades de mercado para buscar o maior retorno possível, mas sempre considerando o perfil de cada plano e respeitando o limite de risco que podemos assumir para preservar o patrimônio dos participantes”, disse o presidente da Petros, Walter Mendes.

13 – Petrobras (PETR3, PETR4)

A unidade de destilação da Refinaria Duque de Caxias foi incendiada nos últimos dias e após o acidente, a Petrobras informou que o abastecimento dos combustíveis está garantido. A empresa disse também que não houve danos ao meio ambiente ou às pessoas. “A ocorrência foi prontamente controlada pela equipe de contingencia e comunicada aos devidos órgãos de controle”, afirmou uma nota da companhia.

Reprodução: Google

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Ainda no noticiário nacional, a companhia disse que vai recorrer da decisão do Tribunal Regional Federal que suspendeu a licitação da plataforma piloto de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. A bacia foi leiloada em 2003 e tida como uma das áreas exploratórias de setor mais promissoras do país. “A Petrobras irá recorrer da decisão liminar que suspendeu a licitação para afretamento do FPSO de Libra”, disse outro comunicado.

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Por fim, segundo informações do Estadão, o governo vai oferecer ao mercado, a partir de 2018, leilões de óleo e gás da Petrobras já que o caixa da empresa está baixo e o número de campos devolvidos quintuplicou. Ao todo são 21 áreas, com descobertas de petróleo e gás declaradas.

14 – Vale (VALE3, VALE5)

“Não há qualquer discussão ou deliberação no âmbito da Vale sobre eventual unificação das ações de sua emissão”, afirmou a Vale em resposta à CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A companhia confirmou, então, que estão ocorrendo debates sobre o novo acordo de acionistas e que as condições disso é uma possível proposta de reestruturação societária.

A mineradora também informou que vai divulgar o balanço referente ao ano de 2016 no dia 23 de fevereiro. No mesmo dia, serão realizadas duas teleconferências. A Vale também afirmou que foram celebrados dois termos junto ao Ministério Público Federal, uma da Samarco e outra da BHP Billiton, com cronogramas e procedimentos para o pagamento de indenizações decorrente do desastre de 2015.

15 – Telecomunicações

O setor de telecomunicação tem ventos favoráveis em 2017. Somado pela área de tecnologia, mídia e telecomunicações no geral, ele enfrentará uma combinação da racionalidade do mercado com a recuperação econômica e o potencial de novos investidores, além de mudanças regulatórias. Esse foi o relatório assinado por Susana Salaru e Vitor Tomita, do Itaú BBA, conforme informações do Infomoney.

O Itaú tem como “top pics” a Telefônica Brasil, com preço de 50,5 reais e a Totvs, com preço de 28 reais. Enquanto a Tim e Linx tem recomendações Market Perform e a Oi tem recomendação Underperform.

As ações mais caras do mundo e outras observações

Warren Buffett é o homem mais rico do mundo. Bilionário da cidade de Omaha, eles são as primeiras imagens que vem á nossa cabeça quando falamos em ações Classe A, ou seja, ações caras. E os preços dos investidores da Berkshire Hathaway Inc. realmente entendem de dinheiro, afinal, o preço é de US$ 243 mil cada ação. No entanto, essa é apenas a 3ª ação mais cara do mundo, que perde para 2 bolsas menores da América Latina.

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A primeira delas é a do Chile, que custa US$ 2,5 milhões, enquanto que a da Argentina, vale US$ 2,1 milhões. Os preços altos são explicados pelo baixo número de ações em circulação. As ações de Buenos Aires subiram 210% em 2016, ou seja, 4 vezes o índice de referencia. Já a Bolsa de Santiago não teve o mesmo desempenho e ficou com baixa de 24% em uma única transação.

Reprodução: Google

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Com outra visão, é possível notar que os preços super altos dizem pouco sobre o valor total das empresas. Isto porque a Bolsa do Chile tem capitalização de apenas US$ 122 milhões, enquanto a da Argentina vale só US$ 383 milhões. E a Berkshire Hathaway fica com US$ 399 bilhões.

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Relembre: Bolsa de Valores de Lima, no Peru, foi a melhor da América Latina em 2016. De acordo com levantamento da Economatica, feito a pedido da Exame, a melhor bolsa da América Latina e que registrou o melhor desempenho em 2016 foi a BVL (Bolsa de Valores de Lima). A Bolsa foi fundada em 1860 e logo no início, mesmo sem ter uma única ação sobre os preços nominais, conseguiu suportar uma grande crise inflacionária que gerou a depressão dos mercados.

Confira alguns índices da abertura de hoje, dia 23 de janeiro:

  • Bolsa de Tóquio (Índice Nikkei) – Baixa de 1,29% – O índice é composto pelas 250 ações mais negociadas do mercado de Tokyo. A Ajinomoto foi a companhia que mais variou, sendo 2,56 pontos negativos.
  • Bolsa de Frankfurt (Índice DAX 30) – Baixa de 0,72 – O índice é o principal indicador do mercado de Frankfurt. A desvalorização maior foi da Forfait, que perdeu 6,53 pontos.
  • Bolsa de Londres (Índice FTSE 100) – Estável – O índice é o principal indicador do mercado e abriu estável. A maior valorização foi da Edenville, com ganhos de mais de 21 pontos, enquanto que a maior baixa foi da Braemar Shipping Services, com 19,8 pontos.
  • Bolsa de Paris (Índice CAC 40) – Baixa de 0,69 – O índice é o principal indicador do mercado e teve a Acheter-Louer como principal baixa, de 25 pontos.

Já aqui no Brasil, na BM&Bovespa, o megainvestidor Luiz Barsi revelou ao site Suno Research, quais as suas 10 ações preferidas, que compõe a carteira de investimentos. Em resposta à esse questionamento, Barsi respondeu: Klabin, Banco do Brasil, Banco Santander, Taesa, Cemig, Suzano, Eletropaulo, Eletrobras, Geradora Tietê e Eternit.

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Sobre a Taesa, ele ainda afirmou: “O fato de Taesa estar sendo negociada acima do patrimônio não me incomoda, pois significa que é um papel que tem o seu valor reconhecido. O preço está acima do Patrimônio, mas o que ela distribuiu de dividendos equivale a mais de 10% ao ano. As vezes, você compra um papel que negocia abaixo do patrimônio, mas você só vai receber o equivalente ao valor pago em dividendos depois de dez, quinze ou vinte anos. Então, o dividendo é um componente mais importante”.

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Com informações do Infomoney, Valor, Dinheiro Rural, ADVFN e Uol

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